Contratransferência: como lidar?

1 1 1 1 1 Avaliações 0.00 (0 Avaliações)
(Tempo de leitura: 10 - 19 minutos)

Resumo: objetivo deste trabalho é identificar a forma mais correta de lidar com a contratransferência e como o terapeuta pode identificar quando esse fenômeno estiver ocorrendo. O método utilizado foi a pesquisa qualitativa bibliográfica, onde foram analisados diversos livros, artigos e revistas já publicados. Os resultados obtidos foram de que a autoanálise, a análise didática e a supervisão são as melhores formas de identificar e manejar a contratransferência de forma que não prejudique a relação terapêutica. Com isso pode se notar algo muito debatido tanto em instituições de graduação quanto entre os profissionais, que é a importância do analista encontrar-se em processo terapêutico constante, de modo a não se deixar abater totalmente por situações vividas na clínica.

Palavras-chave: Contratransferência, Transferência, Clinica.

1. Introdução

Inicialmente Freud considerou tanto transferência quanto contratransferência como resistências, e, por tanto, ruins, sendo a primeiro do paciente com relação ao terapeuta e a segunda do analista para com o analisando. Depois percebe que a transferência é um fenômeno essencial do tratamento psicanalítico.

Existem diversos conceitos para transferência, porém, de forma geral, pode ser entendida como o deslocamento de sentimentos, atitudes e respostas vivenciadas com um objeto anterior para um objeto da atualidade. Por ser apenas o substituto do objeto de desejo original, a satisfação é apenas parcial e por isso a descarga desse impulso nunca é completa. A solução do conflito transferencial implica simultaneamente na do conflito infantil.

Contratransferência foi identificada como a resposta do psicólogo à transferência do paciente, é considerada como o conjunto de todas as reações do analista diante do analisando. Pode ser do tipo normal ou patológica, ocorrendo como um obstáculo, instrumento terapêutico ou como um “campo”, sendo sua reação de forma direta ou indireta. Estas podem fazer com que o terapeuta selecione inconscientemente seus pacientes.

Com a intenção de conhecer melhor o fenômeno da contratransferência, esta pesquisa é de cunho qualitativo, pois não se preocupa com dados numéricos, mas com o aprofundamento da compreensão de um grupo; bibliográfica por ser feita a partir do levantamento de referências teóricas já analisadas, e publicadas por meios escritos e eletrônicos. Existem pesquisas científicas que se baseiam somente nesse tipo de pesquisa com o objetivo de recolher informações ou conhecimentos prévios sobre o problema a respeito do qual se procura a resposta (GERHARDT; SILVEIRA, 2009).

2. Conceitos de Transferência

Primeiramente, faz-se necessário definir o que é transferência, visto que este processo foi descoberto antes da contratransferência e está relacionado com o mesmo.

Inicialmente, Freud (1912) considerou transferência como uma resistência, posto acreditar ser isso um meio de evitar a sexualidade infantil que ainda permanecia ligada às “zonas erógenas” e por isso prejudicava o processo terapêutico, porém, posteriormente, considerou-a relevante para o tratamento do paciente. Como qualquer mecanismo de defesa atua contra o rememorar das representações inconscientes de natureza aflitiva que surgem ao longo da análise (LOPES, 2011; ZAMBELLI et al., 2013).

 “Transferência são reedições, reduções das reações e fantasias que durante o avanço da análise, costumam despertar-se e tornar-se conscientes, mas com característica (própria do gênero) de substituir uma pessoa anterior pela pessoa do médico.” (FREUD, 1905, p. 113). Por conta disso Freud denominou essa resistência de “falsa ligação”.

Segundo Freud (1912), ao longo do desenvolvimento, uma parte da libido é detida pela censura da personalidade e da realidade ficando presa no inconsciente. Se a necessidade que alguém tem de amar não é inteiramente satisfeita pela realidade, ele está fadado a aproximar-se de cada nova pessoa que encontra com ideias libidinais antecipadas. Nessa situação incluem-se os médicos e terapeutas, cuja transferência do paciente foi estabelecida não apenas pelas ideias antecipadas conscientes, mas também por aquelas que foram retiradas ou que são do inconsciente.

Dewald (1981) conceitualiza transferência como o deslocamento para um objeto da atualidade de todos os impulsos, defesas, atitudes, sentimentos e respostas experimentados nas relações com os primeiros objetos de sua vida. É uma repetição cujas origens estão no passado (CORDIOLI, 1998).

Nasio (1999) coloca que a transferência se manifesta por um estado intenso, excessivo, como se a pulsão fosse desnuda. O analisando vê o analista com um véu que o cobre através do silêncio e atitude reservada desse. Esse véu (recusa) seria, para Freud, o que se denomina por “frustração”.

Habitualmente, diz-se que o analista está no lugar do objeto. Em geral, eu diria, antes, que o analista nunca está no lugar do objeto. No máximo, o analista encarna, representa um semblante, um véu, uma máscara daquilo que seria o objeto da pulsão, isto é, a insatisfação. Essa é a função do analista, evocar ao paciente, pelo seu silêncio, a representação da dor (...) (NASIO, 1999, p.88).

A satisfação transferencial é um substituto da verdadeira, e por isso a busca da satisfação desse impulso nunca é completa. O paciente repete a situação inconscientemente, sem saber que está fazendo isso.

Aparece na psicanálise como resistência porque no processo de rastrear a libido, torna-la acessível à consciência e útil a realidade fazendo com que o indivíduo reviva sua imago infantil faz todas as forças que fizeram a libido regredir se erguerem como “resistências” ao trabalho da análise, a fim de conservar o novo estado de coisas. A libido à disposição da personalidade do sujeito esteve sempre sob a influência da atração de seus complexos inconscientes e encontrou num curso regressivo devido à atração da realidade haver diminuído. Essa atração do inconsciente tem de ser superada, ou seja, os instintos inconscientes e suas produções reprimidas devem ser removidos (FREUD, 2006).

A resistência da transferência poderia traduzir-se pela declaração seguinte: “Prefiro viver a dor da paixão transferencial, prefiro experimentar essa insuportável paixão que me liga a você, analista, prefiro isso a sentir a dor da emergência imprevista do desejo inconsciente” (NASIO, 1999).

Quando o terapeuta está próximo de encontrar o complexo patogênico, o complexo transferencial é empurrado para a consciência sendo utilizado como resistência, mas se torna uma prova de que a análise está no caminho certo.

Uma relação de dependência afetuosa e dedicada pode, ao contrário do que foi dito anteriormente, ajudar uma pessoa a superar todas as dificuldades de fazer uma confissão, facilitando-a, pois, na medida em que revive os acontecimentos, mostra ao terapeuta aquilo contra o qual reside. A solução do conflito transferencial implica simultaneamente na do conflito infantil (FREUD, 1912; CORDIOLE, 1998).

Isolan (2005) afirma que Freud define transferência quando indica que ela é uma reedição, ou seja, o paciente não recordar coisa alguma do que esqueceu e reprimiu, mas o expressa pela atuação, com outras palavras, ele reproduz o reprimido não como uma lembrança, mas como uma ação repetitiva e inconsciente (LOPES, 2011).

Nasio (1999) distinguiu transferência em simbólica e fantasística, referindo-se a primeira como atualizada pelas diferentes formações psíquicas do inconsciente, a segunda como atualizada pela sequência dolorosa transferencial. Esta sequência marca o momento de uma relação intensa entre o paciente e o analista.

Freud (1895/2006a), no capítulo A psicoterapia da histeria do texto “Estudos sobre a histeria”, citou dois fatores afetivos na conduta do médico que podem influenciar positivamente o paciente e auxiliar no manejo da transferência: o empenho e a cordialidade (ZAMBELLI et al, 2013).

3. Conceitos de Contratransferência

A contratransferência possuiu um começo semelhante ao da transferência, então não era vista como algo bom e poderia prejudicar a terapia, visto ser identificada como a resposta do psicólogo à transferência do paciente. “Contratransferência queria dizer, para Freud, naquele momento, um modo errôneo de amar o analisando” (NASIO, 1999, pg 108). Seu conceito foi pouco abordado pelo mesmo, apesar de ser possível encontrar considerações sobre o tema de forma encoberta em diversos textos de sua obra (NASIO, 1999; ZAMBELLI, TAFURI, VIANA, LAZZARINI, 2013).

Há desde os que consideram como contratransferência a totalidade das reações do analista com relação ao paciente, aos que limitam o conceito às respostas eliciadas pela transferência do paciente, sem falar na concepção atualmente mais divulgada, segundo a qual a contratransferência compreende as reações oriundas do inconsciente do analista, vinculadas experiências da infância do analista, projetada na relação analítica (LOPES, 2011, apud ANDRADE, 1983, s/n)

Ao longo de sua obra, Freud (1909 apud McGuire 1976) apresenta uma visão dualista sobre o assunto, ora afirmando serem as emoções vivenciadas no contexto terapêutico pelo analista que iriam possibilitar melhor compreensão do psiquismo humano. Ora colocando que tal aspecto da subjetividade do analista interfira no processo analítico e, por conta disso, deveria ser controlado (ZAMBELLI, et al, 2013).

Sandler (1986) aponta que na contratransferência, Freud incluía mais do que a transferência do analista, pois, o paciente pode vir a representar a figura do passado do analista, e a contratransferência pode surgir simplesmente por causa da incapacidade do analista de manejar adequadamente aqueles aspectos dos conteúdos do paciente que atingem problemas internos dele, terapeuta (SCATAMBULO, et al, 2008).

Segundo Sandler (1986) a contratransferência era vista como espécie de resistência que se manifestava no psicanalista em relação a seu paciente, resistência essa devida ao surgimento de conflitos inconscientes, motivados por aquilo que o paciente diz, faz ou representa para o analista. O analista deve, através do autoexame, aperceber-se em si mesmo da existência de tais conflitos, constituindo isso uma indicação de que deve envidar todos os esforços para reconhecer sua natureza e eliminar suas consequências adversas. De acordo com este ponto de vista, os conflitos não eram em si mesmos contratransferências, mas poderiam dar-lhes origem (SCATAMBULO, et al, 2008).

A contratransferência seria a resposta psicológica do terapeuta ao paciente, vista como resultante de conflitos neuróticos a serem superados. Além de se referir a todos os sentimentos que o analista experimenta na relação terapêutica, é como se o inconsciente do psicólogo entendesse o do cliente (FREUD, 2006; CORDIOLI, 1998).

Identificaram-se duas correntes: uma que considera como contratransferência o conjunto de todas as reações do analista diante do paciente e outra que a coloca unicamente a percepção direta e inconsciente, por parte do analista, do conjunto das manifestações das emergências do inconsciente do paciente. Vale dizer que no primeiro, erros técnicos também são considerados (NASIO, 1999).

Existe a contratransferência normal e a perturbadora ou patológica. O primeiro tipo é útil para o trabalho terapêutico e possibilita um rico aprendizado e experiência para o paciente e para o profissional. Já o segundo se origina nos conflitos neuróticos não superados pelo terapeuta (CORDIOLI, 1998).

Segundo Racker (1982) a contratransferência poderia ocorrer de três formas: como um obstáculo (contratransferência complementar), quando o analista identifica-se com o analisando a partir de objetos internos; como instrumento terapêutico (contratransferência concordante), quando ao longo do processo de assimilação e projeção o analista identifica-se com o id, ego e superego do analisando em suas diversas forma e variedades de impulso e/ou defesa em suas experiências; e como um “campo” em que o paciente pode adquirir experiência viva e diferente da que teve originalmente.

Díaz (2006, apud Menninger e Holzman, 1973), fala de algumas situações que podem interferir na terapia: sonolência durante o atendimento ao paciente, negligência do quadro, tendência para pedir favores ao paciente, tentar ajudar o paciente extra terapeuticamente, discutir com o paciente, cultivar a dependência do paciente, tentar impressionar o paciente ou colegas com o caso, muito interesse no caso e estimular a resistência do paciente .

Racker (1960) distingue reação contratransferencial em direta e indireta. A primeira ocorre pela estimulação do paciente. Já a segunda apresenta-se quando o objeto que provoca essa reação não está na figura do analisando, mas representa as reações emocionais do analista para com seus pais, um supervisor, colegas, professores e outros indivíduos com uma significância para ele (LEITÃO, 2013).

Utilizando-se das reações contratransferenciais para obter informações valiosas sobre o emocional do paciente, o analista sentirá e compreenderá o que seu paciente sente, obtendo um melhor conhecimento sobre os processos psíquicos conscientes e inconscientes que permeiam a transferência (CORDIOLI, 1998; ZAMBELLI, et al, 2013).

O terapeuta deve ser capaz de identificar e controlar os sentimentos que nele foram despertados, ao invés de, como faz o paciente, descarrega-los (LOPES, 2011).

As reações contratransferenciais podem fazer com que o terapeuta selecione inconscientemente seus pacientes, além de em certas circunstâncias reagir também de forma inconsciente a clientes que manifestem conflitos semelhantes aos seus, impedindo-o de reconhecer ou compreender os do analisado, por receio de conhecer o significado dos seus.

4. Como Lidar com a Contratransferência

Como já foi mencionado e exemplificado através dos conceitos acima, os estudos acerca do tema colocam que o analista deve perceber e lidar com a contratransferência sem orientar o paciente diretamente, influenciando na sua maneira de agir.

O psicoterapeuta (analista ou psicólogo analista) deve permanecer vulnerável e ainda assim reter seu papel profissional durante suas horas de trabalho. Acho que o analista profissional que mantém comportamento correto está mais à vontade do que o analista que (ainda que com comportamento correto) retém a vulnerabilidade que faz parte de uma organização defensiva flexível (WINNICOTT, 1983, pg 147).

A citação acima demonstra claramente que o profissional de psicologia deve manter, de forma controlada, a sua vulnerabilidade diante do impacto causado pelo seu paciente, tornando-se necessário conciliá-la à sua postura profissional, e consequentemente impedindo que a relação entre o terapeuta e o paciente seja prejudicada.

Antes de realizar qualquer intervenção baseada em seus sentimentos sobre o paciente, o terapeuta deve, primeiramente, tolerar e elaborar seus próprios impulsos, sempre pensando de que forma eles se relacionam com aquilo que está sendo sentido (WOLFF, FALCKE, 2011).

De maneira geral, sabe-se que o terapeuta deve organizar sua conduta de forma que este possa oferecer uma presença profissional plena, o que oferece ao paciente um forte embasamento dentro do processo de vivência do próprio paciente em sua total realidade psíquica.

Analistas que ignoram ou suprimem seus sentimentos contratransferenciais devido ao medo ou concepções errôneas tendem a apresentar interpretações pobres e superficiais. Para que isso não ocorra, entretanto, é preciso aceitar os sentimentos em relação ao paciente por mais perturbadores que possam apresentar-se na mente do analista (ZAMBELLI, et al, 2013).

Acredita-se que as maneiras mais cabíveis de se identificar seriam através dos relatos e demonstração dos sentimentos do próprio paciente, pela percepção de outro profissional de psicologia, “o terapeuta do psicólogo”, já que este pela profissão que exerce deve estar em constante terapia.

Em certas ocasiões, apesar dos esforços do terapeuta, as respostas contratransferenciais se mostram persistentes, sendo aconselhável consultar um colega que, pelo distanciamento, poderá de forma mais objetiva auxiliar a identificar as forças em jogo (LANGS, 1973).

Bem como a análise pessoal podem-se perceber quais entraves estão inseridos no conceito específico do terapeuta. Com isso, é preciso distanciar-se do problema para compreendê-lo, e compreender a si mesmo, e assim diagnosticar o seu envolvimento e planejar meios que solucionem os conflitos para poder continuar em um trabalho profissional ético.

Freud dizia: “Para suprimir, para temperar a contratransferência, autoanalisem-se. Analisem os seus sonhos. Habituem-se a pensar nos seus sonhos.” E acrescenta: “Não basta autoanalisar-se. Além disso, é preciso que os analistas façam análise.” (NASIO, 1999).

Por tanto, são três maneiras que existem para orientar o psicanalista, favorecendo o acesso deste ao seu lugar de objeto: autoanálise, análise didática e supervisão. Quando o terapeuta permite-se a autoanálise e está disposto a abrir-se para análise, o processo de autoconhecimento torna-se mais eficaz. Quando este é humilde o suficiente para permitir-se uma supervisão o seu trabalho pode não sofrer tantas interferências, além desse saber contornar os casos de contratransferência e/ou transferência que venham a surgir ao longo das terapias. “Para que o terapeuta possa suportar até mesmo os sentimentos mais destrutivos, é necessário que ele conheça seus próprios limites, contando, para isso, com a ajuda de supervisão e análise pessoal, se for necessário.” (WOLFF, FALCKE, 2011).

5. Considerações Finais

Pode-se notar que a melhor formar identificar e lidar com a contratransferência é através da autoanálise, análise didática e da supervisão, ou seja, procurando se perceber, reconhecer como reage aos relatos do paciente, buscando a terapia e permitindo ouvir as opiniões de quem está de fora.

A busca pela terapia é algo muito debatido em instituições de graduação e por profissionais da área, por considerar que a relação paciente-terapeuta pode afetar bastante a vida do analisando, dependendo de como esse está e se conhece psiquicamente.

Tanto transferência como contratransferência se trabalhadas corretamente e identificadas com antecedência podem ajudar no desenvolver da análise. O primeiro por mostrar que está próximo de conhecer a origem do problema do analisando e o segundo por ser considerada uma forma do terapeuta compreender melhor (empaticamente) o paciente.

Apesar de ser um tema comum à clínica houve uma dificuldade em conseguir-se levantar informações, pois a literatura apresenta vários conceitos para transferência, bem como para contratransferência. Alguns autores consideram os fenômenos como ruins a terapia e outros já os colocam como bons, pois indica que estão próximo da origem do problema.

Além dessas questões conceituais, a quantidade de artigos, livros, revistas que mencionam uma forma de manejar o fenômeno da contratransferência é pobre. A maioria deles apenas coloca o seu ponto de vista sobre o tema, mas não indica possíveis soluções. A julgar ser esse um assunto importante, principalmente para a psicologia clinica, o indicado seria a realizações de novas pesquisas, buscando não somente o levantamento bibliográfico, mas trabalhos voltados ao campo como entrevistas com os profissionais que atuam na área e vivenciam esse fenômeno diariamente.

Sobre os Autores:

Ana Luiza Cavalcanti Bezerra - Estudante de Graduação 6º. Semestre do Curso de Psicologia na FSA.

Elaine Lima Marques de Sá - Estudante de Graduação 6º. Semestre do Curso de Psicologia na FSA.

Lisbeth Pereira Gonçalves - Estudante de Graduação 6º. Semestre do Curso de Psicologia na FSA.

Juliana Gomes da Silva Soares - Estudante de Graduação 6º. Semestre do Curso de Psicologia na FSA.

Referências:

CORDIOLI, A .V. (organ.). Psicoterapias Abordagens Atuais. Porto Alegre, Artes Médicas, 1998. 2ª edição

DEWALD, P. A. (1981). Psicoterapia: uma abordagem dinâmica. Tradução: Helena Mascarenhas de Souza. Porto Alegre: Artes Médicas.

DÍAZ, A. J. B. Um Analisis Integrativo de La Transferencia / Contratransferencia. Aportaciones Académicas, disponível em: <http://www.ametep.com.mx/aportaciones/2006_septiembre_diaz.htm>. Acesso em: 11 de agosto de 2015 às 21:h 00 minutos.

GERHARDT, T. E.; SILVEIRA, D. T. Método de pesquisa. 1. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2009. p. 31-37.

LEITÃO, Leopoldo Gonçalves. Contratransferência: Uma revisão na literatura do conceito. Scielo, disponível em: <http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/aps/v21n2/v21n2a04.pdf>. Acesso em 14 de maio de 2014 as 22 h 05 minutos.

LOPES, Rosimeri Bruno. Transferência e Contratransferência. Psicologado, disponível em: <https://psicologado.com/abordagens/psicanalise/transferencia-e-contratransferencia>. Acesso em: 08 de maio de 2014 às 10: h37 minutos.

NASIO, J.-D. Como trabalha um Psicanalista. Rio de Janeiro: Zahar, 1999. p. 56-139.

SCATAMBULO, Greice Cristina; COSTA, Maria Goreti Manchini da; HEREK, Sandra Alves de Oliveira; MILANI, Rute Grossl. Considerações a respeito da contratransferência na psicoterapia analítica. Cesumar, disponível em: <http://www.cesumar.br/curtas/psicologia2008/trabalhos/CONSIDERACOES_A_RESPEITO_DA_CONTRATRANSFERENCIA_NA_PSICOTERAPIA_ANALITICA.pdf > Acesso em 27 de maio de 2014 as 22h18 minutos.

RACKER, H. Os significados e usos da contratransferência. In: Estudos sobre técnica psicanalítica. Porto Alegre: Artes Médicas; 1982. p. 120-57.

SIGMUND, Freud. A Dinâmica da Transferência. v. 12. Rio de Janeiro: Imago, 2006. p. 111-119.

SILVA, Vanessa da; LOPEZ, Vanessa. O manejo da contratransferência no contexto clínico. Psicologia facat, disponível em: <https://psicologia.faccat.br/moodle/pluginfile.php/197/course/section/98/vanessa.pdf>. Acesso em: 20 de maio de 2014, às 23:h47 minutos.

WINNICOTT, D. W. Contratransferência. Em O ambiente e os processos de maturação (pp. 145-151). Porto Alegre: Artes Médicas, 1983.

WOLFF, C.; FALCKE, D. A Contratransferência na clínica psicanalítica contemporânea. Scielo, disponível em: < http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?pid=S0870-82312011000200002&script=sci_arttext >. Acesso em: 11 de agosto de 2015, às 21:h 20 minutos.

ZAMBELLI, C. K.; TAFURI, M. I.; VIANA, T. C.; LAZZARINI, E. R. Sobre o conceito de contratransferência em Freud, Ferenczi e Heimann. Scielo, disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-56652013000100012&script=sci_arttext>. Acesso em: 11 de agosto de 2015, às 20h 18 minutos.

Curso online de

Fundamentos sobre Psicanálise Lacaniana

 Fundamentos sobre Psicanálise Lacaniana

Aprofunde seus conhecimentos e melhore seu currículo

Carga horária:  60 Horas

Recém Revisados