O Eu Ideal Projetado no Corpo e a Angústia da não Satisfação da Exigência do Corpo Body Perfect

O Eu Ideal Projetado no Corpo e a Angústia da não Satisfação da Exigência do Corpo Body Perfect
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Resumo: O presente artigo discorre sobre o padrão de beleza e a idealização do eu projetado na angústia da não satisfação na busca do corpo Body Perfect. No primeiro momento comenta-se sobre os distúrbios alimentares e as práticas utilizadas para a obtenção do corpo Body Perfect e o papel das diversas mídias na disseminação dessa cultura. Em um segundo momento falaremos da visão psicanalítica segundo Freud em relação ao tema.

Palavras-chave: Idealização, Body Perfect, Visão psicanalítica.

Introdução

Os cuidados exagerados com o corpo e os distúrbios alimentares têm tomado cada vez mais espaço no nosso cotidiano. Como mostra o estudo realizado pela Casa do Adolescente em São Paulo, 77% dos jovens entre 10 e 24 anos têm tendência a ter algum tipo de compulsão alimentar. Dos jovens que foram entrevistadas 39% estavam acima do peso. Desses 39%, 85% acreditavam que existe um padrão de beleza ditado pela mídia, 46 % acredita que mulheres magras são mais felizes e 55% queriam simplesmente acordar magras. Nos homens a taxa de distúrbios alimentares é menor, sendo uma equivalência de um homem pra cada 10 mulheres. 

As mulheres tentam de diversas formas alcançar um padrão de beleza, por vezes considerado inalcançável, e para isto acabam submetendo-se a regimes, práticas de exercidos de forma incoerente, uso de medicamentos, diversas cirurgias e outras práticas. Mesmo que em homens haja menor incidência, a insatisfação é recorrente, o que os leva a uso de hormônios, exercícios em excesso, regimes e eventualmente cirurgias, dentre outras práticas utilizadas. Todos estes meios de alcançar a satisfação do corpo body perfect, causam sérios problemas a estrutura física e psíquica dessas pessoas.

Hoje em dia sabe-se que a prática de regimes e exercícios podem ser benéficas ou maléficas, isso dependendo da forma que são realizados e praticados. Qualquer uma destas práticas devem ser realizadas com acompanhamento especializado de nutricionistas, fisioterapeutas, educadores físicos e médico clínico, pois sem estes acompanhamentos essas práticas podem vir a causar uma série de problemas. 

Materiais e métodos

Utilizou-se como método, a pesquisa de caráter bibliográfico acerca da temática “O eu ideal projetado no corpo e a angústia da não satisfação da exigência do corpo Body Perfect”, com o objetivo de entender e conhecer o que a psicanálise tem a contribuir em relação ao tema abordado.

Desenvolvimento e discussão

Os regimes existentes são variados e envoltos de teorias de senso comum, sem que haja realmente um cuidado com os nutrientes que o corpo precisa. Existem regimes que a pessoa deixa de comer em um determinado horário, ou só se alimenta de um determinado tipo de comida, ou utilizam suplementos e vitaminas que prometem suprir toda as vitaminas necessárias para o corpo; esses regimes também contam com o auxílio de pílulas que tiram a fome e diminuem as gorduras do corpo. Essas práticas que muitas vezes são realizadas sem o devido cuidado, geram problemas às pessoas, como baixa nutrição e anemia por não suprirem todas as necessidades de nutrientes que o corpo precisa. 

Além das práticas de regimes e exercícios, contamos com uma grande variedade de cirurgias plásticas, para que se atinja o tão sonhado corpo body perfect. Os cosméticos e maquiagens também são instrumentos muito utilizados para se atingir um resultado mais satisfatório no quesito de beleza. Essas práticas são frutos da busca pelo corpo perfeito, afinal, os fins justificam os meios; não importa o quanto você ou seu corpo estejam sofrendo, desde que sejam belos, magros e sarados. Essa busca por corpos perfeitos se torna cada dia mais exigente e angustiante, pois é uma busca insaciável.

Por outro lado, vemos também, pessoas que comem muito, ou o tempo todo e não praticam nenhum tipo de exercício, o que também torna-se um problema para a saúde das mesmas. Porém o que há de comum nestes dois tipos de pessoas não é o fato de comerem ou não, buscar perfeição ou não, a verdadeira preocupação está na compulsão destes determinados hábitos. 

A falta de cuidado com o corpo, ou o excesso deste cuidado, geram transtornos como por exemplo: Bulimia, que é caracterizada pela prática de indução de vômito, uso de laxantes, prática excessiva de exercícios físicos após consumir alimentos compulsivamente; Anorexia, que é caracterizada pela obsessão por seu peso ou aquilo que come - neste distúrbio a pessoa tem uma visão distorcida de seu corpo, não importa o quão magra ela esteja, ela se enxerga como gorda, faz uso de medicamentos, não se alimenta, pratica exercícios físicos, tudo de forma compulsiva. A vigorexia se assemelha a anorexia, mas diferente da anorexia, essa síndrome causa ao seu portador a sua percepção irreal de um corpo fraco e franzino, o que leva os seus portadores a malharem muito e quererem ficar cada vez mais fortes e musculosos. No caso da dismorfia, o portador se incomoda com um defeito específico em seu corpo, mas acredita que isso é um grande problema e se incomoda demais em escondê-lo ou mudá-lo.

As mídias têm sido os grandes disseminadores desses padrões de beleza, pode-se perceber isso através de propagandas, desfiles, filmes, desenhos, séries, redes sociais, revistas, jornais e uma infinidade de outros meios de comunicação, pois nas propagandas sempre vemos mulheres lindas, com corpo acentuado e magras. Pode-se notar isso desde as propagandas de cerveja, até as de lingeries, em todas as campanhas de publicidade e lançamentos de modas e tendências, são raras as vezes em que encontramos em propagandas mulheres com corpos comuns, e vidas comuns.

Um caso recente que demonstra este fato, é a campanha Body Perfect da Victoria’s Secret, nesta campanha houve lançamento da nova linha de lingeries da marca, que foram apresentadas por modelos magras, com o título,The Perfect Body”. Esta campanha gerou muita polêmica, pois bem sabe-se que essa realidade de corpos de modelo não é real e a maioria das mulheres não tem esse padrão de corpo, e este tipo de propaganda é um exemplo clássico do padrão imposto, que propaga a ideia de que sem corpos bem definidos as mulheres não são lindas e felizes. No mundo “Fashion”, essa ideia de corpo perfeito é tratada de forma muito rigorosa, e as modelos submetem-se a loucuras para manter o corpo sempre em forma. 

Podemos observar que desde os desenhos infantis, filmes, séries e novelas, tem-se essa propagação da ideia, pois as princesas, príncipes, atrizes, atores e protagonistas são na maioria das vezes mulheres e homens magras, lindos e bem arrumados.

As redes sociais, por sua vez, também são grandes disseminadores desse padrão de beleza e vida perfeita. As selfies e fotos são sempre publicados após várias tentativas para tirar a foto perfeita, após muitas edições e uso de filtros, sempre usando a melhor roupa, melhor maquiagem, melhor pose, procurando o melhor ângulo para postar uma imagem de si mesmo que por vezes não reflete quem a pessoa realmente é.

Esse conjunto de ideias que a mídia e a indústria passam para as pessoas, impõem a cada dia mais um padrão de beleza que é inalcançável. Esse padrão que a mídia, por suas representações, acaba impondo às pessoas, mostra uma beleza ilusória; por exemplo as fotos de modelos: para que as fotos cheguem até uma revista são feitas nas fotos uma série de edições, sem contar o uso de maquiagem, as câmeras, ângulos e todo um processo que ocorre antes do resultado final. Ou seja, uma mulher comum ou homem comum não irão atingir esse padrão em suas fotos, pois uma pessoa comum não carrega consigo uma equipe com diversos equipamentos e uma equipe preparada para te fotografar, e durante o dia-a-dia não tem como estarem arrumados e maquiados o tempo inteiro. Nenhuma pessoa comum conseguirá ser igual a uma pessoal de outdoor, pois esta pessoas não existe na vida real. No dia-a-dia aquela pessoa do outdoor torna-se uma pessoa comum como todas as outras, por fim ela também fica sem maquiagem, ela também fica desarrumada, também soa e fica suja e em muitos momentos também não fica confortável com seu próprio corpo e nem sempre estão sorrindo como nas propagandas e desfiles.

Segundo Ferreira (2003), do ponto de vista psiquiátrico, a compulsão alimentar, o ato de comer muito ou não comer nada, ou comer e depois vomitar, ou buscar formas de não ganhar peso, se enquadram no CID 10, na categoria denominada Transtornos Alimentares.

Zirlinger (1996) afirma que a anorexia e bulimia são manifestações da histeria de conversão na atualidade. E que ocorrem principalmente na fase da adolescência.

Segundo Facchini (2006) a pressão social, contribui diretamente para que os sintomas anoréxicos e bulímicos se tornem presentes na vida das pessoas, refletindo no comportamento alimentar, na adoção de regimes e exercícios físicos, e geralmente estes comportamentos refletidos tornam-se compulsões e excessos. 

Hoje em dia podemos perceber que a incidência destes transtornos tem aumentado gradativamente, porem vem sendo associado a modernidade, e seus paradoxos, que dita que o corpo magro, e ao mesmo tempo oferece grande variedade e abundancia de alimentos. ( Azevedo & Abuchain, 1998). 

Fava (2011), ressalta que as comunidades virtuais determinam de certa forma os padrões utilizados e seguidos pela sociedade, e que a interação das pessoas com sites, comunidades, blogs, redes sociais e afins, leva os mesmos a viver utilizando os padrões, que nem sempre são reais, o que os levam a  fazer coisas absurdas como para atingir um padrão inatingível.

Para Fucks (2003), as dietas restritivas, tem como principal função minimizar, a sensação de vazio corporal, a emergência de angustia de intrusão. 

O corpo está em alta! Alta cotação, alta produção, alto investimento... Alta frustração. Alvo do ideal de completude e perfeição, veiculado na pós-modernidade, o corpo parece servir de forma privilegiada, por intermédio da valorização da magreza, da boa forma e da saúde perfeita, como estandarte de uma época marcada pela linearidade anestesiadas dos ideais. (FERNANDES,2006, p.13).

Se pararmos para pensar na citação acima de Fernandes (2006), podemos perceber o que a autora descreve utilizando metáforas é exatamente o que ocorre nos dias atuais, já que tudo o que fazemos, comemos, vestimos e utilizamos está ligado ao comercio, ao investimento econômico. Forma-se dai a ideia de quem o corpo nos dias atuais, tem a função de mostras rapidamente e imaginariamente informações de quem é o sujeito que o porta, mas claro que não é qualquer corpo, tem-se além disto um padrão para este corpo. Padrão este que deves ser seguido para atingir a almejada satisfação.

Segundo Kelner (2004), a psicanálise é imprescindível para a compreensão dos transtornos alimentares, pois possibilita que cada um seja analisado em sua singularidade.

Quando estes conteúdos são lançados à luz da Psicanálise Freudiana, observamos a angústia sendo projetada nos cuidados com o corpo. A angústia Freudiana pode ser dividida em duas épocas, a primeira de 1916-1917 e a segunda em 1926. Na primeira teoria, acreditava-se que a angústia era posterior ao recalque, acreditando-se que a mesma era produzida pela tentativa do controle do desprazer, onde o objeto de desprazer era recalcado e continuava a exercer pressão sobre o recalque, o que gerava a angústia. Já na segunda teoria acreditava-se que a angústia era anterior ao recalque, e era causada pela ansiedade, pelo medo de um perigo real. 

Os cuidados excessivos e compulsórios em relação à beleza são causados por uma angústia. Na tentativa de sanar essa angustia as pessoas se entregam aos cuidados com o corpo, ou seja, tem-se uma angústia que pode ter sido causada por diversos fatores, como uma rejeição dos pais, ou a tentativa de suprir uma exigência real ou não, de que os pais têm uma expectativa sobre os mesmos. 

No livro “A ditadura da beleza” (Augusto Cury) temos um exemplo de como esse processo pode ocorrer em determinados casos. Vemos a história de uma jovem que tinha uma vida super ativa e era uma modelo bem-sucedida, porém não estava feliz com a vida que levava e não era satisfeita com a sua aparência. Através da análise desse livro usando os termos psicanalíticos de Freud, podemos ver toda a angústia de uma pessoa sendo projetada em seus cuidados com o corpo e como o poder das mídias e as relações parentais são relevantes nesses casos. Com o livro também podemos notar a ideia de que no nosso século deveríamos ter as mulheres com os sentimentos mais equilibrados, pois hoje existem muitas formas e possibilidades de se cuidar do corpo, modificá-lo e ficar bela. Porém estamos cada vez mais lidando com mulheres deprimidas e insatisfeitas com sua aparência e seu corpo.

As pessoas que desenvolvem distúrbios de cuidado com o corpo estão carregadas de conflitos que muitas vezes não são capazes de resolver ou sequer os podem percebê-los. Isso gera uma angústia, e essa faz com que a cada dia queiram ser mais lindos, mais fortes, ou mais magros, porém, quando essas pessoas se olham no espelho em muitos momentos não gostam do que vêem e isso intensifica sua angústia, pois apesar de um grande esforço para serem “melhores”, os seus problemas reais não estão sendo resolvidos.

A não satisfação encontrada nos resultados, após regimes, exercícios e os demais sacrifícios para se ter o tão sonhado corpo perfeito, leva as pessoas a entrarem em uma compulsão de cuidados com o corpo.

 Essa não satisfação nos leva a pensar no conceito da castração, pois a castração gera no homem um sentimento de que o pai e uma ameaça a suas atividades sexuais e na menina ele sente que tem uma parte de si faltando, ou seja, gera nela uma necessidade de compensar ou reparar essa falta. Pensando neste termo vemos que os cuidados exagerados com o corpo vêm de uma projeção de compensação ou do sentimento de ameaça causados pela castração, por isso que as mulheres acabam adotando uma vaidade compulsiva que gera a necessidade se sempre estarem se arrumando, fazendo regimes para conseguir mudar o seu corpo, porém, o fato é que nunca chegam a essa satisfação, pois por mais que se atinja o objetivo esperado no corpo pela projeção, o trauma primário não foi resolvido. No caso do homem, quando ocorre o primeiro trauma de castração, ele causa uma necessidade de buscar ser sempre o maior e mais forte de todos, por causa da angústia causada pelo sentimento de ameaça causado pela castração.

O sentimento de castração gerado no ser, cria nele um sentimento de angústia e na tentativa de se evitar o desprazer e compensar a falta ou o sentimento de ameaça, o ser cria em sua psique um eu ideal que o impedirá de ter a perda do pênis ou o sentimento de precisar compensar a sua falta de alguma forma, em outras palavras, no caso da mulher o seu eu ideal é projetado através da necessidade de conquistar e suprir a falta do pênis; e a do homem a de não deixar que alguém retire o seu pênis.

Outro ponto que deve ser analisado é a questão gerada no Complexo de Édipo, que segundo Freud, é o desejo do menino pela sua mãe, e o desejo da menina pelo seu pai. Seguindo a linha da parte da castração, pode-se notar que o menino quer tomar a mãe para si, de forma que ele enxerga o pai como uma ameaça e um concorrente, e a menina vê o pai como alguém que pode suprir a falta do pênis e a mãe como sua rival que a impede de ter o pai.

O menino começa a desejar a mãe para si mesmo... Não perdoa a mãe por ter concedido o privilégio da relação sexual, não a ele, mas a seu pai, e considera o fato como um ato de infidelidade. Se esses impulsos não desaparecem rapidamente, não há outra saída para os mesmos, senão seguir seu curso através de fantasias que têm por tema as atividades sexuais da mãe, nas mais diversas circunstâncias... Como resultado da ação combinada, constante, de duas forças impulsivas, desejo e sede de vingança, as fantasias acerca da infidelidade da mãe são, de longe, as que prefere... (FREUD, 1910/2006, p. 177).

Observando esses pontos vemos que o eu ideal é projetado a partir da angústia gerada pela castração e o complexo de édipo. Ou seja, se compreendemos que a castração gera uma angústia pelo medo da perda do pênis ou a compensação da falta do pênis, vemos que o eu ideal é formado para defender o seu pênis ou para compensar a sua falta.

Isso acontece na fase inicial da formação da mente humana, esses impulsos são jogados para o inconsciente e são recalcados, e os pais são registrados apenas como objetos de desejo. E a partir desses registros primários, temos as projeções no indivíduo na tentativa de tentar suprir esse desejo incestuoso que o foi negado. O eu ideal que é projetado no corpo, terá sempre a angústia de não ser satisfeito, pois a não satisfação é a projeção de uma insatisfação inicial que foi gerada pela não satisfação do desejo gerado pelo complexo de édipo.

Conclusão 

Após os estudos realizados e descritos no presente artigo, chegamos à conclusão de que os distúrbios alimentares, além de estarem presentes no nosso cotidiano e tendo a mídia como sua disseminadora, os padrões determinados são inalcançáveis e a angústia de não satisfazer esse eu ideal não será sanada através das práticas de exercícios ou regimes. Uma vez que entendemos que essa angústia é proveniente da projeção de um trauma primário e não apenas uma compulsão gerada por uma busca de auto-satisfação ao alcançar um objetivo de corpo perfeito. Essa angústia de não satisfação é gerada pela sensação de não ter chegado ao estado que queria, isso é gerado pelo fato do sentimento de não poder satisfazer seu desejo primário, que é o desejo incestuoso pelo pai ou pela mãe no complexo de édipo e pelo sentimento de castração que vem da compensação ou desejo de reparação pela falta do pênis ou da ansiedade pelo medo da perda do pênis.

Sobre os Autores:

Aline da Silva de Lara

Leonardo Vilela

Thainá Moraes dos Santos

Referências:

Azevedo, A de M. C & Abuchaim, A. L. G (1998). Bulimia nervosa: classificação diagnostica e quadro clinico. In M. A. A. Nunes et al. (Orgs.), Transtornos alimentares e obesidade (pg 31-39) Porto Alegre: Artmed

Facchini, M. (2006). La imagem corporal em la adolescencia: es um tema de varones? Archivos Argentinos de Pediatria, 104, 177-184.

Fava, M. V., & Peres, R. S. (2011). Comunidades virtuais pró-anorexia.

FERNANDES, M. H. (2006). Transtornos Alimentares (Coleção Clínica Psicanalítica, dirigida por FERRAZ, F.). São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006.

Ferreira, R. A. (2003). Anorexia e bulimia: a condução do tratamento. Em: Reverso: Revista de psicanálise. Belo Horizonte, Círculo de Psicanálise de Minas Gerais, v.25, n. 50:57-66. http://www.rmmg.org/artigo/detalhes/1394

Fucks, M. P. (2003). O mínimo é o máximo: Uma aproximação da anorexia. In R. M. Volich, F. C. Ferraz, & W. Ranña (Orgs.), Psicossoma III: Interfaces da psicossomática (pp. 147-158). São Paulo: Casa do Psicólogo.

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/10/cresce-numero-de-brasileiros-que-praticam-musculacao-diz-pesquisa.html

http://gnt.globo.com/bem-estar/materias/riscos-do-supertreinamento-saiba-como-evitar-lesoes-comuns-em-quem-pratica-atividade-fisica.htm

http://observatoriodaimprensa.com.br/diretorio-academico/_ed794_o_padrao_de_beleza_imposto_pela_midia/

http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932008000200014

https://amenteemaravilhosa.com.br/complexo-de-castracao/

https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/anorexia-nervosa/

https://veja.abril.com.br/saude/sp-77-das-jovens-tem-propensao-a-disturbios-alimentares/

https://www.minhavida.com.br/saude/materias/1738-voce-sabe-o-que-e-dismorfia-corporal

https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5779:folha-informativa-saude-mental-dos-adolescentes&Itemid=839

Kelner, G. (2004). Transtornos alimentares: Um enfoque psicanalítico. Estudos de Psicanálise, (24), 33-44.

Zirlinger, A. T de. (1996). Anorexia en la adolescencia? Ropaje actual de la histeria? Em: S. Peña K. & D. Cáceres. Psicoanálisis de niños y adolescentes en América Latina: desarollos y perspectivas. (pp. 503-508). Córdoba: FEPAL. 

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