Antes de iniciar com os conceitos sobre Gestão do Tempo, gostaria de ressaltar a dificuldade em encontrar autores que, de fato, problematizem esse assunto. Hoje, torna-se cada vez mais comum a apresentação de fórmulas e quadros a serem seguidos do que de pontos norteadores, cuja reflexão sobre o uso do tempo seja incitada.

A proposta de gestão do tempo, nesse estudo, visa possibilitar uma reflexão crítica sobre a utilização de seu tempo e a escolha das prioridades, deixando claro que a gerência do tempo é um processo pessoal, ou seja, que cada um necessita refletir se está utilizando bem o seu tempo, ou não.

Introdução

As teorias organizacionais, durante muito tempo, subjugaram o papel das emoções e dos afetos, considerando-os disfuncionais para o bom desempenho no trabalho. Avanços nos estudos sobre comportamento organizacional, no entanto, revelaram o importante papel das emoções e dos afetos na vida do indivíduo, ao facilitar ou dificultar o desenvolvimento do clima de bem-estar no trabalho e, conseqüentemente, atuar na saúde do trabalhador e de sua organização.

Considerando que grande parte das experiências de um adulto são vivenciadas em ambientes de trabalho, há a necessidade de abordar as características psicossociais dos indivíduos que estão inseridos nas organizações e, especialmente, como elas os afetam.

O conceito de cultura organizacional é bem amplo e abarca diversos aspectos referentes aos comportamentos dentro do ambiente de trabalho. Para ZANELLI, BORGES-ANDRADE e BASTOS (2004), cultura organizacional é um conjunto de valores, normas e rituais que estão incluídos no modo como a empresa se comporta e como deseja que seus funcionários também o façam. Esse conjunto de aspectos é compartilhado por todos os membros da organização e diferencia uma organização das demais. É ela quem dá direção à empresa, ou seja, guia o modo como as pessoas devem se comportar.

Resumo: O presente trabalho tem como principal objetivo socializar sobre as transformações pelas quais a Psicologia vem passando ao longo do tempo, de que forma e para que caminhos na contemporaneidade está enveredando sua atuação. A pós-modernidade, que é caracterizada por mudanças significativas provocadas e vividas pelo homem, retroalimenta novas realidades pelas quais esta classe hoje se depara. Atualmente, o compromisso social está mais presente que nunca em sua prática e pesquisa, o que lhe confere relevância. A contribuição da Psicologia pode ser significativa em novos ambientes de atuação, como é o caso do Terceiro Setor, por meio das Organizações Não Governamentais (ONG) e Paraestatais de modo geral. Para tanto, é imprescindível compreender a função do Estado na pós-modernidade e revisitar conceitos como o de Estado Mínimo, Políticas Sociais e Públicas, Bem-estar social, entre outros. É importante expor que atuar em ONGs é um desafio cotidiano para os psicólogos, posto que exige uma diversidade de atividades realizadas por estes profissionais nestas instituições que se adéquam de acordo com a realidade de cada lugar. Essas atividades se estendem desde atendimento psicoterápico individual, coordenação de diferentes tipos de práticas grupais à organização da estrutura da ONG e à supervisão da atuação política dos membros da mesma, entre outros. A Psicologia constantemente vem buscando se reinventar em teoria e prática, pois seus objetos de estudo de maneira análoga também se reconfiguram de forma dinâmica em função das mudanças psíquicas, de necessidades, comportamentais, cotidianas, econômicas e até governamentais.
Palavras chave: Psicologia; Organizações Não Governamentais; Terceiro Setor; Compromisso Social.

Resumo: Este trabalho de pesquisa surgiu no contexto do estágio de Formação Profissional em Psicologia do Trabalho. Objetiva discutir a entrevista de desligamento como elemento do processo de desvinculação do trabalhador de uma organização. A pesquisa é bibliográfica, partindo do material clássico utilizado no processo de formação em Psicologia. Como resultados, identificou-se que a entrevista de desligamento consiste no aperfeiçoamento de recursos humanos, bem como na identificação de problemáticas, que demonstra suas vantagens em corrigir erros institucionais e contribui para o processo de recrutamento e seleção. A entrevista de demissão, assim, auxilia no sentido de evitar desacertos, diminuindo custos para a empresa e contribuindo para a saúde do trabalhador.
Palavras-chaves: Entrevista de desligamento, trabalho, organização, desvinculação.

Resumo: Este trabalho tem por objetivo compreender a importância da técnica de entrevista por competência utilizada por psicólogos organizacionais, em seleção de pessoal, como também analisar a percepção que os psicólogos possuem sobre as dificuldades e os benefícios encontrados neste processo. Os dados coletados indicam que a entrevista por competência produz resultados favoráveis, porque reduz o custo com reabertura de processos e com treinamentos, como também pela sua objetividade no foco do perfil almejado. Todavia, o profissional de psicologia, deve ter um bom conhecimento sobre essa técnica de entrevista por competência para utilizá-la de maneira eficaz, contribuindo na inserção dos profissionais competentes nas empresas para realizar um processo de maneira fidedigna.

Palavras-chave: Contexto Organizacional. Seleção de Pessoal. Entrevista por Competência.

Resumo: Este artigo tem como objetivo ressaltar questões motivacionais no âmbito de trabalho. Para que um trabalho seja bem desenvolvido é preciso que muitas questões burocráticas sejam analisadas, porém é muito importante que o funcionário seja motivado, para que assim seu trabalho possa ser melhor desempenhado, visando lucratividade para a empresa e para ele.

Palavras-chave: ambiente de trabalho, motivação, papel do psicólogo organizacional.

Oliveira (2008) aborda em seu artigo que a motivação ocorre de dentro pra fora, ou seja, o indivíduo é motivado a fazer determinado trabalho de acordo com aquilo que ele deseja alcançar, aquilo que seja motivacional para ele, como por exemplo, subir de cargo dentro da empresa.

1. Introdução

A Psicologia, ao longo dos tempos, está conseguindo desligar-se do conceito que lhe foi atribuído como a ciência que se ocupa apenas dos processos mentais, onde está intimamente relacionada com a visão do psicólogo clínico. De acordo com Achcar, Duran E Bastos (1994) este conceito está aos poucos se modificando, sendo agora relacionada também ao comportamento humano, onde o profissional tem várias áreas de atuação, seja ela nas escolas, organizações, presídios, entre outros, ou seja, o profissional é chamado a atuar onde exista capital humano. Neste trabalho, será abordado o campo da Psicologia Organizacional, no qual o profissional trabalha de forma a promover o bem-estar dos trabalhadores bem como trazer uma visão mais humanizada para as empresas.

A elaboração desta atividade nasceu a partir da experiência da disciplina Estágio Básico I em uma empresa do ramo hoteleiro na cidade de Parnaíba - PI. A prática inicialmente tinha caráter puramente observatório, o que foi modificado ao longo do período de cinco semanas, quando também foi utilizado entrevistas informal e formal para que se pudesse conhecer melhor a dinâmica da empresa.