Situações Precursoras da Gravidez na Adolescência

Resumo: Um assunto preocupante que envolve muitos fatores e consequências é a gravidez na adolescência, geralmente o amadurecimento da menina ocorre mais cedo que nos homens, mas não o suficiente para ter conscientização sobre o que é a gravidez e o que ela representa.  A fase da adolescência é o momento de descobertas e nesta fase da vida o risco de gravidez é muito grande, os jovens vivem a fase das descobertas e a sexualidade é uma delas; fazendo com que tudo seja uma verdadeira aventura sem limites e consciência. A gravidez precoce pode refletir de forma negativa na vida de uma jovem e as repercussões serão: a falta de oportunidades que deixará de ter, a interrupção dos estudos, afastamento do convívio social, que é muito importante nesta época da vida principalmente para o psicológico da jovem, insegurança, baixa autoestima, estresse, ansiedade entre outros, com base nestas informações, o presente artigo foi elaborado através de pesquisas bibliográficas pertinentes ao tema. Pode-se citar a falta de diálogo entre mãe e filha, o fato de quererem liberdade, por se sentirem adultas e responsáveis, rompendo barreiras familiares e sociais, provocando uma gravidez, não planejada.

Palavras-chave: Adolescência, Diálogo, Gravidez, Família.

1. Introdução

Este trabalho pretende abordar um tema atual no mundo das sociedades modernas, muitas vezes sendo visto pelas próprias famílias como um problema social – a gravidez na adolescência. Ocorre, com isso, a união de dois fatores muito importantes, a travessia do período da adolescência e a inevitável vivência de uma gravidez, trazendo implicações, muitas vezes grandes desequilíbrios, pois a maternidade em si, exige reajustes importantes na vida da mulher, tanto em alterações corpóreas, como da inevitável mudança de identidade. É por isso, que a união de gravidez e adolescência pode provocar crises da adolescência e puxando mais uma, a da gravidez, sabendo-se que a mulher fica mais frágil nesta época.

Foi feita uma revisão bibliográfica, através de dissertações de vários autores renomados com o tema de gravidez na adolescência. Nas leituras e pesquisas críticas de diversas obras, foram feitas anotações, incluindo questionamentos e as respectivas respostas, foi observado que o presente título é infindável e apenas haverá mudanças nas gerações, mas as problemáticas oriundas da gravidez na adolescência continuarão. Os objetivos deste trabalho é buscar melhores entendimentos sobre a gravidez na adolescência, em quais contextos ocorre e quais suas consequências, tanto materiais como mentais, para a mãe, filho e famílias.

2. Gravidez na Adolescência

Nas décadas de 70 e 80, verificou-se um acentuado aumento da incidência de relações sexuais entre os jovens e, hoje em dia, a primeira liberação sexual e a segunda a liberação feminina. Mas a educação sexual explícita foi esquecida ou preferencialmente silenciada. A maioria dos jovens tem sido preparada para a vida sexual adulta pela ignorância, auto formação, e pela troca de experiências no seu grupo de pares, igualmente (mal) formados.

Baracho (2007, p.63), afirma a gravidez cada vez mais precoce:

As liberações sexuais dos anos 60, associadas à maior segurança oferecida pelos anticoncepcionais orais, trouxeram mudanças radicais no comportamento sexual dos jovens. Desde então, a atividade sexual é mais frequente e cada vez mais precoce. Além disso, o erótico transmitido aos jovens através da mídia e o menor controle da família e da escola contribuem de forma marcante para a gravidez na adolescência.

Para  Içami Tiba (2005, p.78), “O adolescente tem conhecimentos suficientes, mas acredita em mitos como não há perigo de engravidar na primeira relação amorosa”.

Existem hoje, disponíveis, múltiplas fontes de informação/educação sexual. A mídia é uma fonte importante de informação para os jovens, mas bombardeiam a geração de rapazes e moças com imagens de corpos perfeitos, com sucessos, passando mensagens pouco realistas que podem provocar angústias enquanto negligenciam a comunicação e o apego, provocando, muitas vezes, o que por hora chamamos de “doença do século” a depressão.

Estamos perante uma realidade simultaneamente permitida e negada, dado que nem os pais, nem o sistema educativo, nem o sistema de saúde oferecem condições a estes jovens para que vivam uma sexualidade sem risco (implementando uma verdadeira educação sexual e oferecendo apoio técnico), apesar de vários programas do governo, tentativas no mínimo frustrantes. A adolescência e a juventude convertem-se em grupos de risco, em dois grandes sentidos: a possibilidade de terem experiências sexuais inadequadas; pelos riscos de gravidez não planejada e pelos riscos de contágio de doenças sexualmente transmissíveis.

Ao contrário de algumas culturas, podemos citar a cigana, nas sociedades ocidentais a gravidez na adolescência é vista como um grave problema. Qualquer gravidez extra-matrimonial é quase sempre motivo de marginalização e estigma social. Porém, enquanto as sociedades ditas primitivas encorajam precocemente o processo de autonomia e independência, na nossa sociedade a tendência é para prolongar cada vez mais a dependência econômica dos filhos em relação aos pais. Há ainda uma alta percentagem de mulheres jovens que engravidam sem desejarem, embora difícil de estimar devido à prática dos abortos clandestinos e porque, por motivos culturais, esta realidade tende a ser ocultada.

3. Gravidezes na Adolescência e seus Principais Fatores

Os adolescentes são bombardeados continuamente com mensagens e modelos de comportamento sexual, ora irresponsáveis ora nada saudáveis. A família e o sistema educativo lhes negam a formação e os serviços que precisam para poder decidir de forma responsável sobre a sua sexualidade. Isto faz com que os jovens se encontrem indefesos perante a poderosa “falta de educação” sexual que se desenvolve sistematicamente nos meios de comunicação social.

De acordo com estudos, a “menarca”, primeira menstruação, hoje chega aproximadamente com dez meses de antecedência, se levar em conta a geração anterior, esquecemos que antigamente as mulheres menstruavam, ou seja, possivelmente entravam em dias férteis aproximadamente 40 vezes em sua vida e hoje em tempos de anticoncepcionais e métodos contraceptivos, menstruam por volta de 400 vezes. Isso tudo e mais a questão higiênica das melhorias sanitárias e de estilo de vida, seja socioeconômica e nutricional, podendo ter nestes as causas do início precoce das relações sexuais, consequentemente adiantando a idade em que a criança passa a ser adolescente e já pula uma fase para se tornar mãe.

 As atitudes individuais são condicionadas, seja pela família como pela sociedade. Sendo a segunda, passando por profundas mudanças em sua estrutura, tornou-se cada vez mais tolerante e permissiva em relação à aceitação das relações sexuais na adolescência e antes do casamento, por vezes até mesmo permitindo ou preferindo que tudo aconteça em seus lares e, também, em relação à gravidez na adolescência. Os tabus desapareceram e a atividade sexual disparou. A isto acresce uma forte pressão social exercida pelos meios de comunicação, pelas amizades e por alguns membros adolescentes da própria família (BARACHO, 2007).

Charboneau (1987), para as gerações anteriores, as relações pré- conjugais eram consideradas como deslize ou uma “exceção”, mas hoje (nos dias atuais) esta sendo considerada como algo natural e normal. É importante que o adolescente tenha consciência das consequências que tal prática pode acarretar e decidir se isso  realmente irá ser importante, pois é algo que pode influenciar sua vida inteira. O argumento usado para justificar tal prática consiste na necessidade de se ter uma identidade. São movidos pelo desejo do prazer e não por amor, “porque o amor nasce devagar, enquanto o desejo que se torna cobiça estoura no começo da puberdade”.

Em certos casos uma atitude incorreta das mães que, para evitarem a gravidez, acabam por se tornarem as principais fornecedoras de contraceptivos para as suas filhas, ao invés de terem um diálogo aberto e esclarecedor sobre sexualidade e métodos anticonceptivos. Esta prática banaliza a sexualidade e deformam a consciência, consequências que aumentam a vulnerabilidade das adolescentes não apenas a gravidez quanto a doenças sexualmente transmissíveis.

A ausência da presença materna ou do bem cuidar materno pode ser também um fator relevante, já que muitas destas adolescentes não têm presente a tal membro. A isto, há que juntar que muitas delas concebem as relações sexuais como forma de vingança ou castigo em relação aos pais.

As jovens que engravidam apresentam um perfil pessoal caracterizado por rendimento escolar baixo ou já desistente, desinteresse pela aprendizagem, ausência de aspirações profissionais, entre outros, os quais podem perceber que sempre as levam ironicamente para um elo onde pessoas não as podem aconselhar, o que em contra partida, para evitar a solidão, algumas adolescentes creem que ter um filho satisfará as necessidades afetivas, que não conseguiram alcançar em suas famílias. Outras, pelo contrário, acreditam que ter um filho ajudará a “prender” o namorado, a sair de casa, a mostrar que já não é uma criança ou até para provar que também pode ser mãe. Noutras circunstâncias, o início das relações sexuais é mais um ato de rebeldia contra as normas sociais estabelecidas. Outros fatores ligados ao início precoce das relações sexuais estão a diminuição do prestígio e do valor familiar.

4. Repercussões da Gravidez na Adolescência

4.1 Nível físico e psicológico

A gravidez é um período de grandes mudanças e para a adolescente é ainda  maior, pois tem que se tornar adulta mais depressa, significando ter de abrir mão da infância. É na adolescência que ocorrem as últimas e mais importantes transformações do corpo, sabemos que uma gravidez entre os 12 e os 18 anos, mesmo com todas as tecnologias na área hospitalar, é uma gestação considerada de risco, quanto mais baixa a faixa etária da adolescente maior é a proporção de complicações obstétricas e maiores são os níveis de mortalidade, tanto da criança quanto da mãe. Os riscos para o futuro bebê são: a prematuridade, maior mortalidade, baixo peso à nascença, anomalias no sistema nervoso central, dificuldade respiratória, hiperglicemia, convulsões, entre outras.

Na Coletânea de Leis e Resoluções (2009, p. 187), esclarece a gravidez na adolescência é considerada de alto risco:

O comportamento reprodutivo das mulheres brasileiras vem mudando nos últimos anos, com o aumento da participação das mulheres mais jovens no padrão da fecundidade do país. Chama a atenção o aumento da proporção de mães com idades abaixo de 20 anos. Este aumento é verificado tanto na faixa de 15 a 19 anos de idade como na de 10 a 14 anos de idade da mãe. A gravidez na adolescência é considerada de alto risco, com taxas elevadas de mortalidade materna e infantil.

Normalmente as novas mulheres, ficam com uma estatura definitiva inferior às que amadurecem mais tarde, com todos os sofrimentos e alegrias advindos de uma gravidez. O desequilíbrio nutritivo pode manifestar-se por emagrecimento ou obesidade, o que ocorre na maior parte dos casos, ocasionando também a depressão pós-parto.

Bolsanello, A., Bolsanello, M. (1996, p.403), esclarece que: “O fato é que a gravidez inesperada costuma deixar marcas irreparáveis nas grávidas adolescentes”. Ao descobrir que está grávida sem planejamento, a mesma entra em pânico, algumas garotas tem a esperança de estarem enganadas com a tal situação, a maioria das jovens se abre com sua melhor amiga, uma professora, as reações são bem variadas. Quanto mais cedo se descobrir a gravidez mais fácil será de controlar as emoções, o pânico e de tomar decisões (COATES 1994).

A instabilidade psicológica e insegurança podem conduzi-la a estados de ansiedade e depressão para os quais contribuem o afastamento dos amigos e a relação instável com o namorado e com a família (PEIXOTO, 2004).

Podemos considerar que as adolescentes grávidas têm que enfrentar graves e grandes crises: os problemas e conflitos de identidade, dependência, autonomia e autocontrole que todo o adolescente tem; a crise de aceitação a rápidas mudanças corporais acentuadas pela gravidez, sobretudo por se tratar de uma idade em que o aspecto fisco é tão importante e desafiador; e finalmente, a dificuldade em aceitar o papel de mãe precisamente no momento em que começava a poder chamar-se "mulheres", mais que outra coisa pelo seu desenvolvimento físico, bem como em alguns casos aceitar o papel de esposa.

De acordo com Charbonneau (1987), As alternativas a serem tomadas pela adolescente grávida são três escolhas para a tal gestação, ou aborta, que é doloroso, ou ela será mãe solteira, condição detestável que ela carregará durante toda a sua existência, ou fará um casamento dificultoso que será frustrante para os dois.  Como resultado destas crises a adolescente sente-se frustrada, desamparada e com baixa autoestima, com manifestações de ansiedade, depressão e hostilidade, sendo a taxa de suicídio relativamente alta nesta populações.

4.2 Nível social e familiar

Acarretam vários problemas, nomeadamente a exclusão, com a consequente pressão que a adolescente sente na escola e a imposição do casamento. A maior parte dos adolescentes não possui educação sexual, dado que provêm de matrizes familiares desestruturadas, onde os problemas a nível emocional são uma constante, aliados ainda a fracos recursos socioeconômicos.

Com a gravidez muitas adolescentes deixam a escola, ou após o nascimento do filho, são muitos fatores precursores que levam a jovem abandonar os estudos, são eles; os cuidados a serem tomados a respeito da criança fazem a adolescente não ter tempo para estudar, o preconceito dos colegas da escola, depressão, falta de interesse, a proibição do marido, entre outros (PEIXOTO, 2004).

A adolescente grávida vive um desajustamento a nível social suscitando sentimentos entre; vergonha e culpa, medo e insegurança, face aos comportamentos dos familiares, amigos e da própria sociedade. Todos estes aspectos levam a adolescente a não procurar desenvolver projetos de vida para si e para o seu bebê. O abandono escolar provoca uma obtenção precoce de uma ocupação profissional, cuja remuneração é baixa e com fracas possibilidades de satisfação profissional. Por vezes, a adolescente depende de ajuda econômica da família, do estado, enfim de outras instituições que possa lhe dar o que realmente precisa. As mães adolescentes que continuam a viver sobre tutela dos pais, têm índices mais elevados de estudos, porque possuem possibilidades de completá-los, devido ao suporte para sustentar o seu filho.

Peixoto (2004, p.1089), O adolescente, será prejudicado no plano profissional como:

A maioria das adolescentes do nível social menos favorecido que engravida não completou o ensino fundamental, o que limita sua possibilidade de emprego futuro às atividades braçais e de menor remuneração. O parceiro geralmente está em condições escolar semelhante e também interrompe seus estudos pra trabalhar e colaborar com as despesas advindas da nova situação. Os planos profissionais para o futuro se tornam inviáveis, pois o ingresso precoce no mercado de trabalho inviabiliza a formação profissional mais especializada. Entretanto, a não realização dos planos profissionais para o futuro não significa que, obrigatoriamente, não vencerão as primeiras dificuldades e conseguirão se emancipar economicamente; isso pode ocorrer, mas em condições precárias.

A adolescente tem o futuro profissional mais prejudicado que o homem, pois interrompe os estudos, não ingressa no mercado, acomodando-se na situação de dependente dos pais ou do parceiro.

A maternidade precoce leva certo ar de estigma destas jovens, a causa desta censura acontece na maioria das ocasiões porque esta situação ocorre muitas vezes em subgrupos específicos, nomeadamente em contextos sociais caracterizados por fracos recursos econômicos.

Segundo Coates (1994, p. 21) esclarece que: “Os dois podem estar desempregados e descobrir que o esforço de ficarem juntos 24 horas por dia é maior do que esperavam”. Igualmente resultado da maternidade precoce é a imposição de um compromisso, o casamento. A união com o parceiro, quando ocorre, é instável e imatura. Este por sua vez, pela própria imaturidade e pela ausência de um vínculo afetivo com frequência abandona a mãe e o filho.

O acontecimento de uma gravidez, associado a todas as pressões a nível psicossocial que uma adolescente tem de enfrentar conduz por vezes, à tomada de decisões no sentido de continuar ou não essa gravidez, contudo, podemos observar que por vezes o recurso ao aborto surge como a solução mais viável. Esta solução de interrupção da gravidez através do aborto varia do nível socioeconômico da adolescente. As adolescentes provenientes de meios sociais desfavorecidos possuem uma taxa mais baixa de abortos em comparação com as de estratos mais elevados.

Contudo, na maioria dos casos, os pais deixam transparecer uma posição de desapontamento, vergonha e até mesmo agressividade, isto pode levar adolescente a pôr-se à parte. No caso de famílias desestruturadas a gravidez pode agravar a falta de estrutura. Os pais da adolescente grávida são subitamente transformados em avós, em muitos casos terão que ser eles a assumir parcial ou integralmente a responsabilidade pelo neto.

No início da gestação, a jovem deixa de conviver com os amigos, pois sua atenção se volta para o namorado e seus próprios pais diante do fato, as adolescentes começam a se afastar dos amigos e do circulo de amizades (PEIXOTO, 2004).

A adolescente grávida precisa de todo o apoio familiar, pois as mudanças físicas, psicológicas e sociais da adolescência, aliadas a uma gravidez precoce e à aproximação do parto desencadeiam na adolescente necessidade de afeto e apoio.

5.Conclusão

A desinformação e a fragilidade da educação sexual são fatores relevantes na gravidez precoce. Ter um filho requer desejo tanto do pai quanto da mãe, além de muita consciência, responsabilidade e um amplo planejamento, quando isso não acontece a iminência de acontecerem problemas é muito grande. Na procura de uma identidade e de um reconhecimento com o mundo exterior, os jovens descobrem a sexualidade, o envolvimento, a revelação e muitas vezes com atitudes e comportamentos que geram consequências, por vezes imprevistas ou indesejadas. É neste âmbito que surge a gravidez, que vem como uma barreira no desenvolvimento normal dos jovens, das meninas em particular; podendo acarretar implicações que isso causará para sua saúde física, emocional e social. As repercussões são muitas, como o fator social, aceitação em geral, evasão escolar, aborto, estatura física que esta em desenvolvimento, e as dificuldades para sobreviver, a maioria não têm uma definição profissional. Em relação à família, acarreta transtornos principalmente no aspecto emocional, e a fase de adaptação da adolescência e ainda a gravidez sem planejamento.

Após a execução deste estudo com o auxílio da pesquisa literária realizada para este fim, considera-se que os objetivos propostos no início do trabalho foram alcançados, contudo as épocas mudam e com elas a forma de pensar e analisar as situações que surgem em cada geração, portanto é necessário que apesar da modernidade e da evolução de costumes entre jovens; os pais e responsáveis procurem aproximar se de seus filhos, dialogar e criar laços de amizade para que essa cumplicidade livre-os de atos impensados e de suas consequências.

Referências:

ABNT, NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica cientifica impresso: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 5p.

BARACHO, Elza. Fisioterapia Aplicada à Obstetrícia, Uroginecologia e Aspecto de Màstologia. 4ª Ed. Ver. E ampliada – Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2007.

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CHARBONNEAU, Paul-Eugène, Adolescência e Sexualidade – São Paulo: Paulo 1987.

COATES, Anne; Gravidez (Coleção desafios – série teen) São Paulo: Moderna, 1994.

COLETÂNEAS de Leis e Resoluções: assistente social na busca pela concretização dos direitos sociais. Campo Grande: 4ª Ed, 2009.

MATARAZZO, Maria Helena; MANZIN, Rafael. Educação Sexual nas Escolas. São Paulo: Edições Paulinas, 1988.

PEIXOTO, Sérgio. Pré-natal. 3ª Ed. São Paulo: Rocca, 2004.

PRESTES, Cristina; SOUZA, Raquel Castilho. Orientação para Elaboração do TCC. Palmas, 2010.

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