Resumo: O brincar é essencial para o desenvolvimento da criança, resulta um meio da criança expressar o contexto no qual ela elabora seus conflitos e demonstra seus sentimentos, desejos e fantasias. E através das brincadeiras a criança aprende a interagir com o outro. Assim, aperfeiçoa suas habilidades e compartilha o que já sabe. Com base nesse pressuposto, o artigo apresentado visa mostrar os resultados do trabalho desenvolvido na Escola Amália Pimentel, na cidade de Franca (SP), com ênfase na contribuição das atividades lúdicas na socialização das crianças. Foi utilizado o método dedutivo, observações, questionários realizados com as crianças e entrevistas com a diretora da escola. De acordo com a pesquisa, pudemos observar a importância das atividades lúdicas realizadas na escola que contribuem na socialização das crianças no ambiente social. Concluímos assim, que o trabalho exercido pela escola é importante para a socialização dos alunos. É realizado de maneira em que as brincadeiras possam realizar maior interação entre eles, com seriedade, compromisso e dedicação por parte da escola.

Palavras-chave: Brincar, criança, escola, socialização.

Resumo: O presente artigo irá explanar os conhecimentos sobre o desenvolvimento histórico da psicologia educacional, bem como a atuação do psicólogo no contexto escolar. O artigo foi baseado na Prática Acompanhada em Observação I, realizada no Centro de Educacional de Novo Horizonte (CENHO) - SC. A metodologia utilizada para a elaboração do artigo foi o levantamento bibliográfico, com ênfase na Psicologia Histórico-Cultural, onde se configura na exposição de determinadas reflexões relativas ao desenvolvimento da Psicologia Educacional, seu surgimento, evolução e desenvolvimento no Brasil. Deste modo, enquanto acadêmicos do Curso de Psicologia da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (UNOCHAPECÓ), buscamos enfatizar os “problemas escolares” em desenvolvimento e aprendizagem e o papel da psicologia da educação, tornando possível conhecer um pouco da história da psicologia no Brasil, as práticas pedagógicas e o campo da educação, considerando enfaticamente os fatores históricos implicados no processo, que não se trata somente de pincelar os fatos, mas de percorrer os passos que a psicologia da educação tem percorrido. Este trabalho possibilitará ao leitor um entendimento sobre a história da educação, bem como, a inserção do psicólogo no contexto escolar. Veremos que as ideias psicológicas penetraram nas concepções e práticas educativas e as demandas no campo de atuação, a qual contribuiu para o desenvolvimento e consolidação como área específica da educação.

Palavras-chave: Psicologia Educacional. Educação. História da Psicologia no Brasil.

Resumo: Este artigo tem como enfoque defender que não é necessário um modelo regido por ideais hierárquicos e inflexíveis para se alcançar resultados satisfatórios no processo de aprendizagem. Para isso, fundamenta-se nos pressupostos teóricos de Jean Piaget, ressaltando as principais concepções da sua teoria e as suas devidas contribuições para a ciência. A saber, a compreensão do desenvolvimento intelectual e moral do sujeito.

Palavras-chave: Aprendizagem, Educação, Jean Piaget, Teoria Construtivista.

Resumo: Dentro da instituição educacional o bullying escolar é uma forma de agressão disfarçada, que causa danos, frequentemente irreversíveis, na vida daqueles que estão envolvidos, de forma a destruir-lhes a saúde psicológica e física. As consequências como baixa auto-estima, depressão e marginalização, podem estimular desejos e também atitudes de suicídios e assassinato. Por isso, merece a intervenção de profissionais qualificados, de preferência em uma atuação constante e em equipe, na qual também participa a família e a escola. A psicopedagogia institucional e clinica, com sua parcela de participação, tem como objetivo resgatar o desejo de aprender e até mesmo de viver o que foi perdido pela vitima do agressor e de todos os envolvidos. Através de uma pesquisa bibliografia considerando as contribuições de autores como FERNÁNDEZ (1991), PIAGET (1987) COSTANTINI (2004) entre outros, procurando desenvolver uma ligação entre o bullying e a teoria psicopedagogia, para que possa possibilitar o desenvolvimento de uma intercessão entre ambos, capaz de auxiliar profissionais, pais e aqueles que já estão envolvidos.

Palavras-chave: Aprendizagem, Transtornos de aprendizagem, Agressão. Comportamento, Saúde do adolescente, Bullying.

Resumo: O presente artigo busca refletir sobre a importância da Compreensão Empática ou empatia, na relação entre professor e aluno, a nosso ver, de extrema importância em todo o processo de ensino e aprendizagem. Tem por objetivo analisar o papel da empatia, enquanto instrumento de facilitação da aprendizagem, na valorização desta relação, visto favorecer a vinculação afetiva, aumentando a sensação de segurança e a motivação para o conhecimento. A fundamentação teórica principal parte das concepções da Abordagem Centrada na Pessoa, desenvolvida por Carl Rogers, suscitada dentro da psicologia clínica, mas ampliada também para a esfera educacional. Foram consideradas também as contribuições de autores como Gobbi (2002), Gusmão (1999), Bacellar (2010), Pretto (1978), dentre outros, afinados com a mesma perspectiva de Rogers, que enfatizaram ser por meio da comunicação empática que o professor age como um facilitador para o aprendizado e a mudança do aluno. Conclui-se, portanto, que a empatia tem a capacidade de melhorar, além de tornar o processo muito mais humano, os resultados das intervenções relacionadas às dificuldades ou aquisição de aprendizagem.

Palavras-chave: Empatia, Aprendizagem, Professor, Aluno.

Atualmente podemos observar com frequência a ausência dos pais na vida escolar de seus filhos. A tendência sempre, à primeira vista, é de criticar ou até mesmo utilizar a famosa frase: “Comigo isso não aconteceria!”. Na verdade, quando se surge a necessidade de falar sobre algum assunto relacionado à educação de filhos, tendemos a expressar uma falsa praticidade, ou seja, o ato de encontrar culpados é bem mais fácil e interessante do que se procurar compreender as complexidades relacionadas ao assunto.

Resumo: Considerando que o problema da indisciplina em sala de aula é um fenômeno que vem se agravando progressivamente nas escolas de todo o mundo, o presente estudo consiste numa reflexão sobre a prática do Coordenador Pedagógico para a Intervenção deste problema no contexto escolar, objetivando explicitar as ações empreendidas tanto para formação de caráter do alunado, quanto na formação de professores, investigando os significados atribuídos à Indisciplina na escola. Baseando-se no estudo de alguns pesquisadores como Júlio Groppa Aquino, Tânia Zaguri, Paulo Freire e Daryl Siedentop, entre outros e dos teóricos Jean Piaget e Levi Vigostsk, foi possível compreender algumas das ações comportamentais típicas de indisciplina que se fazem presentes no cotidiano escolar contribuindo assim para uma análise sobre a ação do coordenador escolar na sua área de trabalho, em busca da sua não ressignificação em seus fazeres e saberes pedagógicos, detectando, acompanhando e solucionando problemas de conflito em sala de aula, entre semelhantes, profissionais e familiares no contexto escolar. O presente estudo foi baseado em caráter de pesquisa bibliográfica, quantitativa-descritiva e exploratória, trançando como respaldo para sua abordagem a verificação da importância da mediação do coordenador pedagógico no direcionamento dos fatores indisciplinares, que permeiam tanto o caráter pessoal como implica no processo de ensino e aprendizagem dos alunos, entendendo que a família, a escola e o meio estão interligados e que a facilitação do ato educativo dentro de uma função mediadora é de responsabilidade de todos que cercam o aluno. A gestão pedagógica, os docentes e a família são os alicerces da escola e é por acreditar que estes representam uma ponte valiosa entre alunos e conhecimento é que se torna imprescindível que exista a interação total e completa, dentro de um caráter formador interativo e dinâmico.

Palavras-chave: Indisciplina Escolar, Coordenador Pedagógico, Família, Aluno.

Resumo: Neste trabalho pretendemos abordar algumas questões que levam o estudante a abandonar o curso, quais os tipos de motivação que ele encontra para permanecer no ensino superior para além do financeiro e se essas motivações influenciam no decorrer do curso, Segundo Alberto Albuquerque Gomes, o processo de produção do conhecimento sobre o mundo social passa necessariamente pela reelaboração daquilo que vemos, na forma de representações. Ou seja, para tentar compreender o mundo, é preciso num primeiro momento desconstruí-lo, assim como faz o mecânico de automóveis que para compreender seu “objeto”, qual seja, o motor precisa desmontá-lo para depois remontá-lo, agora munido de um saber enriquecido pela práxis. Assim, o cientista social ao deparar-se com seu “objeto”, precisa desenvolver uma atitude crítica de forma a “desmontar” este “objeto”, na forma de categorias conceituais, buscando o seu entendimento, também enriquecido pela práxis.