As organizações são estruturas que podem ser vistas como máquinas, nas quais suas partes, cada uma com funções diferentes, se interligam e se relacionam de forma ordenada. Podem ser vistas também como um organismo, um sistema vivo que existe em um ambiente mais amplo do qual dependem. Ainda, podem ser vistas como um cérebro, processando informações e capazes de aprender a aprender. A organização, portanto, é uma unidade social, coordenada e composta de uma ou mais pessoas, funcionando numa base relativamente contínua para atingir um objetivo. (ZANELLI, BORGES-ANDRADE e BASTOS, 2004).

Resumo: A psicologia organizacional se caracteriza como uma subárea da ciência psicológica com o intuito de atuar de forma interdisciplinar no comportamento humano no âmbito das relações das pessoas com as organizações através da compreensão dos fenômenos psicológicos. Este artigo objetiva apresentar uma revisão teórica sobre a inserção do psicólogo no campo organizacional, levantando um breve histórico sobre essa profissão e intervenções realizadas, bem como conhecer o papel do psicólogo nas organizações e empreender uma discussão sobre a mera aplicação de técnicas nesse contexto e a proposta de ser um agente de transformação social nas empresas. A partir desse contexto, conhecer princípios e métodos de atuação contemporâneos na leitura dos fenômenos psicológicos. É necessário que os profissionais reconheçam as variáveis de crescimento da área a fim de que possam melhorar a qualidade na sua atuação, desse modo, a realização de pesquisas sobre o tema é relevante para auxiliar na atualização, capacitação e formação profissional da psicologia científica.

Palavras-chave: Psicologia Organizacional, Atuação Profissional, Fenômenos psicológicos

Resumo: O presente estudo busca compreender a relação do trabalho com o homem e a natureza, compreende-se que o trabalho é a forma que o ser homem reflete sua própria ação impulsionadora, a qual regula e controla seu intercâmbio com a natureza. O objetivo foi problematizar e compreender o impacto da atividade policial em sua vida familiar como também na sua saúde. A metodologia utilizada foi qualitativa, ou seja, não tem pretensão de numerar ou medir unidades ou categorias homogêneas. Como instrumento, foi aplicada uma entrevista semi-estruturada na sala de Custódia do Complexo Policial em uma cidade do Oeste baiano.  Nos resultados foram constatados que a dinâmica familiar do policial é afetada devido aos plantões extras realizados no período da noite, durante suas folgas, restando-lhe pouco tempo para usufruir do lazer com a família. Quanto à saúde desse profissional foi possível verificar que o entrevistado apresenta estresse, tensão muscular, insônia, apatia, cansaço excessivo, tristeza e sensação de incapacidade. Tais fatores intensificam frente às funções em preenchimento de Boletim de Ocorrência (BO). Cabe acrescentar que esta clientela é caracterizada de risco para Síndrome de Burnout. Conclui-se que o trabalho policial acarreta sofrimento psíquico que afeta as relações familiares e à sua saúde. Assim, é necessário pensar políticas públicas preventivas, educativas, promotoras de saúde e bem-estar voltadas para esses profissionais da Segurança Nacional. 

Resumo: O presente artigo tem por objetivo realizar uma breve pesquisa sobre os transtornos mentais e do comportamento humano incapacitante para a atividade laborativa. Para isso, utilizaremos a pesquisa básica, exploratória e bibliográfica. Pretendemos apresentar os conceitos teóricos relacionados ao tema da pesquisa situando o transtorno mental como sendo a terceira causa de afastamento do trabalho. Abordaremos a posição da Previdência social diante dos transtornos mentais e os critérios adotados pelo órgão para determinar a existência da psicopatologia, como também, os meios utilizados para afastar o colaborador, observando as diferenças existentes entre os indivíduos. Ainda, o tempo de afastamento ou prazo determinado para favorecer a recuperação do seu equilíbrio psíquico. Pontuando, se os critérios são suficientes para que o colaborador volte a sua função, cargo e atividade totalmente sarado, recuperado e consciente do seu eu e das suas responsabilidades.

Palavras-Chave: trabalhador, transtorno mental, afastamento, critérios, indivíduos.

Resumo: Convivemos diariamente com pessoas com deficiência, dos mais variados graus, e, no entanto, nem todos sabem como tratá-los. Muito menos se for para compartilhar o mesmo ambiente de trabalho. Isto requer um pouco de consciência e compreensão das limitações e também de saber enxergar as qualidades que o outro possui. Este trabalho procura esclarecer, através da Psicologia, a melhor forma de lidar com um colega de trabalho com deficiência, seja na reorganização de um espaço físico ou na quebra de algumas barreiras atitudinais.

Palavras-chave: Deficiência; Inclusão; Acessibilidade.

Resumo: O presente estudo teve como objetivo conhecer o Clima Organizacional de uma Instituição de Ensino Superior. Contou com uma amostra de 52 funcionários, que informaram suas percepções através de um questionário, que avaliou sete fatores de Clima:  Carga de Trabalho, Condições de Trabalho, Clareza Organizacional e Padrão de Desempenho, Estilo de Gerência, Comprometimento Organizacional, Trabalho em Equipe e Reconhecimento. A análise dos resultados demonstrou que o clima organizacional foi percebido de forma bastante satisfatória, ressaltando-se o Fator Trabalho em Equipe, com a melhor avaliação dentre os fatores. O Fator Carga de Trabalho apresentou a avaliação menos satisfatória. Uma das características mais peculiares detectadas por este estudo sobre o clima desta Instituição Educacional, foi a dissonância apresentada na relação entre o elevado grau de comprometimento dos funcionários versus as percepções menos satisfatórias sobre as práticas de reconhecimento, valorização e retribuições oferecidas.

Palavras Chave: Clima organizacional, Investigação, Ambiente de trabalho

Resumo: Nos últimos anos a temática competência, seu desenvolvimento articulatório e sua gestão, tem sido alvo de discussão no âmbito prático e teórico nas instâncias empresariais. O objetivo deste trabalho é evidenciar o modelo tradicional utilizado na Empresa @ e quais os benefícios de se adotar uma Gestão por Competência no contexto organizacional. Vale salientar que o trabalho foi realizado conforme a apresentação de um diagnóstico fictício da empresa em questão. Para tanto, a proposta consiste na apresentação de um modelo que seja capaz de delimitar a gestão de pessoas de forma integrada, a partir do conceito de competências, a fim de minimizar eventuais lacunas, orientando e estimulando os profissionais em suas discrepâncias.

Palavras-chave: Gestão por Competência, liderança, mercado