Redes Sociais nas Organizações numa Reflexão Psicológica

(Tempo de leitura: 9 - 17 minutos)

Resumo: Nas redes sociais existe uma metodologia de comunicação que divulga por meio de post [1] informações, curiosidades, notícias que incorporam uma modalidade de ação que pode ou não provocar uma reação de quem estiver conectado na grande rede de alcance mundial, a internet. Esta reação incentiva o indivíduo a “curtir”, “compartilhar” ou “expressar sua opinião” em relação ao assunto postado que por sua vez poderá ser visualizado não só pelo emissor da ação, mas sim por toda a rede de relacionamento virtual a ele vinculada. Este compartilhamento de informações incentiva a propagação de conteúdos, opiniões e experiências criando um ambiente de grande interação entre as pessoas. Ao perceber a força desse movimento algumas organizações se interessam em participar deste novo meio de comunicação e percebem que a mídia social é uma grande oportunidade para fortalecer e divulgar a sua marca. Para entender esta propagação a psicologia comportamental e organizacional tem ferramentas que podem auxiliar o reconhecimento desta pluralidade, complexidade, bem como, a sua utilidade nas organizações neste meio de relacionamento social.

Palavras-Chave: Rede social, postagens, organizações, comportamento, psicologia.

1. Introdução

Nas redes sociais existe uma metodologia de comunicação que divulga por meio de post informações, curiosidades, notícias que incorporam uma modalidade de ação que pode ou não provocar uma reação naquele indivíduo que estiver conectado na grande rede de alcance mundial, a internet. Esta reação em curtir, compartilhar ou falar sobre o post gera uma visualização não somente para pessoa que realizou esta ação si, como também de toda a sua rede de relacionamento social. Este compartilhamento de dados incentiva uma repercussão que obtém como resultado um alcance através da interação ao post origem o que proporciona uma determinada experiência na obtenção de uma audiência, e é neste ambiente, que algumas organizações despertam interesse para interagir e perceber que o relacionamento social é uma ótima oportunidade para fortalecer e divulgar a sua marca.

2. Um Olhar Voltado para as Redes Sociais nas Organizações

A popularização das redes sociais em algumas organizações está focada em como obter negócios através deste espaço de relacionamento social. Alguns proprietários de organizações pensam fortemente neste sentido por desconhecer a metodologia de interação, e através do senso comum é que muitas vezes determinam o não investimento na área, por não visar lucros. A psicologia organizacional na prática de gestão de pessoas nas empresas pode confirmar este pensamento organizacional de acordo com Siqueira (2008, p.17), “a prática de gestão de pessoas incorpora diagnóstico de crenças, afetos, sentimentos e comportamentos considerados relevantes para a competitividade organizacional em um ambiente de acirrada busca por conquista de mercados”, portanto, o mercado para ser conquistado, precisa de inovação num prazo curto de tempo, porém a competitividade que gera combustível para alcançar o sucesso traz um formato avassalador de regras de ação, cuja metodologia online é colocar produtos e empresa a disposição do consumidor simplesmente, ignorando a possibilidade de obter muito mais que uma venda, um relacionamento social.

Apesar da rede social ser um excelente meio de comunicação se apresenta em alguns momentos um pouco difusa em termos de objetivo justificando então o conceito de enxergar este ambiente como um trabalho de habilidades sociais sem fins lucrativos. Através de algumas pesquisas feitas pela história, sabe-se que trabalhar com a tecnologia social para as empresas até que não é novidade. De certa forma é uma relação de poder que pode definir algumas situações que por ventura podem gerar lucros, como afirma Siqueira (2008, p.21).

Em 1959 os autores French e Raven já tinham uma teoria de poder que sustenta as trocas sociais como base nas relações de influências, classificando este poder social em poder de recompensa [2], poder coercitivo [3], poder legítimo [4], poder de perícia [5] e poder de referência [6]. Contudo, entende-se que estes poderes geram algumas respostas e se faz presente no cenário organizacional e virtual. Portanto, através do poder estabelecido é que se irá direcionar o motivo de alguém se conectar a uma rede de relacionamento social nas organizações e aí sim, por estar embasado neste relacionamento, surgem referências do poder de escolha que oportunizam um formato de relação que sustenta uma forma de classificação e ação.

3. Breve Histórico das Redes Sociais

Antes de conceituar as redes sociais é preciso entender o surgimento das máquinas no cotidiano da evolução humana. De acordo com Skinner (2003, p.49), aconteceram duas coisas: primeiro as máquinas tornaram-se mais parecidas com criaturas vivas, e segundo os organismos vivos tem sido encarados cada vez mais como máquinas. Ao compor esta percepção o ser humano possui uma tendência de socializar e humanizar as descobertas tecnológicas o que deixa difuso até certo ponto qual é realmente a função ou atribuição de valores entre criaturas vivas e máquinas.

Na era da computação a socialização das evoluções resume-se em apenas três momentos em especial para esclarecer a introdução história das redes sociais:

a) YESTERDAY -século 20 IBM criava computadores e em 1959 os militares EUA os colocavam em rede, surgindo a APARNET, a mãe da internet; b) REVOLUTION -Nerds criam a computação pessoal em suas garagens nos anos 70 e PCs viram eletrodomésticos e entram em rede, surgindo então, a primeira onda da web; c) LITTLE HELP FROM MY FRIENDS -quem entra agora na rede são os amigos, usuários criando conteúdos na web, web 2.0 dos blogs, wikis, e facebook. (VERSIGANSSI, 2011, P.30)

Fica claro o surgimento das redes e de como é sedimentado a era do relacionamento social virtual, como afirma Gualda (2012), “a rede social é um espaço de exposição, onde o indivíduo se relaciona diretamente com um ou mais indivíduos, formando grupos excludentes ou não, os quais juntos formam uma rede de relacionamento”. Através destes grupos que transitam e trocam informações, adquire-se mudanças comportamentais como fora detectado pelo marketing 3.0, descrito por Kotler (2010, p.5), “por ser a era da participação, a era do paradoxo da globalização e a era da sociedade criativa. Observe como essas três grandes forças transformam os consumidores, tornando-os mais colaborativos, culturais e voltados para o espírito.”. Isso mostra que os impactos sociais transformam os relacionamentos estabelecendo uma nova configuração no relacionamento social entre consumidores e organizações.

A velocidade em que as informações transitam entre estas duas vertentes deixa claro que seu desejo de colaboração e de satisfação é socializado através de posts tanto para comprovar algo ou simplesmente compartilhar a sua experiência de acordo com o grau de importância estabelecido por cada um. Para entender um pouco esta importância de se colocar em ação o ser humano tem a motivação como um ingrediente fundamental. Para Rodrigues (2005, p.28), “a motivação passou por várias acepções ao longo do tempo -tais como instinto, impulso e a retomada do conceito de instinto pelos etologistas.”. A socialização de conteúdo depende do contexto histórico para realizar escolhas em promover uma ação, ou seja, a sua verdade que acompanha o seu tempo, sua origem, seu contexto, sua subjetividade e a sua cultura entre outros itens nos faz concluir que o ser humano está em evolução contínua.

Para as organizações se engajarem nas novidades necessitam não apenas fazer parte mas elaborar e estudar o mercado e o ser humano. Desta forma abre-se um espaço para acomodar novas percepções e ações que estabelecem a realidade sem muita aventura no mundo dos negócios obtendo padrões que se moldam de acordo com o seu tempo e pessoas.

Mas como as organizações podem atuar nesta realidade tecnológica de um para muitos nas redes sociais? De acordo com Kotler (2010, p.7), “A tecnologia permite que os indivíduos se expressem e colaborem entre si”. Entende-se que este universo digital detecta tendências e o comportamento tem uma forma de interação no qual Rodrigues (2005, p.267) elucida, “os reforços obtidos por um indivíduo são, ao menos parcialmente, dependentes do comportamento de outro indivíduo, no entanto os indivíduos, muitas vezes, podem optar por um trabalho individual.”. O trabalho numa plataforma social é definitivamente um espaço de muitas variáveis porque cada indivíduo por ser único e ao socializar-se, ressalta a importância de manter um relacionamento social no mundo organizacional e este, por sua vez, se especializa num relacionamento não somente social e sim mais humanístico.

4. Redes Sociais e suas Postagens em Ação

Nas redes sociais as postagens em formato de texto, imagem ou vídeo geram ou não uma audiência para o autor do post. Conforme descrito por Tonon (2012, p.38), “...são vários pequenos grupos que defendem pequenas causas.” Esta sustentação ao engajamento das informações lançadas na rede social, ora por ser compartilhada ou curtida, corrobora com o propósito das mensagens estarem envoltas de verdades que estão associadas ao contexto e subjetividade do indivíduo. Além disso, está incorporado nesta postagem uma determinada emoção que é circunstancial, porém, nem todas pessoas que estão conectadas a rede social deste indivíduo irá interagir ou compartilhar desta emoção. Conclui-se que o compartilhamento é realizado apenas por aqueles que querem fazer parte daquela comunicação em rede social.

A emoção incorporada no post tem algumas explicações. Para Skinner (2003, p.178) a emoção, “Pode ser definida como o impulso, não deve ser identificada como condições psíquicas ou fisiológicas”. O impulso é uma resposta de uma condição circunstancial correlacionada e motivada através de uma emoção que promove uma ação diante de uma postagem, ou seja, um determinado público que compartilha tem uma condição específica que é de comum acordo. Portanto, as variáveis subjetivas que são adversas neste momento acabam se transformando em pares por uma única razão: se unir no sentido de compartilhar um mesmo post simplesmente pelo fato de terem a necessidade de fazer parte daquele grupo de relacionamento social naquele determinado momento. Esta ação emocional ao se relacionar com as publicações é categorizado por Tonon (2012, p.39) como sendo “...pessoas que apoiam uma causa não por ela ser correta, justa, ou porque aquilo parece o melhor a ser feito, mas sim por uma característica humana primitiva: a vontade de pertencer e ser aceito por um grupo.” Para avaliar esta classificação, o de estar conectado a uma rede social pela psicologia organizacional, destaca-se uma reflexão:

[...] Estamos sempre inseridos em redes sociais, mais ou menos densas, mais ou menos conectadas. Ao longo de todo ciclo vital, transitamos por diferentes grupos, dos mais básicos (família nuclear, família extensiva) aos mais distantes e abstratos (organização e sociedade por exemplo). Na realidade, podemos pensar que o mundo social se estrutura como um complexo de coletividades incrustadas em coletividades cada vez maiores, em redes nas quais transitamos em distintos momentos, espaços e circunstâncias.” (BASTOS, apud ZANELLI, 2008, P.9)

Esta fundamentação deixa claro que cada indivíduo está em pleno movimento circunstancial e que são livres para escolher e determinar o relacionamento por conta do fluxo de momentos vividos que alimentam o seu pensar, que é individual. Suas escolhas estão de acordo com suas percepções e representações que se tornam em ato no post uma ação coletiva. Essa ação é concretizada no sentido de respeitar o seu contexto histórico que caracteriza seu ciclo vital e desenvolve aquilo que ele quer pertencer ou agir com a sua rede social ou simplesmente por estar de acordo com o seu constructo naquele momento.

Existe no mercado, a disposição das organizações, maneiras genéricas de persuasão do indivíduo para que as postagens realizadas pelas organizações tenham força. O objetivo é conquistar audiência e conseguir mais seguidores em seu relacionamento social, conforme segue:

1) Use as redes sociais – um post ou comentário na internet é para sempre.

2) Mas não fique preso a elas – embora as redes sociais sejam um belo meio de divulgação, um movimento precisa ir para o mundo offline para ganhar corpo

3) Organize-se – planejamento é a palavra-chave para quem quer fazer sua causa vingar.

4) Seja verdadeiro e emocione – Se você não acredita 100% naquilo que prega, dificilmente vai conseguir fazer com que outros acreditem.

5) Encontre as pessoas certas – não saia tentando convencer qualquer um. Economize energia.

6) Conquiste um de cada vez – Você não vai fazer com que todos os seus conhecidos se engajem no seu movimento logo de cara. Por isso é importante ter em mente que cada novo membro é imprescindível para fazer a coisa prosseguir.

(TONON,2012, P.40)

Apesar destas dicas, sabe-se que não existe uma receita única e que é preciso acompanhar o desenvolvimento das gerações e respeitar primeiramente as regras de comunicação. As organizações precisam estar preparadas para o futuro que está no presente de suas ações para conquistar a credibilidade. De acordo com Siqueira (2008, p.43), “A credibilidade de uma instituição depende da prática efetiva de valores, como integridade, honestidade, transparência, qualidade do produto, eficiência do serviço e respeito ao consumidor.” Ao levar em conta os valores para agir com os consumidores, os colaboradores que compõe a organização como a organização em si, precisa demonstrar a autenticidade destes valores em sua ação em qualquer forma de relacionamento.

A tecnologia ao avançar nas redes sociais nas organizações, conforme relatado por Segura (2012), tem um poder incomum nesta área de comunicação porque inovam pensamentos e conceitos sociais. O objetivo nas organizações nesta área é estar focado no desenvolvimento e inserido na conexão com pessoas para se manter atualizado, pois as pessoas estão conectadas não somente pelo computador e em horários específico, mas por tecnologias móveis no qual socializam através do seu comportamento em tempo real e de forma rápida. Por isso, se a organização está preparada, pode oferecer respostas que acompanham esta dinâmica e é o que irá fazer toda a diferença no relacionamento.

Para Segura (2012), as organizações devem propor o engajamento com os clientes e tratar o mesmo como indivíduo único, e não simplesmente como uma ação grupal, pois isto tem o significado para obtenção de parcerias e acrescentam credibilidade a sua marca. As organizações tentam acompanhar as mudanças, porém já perceberam que além dos cliente vinculados à organização existem os colaboradores que podem contribuir, e muito, neste campo, pois são portadores de opinião e sabem expressar suas idéias bem como discutir assuntos abrindo espaços que tem o seu grau de importância. Mesmo que algumas organizações ainda proíbem o acesso dos colaboradores nas redes sociais esquecem que existem outras formas de obter este conhecimento por possuir tecnologias próprias para acessar esta fonte de relacionamento. Para quebrar as barreiras e perceber que a comunicação direta constrói uma identidade organizacional social, leva tempo.

5. Conclusão

Para fazer parte deste universo nas redes sociais as organizações, antes de descartar a idéia de atuar neste meio por falta de conhecimento, precisam tentar buscar informações, encontrar dentro da organização possíveis colaboradores que possam ajudar a descobrir e compor a real utilidade deste universo, entendendo que este é um canal que integra uma forma de comunicação aberta, sincera e direta, onde o tempo de resposta é o grande diferencial.

Para ser uma organização que tenha habilidades para atuar na revolução das novidades de comunicação composta por várias gerações, não é uma tarefa muito fácil, pois cada uma tem uma metodologia de relacionamento e linguagem diferentes, ou seja, possibilitando mudanças de ferramenta e dinâmica diante desta evolução relacional. Neste ambiente virtual é preciso respeitar o indivíduo, a sua liberdade de escolha, acompanhar o seu desenvolvimento e manter a ética no mundo organizacional diante de uma perspectiva social.

Entende-se também que tudo isto traz uma ansiedade muito grande, pois percebe-se que muitas outras organizações entram neste universo virtual de qualquer jeito, fazem qualquer coisa para conquistar o mercado. Este é um método muito perigoso onde um erro pode colocar a perder toda a credibilidade organizacional por não ter um propósito claro e um cuidado para atuar nesta área de comunicação social. E neste meio cabe lembrar que, um erro pode ter grandes proporções, e além disto, fica registrado na rede social para sempre.

A psicologia pode ajudar sem dúvida alguma nesta área organizacional assim como em qualquer outra área esta ciência também precisa ter psicólogos que tenham a curiosidade para entender e estudar esta nova perspectiva de mercado. As academias poderiam oferecer como matérias complementares estudos voltados para tendências e possíveis impactos sociais nas organizações em sua evolução mercadológica.

E por fim, o Facebook, o Linkedin e outras redes sociais só existem porque foram criados por pessoas, e as pessoas são as que fazem parte desta rede, não são os robôs e muito menos os seres sem opinião. Todos que estão conectados a rede, além de querer fazer parte de um determinado grupo, expressar suas opiniões, colocar em ação algumas propostas, marcam na história da evolução humana uma nova forma de metodologia de relacionamento que possuem impactos sociais e, ao mesmo tempo, desenvolvem um comportamento que muda a forma de atuação do mercado. Você está preparado? Ou o mundo vai te pegar de surpresa e te preparar de qualquer jeito? Eis a questão. Não existe uma receita pronta para estar preparado. O ponto aqui é que a novidade faz parte da nossa realidade, e as escolhas de cada indivíduo é que fazem toda a diferença. Portanto estar aberto e ativo nestas modificações tecnológicas é um risco por não saber o resultado final. Por outro lado, esquematizar o futuro no seu presente é se ativar nesta evolução, num mundo que caminha rapidamente nas mais diversas direções, mas que sempre será composto por pessoas e organizações.

Sobre o Autor:

Katia Janete Egerland Souto - Graduanda Curso de Psicologia, 8ª. Fase, Nov/2012, Centro Universitário Estácio de Sá/São José-S.C

Referências:

GUALDA, Paula. Marketing Digital: Estratégias, Diferenças e Potencialidades. Disponível em: http://www.slideshare.net/paulagualda/marketing-digital-estratgias-diferenas-e­potencialidades, acessado dia 30/Set/2012.

KOTLER, Philip ET al. Marketing 3.0: as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano. Tradução Ana Beatriz Rodrigues. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010, 4ª impressão.

RODRIGUES, Josele Abreu et al. Análise do Comportamento: pesquisa, teoria e aplicação. São Paulo: Artmed, 2005.

SEGURA, Mauro. A quinta da Onda. 2012. Palestra transmitido ao vivo online realizado em 06/11/2012 no CIC em Florianópolis. Evento Social Good Brasil 2012.

SIQUEIRA, Mirlene Maria Matias et al. Medidas de Comportamento Organizacional: Ferramentas de Diagnóstico e de Gestão. Porto Alegre: Artmed, 2008.

SKINNER, F.S. Ciência e Comportamento Humano. Tradução João Carlos Todorov, Rodolfo Azzi. 11ª Edição. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

TONON, Rafael. Faça sua revolução: com redes sociais, é mais fácil mudar o mundo. Galileu. São Paulo, fevereiro/2012, p. 36-43, Edição: 2471.

VERSIGNASSI, Alexandre et al. Criadores e Criaturas: Quem fez o que na saga da computação. Super Interessante. São Paulo, janeiro/2011, p. 30, Edição: 287.

ZANELLI, José Carlos, SILVA, Narbal. Interação Humana e Gestão: a construção psicossocial das organizações de trabalho. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2008.

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