1. Contextualização da Obra

A obra O Pequeno Príncipe de Antoine de Sainte-Exupery, da edição de 1988 da editora Agir, conta a historia de um aviador que viaja e para no deserto do Saara, em que lida com varias aventuras filosófica e poética ao lado do Pequeno Príncipe, podendo estas jornadas encontrar-se relacionadas com temas de abordagens da Psicologia. Sainte-Exupery, que era piloto civil escreveu a obra por volta de 1943, momento que ocorria a segunda guerra mundial. Pode-se destacar que ao escrever o livro em um período catastrófico que de certa forma envolve conflitos globais, o autor queria destacar os valores que o homem dá as coisas, o sentido da vida, o voltar-se a si mesmo numa relação de reflexão de como estou vivendo o aqui e agora, em um momento em que só era percebida a angustia, o sofrimento, a morte, isto é, a pureza e a verdade da existência na angustia. O livro que de certa maneira é escrito às crianças, e traduzido e publicado em mais de 150 línguas (perdendo apenas para a Bíblia Sagrada) tem dedicatória do autor em homenagem a Lèon Werth, que é um adulto, mas, que o escritor o dedica desculpando-se e, justifica por não ser esta dedicação voltada a criança de fato, no entanto, destina a obra à criança que um dia foi Léon Werth. O que remete a pensar que é destinado a todos aqueles que desejam voltar-se a si, e trazer tudo o que está oculto a nossa consciência, - não como uma forma psicanalítica de satisfazer nossos instintos – mas, para saber as bases epistemológicas do que o faz muitas vezes até morrer por crenças ideais e valores. Desta forma, o autor afirma que: Se não quiseres compreender, se não te interessas pelo seu drama, aqui fica a sentença do príncipe: - “Tu não és um homem de verdade. Tu não passas de um cogumelo!” (SAINTE-EXUPERY, 1988)

Palavras-chave: Sentido da vida, voltar-se a si mesmo, angústia, desespero, ser-no-mundo, Pequeno Príncipe

Resumo: Esse estudo enfatiza as implicações e influências da sociedade ao homem, levando em consideração influências psicológicas, o presente trabalho abordará a questão da maldade e da violência humana. Tendo como análise e suporte o livro O Senhor das Moscas de Willian Golding, que revela os lados mais obscuros da humanidade.

Resumo: O livro Eu compro, sim! Mas a culpa é dos hormônios, do autor Pedro de Camargo, produzido em 2013, traz à tona uma reflexão sobre os fatores biológicos, sociais, psicológicos e financeiros que perpassam um ato aparentemente simples como o de comprar algo, seja por necessidade ou impulso. A sociedade contemporânea tem expandido cada vez mais seus hábitos de consumo, o que torna a temática do presente livro relevante para a compreensão de comportamentos massivos. Atualmente, surgiu um campo de estudo, próspero e muito significativo para a Psicologia e para a Neurociência, que se chama Neuromarketing, o qual é discutido de maneira ampla nesta obra, que promove outros diálogos também entre a neuroeconomia, Psicologia evolucionista, entre outros.

Palavras-chave: Hormônios, Compras, Neuromarketing, Neuroeconomia.

Anjos do sol é um filme brasileiro, lançado no Brasil em 18 de agosto de 2006 e nos Estados Unidos em 11 de agosto de 2006. Primeiro longa-metragem do cineasta brasileiro Rudi Lagemman, que transmite a realidade sobre a exploração sexual comercial de crianças e adolescentes. Segundo os dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), mais de 100 mil meninas são vítimas de exploração sexual no país, e pela Organização das Nações Unidas, calcula-se que o tráfico de seres humanos para exploração sexual movimenta cerca de 9 bilhões de dólares no mundo, e só perde em rentabilidade para o mercado ilegal de drogas e armas.

Livro: Antunes, C. (2006) Inteligências Múltiplas e seus jogos. Introdução, vol. 1.Petrópolis, RJ: Vozes.

O autor Celso Antunes, produziu sua obra Inteligências Múltiplas e seus jogos no ano de 2006, é professor de Ensino Fundamental e Médio, mestre em ciências humanas e especialista em inteligência e cognição, com diversos livros publicados. Ele baseou a presente obra na teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner, desenvolvida a partir de 1983 na Universidade de Harvard nos Estados Unidos da América.

Preconceito é, para a psicologia social, uma atitude que contenha uma visão injusta, intolerante e desfavorável contra um grupo minoritário e mais fraco. Até a década de 20 a comunidade científica não se importava em estudar os fenômenos relativos ao preconceito, até porque, as premissas reinantes até então, era a de que de fato, existiam diferenças entre as diversas etnias. Ou seja, a escravidão aos quais os negros foram submetidos por questões econômicas gerou a visão de que pessoas com pele negra seriam inferiores aos brancos. Assim como a questão da pele gerava diferença entre brancos e negros, também as questões culturais até hoje permanecem. O olhar da sociedade é diferente para brancos, cristãos, apreciadores de música clássica e cultos do ponto de vista do grau de escolaridade e negros, umbandistas, apreciadores de gêneros musicais africanos e cultos do ponto de vista apenas da experiência que só pode ser trazida pela vida, mas que o analfabetismo impede de expressar em palavras os sopros mais belos de uma mente pautada apenas na simplicidade do dia a dia.

Resumo: A teoria psicanalítica é conhecida pelas grandes alterações que provocou na ideia que o homem faz de si mesmo. Não é a toa que costuma-se dizer que Sigmund Freud desferiu o terceiro grande golpe contra o orgulho humano (sendo os outros dois alvejados por Copérnico, ao estabelecer o Sol como centro do universo e não a Terra, e Darwin, ao postular a teoria da evolução, que caracterizaria o homem como parte de um processo comum também aos animais), ao desenvolver uma teoria que compreende o homem como um ser constituído de conflitos, determinado por desejos e pulsões inconscientes. Estava estabelecida uma imagem crua e desvelada do homem, onde sua existência e origem calcadas em processos de tensão e angústia fizeram com que a austeridade humana tomasse um ar de fabulosa surrealidade, perdendo seu lugar para a descrença em uma felicidade plena e completamente alcançável.Das considerações mais originais e revolucionárias de Freud, talvez a principal responsável por destronar o homem de seu mais alto lugar de prestígio (e por consequência, maior alvo de críticas até os dias de hoje) tenha sido sua teoria acerca do desenvolvimento sexual dos indivíduos. De uma só vez, Freud reclamou a existência da sexualidade na infância, postulou uma etapa de amor platônico da criança dirigido aos seus próprios pais, e despejou nos ombros da sociedade a culpa pela repressão de seus indivíduos na esfera sexual, resultando em consequências que o determinariam até seus últimos dias. O “complexo de Édipo”, como foi chamado por Freud em alusão à tragédia grega de Sófocles (Σοφοκλῆς), era o carro-chefe de sua teoria da sexualidade. Este complexo designa um conjunto de desejos amorosos e hostis que a criança sente em relação aos pais. Sob sua forma positiva, a criança dirige desejos sexuais ao progenitor do sexo oposto e deseja a morte (desaparecimento) do progenitor do mesmo sexo. Sob sua forma negativa, apresenta-se o inverso: a criança ama o progenitor do mesmo sexo e sente ódio pelo progenitor do sexo oposto. Esta importante etapa, universalmente reconhecida por Freud nas crianças, não termina por aí, e tem sua principal problemática justamente no que se refere à dissolução deste complexo, ao momento em que deixamos para trás estes desejos nesta forma específica, e seguimos nossa vida adiante após a resolução de mais este conflito. É sobre o processo de “fechamento” do complexo de Édipo e o consequente abandono dos desejos edipianos que versa este artigo de Sigmund Freud, o qual a presente resenha tenciona por explicitar.

Palavras-chave: Psicanálise, Freud, Complexo de Édipo, dissolução.

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