William James nasceu em Nova York em 1842, e faleceu em 1910, em sua casa de campo na cidade americana de Chocoronua.

Entre 1865 e 1866, aos 23 anos, acompanhou o naturalista Louis Agassiz  na Expedição Thayer ao Brasil. Nos oito meses de estadia no país, passados principalmente no Rio de Janeiro e na Amazônia, James rascunhou um diário, e produziu desenhos de cenas da expedição, que expressam uma consciência crítica e um distanciamento moral da idéia colonialista que norteava a norteava.

Hume nasceu em Edimburgo, na Escócia, em 1711. Fez estudos jurídicos na Universidade de Edimburgo, mas sem pretensão de seguir a carreira. Entre 1734 e 1736 viveu na França, onde escreveu Tratado da Natureza Humana (A Treatise of Human Nature), publicado em 1739. Mas a obra não causou o impacto desejado por Hume. Posteriormente escreveu versões menores do Tratado com diferentes títulos. David Hume foi o mais influente dos filósofos do Iluminismo escocês.

Christian Wolff (1679-1754) foi professor em Halle e autor de diversas obras em alemão, que foram adotadas no ensino de filosofia. Ele também fixa a linguagem filosófica em alemão e propõe uma classificação dos diversos ramos que compõem a filosofia.

Locke nasceu em Wrington, perto de Bristol (Somerset), em 1632. Estudou em Oxford, preparando-se para a carreira religiosa, mas seus interesses logo se voltaram para a medicina e passou a colaborar com as pesquisas do médico Thomas Sydenham (1624-1684). Em Oxford, conhece o químico Robert Boyle (1627-1691), precursor da teoria dos elementos químicos. Em 1667, torna-se médico particular e conselheiro político do Lorde Ashley, futuro Conde de Shaftesbury, que se destacou no Parlamento como líder da oposição ao rei Carlos II. Em 1689, após a Revolução Gloriosa, Locke retorna à Inglaterra, depois de ter se refugiado na Holanda em 1683.

No século XVIII, a psicologia não pôde se tornar uma profissão acadêmica: na época, tais profissões eram apenas o direito, a medicina e a teologia. Não era uma profissão institucionalizada, no entanto, era uma disciplina.Nessa época, a psicologia não tinha cátedras ou departamentos, mas entrou no ensino acadêmico, tornou-se um capítulo nos manuais de filosofia e começou a se disseminar em periódicos e manuais. (Vidal, 2005)

A história dos estudos psicológicos está entrelaçada à história da modernidade e às suas vicissitudes. São múltiplas as relações das ‘psicologias’ com os movimentos de expansão e, principalmente de retraimento do espaço das virtudes morais, pois foi exatamente deste duplo movimento que nasceu o ‘psicológico’. (Figueiredo, 2002)

A partir do século XVII o exame da interioridade tem como meta o acesso à verdade e a fuga das ilusões, alternando-se os filósofos na atribuição da razão (os racionalistas) ou dos sentidos (os empiristas) como via privilegiada do conhecimento. Segundo Ferreira (2005) a questão do conhecimento se impôs no cenário moderno a partir das incertezas presentes no século XVI em consequência do declínio do modo de vida feudal. Para isso contribuíram fatores como a retomada da vida urbana, o incremento do comércio como forma de produção de riqueza, a constituição dos Estados Modernos, as Grandes Navegações e a descoberta de novos povos, a invenção da imprensa, a Reforma (e a contra-reforma) religiosa e, por fim, o surgimento da física matemática.

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