1.  Introdução

A hospitalização pode afetar o desenvolvimento da criança, interferindo na qualidade de vida e para lidar com essas situações, o lúdico tem funcionado como estratégia de enfrentamento. Por isso, o objetivo deste estudo é analisar a importância da ludoterapia nas crianças em condição hospitalar, bem como analisar a percepção da criança sobre o contexto hospitalar em relação ao aspecto emocional e verificar a influência dos jogos como fator benéfico para a recuperação da criança hospitalizada.

Resumo: O objetivo desta pesquisa é verificar como o cuidador foi escolhido ou é escolhido por paciente com câncer, e como vivencia o ato de cuidar e as ameaças da pela e sobrecarga no cuidado paliativo. Participaram da pesquisa 18 familiares, sendo o processo de coleta, realizado através de entrevista semi-estruturada adaptada da escala de sobrecarga de Zarit. A análise foi qualitativa, e os resultados revelaram que 83% dos respondentes escolheram serem cuidadores. Verificamos que o ato de cuidar é vivenciado como gerador de mudanças que criam dificuldades e necessidades específicas. Além disso, viver ameaça da morte pelos cuidadores desenvolve sentimentos de perda e melancolia. Os resultados são compatíveis aos de outras pesquisas, surge então à necessidade de estabelecermos estratégias de intervenções constantes junto ao cuidador familiar, com objetivo de fomentar a qualidade de vida e da saúde na elaboração do transcurso do luto.

Palavras-chave: Estresse, Câncer, Cuidadores, Qualidade de vida, Morte.

1. Introdução

O presente trabalho apresenta que o serviço de saúde deve ter como eixo central a humanização e os aspectos subjetivos da condição humana, pois a interação dos conhecimentos técnico-científicos com os aspectos afetivos, sociais, culturais e éticos na relação entre o profissional e o paciente garante maior eficácia do serviço (BRASIL, 2004).

Resumo: O presente artigo resulta de um levantamento bibliográfico sobre as questões que norteiam o trabalho do psicólogo no âmbito hospitalar, e sobre que fatores sua intervenção está pautada. Para tal, serão apresentados os aspectos emocionais desencadeados pela descoberta da doença e a consequente internação hospitalar. Como forma de enfatizar esta questão, apresentar-se-á aspectos do suporte em Unidade de Tratamento Intensivo que vão além do quesito biológico e orgânico, evidenciando o intrincado convívio com sentimentos complexos e de difícil elaboração inerentes a este ambiente. Possibilitando assim, que se visualize qual grande é a demanda e a necessidade da intervenção psicológica.

Palavras-chave: Internação hospitalar, Aspectos emocionais, Intervenção psicológica.

Resumo: O presente artigo aborda a atuação do Psicólogo Hospitalar diante da morte em Unidades de Terapia Intensiva. Teve-se como objetivo principal realizar o levantamento do conhecimento produzido na literatura científica acerca da importância da presença e das intervenções do Psicólogo Hospitalar diante das situações de iminência e ocorrência da morte nessa unidade hospitalar. Para o alcance desse objetivo foi realizado um levantamento da produção na base de dados BVS-Psi, referente ao período de 2002 a 2012, na qual foram acessadas as fontes de informaçãoLILACS e SCIELO. Pesquisou-se também na fonte eletrônica AMIB, em livros, dissertações e teses publicados entre o mesmo período. Nas buscas pelos artigos, as palavras-chave utilizadas nas fontes de dados foram: “morte na UTI”, “psicólogo hospitalar”, “profissionais de saúde”, “pacientes” e “familiares”, uma vez que elas apresentam relação com os objetivos da pesquisa.  O estudo torna-se relevante por mostrar que a iminência e a ocorrência da morte na UTI podem trazer consequências emocionais para aqueles que fazem parte desse espaço: pacientes, familiares e profissionais e diante disso, insere-se a importância das intervenções do Psicólogo com os referidos grupos. Os dados mostram que é importante que a graduação em Psicologia ofereça em seus currículos disciplinas que abordem mais o tema morte, para melhor preparar os profissionais a lidar e trabalhar com esse fenômeno no contexto de trabalho. Também evidenciam que ao trabalhar a morte em UTI, o psicólogo deve focar não apenas nos pacientes e familiares, mas também na equipe de saúde. Assim, espera-se que essa pesquisa contribua para uma maior reflexão sobre a prática do psicólogo hospitalar em UTI’s diante da morte, sobre a importância de serem realizadas intervenções psicológicas com profissionais de saúde e sobre a necessidade de as graduações em Psicologia abordarem mais o tema morte em seus currículos.

Palavras-Chave: Morte, UTI, Psicólogo Hospitalar, Atuação.

Resumo: A criança ao ser internada no ambiente hospitalar – por quaisquer que sejam os motivos – irá responder a essa vivência de uma forma bastante particular. Medos, inquietações e conflitos podem ser ativados; e, a depender de como as pulsões inconscientes se deslocam e se representam pelas projeções fantasmáticas, isso poderá revelar a ansiedade da perda dos vínculos afetivos e objetais que foram estruturados de modo a corresponder desejos maternais não satisfeitos. A Ludoterapia, por enfatizar o brincar e propiciar uma produção de sentidos (linguagem) facilitadora para a criança fará com que ela possa expressar as angústias e os sentimentos. Noutras palavras, auxiliará a criança na elaboração e ao psicoterapeuta na identificação das demandas inconscientes.

Palavras-chave: Criança, Ambiente Hospitalar, Fantasma, Ludoterapia.

Resumo: Este artigo trata-se de uma revisão de literatura que buscou conhecer as repercussões psíquicas do adoecer com o câncer e como a Psicologia pode atuar frente às demandas de pacientes e familiares. A Psicologia hospitalar tem como valor principal a subjetividade do paciente, por vezes esquecida pela medicina. Para tanto, levou-se em consideração a evolução histórica do contexto hospitalar, a nova estrutura familiar e o aumento do número de casos da doença. Sendo assim, o resultado dessa pesquisa nos possibilita identificar as demandas de pacientes e seus familiares, buscando um cuidado mais humanizado, reposicionando o sujeito em relação a sua doença e mobilizando os indivíduos envolvidos com o tema.

Palavras-chave: Psicologia hospitalar, câncer, família, Psico-Oncologia.

Resumo: O presente artigo será constituído de um breve histórico sobre a psicologia no mundo e no Brasil e a mesma na área hospitalar, uma breve descrição do que é o câncer, será colocado como é a relação psicologia e o câncer, no artigo será descrito como os pacientes enfrentam o câncer e terá as considerações finais e as referências bibliográficas no referente artigo.

Palavras-chave: psicologia, área hospitalar, câncer, pacientes.