(Tempo de leitura: 21 - 42 minutos)

Resumo: Estudos sobre a bioenergia, a energia humana, têm sido realizados desde tempos imemoriáveis, alguns datados há mais de 5 000 anos. Mencionada na Psicologia através dos primeiros estudos de Freud, posteriormente, seguido de perto por estudiosos como Reich, Lowen, dentre outros não menos importantes. Carl Jung recomendou aos estudantes de medicina, psiquiatria e psicologia que estudassem o tema energia. Intuito que sempre depara com a física clássica, a ciência tradicional, sua visão linear e objetiva para estender-se à física quântica de tempos mais modernos e então ampliar holisticamente a visão aos territórios de possibilidade da medicina energética, medicina vibracional. Longe de o conhecimento sobre as energias humanas estagnar caminha-se para à Conscienciologia, uma ciência voltada ao estudo da consciência e a utilização da Técnica de EV, o Estado Vibracional. Esse último como possível forma de adquirir e manter o estado de equilíbrio energético do indivíduo e, consequentemente, a saúde e bem-estar. A intrínseca desse conjunto de informações sobre bioenergia, energia humana, tornou-se alvo e motivação da busca de conhecimento do assunto em que a autora se empreendeu e que resultou na confecção do artigo. O presente trabalho utilizou da pesquisa bibliográfica a título de aprendizagem e sem a pretensão de esgotar o assunto.

Palavras-chave: Bioenergia, Energia Humana, Medicina Vibracional, Psicologia, EV.

(Tempo de leitura: 15 - 30 minutos)

O texto tem como objetivo central realizar uma discussão sobre o diagnóstico, sintomatologia e tratamento psicoterápico de pacientes esquizóides, pondo em diálogo os conceitos desenvolvidos por D. W. Winnicott, em sua teoria psicanalítica das relações objetais e Alexander Lowen, criador da Análise Bioenergética. Apesar dos paradigmas diferenciados, percebemos muitas semelhanças na forma de compreender a esquizoidia como fenômeno clínico, no tocante a etiologia ligada a falhas graves do ambiente no desenvolvimento emocional que interromperam a continuidade do ser do bebê, bem como uma terapêutica preocupada com o restabelecimento da capacidade de vincular-se, propiciando ao paciente um setting aberto e regressivo de confiabilidade e holding para suportar as angústias indizíveis de enlouquecimento e dissociação. Diferenças teóricas e técnicas são ressaltadas: a noção de estrutura caracteriológica descrita por Lowen, a utilização ativa de técnicas corporais, bem como a necessidade de atividade interpretativa. No entanto, conclui-se que essas idéias podem perfeitamente entrar em diálogo, de forma a contribuir para um maior potencial de saúde e integração psicossomática nesse tipo de pacientes.

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