Resumo: A saúde mental do professor de ensino fundamental da rede pública representa um grave problema nos tempos atuais. Sem saúde o professor não realiza seu trabalho com louvor e prejudica o ensino e aprendizagem dos alunos perdendo assim o sentido da profissão. Esse estudo trata-se de uma pesquisa bibliográfica em que procuramos apresentar os aspectos referentes à constituição e formação dos professores. Identificar fatores produzidos pela escola que leva o fracasso do professor. Explicitar o conceito de saúde mental e o adoecimento do professor. Investigar o papel do psicólogo junto ao professor, ressaltando a importância do papel do psicólogo frente às demandas do professor como da escola uma vez que o profissional possui ferramentas e age como facilitador entre docentes e escola atuando na saúde mental. Ressalta-se que há poucas referências teóricas a cerca da atuação do psicólogo escolar trabalhando a saúde mental do professor. Portanto foi possível observar que a escola que investe em saúde mental e em qualidade de vida de seus docentes produz profissionais motivados e sadios.

Palavras-chave: Escola; Papel do Psicólogo; Professor; Saúde Mental.

1. Introdução

A presente pesquisa está vinculada ao Laboratório de Pesquisa em Saúde Mental (LAPSAM) da Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ) na linha de Saúde Mental e trabalho. O objetivo deste estudo foi buscar um entendimento das repercussões do trabalho dos profissionais de saúde mental, assim como identificar as dificuldades práticas encontradas para a realização de suas atividades. Para tal procedimento, foram utilizadas duas escalas de avaliação: a Escala de avaliação da satisfação da equipe de profissionais em serviços de saúde mental (SATIS-BR) e a Escala de avaliação do impacto do trabalho em serviços de saúde mental (IMPACTO-BR) - forma abreviada, além de um questionário de dados sócio-demográficos, com o intuito de avaliar a satisfação com o trabalho e a sobrecarga destes profissionais em relação aos serviços.

Resumo: Os programas terapêuticos das Comunidades Terapêuticas (CTs) para pessoas abusadoras/dependentes em substâncias psicoativas definem o processo de trabalho nesta área. Porém, não existe normativa ou lei que defina um modelo para os programas e, além disso, cresce o número de críticas a respeito dessas práticas que em muitos casos são contrárias aos direitos humanos. Faz-se necessário o aperfeiçoamento destes programas dentro do que a literatura sobre o tema destaca como pertinente e coerente com princípios de saúde, direitos e cidadania. Neste sentido, realizou-se revisão literária e quanto às resoluções que demonstram quais parâmetros podem ser estabelecidos para o trabalho na área de dependência química na modalidade de internação. Após constatar exemplos que como o treinamento em habilidades sociais, técnicas cognitivo-comportamentais, princípios legais e históricos em comunidades terapêuticas e as abordagens familiares, foi possível apontar práticas que devem constar em programas terapêuticos e outras que precisam ser extintas no tratamento para dependência química.

Palavras-Chave: Programa Terapêutico. Comunidade Terapêutica. Dependência Química.

Resumo: O presente estudo aborda a temática da Depressão, especificamente da relação da Tripla Jornada feminina e dos fatores que contribuem para o seu desenvolvimento. Assim, o trabalho foi direcionado no sentido de contribuir na busca de evidencias que ajudem no estudo sobre este fenômeno que acomete uma grande porcentagem de pessoas, principalmente do gênero feminino que vive na atualidade uma multiplicidade de papéis. A realização desse trabalho foi possível mediante uma pesquisa bibliográfica, de cunho descritivo, realizando uma exploração da literatura existente sobre o tema, o qual se destaca que a evidência da depressão no gênero feminino é superior ao gênero masculino e que a tripla jornada é um desafio para a mulher contemporânea.

Palavras-Chave: Mulher, Saúde, Depressão

Este estudo diz respeito ao atendimento realizado em analisanda de um Serviço de Atendimento Ambulatorial (Clínica Social), de um curso de Psicologia. A mesma será referenciada com o nome fictício de Rosa, 25 anos, casada, três filhos, atualmente, em perícia médica. Teve como via de encaminhamento o Clínico Geral da Unidade Básica de Saúde do Município. Medicamentos de uso contínuo: Cloridrato de Fluoxetina 20 mg, 2 comprimidos pela manhã e Clopan 2mg, 1 comprimido à noite.

Este relato de experiência refere-se ao Estágio Supervisionado Profissional I, que foi realizado no Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e outras Drogas -CAPSad, localizado na travessa 7 de setembro, onde o mesmo deu início no dia 09 de abril de 2012 no período da manhã.

Histórico Institucional

O CAPSad entrou em funcionamento no dia 25 de Junho de 2010. Segundo a pesquisa documental coletada no centro entende-se, que, para a implantação de um CAPSad, é necessário que o município possua uma população entre 70.000 a 200.000 habitantes, o município de Santarém possui atualmente 294.774 habitantes. De acordo com as informações fornecidas pelo próprio CAPSad, o município de Santarém, já possui capacidade populacional para a implantação de um CAPS III e um CAPSi (infanto juvenil), no entanto, essa não é uma realidade do município.

Resumo: No Brasil, o despertar para a Reforma Psiquiátrica, ocorreu em momentos socialmente esperançosos e de grande mudança e consolidação democrática no País. Na luta pela reforma, grandes eventos se realizaram como: a 8ª Conferencia Nacional de Saúde; o I Encontro de coordenadores de Saúde Mental, I Conferência Nacional de Saúde Mental e a realização do II Congresso Nacional dos Trabalhadores em Saúde Mental e diversos outros sistemas. A Lei 10.216/01 trouxe também grandes mudanças que humanizou o tratamento dos pacientes de transtornos mentais.

Palavras-Chave: Reforma Psiquiátrica; saúde; saúde mental.

Resumo: o presente artigo ressalta a influência da família no processo de recuperação, tendo em vista o resultado de uma de pesquisa realizada na Casa de Recuperação Nova Vida. Observamos como é importante o acompanhamento aos dependentes químicos e como a família é forte influenciadora. Realizamos entrevistas e questionários que demonstraram que os internos em sua maioria possuem grande motivação pela busca da recuperação tendo como incentivo o apoio familiar. Além disso, realizamos pesquisas bibliográficas sobre o tema, abordamos a importância da participação dos membros familiares e como os mesmos precisam estar preparados psicologicamente, pois se faz necessária a orientação para saber lidar com as dificuldades de se ter um membro na família que é dependente químico e assim enfrentar tais problemas para um resultado positivo na recuperação. Concluímos que a família é a grande incentivadora do primeiro passo do tratamento e isso deve ser tratado como mecanismo básico e primordial de recuperação, pois o vinculo entre ambos serve como estímulo para prosseguir com o tratamento mesmo que seja doloroso e exaustivo.

Palavras-chave: Dependentes químicos, recuperação, família.