Um Breve Histórico da Psicomotricidade e suas Aplicações Praticas Junto a um Grupo de Estudantes da Rede Pública de ensino no Município de Barra Mansa - RJ

Resumo: O respectivo trabalho tem como objetivo informar qual é a atuação da psicomotricidade no campo da psicologia e do desenvolvimento humano. Através deste trabalho gostaríamos de apresentar a psicomotricidade de uma forma mais clara e coerente para a compreensão do leitor. A psicomotricidade atua no âmbito da disciplina educativa, reeducativa e terapêutica, que pretende destacar a relação entre a motricidade, a mente e a afetividade, facilitando assim a abordagem global do individuo por meio de uma técnica. Trata-se de uma prática que vislumbra a compreensão do desenvolvimento, isto é, maturação biológica associada a do psiquismo com suas aquisições de capacidades de estruturação e abstração, bem como sua consequente influência nas interelações sociais. Psicomotricidade, portanto é um termo empregado para uma concepção de movimento organizado e integrado, em função das experiências vividas pelo sujeito cuja ação é resultante de sua individualidade, sua linguagem e sua socialização.

Palavras-chave: Psicomotricidade, psiquismo, desenvolvimento humano.

1. Introdução

O presente trabalho tem o objetivo abordar assuntos relacionados à psicomotricidade; Tais como o conceito sobre o que é esta ciência, qual é o seu objeto de estudo, seu histórico de desenvolvimento no Brasil, como ocorre o processo de intervenção realizado pela psicomotricidade e qual sua importância para o estudo do processo de desenvolvimento humano A motricidade é o mesmo que motilidade, domínio do corpo, agilidade, destreza, locomoção, faculdade de mover-se voluntariamente. Possibilidade neurofisiológica de realizar movimentos (HURTADO, 1983).

Já a Psicomotricidade se trata de uma ciência relativamente nova que, por ter o homem como seu objeto de estudo, engloba várias outras áreas: educacionais, pedagógicas e saúde (BUENO, 1998).

A psicomotricidade é conhecida como a“ciência que tem como objeto de estudo o homem através de seu corpo em movimento”. Toda ação está pertinente a um movimento e todo ato motor tem uma ação e um significado. Mesmo em seus estágios mais primitivos, como a fase dos movimentos reflexos, em que esses são executados independentes da nossa vontade e muitas vezes sem que dele tenhamos conhecimento (nos aspectos cognitivos e sócios- afetivos) é necessário que um estímulo gere essa ação e só por essa condição coloque o ser humano sempre em relação a algo, qualquer que seja o estímulo.

A psicomotricidade geralmente busca o seu conhecimento em outras ciências como, por exemplo; na sociologia visando adquirir conhecimentos sobre como ocorre o processo de socialização das crianças; na biologia visando compreender o processo de maturação dos músculos e aquisição de novos movimentos corporais e na psicologia que tem o papel integradora, de unificação entre o movimento do corpo e o pensamento para realização do movimento por que todo movimento é dependente do pensamento que o produziu.

O jogo é o principal meio para desenvolver aspectos cognitivos e psicomotores, pois o adolescente aprende a explorar o seu corpo através dos movimentos de uma forma lúdica, ou seja, se divertindo com jogos o mesmo desenvolve gradativamente diversos elementos que compõem a psicomotricidade.

2. Revisão Bibliográfica

A psicomotricidade é uma ciência que vem se tornando cada vez mais necessária e utilizável na sociedade atual, tendo como seu profissional responsável o psicomotricista. A mesma trabalha no âmbito da globalidade do indivíduo, trata-se de uma disciplina que estuda a implicação do corpo, a vivência corporal, o campo semiótico das palavras e a interação entre os objetos e o meio para realizar uma atividade. A mesma tem como suas principais áreas de atuação os processos de reeducação psicomotora, terapia e educação dos movimentos.

A psicomotricidade tem por objetivo maior fazer do indivíduo; 1- Um ser de comunicação; 2- Um ser de criação; 3- Um ser de pensamento operativo, ou seja, a psicomotricidade leva em conta o aspecto comunicativo do ser humano, do corpo e da gestualidade (LAPIERRE, 1984).

A prática da Psicomotricidade atua, segundo afirmação de COSTE (1978), sobre:“o homem é o seu corpo", trazendo a perspectiva de que precisamos atuar nesse corpo. Para Velasco (1994) "a partir do movimento em que estamos vivos, que existimos, somos um ser psicomotor".

O termo psicomotricidade nasceu no inicio do século XIX, na França com o objetivo de explicar certos fenômenos clínicos estudados por neurologistas da época, os principais responsáveis por seu desenvolvimento na Europa foram Piaget (1982) que considerou inteligência como sendo a ferramenta mestra que permite a um individuo lidar com o seu meio ambiente, em que a adaptação é o fator de equilíbrio nessas trocas, de variáveis imutáveis- o individuo incorpora e modifica internamente em sua estrutura, e que ele nomina de assinalação e acomodação- e variáveis mutáveis, área de atuação da adaptação. Os momentos de equilíbrio ele dominou estágios do desenvolvimento.

Na vertente afetiva e social Wallon (1949), transfere as emoções à "raiz" da ação, sendo ela (a emoção) o fator de organização e meio de comunicação com o mundo. Lapierre e Aucouturier (1984) questionam a supervalorização do verbal e intelectual no desenvolvimento, dando ênfase a vivência do movimento espontâneo, em que os fatores emocionais devem ser levados em conta na decodificação do comportamento ali expresso, em interação direta com o profissional. Alguns se referem ao comportamento motor como sendo psicomotor em função do envolvimento cognitivo e afetivo na maior parte dos movimentos executados.

3. Da concepção europeia à aplicabilidade no Brasil

No Brasil, a respectiva ciência chega no século XX, durante o período da 1ª guerra mundial época em que as mulheres começaram a trocar trabalho como donas de casa pelo trabalho nas indústrias delegando a atividade do cuidados com os filhos as creches. Teve-se uma maior atenção voltada a psicomotricidade por ser no ambiente escolar o local no qual as crianças tendem a apresentar-se e serem mais observadas em relação aos seus movimentos corporais. Os principais difusores da psicomotricidade foram Antônio Lefévre, influenciado pelas obras de Ajuriaguerra; psiquiatra francês que definiu um novo conceito de patologia motora e Ozeretski. Helena Antipoff que trouxe sua experiência teórica e prática em deficiência mental para aplicação nas escolas brasileiras e por último a doutora Dalila de Costallat que passa a partir da década de 70 atuar junto com o ministério da educação brasileiro e com Helena Antipoff trocando experiências do trabalho desenvolvido na argentina com os trabalhos desenvolvidos no Brasil.

“No Brasil, Antônio Branco Lefévre buscou junto as obras de Ajuriaguerra e Ozeretski, influenciado por sua formação em Paris, a organizaa primeira escala de avaliação neuromotora para crianças brasileiras. Dra. Helena Antipoff, assistente de Claparéde, em Genebra, no Institut Jean-Jacques Rosseau e auxiliar de Binet e Simon em Paris, da escola experimental "La Maison de Paris", trouxe ao Brasil sua experiência em deficiência mental, baseada na Pedagogia do interesse, derivada do conhecimento do sujeito sobre si mesmo, como via de conquista social... Em 1972, a argentina, Dra. Dalila de Costallat, estagiária do Dr. Ajuriaguerra e da Dra. Soubiran em Paris, é convidada a falar em Brasília às autoridades do Ministério da Educação, sobre seus trabalhos em deficiência mental e inicia contatos e trocas permanentes com a Dra. Antipoff no Brasil” (RAPPAPORT, 2007).

Dentre as três áreas de atuação da psicomotricidade a que vem apresentado maior quantidade de pesquisas e desenvolvimento é a educação psicomotora, devido ao fato de grande aplicação de açõese estímulos relacionadosàpsicomotricidade realizados pelas escolas, principalmente durante as fases da 1ª e 2ª infância e durante o período da adolescência visando o desenvolvimento global do individuo através de atividades lúdicas.

A educação psicomotora é dirigida à atuação dentro do âmbito escolar, principalmente nos segmentos da Educação Infantil e no Ensino Fundamental. Teve início na França, com o professor de Educação Física Lê Boulch, na segunda metade da década de 60, já visando o desenvolvimento global do indivíduo por meio dos movimentos e, mais especificamente, evitar distúrbios de aprendizagem. Assim, a Psicomotricidade atua proporcionando ambientes que estimulem as vivências corporais, ou seja, buscando desafiar os alunos, atingindo suas zonas de desenvolvimentos, como defende Vygotsky. (...)Em primeiro lugar, o brincar é um ato social que permite uma comunicação através de gestos, mesmo que não haja comunicação verbal. É no brincar que a criança tem a oportunidade de expressar o que está sentindo ou necessitando; é através das brincadeiras, do faz de conta, que a criança constrói o seu mundo imaginário situado em experiências vividas. A criança utiliza-se do brincar para construir sua aprendizagem, porque é na brincadeira que ela explora situações usando a imaginação e libera seu eu criativo, realizando seus desejos mais íntimos.(...)Enfim, o brincar é maneira pela qual a criança busca subsídios lúdicos para desenvolver-se. E o mais importante de tudo isso é que, por meio do brincar, o professor assume um papel fundamental neste processo, pois é ele que arma, de maneira planejada e não casual, as cenas mais pertinentes para que esse desenvolvimento ocorra. É ele que fará com que o sujeito não se fragmente, pois ele se oferece como elo de todos os aspectos que constituem um indivíduo: os aspectos psicomotores, cognitivos e sócio-afetivos.(RAPPAPORT,2007)

4. A atuação do Psicomotricista no Trabalho com Adolescentes

Na adolescência começamos uma nova fase de nossas vidas. Novos conflitos aparecem, tais como: perda do corpo infantil, perda da identidade infantil, perda dos pais infantis. Todos esses conflitos interiores vão criar uma desorganização e transformação na imagem corporal. A psicomotricidade se mostra um apoio importante para a assimilação dessa nova fase. Agindo na aceitação dessa nova imagem, através da aprendizagem, da relação, da observação de si mesmo, consciência do que somos e do que queremos, ela nos leva a nos reestruturar (SILVA, 2005).

A tendência reformista, oposicionista, no adolescente é constituída a partir de uma necessidade existencial em vencer a dependência psicológica estabelecida na infância. O estilo disciplinar advindo das figuras parentais surge com potencial catalisador de crises relacionais, ante o surgimento de um novo indivíduo questionador daquele que antes era inquestionável. Portanto, é natural uma recusa dos modelos caseiros, modelos parentais, na tentativa emancipatória. Ocorre a recusa da orientação paterna ou materna, uma afronta a autoridade de quem ainda exerce controle financeiro e emocional sobre este adolescente reacionário.

Observar o comportamento do adolescente em situação de interação num ambiente que remete à ideia de controle parental surge como elemento enriquecedor, capaz de agregar ao compendio teórico toda uma gama de atravessamentos situacionais, ações e reações espontâneas oriundos da vivência não programada. Figuras representativas do governo parental, como professores e funcionários da instituição disciplinar Escola, quando em dinâmica grupal estimulam comportamentos peculiares, capazes de indicar possíveis crises ante a figura parental de autoridade, tanto participativa quanto impositiva.

Obter a opinião deste adolescente, a maneira como avalia a si mesmo a partir das expectativas parentais, bem como sua compreensão particular da condição relacional ante seus pais, vem a ser uma iniciativa pedagógica de encontro, permitindo a construção de um entendimento realista do que vem a ser nos dias atuais as demandas e crises que emergem a partir da individuação ante a figura parental de autoridade, percebida anteriormente sob a perspectiva panóptica.

O espaço de vivência psicomotora permite que o adolescente fale de seu mundo, expresse suas fantasias e conflitos do mundo simbólico no inter jogo das relações com outras pessoas. Evidentemente, a imagem corporal está em constante transformação nas variadas fases do desenvolvimento humano, podendo ser auxiliado pela psicomotricidade em todos, em qualquer tempo. A psicomotricidade nos faz voltar ao inicio de todas as sensações, ao corpo onde se inscreve tudo o que verdadeiramente somos.

A prática psicomotora instaura uma nova vertente teórica. Passa-se a compreender o corpo enquanto um palco propício à manifestação de conteúdos inconscientes impossíveis de serem expressos pela palavra. O corpo passa então a ser concebido como um receptáculo adequado às significações não verbalizadas.

5. Metodologia

Foi realizada uma pesquisa bibliográfica sobre assuntos relacionados as práticas de psicomotricidade aplicadas ao público adolescente, a pesquisa bibliográfica também abordou como conteúdo o histórico da ciência e seu desenvolvimento no Brasil. O estudo também se destinou a aplicação dos exercícios de psicomotricidade com os adolescentes objetivando o aspecto de pesquisa de campo desenvolvido neste estudo. Foram aplicadas cinco técnicas, os jogos psicomotricistas em um grupo de 20 alunos do ensino fundamental, com a faixa etária entre 15 e 17 anos, estudantes do colégio Municipal Washington Luís, durante o turno da manhã sendo os mesmos subdivididos em dois grupos de quinze integrantes cada. As técnicas trabalhavam com coordenação motora global, controle do tônus muscular, coordenação espaço temporal e lateralidade. As atividades foram realizadas nos dias 07/11/12 e 09/11/12.

6. Resultados e Discussão

A primeira atividade desenvolvida foi o quicar de bola. O grupo foi bastante participativo e compreendeu de forma precisa e correta a atividade proposta, em sua grande maioria apresentaram bom desenvolvimento da coordenação motora global, cinco alunos apresentaram maiores dificuldades relacionados ao ritmo de realização dos exercícios sendo que os mesmos também apresentaram dificuldades de inserção na equipe. Ao término deste exercício foi possível observar que a equipe vencedora motivou o último integrante para concretizar a vitória.

A segunda atividade foi quicar a bola em ziguezague para observação do desenvolvimento da lateralidade nos adolescentes, novamente os mesmos entenderam corretamente as informações, houve um maior entrosamento entre os grupos durante esta atividade. Sete alunos apresentaram dificuldades significativas durante o exercício para conseguir quicar a bola e correr em ziguezague ao mesmo tempo, ocorrendo durante a brincadeira alguns esbarrões.

Na terceira dinâmica realizada, o desenhista, ocorreu bastante participação e nota-se que muitos alunos que estavam tensos nas atividades que envolviam práticas motoras globais, encontram-se mais a vontade durante o decorrer da dinâmica. Ambos os grupos interagem entre si de maneira satisfatória. O período de latência entre o inicio do desenvolvimento do desenho e a descoberta da palavra desenha foi de um minuto e trinta segundos durante a primeira aplicação e de dois minutos e cinquenta segundos na segunda aplicação, o que representa um nível de desenvolvimento cognitivo satisfatório para a respectiva faixa etária. Há uma observação a se fazer a parte do desenvolvimento do jogo, a respeito de um aluno que mostrou-se desinteressado e foi questionado por uma funcionária da instituição, o mesmo bateu o portão e ao passar pelos responsáveis da aplicação da dinâmica disse “não sou obrigado a ficar nessa porra", pegou a mochila e se retirou.

A quarta atividade conhecida como Palavras proibidas levou a um clima de descontração generalizado, com grande participação dos alunos, sendo o grau de complexidade das perguntas aumentado gradativamente e acentuado para os dois grupos participantes. Um aluno apresentou-se disperso, ficou distante e andando balançando o corpo de olhos fechados até a funcionaria orientá-lo a retornar ao grupo.

O último exercício aplicado foi à dinâmica Phillips 66, dentre os quatro grupos, o que apresentou maior entrosamento foi o formado pelas meninas. A dinâmica alcançou seu objetivo de levar a reflexão e o raciocínio cognitivo, ouve grande interação, alguns alunos apresentaram a dúvida se deveriam falar sobre o que eles gostavam ou não, cerca de quatro alunos apresentaram se dispersos em relação às atividades, brincando de formas diferentes.

A atividade cumpriu com sua função reflexiva na qual os alunos aprenderam o verdadeiro objetivo das dinâmicas que é aplicar a vivencia do jogo no decorrer de seu cotidiano, segundo uma aluna "a respeitar o limite e a dificuldade do outro é importante para o decorrer da vida” e para o fechamento das dinâmicas outro aluno falou a seguinte reflexão “é como na vida você precisa dos outros para nos ajudar ou para nos ajudar os outros.”.

7. Considerações Finais

Desenvolver um projeto sobre psicomotricidade com o objetivo de estimular diversas áreas psicomotoras através de jogos lúdicos para a aplicação da ciência é importante devido ao fato de a psicomotricidade ser desenvolvida através do processo de estimulação dos movimentos físicos, movimentos estes que quando estimulados de forma correta previnem o desenvolvimento de diversos distúrbios psicomotores, sendo estes causadores inúmeras vezes de mau rendimento escolar e dificuldade de interação com o grupo social.

No adolescente pode identificar áreas desenvolvidas com prejuízo e que desenvolvem reverberações psíquicas neste período de emancipação e aquisição de autoimagem. A meta do desenvolvimento psicomotor é o controle do próprio corpo até sua capacidade de extrair todas as possibilidades de ação e expressão possíveis a cada um. Sendo assim, psicomotricidade é uma ciência cabível em qualquer época da nossa vida, seja na infância, adolescência, adulta ou velhice.

A utilização de jogos é importante, pois torna o exercício agradável aos participantes, pois através de uma forma divertida podemos aplicar diversas técnicas, exercícios que ajudam no processo do desenvolvimento psicomotor humano.

Durante a fase de desenvolvimento é importante à estimulação da realização de diversos movimentos, pois somente através desta pratica podemos observar como esta ocorrendo o processo de desenvolvimento psicomotor do adolescente e como a mesma vivência a descoberta de novos movimentos passando assim muitas vezes a descobrir o próprio corpo.

O público observado neste projeto foram adolescentes; público em que o processo de desenvolvimento psicomotor já está em estágio avançado, porém com a aplicação deste projeto foi possível observar como está o nível de desenvolvimento psicomotor dos adolescentes estudados. Os mesmos em sua grande maioria não apresentam níveis expressivos ou acentuados de dificuldades psicomotoras. As atividades propostas visaram à observação de diversos fatores psicomotores.

Os aspectos que foram possíveis de observação em maior proporção durante o decorrer das atividades foram cognição no qual os alunos apresentaram níveis satisfatórios de raciocínio logico e atenção. Outros fatores observados foram à coordenação motora global e a lateralidade fator este no qual os adolescentes em grande maioria apresentaram desenvolvimento motor adequado para a faixa etária. Como conclusão do projeto observamos que os adolescentes quando inseridos em um grupo social, conseguem realizar atividades físicas de uma forma mais espontânea e consequentemente mais prazerosa.

Sobre o Autor:

Bruna Moreira Santos - Estudante do 8 º período do curso de psicologia do UBM - Centro Universitário de Barra Mansa. Endereço de blog para contato: http://www.bmkruguer.blogspot.com.br

Referências:

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