1. Introdução

A Psicologia, ao longo dos tempos, está conseguindo desligar-se do conceito que lhe foi atribuído como a ciência que se ocupa apenas dos processos mentais, onde está intimamente relacionada com a visão do psicólogo clínico. De acordo com Achcar, Duran E Bastos (1994) este conceito está aos poucos se modificando, sendo agora relacionada também ao comportamento humano, onde o profissional tem várias áreas de atuação, seja ela nas escolas, organizações, presídios, entre outros, ou seja, o profissional é chamado a atuar onde exista capital humano. Neste trabalho, será abordado o campo da Psicologia Organizacional, no qual o profissional trabalha de forma a promover o bem-estar dos trabalhadores bem como trazer uma visão mais humanizada para as empresas.

A elaboração desta atividade nasceu a partir da experiência da disciplina Estágio Básico I em uma empresa do ramo hoteleiro na cidade de Parnaíba - PI. A prática inicialmente tinha caráter puramente observatório, o que foi modificado ao longo do período de cinco semanas, quando também foi utilizado entrevistas informal e formal para que se pudesse conhecer melhor a dinâmica da empresa.

Resumo: Este estudo delimita-se a apresentar a Psicologia Organizacional como ferramenta indispensável na área de recursos humanos e sua importância para aqueles que lidam com questões como liderança, formação de equipes, seleção e desenvolvimento de pessoas entre outras. Muitas vezes as Relações Humanas no ambiente de trabalho tornam-se tão conflitantes que o desenvolvimento ético e profissional ficam prejudicados. A mente humana é repleta de complexidades e uma ação pode causar dezenas de outras reações em uma dezena de pessoas diferentes. Cada uma tem uma forma de reagir a uma certa situação. Diante deste panorama surgem questões como: Que nível de Relações Humanas o Administrador de Empresas deve focar e instigar em seus funcionários, para que o ambiente de trabalho se torne um lugar agradável?
Palavras-Chave: Psicologia Organizacional, Motivação, Comportamento.

Objetivo:verificar se a diminuição na jornada de trabalho proporciona uma redução nos níveis de estresses ocupacionais. Métodos:triangulação de dados obtidos por revisão não-sistemática em fontes secundárias e análise correlacional. Resultados:Aproximadamente 50 a 75% de todas as consultas médicas estão diretamente relacionadas ao Estresse. Pesquisa realizada pelo International Stress Management Association (2007) apontou que o Brasil lidera o ranking de horas trabalhadas por semana: 54h contra a média mundial de 41h, e que 70% dos brasileiros sofrem de estresse no trabalho, ficando atrás apenas do Japão. Conclusões:Apesar dos dados apresentados pela ISMA (2007) e embora o trabalho seja considerado um dos primeiros estressores crônicos, não se pode asseverar de forma generalista que a diminuição na Jornada de trabalho reduziria o estresse já que a compreensão dos eventos estressantes é afetada por variáveis cognitivas; não é a situação nem a resposta da pessoa que define o estresse, mas a percepção do indivíduo sobre a situação. (MIGUEZ, 2010).
Palavras-chave: Estresse; Estressores; Jornada de Trabalho; Síndrome de Burnout; Redução de estresse.

O clima organizacional é a resultante da interação de diversos fatores entre pessoais e ambientais dentro de uma organização, apresenta-se de forma difusa e sem contornos definidos, não sindo de simples análise. Sua importância reside no fato de indicar o grau de satisfação dos colaboradores diretos da empresa perante determinadas variáveis, como administração e mudanças em geral. Vale resstalra que esta é uma ferramenta administrativa que integra o Sistema de Qualidade de uma empresa.

Resumo: O presente artigo pretende discutir a inserção do idoso no mercado de trabalho, apontando a autonomia do sujeito como prioridade dentro das vertentes de trabalho formal, informal e voluntário, prestados com satisfação e dignidade. Defende o uso da experiência adquirida como multiplicador de conhecimento. Enfocando em tal explanação o estatuto do idoso, que apesar de recente é uma das bases que sustentam a luta por sua inclusão social. Na evolução do estudo foi percebida a evolução da comunidade em consonância com o fortalecimento e manutenção da cultura.

Palavras-chave: Idoso, mercado de trabalho, autonomia.

A liderança é um tema bastante discutido em livros sobre Gestão de Pessoas, RH, treinamentos, etc. Existe uma variedade de “receitas” para a formação de um bom líder, aceitando a idéia de que os líderes não são natos, mas criados de acordo com a necessidade. Para Iain Maitland, um bom líder é aquele que “motiva e coordena sua equipe aplicando de forma eficaz suas habilidades individuais e grupais, seus conhecimentos e suas experiências de modo a alcançar as metas”. (MAITLAND, 2000, p.14)

Ao folhear as primeiras páginas de A Loucura do Trabalho: Estudo de Psicopatologia do Trabalho, percebemos que se trata de uma obra importantíssima para o estudo da psicologia do trabalho. Dejours critica a O.C.T de Taylor, apontando-a como uma das principais responsáveis pelo sofrimento psíquico do trabalhador. A O.C.T. visava a produtividade, e Taylor sabia muito bem disso. Entendia que o tempo deveria ser otimizado de maneira a extrair o máximo de força de produção do operário. Ainda que o discurso de Dejours possa parecer de cunho comunista/socialista, por falar em defesa dos direitos do proletariado, sua análise das condições as quais os trabalhadores se submetem não pode ser ignorada. Segundo ele:

A Psicologia Industrial foi a primeira forma adotada pelo que hoje conhecemos como Psicologia Organizacional, Psicologia do Trabalho, Psicologia Ocupacional ou Psicologia Industrial e Organizacional, variando um pouco o “objeto” construído, mas todas apresentando uma certa regularidade discursiva e convergência no que tange ao objetivo, finalidade social, compromisso ético, alvo das ações, bases teóricas e elementos discursivos.