Produzindo Contextos de Divulgação Científica na Universidade: Experiência de Discentes na Elaboração de um Grupo de Estudo

(Tempo de leitura: 9 - 18 minutos)

Resumo: O presente artigo objetiva descrever as condições contextuais que possibilitaram a emergência do Grupo de Estudo e Pesquisa em Análise do Comportamento – GEPAC, fundado e formado por discentes em Psicologia interessados na perspectiva analítico-comportamental. Superando os reducionismos das “discussões de abordagem”, comumente vaidosas e reconhecidamente infrutíferas, visa, sobretudo, ressaltar a relevância da Análise do Comportamento para a formação de futuros profissionais Psicólogos, possibilitando instrumentalização e aprofundamento teórico-prático entre os envolvidos. Implicados ética e politicamente com a formação e encaminhamento que a Universidade confere à graduação em Psicologia, destaca a ciência do comportamento enquanto corpo formado por pesquisa básica, pesquisa aplicada e tecnologia, para a aplicação na solução de problemas reais que o país apresenta. Igualmente, ressalta a importância de se estabelecer contextos propícios à produção de Grupos de Estudo, Pesquisa e Divulgação Científica no âmbito universitário, formado por discentes, tendo em vista: o reconhecimento do valor de atividades experimentais com infra-humanos, investigações teórica e epistemológica, através de núcleos de pesquisa, debate e eventos científicos, aquisição e manutenção de repertórios comportamentais compatíveis com o exercício profissional.

Palavras-Chave: Divulgação científica; Grupos de estudo; Análise do comportamento.

Introdução

O Grupo de Estudo e Pesquisa em Análise do Comportamento – GEPAC, foi fundado em 2011.2 e é formado por discentes em Psicologia, interessados na perspectiva analítico-comportamental, ex-monitores e monitores de disciplinas como Psicologia Experimental e Teorias e Sistemas em Behaviorismo Radical, bem como, participantes e organizadores/ monitores do XX Encontro da Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental – ABPMC 2011. Superando o reducionismo das “discussões de abordagem”, comumente vaidosas e reconhecidamente infrutíferas, o GEPAC visa, sobretudo, ressaltar a relevância da Análise do Comportamento para a formação de futuros profissionais Psicólogos para esta cidade e estado, possibilitando instrumentalização e aprofundamento teórico-prático entre os envolvidos.

Torna-se necessário, neste momento, uma breve explanação sobre em que consiste a Análise do Comportamento e o Behaviorismo Radical. Embora a Análise do Comportamento se constitua enquanto sistema psicológico, não é ela uma área da Psicologia, mas sim um modo de abranger o objeto de estudo da Psicologia. Estima-se, em Análise do Comportamento, a descrição, a previsão, a determinação e o conhecimento das variáveis das quais o comportamento é função, sejam elas filogenéticas, ontogenéticas ou culturais. Como sistema psicológico, a Análise do Comportamento é um campo de saber em que se articulam conteúdos filosóficos, empíricos e aplicados, repercutindo em diversas instituições, disciplinas e práticas profissionais, como em pesquisa, pedagogia, direito, esporte, clínica, organizações, mídia, etc., assim como em discussões de teor empírico, metodológico, epistemológico e ontológico. O Behaviorismo Radical, por sua vez, é a filosofia da ciência que fundamenta a Análise do Comportamento, ocupando o lugar das proposições filosóficas, reflexivas ou conceituais. A Análise do Comportamento, entretanto, pode ser ramificada em Análise Experimental do Comportamento, entendida como investigação sistematicamente orientada para a descoberta de regularidades do fenômeno psicológico; ou Análise Aplicada do Comportamento, objetivando, por exemplo, a realização de análises funcionais não experimentais, isto é, a solução de problemas humanos em ambiente não experimental (SKINNER, 1978; TODOROV, 1982; TOURINHO, 1999; TOURINHO, 2003). É importante salientar, entretanto, que esta cisão levanta um aparente problema de escopo epistemológico: a produção de um antagonismo em um mundo que produz conhecimento e um mundo onde o conhecimento é aplicado na prática (CANAAN-OLIVEIRA, 2003).

Implicados ética e politicamente com a formação e encaminhamento que a Universidade confere à graduação em Psicologia, o GEPAC destaca a ciência do comportamento enquanto corpo formado por pesquisa básica, pesquisa aplicada e tecnologia, assim como sua aplicação na solução de problemas reais que apresenta o país. O GEPAC destaca a importância de estabelecer contextos propícios à produção de Grupos de Estudo, Pesquisa e Divulgação Científica no âmbito universitário, formado majoritariamente por discentes, tendo em vista: o reconhecimento de atividades experimentais com infra-humanos, bem como a relevância de investigações teórica e epistemológica, através da promoção de núcleos de pesquisa, debate e eventos científicos, no transcurso da graduação de Psicologia, para o aprendizado do discente, isto é, aquisição e manutenção de repertórios comportamentais compatíveis com o exercício profissional.

O GEPAC em Consonância com a Divulgação Científica no Brasil

Desde o seu início no Brasil com a vinda de Fred Simmons Keller nos anos 1961, a Análise do Comportamento e a sua filosofia, o Behaviorismo Radical, vêm se desenvolvendo e, cada vez mais, realizando conquistas importantes (JARDIM, 2010). Dentre essas conquistas, afirmam Todorov e Hanna (2010), se destacam os encontros anuais da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental - ABPMC, que recebe em torno de 1.500 inscrições a cada edição, a criação da Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP) em 1970, a aprovação do primeiro Núcleo de Excelência em Pesquisa em psicologia e do primeiro Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) da psicologia e a criação de diversos Institutos como o Instituto de Terapia por Contingências (ITC) de Hélio Guillhardi e o Instituto Paradigma em São Paulo, além de uma imensa quantidade de trabalhos publicados não apenas em periódicos nacionais da área, mas também em periódicos mais gerais. Hoje, de acordo com a panorâmica pesquisa de Todorov (2010), a produção científica sobre a temática é farta, evidenciando que a pesquisa básica e as práticas em laboratório, inclusive com infra-humanos, encontram ressonâncias de sua finalidade no contemporâneo. Pesquisas básicas e aplicadas têm sido divulgadas em diversas revistas nacionais e internacionais, como “Journal of Experimental Psychology”; “JEAB (Journal of the Experimental Analysis of Behavior)”; “Psicologia, Teoria e Pesquisa”;

“Psicologia, Reflexão e Crítica”; “Temas em Psicologia”; “Psicologia (USP)”; “Perspectiva em Análise do Comportamento”; “Revista Brasileira de Análise do Comportamento”; “Acta Comportamentalia”; “Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva”, dentre outras (TODOROV; HANNA, 2010).

Contudo, mesmo com a evidência de um grande avanço para uma área que sempre foi exógena na tradição da psicologia no país, Jardim (2010) afirma que há uma lenta e restrita difusão da disciplina a outros públicos da comunidade científica e à sociedade brasileira em geral: nos últimos 50 anos de Análise do Comportamento no Brasil, o processo de difusão que levaria as realizações da área para além do âmbito acadêmico, englobando outras esferas de influência socialmente relevantes, sofre um hiato no país, pouco se desenvolvendo. O autor afirma também que essa lacuna é prejudicial para a sociedade, mas, principalmente, para a Análise do Comportamento, pois a área não pode ter seus métodos e práticas analisadas pelo contexto social, perdendo a oportunidade de serem aprovadas ou rejeitadas no que diz respeito à sua capacidade de se direcionarem aos problemas sociais, o que Johnston (2000 apud JARDIM, 2010) chamou de teste da verdadeira ciência.

Embora os analistas do comportamento estejam em posição privilegiada, pois dispõem de condições para identificar os comportamentos que permeiam o ambiente científico, o que abriria portas para a divulgação da ciência nas escolas, nas universidades e no cotidiano das pessoas, Banaco (1997) salienta que, apesar dessa posição, os analistas do comportamento deixam de utilizar suas próprias teorias e acabam produzindo um conhecimento que vem sendo subutilizado tanto pela sociedade quanto por eles mesmos: afirmam que o comportamento é passível de predição e controle, propõem-se a solucionar os problemas da humanidade, mas deixam de agir ativamente no que diz respeito ao desenvolvimento de novas alternativas para o diálogo com a sociedade.

Tendo isso em vista, de acordo com Jardim (2010), uma justificativa comum para essa subutilização é atribuir a culpa a um suposto despreparo da sociedade para as realizações da área. Entretanto, para o autor, o problema está, principalmente, nas contingências que os analistas do comportamento deixam de produzir para que ocorra a eventual aceitação da área e de suas tecnologias no âmbito social. Sendo assim, empregar esforços na difusão da análise do comportamento colocaria, frente aos profissionais da área, o desafio de procurar dentro de suas próprias realizações, alternativas que resolvam essa subutilização e falta de reconhecimento.  Dentro dessas alternativas, o autor sugere diversos caminhos ainda não devidamente explorados, como, por exemplo, a difusão boca a boca, em que uma inovação tecnológica é disseminada através da influência de regras verbais, modelação ou consequências distantes, a formação de equipes interdisciplinares de analistas do comportamento, a associação com profissionais de comunicação e a troca de experiências com não-analistas do comportamento. Através do êxito desses empreendimentos, a análise do comportamento poderia, finalmente, ter o impacto de suas realizações reconhecidas socialmente.

Inspirados pelos recentes avanços da ciência do comportamento, bem como pela fundação de institutos direcionados à produção de pesquisa acerca da temática, discentes em Psicologia conceberam o Grupo de Estudo e Pesquisa em Análise do Comportamento (GEPAC) no dia 10 de novembro de 2011 (embora só fosse atuar efetivamente a partir de fevereiro de 2012), com o objetivo de realizar encontros de estudo, pesquisa, discussão e eventos científicos com participação intercambiável de discentes e profissionais, que permeassem o universo analítico-comportamental, em busca de uma maior difusão da pesquisa no âmbito universitário. Os objetivos do grupo foram divididos em três fases que não se sobrepõem, nem seguem uma cadeia linear: 1) Aprofundamento teórico dos princípios da Análise do Comportamento e do Behaviorismo Radical; 2) Realização de cines-debate, fóruns e mesas-redondas com enfoque analítico comportamental dentro do espaço universitário, incluindo a realização de uma Jornada de Análise do Comportamento, norteada pela divulgação da produção cientifica regional, promovida e articulada pelo GEPAC; 3) O aumento do escopo de atuação do grupo dentro da sociedade, buscando em universidades soteropolitanas a colaboração de outros grupos semelhantes formados por discentes tendo em vista a realização de eventos abertos para a população.

Produzindo Contingências de Superação de Mitos e Preconceitos em Conhecimento Científico

Em 1974, B. F. Skinner (2006) apresentou em seu livro “Sobre o Behaviorismo” uma lista de preconceitos que o Comportamentalismo sofria. Trinta anos se passaram e os mitos ainda vigoram dentro das Universidades de Psicologia, o que pode ser explicado devido ao reforçamento que esses preconceitos recebem dos próprios docentes, tanto na maneira em que lecionam disciplinas de Introdução à Psicologia, ou mesmo em disciplinas diretamente ligadas ao ensino da Análise do Comportamento/ Behaviorismo Radical, quando lecionadas por não analistas do comportamento. Esse fato se revela como selecionador e mantenedor de comportamentos de aversão à ciência do comportamento e sua filosofia, pois, segundo Weber (2002), este primeiro contato pode ser fundamental para se criar uma rejeição ou não ao Behaviorismo Radical.

Tangente a essa discussão, evidencia-se a necessidade dos profissionais aprenderem uma nova competência: comunicar conhecimentos produzidos em Análise do Comportamento, seja para a comunidade de outros cientistas, seja para discentes, ou para outros profissionais que poderiam aplicá-lo, como professores, pais, engenheiros, enfermeiros, etc., estabelecendo a comunicação efetiva entre analistas e não analistas como estratégia de superação de preconceitos e mal entendidos (CARMO; BATISTA, 2003).

Esses preconceitos não se restringem apenas aos estudantes e professores, pois, de acordo com Rodrigues (2006), os livros didáticos também são responsáveis por disseminar informações equivocadas sobre o Behaviorismo. Segundo a autora, livros que são considerados referência em Psicologia e em outras áreas trazem concepções errôneas no que diz respeito ao Behaviorismo Radical, o que tornaria esse quadro ainda pior, porque são obras que objetivam a formação de profissionais que em breve atuarão em Psicologia, Pedagogia, etc. Nesse contexto, a adoção de obras como a de Carrara (2005) em ambiente universitário, destinadas a elucidação de críticas infundadas a partir de um exercício de metacrítica, se torna cada vez mais pertinente.

Em Psicologia, as abordagens se tornam mais populares na medida em que se relacionam com as crenças e expectativas do estudante ou se aproximam do senso comum. Nesse sentido, Baqué (2007) retrata que, na nossa cultura, há uma tendência ao domínio da posição dualista, sustentada pelo senso comum e pela “‘experiência’ cotidiana milhões de vezes constatada” (p. 7), e que essa posição tem estado tão vinculada aos nossos costumes, que qualquer tentativa de apresentar uma ideia que seja contrária a isso, geralmente é vista como absurda e inaceitável.  Sendo assim, as abordagens que apresentam semelhanças com o conhecimento do cotidiano, ou com explicações que coadunem com concepções dualistas, acabam destacando-se.

No entanto, sofrer preconceito dentro da ciência não é “privilégio” apenas da Análise do Comportamento. Em um estudo feito por Voughan (1977 apud WEBER, 2002; RODRIGUES, 2006), evidenciou-se que os alunos já entram no curso de Psicologia com concepções equivocadas, ainda que durante o curso sejam apresentadas evidências contrárias às suas crenças. Essas concepções pré-concebidas são oriundas das configurações sociais, históricas e políticas, que têm papel essencial na formação, manutenção e perpetuação de qualquer área do saber, incluindo a Análise do Comportamento (DA CRUZ, 2010). Tendo isso em vista, diversos são os autores que evidenciam o preconceito disseminado na sociedade em escala global a respeito da ciência como um todo, o que Carl Sagan, em seu livro intitulado “O Mundo Assombrado Pelos Demônios”, trata como resultante de uma falta de divulgação adequada e de choques da ciência com um senso comum dominado pelas pseudociências, misticismo e anti-ciência. Ilustrando esse argumento, Sagan afirma que:

O problema é que toda a ciência se perdera pelos filtros antes de chegar até ele [o homem comum]. Os nossos temas culturais, o nosso sistema educacional, os nossos meios de comunicação haviam traído esse homem. O que a sociedade permitia que escoasse pelos seus canais era principalmente simulacro e confusão (SAGAN, 2001, p.19).

Tendo em vista os problemas enfrentados pela ciência e considerando ainda as queixas generalizadas no ambiente acadêmico em relação às questões concernentes à Análise do Comportamento, o GEPAC foi criado com o objetivo de facilitar o entendimento dos alunos que ingressam no curso de Psicologia, quebrando mitos e preconceitos. Através de atividades de divulgação e propondo estudos regulares em tópicos diversos da Análise do Comportamento, não se busca formar behavioristas radicais, mas sim permitir que a maioria dos discentes possa entender as bases metodológicas e epistemológicas do Comportamentalismo. Dentre as questões suscitadas pelo GEPAC, evidenciamos que o Behaviorismo Radical não nega sentimentos, emoções e inconsciente, nem desconsidera a importância da significação de uma experiência para um indivíduo, mas apenas não os considera como causas dos comportamentos, e, sim, como maneiras de se comportar (GUIMARÃES, 2003).

Considerações Finais

Atualmente, com um semestre de existência efetiva, o grupo encontra-se em vias de terminar a sua primeira fase. Entretanto, por não se limitar a objetivos lineares, realizará eventos concomitantemente ao aprofundamento teórico. O objetivo maior da criação desse grupo consiste, além da difusão prática da Análise do Comportamento na academia, em fomentar nos estudantes universitários o engajamento em coletivos que não se restrinjam tão-somente ao estudo e o aprimoramento pessoal da base teórica da Análise do Comportamento e Behaviorismo Radical, mas também que expandam fronteiras tendo em vista a difusão da área do conhecimento para a sociedade.

Percebe-se que a divulgação científica permeia objetivos que variam de intrínsecos, como a atualização dos próprios cientistas em áreas que eles não têm contato (ou até em pesquisas específicas que eles não tenham acesso), a extrínsecos, como prestação de contas com a sociedade, formação e agenciamento de novos cientistas, conquista de novos investidores e, principalmente, uma responsabilidade social com a validade do conhecimento e com o esclarecimento de suas realizações. 

Esse ponto de vista ratifica a afirmativa de Carolina Bori, em um debate ocorrido em 1984 (BOTOMÉ, 2007): que a pesquisa no Brasil tem um compromisso ético, político e social muito sério, e assumir essa responsabilidade é dever de todo cientista brasileiro. Em outro momento, ao receber em 2001 o prêmio pela Difusão Internacional da Análise do Comportamento, Carolina Bori ressalta esse ponto novamente ao dizer que, além do estudo de processos comportamentais básicos, tanto o ensinar quanto o fazer pesquisa em Análise do Comportamento no Brasil significam um compromisso com sua aplicação a problemas educacionais e sociais urgentes da sociedade. Sendo assim, o GEPAC compreende que o engajamento de discentes em atividades de pesquisa, ensino, extensão e divulgação científica é crucial para a manutenção e estímulo da boa formação acadêmica do país. Há um longo caminho a percorrer. Afinal, “conhecer é comportar-se de forma produtiva” (TODOROV; MOREIRA; MARTONE, 2009).

Sobre os Autores:

Rafael Solis Melo - Graduando do curso de Psicologia da Universidade Salvador, monitor da disciplina Teorias e Sistemas em Behaviorismo Radical, membro fundador do GEPAC e membro do Grupo de Pesquisa em Desenvolvimento Social da Universidade Salvador (GPDS). E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. (autor).

Amanda Dórea Menezes - Graduanda do curso de Psicologia da Universidade Salvador, monitora da disciplina Teorias e Sistemas em Behaviorismo Radical, membro do GEPAC. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. (co-autora).

Silier Andrade Cardoso Borges - Graduando do curso de Psicologia da Universidade Salvador, monitor da disciplina Farmacologia, ex-monitor da disciplina Teorias e Sistemas em Behaviorismo Radical, membro fundador do GEPAC e membro do Grupo de Pesquisa em Desenvolvimento Social da Universidade Salvador (GPDS). E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. (co-autor).

Referências:

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BAQUÉ, E. F. I. Um exemplo paradigmático das relações conflituosas entre ciência e ideologia: a resistência ao behaviorismo na frança. Revista Brasileira De Análise Do Comportamento / Brazilian Journal Of Behavior Analysis, 2007, Vol. 3, No. 1, 1-16, Université De Picardie Jules Verne, França, n. , p.1-16.

BOTOMÉ, S. P. Onde falta melhorar a pesquisa em psicologia no Brasil sob a ótica de Carolina Martuscelli Bori. Psic.: Teor. e Pesq., v. 23, 2007.

CANAAN-OLIVEIRA, Silvia. Dimensão aplicada na análise do comportamento. Psicol. Reflex. Crit.,  Porto Alegre,  v. 16,  n. 2,   2003. 

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