A Mulher Brasileira do Século XIX: um Olhar Machadiano

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Resumo: As mulheres do século XIX iniciaram um processo de maior liberdade pessoal mas não sem enfrentar dificuldades e julgamentos. A literatura retrata o momento histórico em que se insere e Machado de Assis fala sobre o mundo feminino e a repercussão de suas conquistas na sociedade e na psique humana. Iremos vislumbrar o que significou ser mulher no século XIX utilizando o olhar machadiano para tal intento.

Palavras-chave: Século XIX, Mulher brasileira, Machado de Assis, Literatura.

1. Introdução

O século XIX foi marcado por profundas transformações na sociedade brasileira. Transformações culturais, de espaço urbano e rural, nas relações interpessoais. Foi uma época importante também no que tange às mulheres, já que, podemos entender que no século XIX, foi iniciado o processo de conquista de espaço feminino no mundo. As mulheres puderam, mesmo que timidamente, começar a escolher seus caminhos, ainda com grandes repercussões quando a escolha não correspondia ao que a família e a sociedade esperavam, mas já era, de alguma forma, possível a escolha. No decorrer do artigo, poderemos vislumbrar a repercussão de algumas dessas mudanças sociais através do viés literário.

A literatura é uma forma possível de acessarmos os fatos históricos de uma determinada época. Ela narra a história em verso e prosa. É uma forma de expressão de aspectos do mundo humano baseada em uma determinada cultura e época. A arte é uma das expressões possíveis da cultura e, portanto, traduz em si aspectos arquetípicos, ou seja, aspectos comuns a toda a humanidade. Essa tradução arquetípica se dá a partir das expressões simbólicas que podemos notar nas mais diversas formas de expressão artística, como claramente aparece na literatura.[01]

A aproximação com determinada expressão artística de uma época nos permite perceber de que forma a sociedade se constituía, quais os problemas mais comuns e as soluções encontradas, os dilemas internos e sociais presentes na época e, principalmente, a forma como a relação indivíduo/ cultura se estabelecia a partir da interdependência existente entre eles.

A literatura sempre foi uma forma muito prazerosa de nos aproximarmos de um contexto histórico e social, uma forma quase lúdica de olhar para aquele contexto e entender como ele se deu e de que forma nos toca ainda hoje. Podemos, ao olhar para as expressões artísticas de uma determinada época, vislumbrar através da relação entre o passado que ela nos apresenta e nosso mundo atual, quais mudanças já foram alcançadas e aquelas ainda necessárias na atualidade.

2. Machado de Assis e a Mulher

As transformações do século XIX foram vivenciadas na vida pública e na privada. Acontecimentos significativos se iniciaram nessa época com as grandes mudanças nos espaços demográficos das cidades, em especial no Rio de Janeiro, capital do Brasil na época. As cidades deixaram de ser essencialmente rurais, houve a consolidação do capitalismo, a mudança do regime monárquico para o republicano e a abolição da escravatura. As famílias também passaram por uma reorganização interna com redefinições de papéis e valores. Naturalmente, essas conquistas também modificaram o indivíduo na sua forma de pensar o amor, o casamento, o trabalho e os valores sociais.

No início do século, pouco se percebia de vida urbana. O Brasil ainda era um país muito rural, com pouca estratificação social e muita gente sem profissão determinada. A ocupação dos espaços não tinha regra, o que gerava grande desorganização social. Aos poucos começaram a surgir leis de uso do espaço urbano, suas demarcações e limites, e pôde ocorrer certa modernização das cidades, sempre baseada em ideais europeus incorporados à sociedade brasileira.  Machado de Assis nasceu em 1839 no Rio de Janeiro, onde viveu durante toda a sua vida. Sua infância foi marcada pela vivência nos morros da cidade, região insalubre e caótica, herança do início do século e da vida urbana no país que, mesmo com todas as mudanças, ainda tinha condições sociais bastante precárias.

O Rio de Janeiro era a metrópole da época, o local de maior importância econômica e política do país. Foi capital do Brasil desde 1763 até 1960, quando ocorreu a inauguração de Brasília. Assim, o Rio de Janeiro foi o local, por excelência, em que as grandes transformações burguesas de caráter europeu se deram.

Obviamente as mudanças ocorreram também no interior das residências. As casas passaram a ser local de reunião da burguesia, de festas e confraternizações em que a moradia, a família e, em especial as mulheres, deveriam ser vistas e admiradas.

As mulheres da época também passaram por mudanças em decorrência dessa reestruturação social. O lar, a intimidade, passou a ser mais valorizado e, consequentemente a posição social da mulher tornou-se marcadamente a de mãe e esposa zelosa. Elas deveriam cuidar do lar, dos filhos, do marido, da família e de si mesmas, de forma a apresentarem-se socialmente como requeria a posição do marido, ou seja, quanto mais altiva e ornamentada estivesse a mulher e a casa, melhor era a posição social do marido.[02]

Apesar da época valorizar as mulheres que ficavam em casa zelando pelo lar e a família, algumas andaram na contramão dessa atitude. A educação feminina na época era diferenciada da masculina, pois existia uma premissa na consciência social que, caso fosse permitido que as mulheres estudassem além do necessário para serem boas mães e esposas, elas poderiam fazer mau uso do conhecimento que adquiriam. Inclusive havia currículos diferentes para meninos e meninas. Assim, uma das poucas possibilidades de profissão, senão a única da época, era tornar-se professora, cursando o magistério.[03] 

Além disso, a escolha entre a inserção no mercado de trabalho e a possibilidade de ser uma boa esposa e mãe eram vistas como incompatíveis nesse momento histórico.

Machado de Assis retratou em suas obras várias dessas mudanças que ocorreram no Brasil do século XIX. Especificamente no que se relaciona à questão das mulheres. O escritor retratou tanto personagens que cumpriam fielmente o esperado pela sociedade como outras que lutavam por mais independência. Era considerado um escritor que tinha como objetivo o público feminino, que escrevia para as mulheres. Por conta do ócio incentivado às mulheres da época, a leitura de romances era acompanhada fiel e essencialmente por esse público.  Toda a obra da primeira fase do escritor é destinada às questões familiares, já na segunda fase entram também os temas psicológicos.

Assim, Machado de Assis escreveu bastante sobre o mundo feminino.  Suas obras foram originalmente publicadas em revistas lidas principalmente pelas mulheres. A literatura, publicada em forma de capítulos era, na época, acompanhada como as novelas de hoje em dia. Suas personagens mulheres eram ora protagonistas, ora personagens centrais em suas tramas cujo espaço se delineava aos poucos durante a trama como acontece com Capitu de Dom Casmurro (1899)[04] ou Sofia em Quincas Borba (1891)[05].

O casamento, para as mulheres da época, era uma das únicas possibilidades de ascensão social ou, ao menos, de manutenção do status familiar. O casamento garantia a conquista da identidade da mulher que passava a ser reconhecida como pertencente à sociedade e ganhava algum respeito. A elas cabia essa função social: de preservar e/ou elevar esse status através de amizades e relações estabelecidas antes e após o casamento. Mulheres bem comportadas, bem casadas, admiradas, boas mães, exímias anfitriãs causavam boa imagem e, consequentemente, poderiam elevar o status familiar. Caso o comportamento das mulheres fosse diferente, o contrário também poderia ocorrer. Assim, embora a autoridade fosse masculina, as mulheres eram responsáveis pela imagem social dos homens como pais ou maridos.[06]

Considerada base moral da sociedade, a mulher de elite, a esposa e mãe de família burguesa deveria adotar regras castas no encontro sexual com o marido, vigiar a castidade das filhas, constituir uma descendência saudável e cuidar do comportamento da prole. [07] (D’INCAO, 2011, p. 230

O amor que as mulheres da época esperavam encontrar nos romances que liam era o amor romântico, impossível, platônico, já que, muitas vezes, o par conjugal era escolhido pelos pais, sem nenhum romance envolvido. A paixão acontecia fora dessas relações, como muitas vezes era retratado pelos autores da época. Machado de Assis traz essa realidade em algumas obras suas como, por exemplo, no romance Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) [08], onde um amor extraconjugal é vivido pelos personagens Virgília e Brás Cubas.

As mulheres nessa época eram vigiadas quando chegavam na fase em que podiam namorar e casar, de forma a impedir que pudessem prejudicar o contrato que seria realizado pelas famílias da mulher e do futuro marido. A virgindade era a garantia do sucesso do negócio firmado no casamento entre as famílias, já que quem casava não eram somente os noivos, mas as duas famílias e seus nomes. A autora comenta que, possivelmente, o afrouxamento da prisão imposta para a mulher quando na idade de casar, visto no decorrer do século, deve ter se devido ao fato de que as próprias mulheres, através da educação imposta na época, passaram a se vigiar, não havendo mais necessidade de uma vigília externa.[09]

O importante, então era manter as aparências, não permitir que situações que poderiam manchar o nome da família fossem lançadas à sociedade. Assim, era possível notar uma diferença substancial entre o comportamento em sociedade e o visto internamente nas casas, mais propriamente nas alcovas.

A família burguesa torna-se cada vez mais isolada da sociedade, já não se fazendo mais presente, como no início do século, o sentimento de comunidade. O controle da emoção é cada vez mais marcado nas pessoas da burguesia que, afinal, se instaura sob os moldes europeus. Mas, no final do século XIX, começam a surgir discursos com o tema da emancipação feminina e os jornais passam a trazer artigos a respeito, possibilitando um maior leque de ação para as mulheres da época.

Nos romances machadianos escritos a partir de 1882, as famílias são predominantemente urbanas e restritas ao marido, esposa e filhos. O triângulo amoroso tensiona as tramas. O sentimento amoroso restringe-se a marido e mulher, aos enamorados ou aos amantes e torna-se mais complexo, conflituoso e ambíguo. As próprias personagens, e não mais o destino, tornam-se irônicas, cínicas ou cruéis [...] As normas de comportamento tornam-se mais tolerantes, desde que se mantenham as aparências e o prestígio das boas famílias não fique abalado. [10] (D’INCAO, 2011, p. 238).

Machado de Assis retrata em diversas obras personagens que desafiam e colidem com a estrutura vigente. Seus romances, crônicas e contos trazem personagens mulheres que respondem ao esperado socialmente e outras, normalmente as personagens principais, que lutam de forma mais ou menos declarada contra a estratificação social entre homens e mulheres. Exemplos desse fato são as personagens Capitu em Dom Casmurro (1899)[11],Estela em Iaiá Garcia (1878)[12] e Sofia em Quincas Borba (1891)[13].[14]      

Assim, mais para o final do século XIX, época do lançamento da obra Dom Casmurro, as mulheres iniciam a conquista de algum espaço público e Machado expõe essa questão em seus personagens. Capitu, por exemplo, na citada obra, cuida das despesas da casa desde a morte da mãe, briga por seu amor por Bentinho e, no final da obra, pede a separação, sendo, portanto, um grande expoente dessa nova possibilidade de ser mulher no Brasil dessa época.

Machado de Assis possibilita voz às mulheres de sua criação através do poder silencioso que atribui a elas. Podemos perceber o poder oculto das mulheres retratadas nas obras machadianas como Dom Casmurro[15] e Memórias Póstumas de Brás Cubas[16]: elas conquistam o que desejam sem explicitar claramente o que querem. Personagens como Capitu e Sofia são multifacetadas, o que representa a impossibilidade dos homens de confiarem nas mulheres, uma visão masculina sobre o universo feminino. Elas encarnam o feminino não confiável que gera tanto medo nos homens.

A força da mulher vai se impondo sutilmente aos homens para que seus objetivos sejam alcançados. Essa mesma ideia perpassa o inconsciente humano até os dias de hoje: as mulheres são percebidas como detentoras de um poder inexplicável, possuidoras de uma magia que entranha nas pessoas com quem convive, como se as mulheres fossem sempre as responsáveis pela desgraça ou pela vitória dos homens ao seu redor. Essa é uma das formas que o arquétipo feminino se apresenta na sociedade.[17]

Ao pensarmos sobre os personagens homens que se apresentam nos livros de Machado de Assis, podemos perceber homens frágeis, sem grande estrutura psíquica.  Assim, podemos notar que a força psíquica, a estrutura da família e das relações se constitui através das mulheres, mas isso se apresenta na obra de forma muito sutil, ainda à parte da consciência, o mesmo lugar ocupado pelo feminino na época. A voz da mulher se exprime através da relação que ela consegue estabelecer com os homens ao seu redor.

Pode-se perceber, também, as consequências vivenciadas pelas personagens femininas nos livros publicados no século XIX. Exemplos não faltam nas obras literárias da época que imprime punições sofridas pelas personagens por conta de suas transgressões ao status quo social. Capitu, por exemplo, é punida com o silenciamento, não podendo se defender por ser retirada de cena na obra. [18]

Em Iaiá Garcia[19]fica claro que as mulheres da época que agissem de forma contrária ao esperado eram vistas como prostitutas, indecentes. Corroborando essa ideia há o fato de que, inclusive, existiam muitos artigos nos jornais da época que traziam essa alusão. Apesar de as personagens machadianas, em um primeiro momento, respeitarem o lugar reservado às mulheres da época, também possuem a possibilidade de transpor o estabelecido. Estela busca uma inserção no mercado de trabalho e consegue, tornando-se professora, uma das poucas profissões possíveis na época ao público feminino.

Essas situações mostram a maneira sutil, mas, ao mesmo tempo, marcante que Machado encontra de exprimir sua forma de entender questões importantes como a posição da mulher e a construção da sociedade em que vivia. Sua maneira de enxergar o contexto perpassa a história, através de comentários, de pequenas ironias, pequenos detalhes e marca o desenrolar da obra.

Machado consegue colocar em seu discurso questões que transcendem a visão tradicional e mostram espaços possíveis e não comuns de ação. Ela aponta a história de Sofia, personagem de Quincas Borba[20], que conquista sua independência através da criação de uma associação de caridade, outro possível espaço de inserção social para as mulheres da época. Mostra que Sofia expõe suas opiniões e discorda do marido; é vista como má e vingativa, mas é a personagem que conquista seus objetivos, sendo um exemplo de mulher que se distancia do modelo tradicional.

Assim, pode-se perceber que, na época, a conquista de seu próprio espaço social era vista como uma deturpação da sociedade, pressuposto que corrobora a ideia da mulher perigosa, não confiável. Ao mesmo tempo, é esse distanciamento do coletivo que permite às mulheres da época iniciarem a conquista de seu espaço.[21]

Machado de Assis narra suas histórias através de um homem, mas as mulheres são suas verdadeiras personagens principais. Elas são importantes e mais complexas do que os homens, possuem certa autonomia, apesar de agirem em função do masculino. Os narradores são homens, o que, podemos entender como uma “[...] artimanha de Machado em ficcionalizar o silêncio feminino”, conduzindo o leitor a enfrentar a posição do feminino na sociedade. “O gênero masculino, que é considerado padrão em nossa cultura, vai sendo substituído pelo feminino, numa inteligente crítica às normas determinantes.” [22]. Podemos entender essa artimanha machadiana como uma forma que o escritor encontrou de colocar sua crítica à sociedade da época.

3. Considerações Finais

Machado de Assis fala de uma sociedade em construção, em processo de transformação na época em que escreveu seus livros. Seus personagens abarcam brilhantemente o contexto histórico e social em que suas obras se inserem. Ao mesmo tempo, Machado fala de questões humanas comuns a qualquer tempo histórico o que torna suas obras atemporais.

Essa junção de tempos passado e presente faz com que as pessoas possam observar aspectos congruentes e dissonantes nas diferentes épocas históricas. Pode-se perceber que a conquista de espaço e de autonomia feminina se iniciou no século XIX de forma mais contundente, porém, também é importante frisar que alguns desses espaços ainda estão no processo de fortalecimento social.

Capitu, exilada no final de Dom Casmurro[23], é uma personagem que retrata o silenciamento imposto ao feminino na época, mas será que hoje já ultrapassamos essa questão? Os aspectos do feminino que não podem ser assimilados pela consciência impedem uma expressão verdadeira de quem se é nas mulheres e impede um contato com esse aspecto interno nos homens. É algo danoso a toda a sociedade, independente do gênero. Algo a se pensar.

A literatura, bem como outras formas de arte, retrata a época histórica em que se insere ao mesmo tempo que fala de aspectos humanos arquetípicos, ou seja, comuns a qualquer época histórica por fazer parte da natureza humana. É assim, com a riqueza do olhar literário que pudemos vislumbrar um pouco do início do processo de conquista de espaço social realizado pelas mulheres do século XIX. A proximidade com textos machadianos nos faz refletir sobre situações ocorridas no passado, mas também nos faz refletir sobre nosso momento atual e quais mudanças já puderam ou não ser operadas em nossa cultura.

Sobre o Autor:

Lilian Garcia de Paula Cintra - Mestre em Psicologia Clínica Junguiana pela Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC SP) e psicóloga clínica.

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