O Desenvolvimento da Linguagem nos Surdos

1 1 1 1 1 Avaliações 0.00 (0 Avaliações)
(Tempo de leitura: 8 - 16 minutos)

Resumo: Este artigo faz uma interlocução entre à linguagem e sua eminente importância sobre o pensamento humano, discorrendo sobre sua fundamentação nos processos construtivo do pensamento intelectual do deficiente auditivo. Foram apuradas informações sobre a surdez nas suas especificidades: surdez leve, surdez moderada, surdez severa e a surdez profunda. Junto a isso, desmistifica a forma de pensamento do senso comum sobre as limitações dos surdos, trazendo dados que possibilitem uma reflexão sobre a importância da interligação do oralismo e a língua de sinais, na construção do desenvolvimento da linguagem nos surdos e a importância da inclusão dos mesmos no âmbito social.

Palavras-chave: Linguagem, Capacidade, Comunicação.

1. Introdução

A linguagem é concebida como um fenômeno psicológico que envolve a atividade de significação e atribuição de valor semiótico aos objetos do mundo físico e simbólico; é um processo que se desenvolve no plano das interações sociais. A língua, por sua vez, é uma determinada parte da linguagem; é um conjunto de convenções compartilhado socialmente. Partindo desta distinção entre “linguagem” e “língua”, compreende-se que a criança ouvinte, desde seu nascimento, é exposta à língua oral, a qual irá propiciar as trocas comunicativas, a interação social e o desenvolvimento da cognição. No caso da criança surda, esse processo pode ser efetivado mediante a aquisição da língua de sinais [01], que constitui a língua natural dos surdos, na qual prevalece o campo gesto-visual, em detrimento do oral-auditivo.

O presente trabalho tem como objetivo discutir sobre aspectos importantes da relação entre a aquisição da língua de sinais e o desenvolvimento da linguagem em surdos. Para fundamentar a discussão proposta, foi realizada uma revisão de literatura, ancorada numa perspectiva sócio-histórica de linguagem, considerando questões referentes à importância da língua de sinais para o desenvolvimento linguístico, cognitivo e social do surdo.

Vigotsky em sua abordagem sócio-histórica buscou compreender os processos de desenvolvimento do pensamento do homem e a origem do funcionamento de ordem superior, interessou-se especificamente em compreender os mecanismos psicológicos mais sofisticados, mais complexos, que são típicos do ser humano, além do pensamento e da linguagem, também estão envolvidas: percepção, atenção, imaginação, memória, cognição e consciência (ARAUJO; LACERDA, 2010).

O pensamento subjacente a linguagem andam agrupados e constroem uma cadeia de símbolos que dão origem aos significantes e significados, quanto internos: sensações, sentimentos e opiniões, tanto externos, onde, simbolizamos os objetos reais: cadeiras, lápis, escola e etc. Esses sistemas de códigos linguísticos são essenciais para expressão e comunicação.

A linguagem, particularmente na sua forma verbal, é uma atividade especificamente humana, talvez a mais característica de nossas atividades mentais. É o principal instrumento de comunicação dos seres humanos. Além disso, é fundamental na elaboração e na expressão do pensamento (DALGALARRONDO, 2008, p. 234).

O percurso do desenvolvimento da associação entre pensamento e linguagem é atribuído primeiramente da nossa necessidade de interação, principalmente, durante o trabalho, atividade especificamente humana, mas, antes de adquirir o pensamento intelectual formado o homem precisa ter também certas capacidades orgânicas já desenvolvidas, ou seja, quando criança, o homem ainda está em preparação fisiológica (maturação) para uso ulterior do sistema de interação objetiva refletida na comunicação (OLIVEIRA, 1995).

 O processo de maturação é um processo gradual e crucial para o desenvolvimento e maturidade do pensamento intelectual e que o conhecimento é produzido a partir da ação do indivíduo com o meio em que se vive (FONTES, 2007). Só se constitui conhecimento de algo com a estruturação de experiências que lhe permite atribuir significação, onde o indivíduo, ainda quando criança, vai amadurecendo gradualmente suas estruturas fisiológicas e psicológicas, concomitante adquirindo novas capacidades e habilidades como a linguagem verbal ou gesticulada (CAVICCHIA, S/D).

Esse processo que envolve a imanência do pensamento e linguagem acontece simultaneamente de acordo com as práticas estabelecidas pelo meio, e é pertinente para o desenvolvimento da interação intersubjetiva, ou seja, a linguagem como um produto é fundamental para identificação e organização do sistema endógeno e exógeno do homem, sua aquisição é primordial à socialização do indivíduo. É importante complementar nessa transição de conhecimento e ressalvar a divergência entre as palavras: “língua” e “linguagem”, onde: a língua em si é somente uma parte determinada; ela é um produto social da faculdade de linguagem, ou seja, ela é um conjunto de convenções necessárias para uma interação mais precisa de uma determinada sociedade. Já a linguagem é tida como tudo que envolve uma significação, e é a partir dela que o pensamento é constituído (DIZEU; CAPORALI, 2005).

A relação entre pensamento e a palavra é um processo, que passa por transformações, podendo ser tomada como um desenvolvimento, no sentido funcional. O pensamento passa a existir por meio das palavras e não é apenas expresso por elas, ou seja, cada pensamento se move, amadurece e se desenvolve, desempenha uma função, soluciona um problema (RODRIGUERO, 2000 apud VIGOTSKY 1989, p. 107).

No que se refere à audição como um dos importantes fatores para a aquisição da linguagem, habilidades cognitivas e interação; o homem sem ela tem suas capacidades delimitadas, porém, existem outras formas para que o surdo obtenha um bom desenvolvimento intelectual. Na realidade “a surdez não torna a pessoa com menos possibilidades ou impossibilitada, mas com possibilidades diferentes” (RODRIGUERO, 2000, p.1). A forma mais conhecida de comunicação dos surdos [02] é a língua de sinais que vem, há muitas décadas, tomando discussões em várias áreas do desenvolvimento humano. A medicina, a fonoaudiologia, a psicologia e a linguística entre outras, debruçam-se sobre esses assuntos para responder a inúmeras questões do desenvolvimento intelectual dos surdos (OLIVEIRA, 1995).

No caso do surdo a aquisição da linguagem, quando ainda em desenvolvimento, não modifica suas funções mentais superiores; a linguagem que ele obtém dá uma forma definida ao pensamento possibilitando o aparecimento da imaginação, uso de memória e planejamento de ação (ARAÚJO; LACERDA, 2010).  A verbalização é um instrumento orálico que proporciona praticidade mediadora para uma comunicação mais prática, porém, existem outras formas de comunicação sem usar a fala. A língua de sinais, assim como a verbal propicia a comunicação e praticidade para qualquer que seja o objetivo do indivíduo e da comunidade em que se vive; sendo que a linguagem verbal como legítima, no sentido transcultural, muitas vezes não dá espaço para outras formas de comunicação.

A bilíngue é uma abordagem de modelo educacional com aspectos sócioantropológico, que surge com a emergência da exposição da criança à língua de sinais, identificando-a como sua língua “natural”; a criança surda passará a aprender a língua da sua comunidade ouvinte, mas terá como oriunda a linguagem de sinais.  A língua de sinais traz consigo significados específicos, onde cada grupo tem sua forma de significação e interação, a linguística enfatiza o debate que refere-se à vinculação entre formação de linguagem, subjetividade, identidade e do desenvolvimento em sociedade.

2. Sobre Surdez

A deficiência auditiva é caracterizada por um tipo de ausência sensorial, ela é discriminada por uma reação diante de um estimulo sonoro. A surdez é, portanto, caracterizada pela sintomática da perda auditiva, maior ou menor, da percepção anormal dos sons, havendo vários tipos de falhas auditivas, em geral são classificadas de acordo com o grau da perda auditiva, a mesma avaliada pela intensidade do som, medida em decibéis (Db), que são intensidades dos sons capitados pelos ouvidos (DESSEN; BRITO 1997).

O grau de intensidade da perda auditiva é possivelmente a dimensão que tem maior influência no desenvolvimento das crianças surdas, não somente nas habilidades linguísticas, mas também nas cognitivas, sociais e educacionais. A ausência da função auditiva acarreta uma modificação na organização neurológica do indivíduo, podendo desencadear um bloqueio no fluxo das mensagens e consequentemente interferir na comunicação.

3. Pontos de Vista Médico

Surdez periférica ou leve: É caracterizada por crianças que tendem a ser mais sociáveis e por terem assaz interesse comunicativo. Nesse tipo de surdez é perceptível que haja pouca falhas na captação sonora, ausência consistente de respostas auditivas e mais facilidade na interação. No ponto de vista pedagógico, mostra um bom aproveitamento com o uso do aparelho de amplificação sonora individual (AASI), uma vez que ele substitui o amplificador natural da cóclea (CCE) executa bom prognostico para aquisição da linguagem oral, desde que o diagnóstico e atendimento especializado sejam iniciados em tempo (SENNEY, 2007). 

A perda auditiva é de até quarenta decibéis, é a menos grave; sua delimitação não impede que o indivíduo perceba linguagem oral, embora possa ter pequenas falhas articulatórias que tangem a comunicação e dificuldades na manipulação da escrita (ARAUJO: LACERDA, 2010).

Surdez moderada: Esta é caracterizada por dificuldades maiores em compreender frases e em geral o indivíduo identifica apenas as palavras mais significativas. Sua compreensão verbal está intimamente ligada a sua aptidão individual para percepção visual.  Esse tipo de perda auditiva está comprometida cerca de quarenta a setenta decibéis (ARAUJO; LACERDA, 2010). Ou seja, há um comprometimento maior na captação auditiva.

Surdez severa: Nesse caso mais grave, a compreensão verbal dependerá, principalmente, das habilidades que o surdo tem para percepção visual e para observar o contexto das situações cotidianas.  A perda auditiva está entre setenta a noventa decibéis; este tipo de perda auditiva compromete quase toda capacidade de ouvir, apenas, permite que o indivíduo perceba sons fortes e conhecidos, chegando a atingir a idade de quatro a cinco anos sem aprender a falar (DESSEN; BRITO, 1997).

No que se pensa o senso comum, que o surdo é mudo, não significa exatamente isso, a verdade é que a falta de informação os fazem pensar que eles também têm problemas na fala, porém, não existe nenhum comprometimento nas cordas vocais e nem em suas regiões; o problema é que no decorrer da infância a maioria dos pais e familiares ao identificarem o problema não procuram profissionais especializados para obterem os cuidados e informações precisas para lidar com o seu desenvolvimento. Lamentavelmente muitos só têm ajuda tarde.

Já que o funcionamento do pensamento é exercido por sistemas complexos e neles estão envolvidas várias estruturas fisiológicas e psicológicas não podemos negar que, entre esses sistemas a audição, e linguagem juntos servem como ferramenta crucial para sua aptidão intelectual. Numa sociedade na qual a linguagem oral predomina por excelência, por consequência, caberá aos que vivem em seu meio se adaptarem a sua forma de comunicação, independentemente de suas capacidades (DIZEU: CAPORALI, 2005).

No entanto, será através do oralismo que o surdo também, quando criança, terá acesso à interação, mesmo que captada de forma fragmentada, devido a suas dificuldades áudio-sensoriais, ele próprio, ao ser afervorado pelo meio tentará alcançar o máximo possível desempenho em relação à língua orálica.

Surdez profunda ou central: É caracterizada por alterações do funcionamento auditivo e dificuldades para aquisição da linguagem bastantes severos decorrente ao comprometimento das vias auditivas do tronco cerebral (SENNEY, et al, 2007). A perda auditiva é superior a noventa decibéis, ou seja, ela impede totalmente que o indivíduo perceba e identifique a voz humana, ele é impossibilitando de adquirir a linguagem oral (DESSEN; BRITO, 1997). Neste caso, mesmo que o indivíduo seja submetido a orientações, onde o leva a obter excelentes resultados na interação, ele não terá a possibilidade de falar, mesmo não tendo nenhum problema nas cordas vocais, por não conseguir ouvir e decodificar as palavras verbalizadas. Deixando como observação: É apenas nesse tipo de audiopatia que o mudo não consegue verbalizar (ARAUJO: LACERDA, 2010).

A comunicação da pessoa surda é feita, basicamente, por sinais. Pesquisadores interessados na área de neurolinguística e neuropsicologia afirmam que o surdo tem todas as condições para o desenvolvimento cognitivo e intelectual, ou seja, embora não haja o intercambio orálico entre eles, isso não os descapacitam de viverem normalmente em sociedade. Nader (2011) afirma que é preciso existir políticas linguísticas educacionais que garantam a língua o quanto antes para obtenção de emergência no seu engajamento ao âmbito social:

Um dos depoimentos registrados por ela diz o seguinte “depois que aprendi a língua de sinais, percebi que eu podia ter o meu próprio pensamento”. Descreve uma entrevistada. “Ela quer dizer que não precisa mais só repetir pensamentos, ideais, criatividade. A dissertação me permitiu fazer este tipo de reflexão e ver a gravidade e as implicações de uma pessoa não ter uma língua (NADER, 2011) [03].

A educação bilíngue traz consigo várias possibilidades. O primeiro passo para que o indivíduo possa estar no mundo da linguagem é oferecer a ele a garantia de sua consciência como sujeito social e dos seus direitos como cidadão, tendo acesso a cultura, e até de fazer parte de um grupo linguístico entre outros. A educação bilíngue traz consigo várias possibilidades. É a partir do momento que o sujeito surdo começa a ter participação integral entre o oralismo e a LIBRAS, língua de sinais Brasileira, tornando-se bilíngue, estará sendo capacitado ulteriormente, como qualquer sujeito, interagindo diretamente com o meio de forma totalmente individualizada, sem a dependência de um responsável.

Quando a língua de sinais é adquirida aos primeiros anos de vida fornece a criança surda um desenvolvimento pleno como sujeito, garantindo uma boa abstração simbólica, graças à plasticidade do cérebro [04], que ainda está em desenvolvimento quando criança, porém quando essa aquisição é tardia o surdo encontra algumas dificuldades, tanto cerebral, tanto psíquica, não que seja impossível a sua desenvoltura na aprendizagem, mas suas estruturas neuropsíquicas estarão sedimentadas devido à falta de atividades nas regiões cerebrais responsáveis pela linguagem (DALGALARRONDO, 2008).

Caso o surdo não tenha uma didática pedagógica digna e inclusão social para estar utilizando os códigos linguísticos arbitrários ele terá dificuldades no desenvolvimento de sua linguagem, de evocar o seu passado e compreender textos complexos. Embora a audição seja de grande importância para o desenvolvimento humano, principalmente nos processos que envolvem pensamento intelectual e da linguagem, o surdo não deixa de ter outras maneiras de viver em sociedade sem objeções com a comunicação.

4. Considerações Finais

As atividades psicológicas mais sofisticadas são frutos de um processo de desenvolvimento que envolve a interação organismo individual com o meio físico e social em que vive, a aquisição da linguagem definirá um salto qualitativo no desenvolvimento do ser humano (OLIVEIRA,1995). Embora o surdo tenha uma limitação de estimulo sensorial (audição) que implica na sua desenvoltura orálica, existem sistemas de linguagem que permite com que ele se comunique diretamente, sem que haja dificuldades de interação.

 Como visto na presente pesquisa, especialistas da área afirmam que os surdos têm o mesmo potencial de desenvolvimento que as crianças ouvintes. Embora não haja o intercâmbio oral, a surdez não incapacita cognitivamente o sujeito. Com base nesta perspectiva, tais profissionais defendem que é necessário construir ações políticas que garantam e valorizem a língua de sinais nos diversos contextos sociais, tendo em vista que a aquisição desta língua nos primeiros anos de vida pela criança surda favorece o processo de significação do mundo e o seu desenvolvimento cognitivo e sociocultural. Por tanto quanto mais cedo o surdo for inserido no meio interativo, onde principiam nas suas relações primárias, com seus familiares, eles terão mais facilidade ao acesso comunicativo e a construção de símbolos e significados, para que ele possa desenvolver essas habilidades não basta apenas permitir que use a uma língua, é preciso também promover a interação com sua cultura, para que se identifique e possa utilizar efetivamente a língua de sinais (DIZEU; CAPORALI, 2005).

Diante do exposto, conclui-se que a língua de sinais assume um papel expressivo na vida do sujeito surdo. A referida língua propicia à criança surda a interação com o outro, a troca comunicativa, a elaboração do pensamento, a expressão de ideias e sentimentos, o planejamento das ações, o conhecimento do mundo físico e simbólico. Assim sendo, compreende-se que a língua de sinais exerce para os surdos as mesmas funções que a língua oral exerce para os ouvintes, conduzindo-o ao desenvolvimento pleno.

Sobre os Autores:

José Cleber Leandro Duarte - Graduando em Psicologia pelas Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão (FAINTVISA, 2015).

Referências:

ARAÚJO, C. C.; LACERDA, C. B. F. Linguagem E Desenho No Desenvolvimento Da Criança Surda: Implicações Históricos-Culturais. Vol. 15, n°. 4. Maringá: Scielo – Psicologia em estudo, 2010. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/pe/v15n4/v15n4a04.pdf > Acessado em: 03/09/2014.

CAVICCHIA, D. C. O Desenvolvimento Da Criança Nos Primeiros Anos De Vida. UNESP- Araraquara, (S/D). Disponível em: <http://www.acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/224/1/01d11t01.pdf>. Acessado em: 29/09/2014.

DALGALARRONDO, P. Psicologia E Semiologia Dos Transtornos Mentais. 2° ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.

DESSEN, M. A.; BRITO, A. M. W. Reflexões Sobre A Deficiência Auditiva E O Atendimento Institucional De Crianças No Brasil. Scielo- Paidéia. n.12-13 Ribeirão Preto, 1997. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-863X1997000100009> Acessado em: 03/09/2014.

DIZEU, L. C. T. B.; CAPORALLI, S.A. A língua de sinais constituindo o surdo como sujeito. Scielo- Vol. 26. N°91. Campinas. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/es/v26n91/a14v2691.pdf> Acessado em: 28/09/2014.

FONTES, M. A Formação Social Da Mente: O Desenvolvimento Dos Processos Psicológicos Superiores. 7° Ed. São Paulo, ed. Selo Martins, 2007.

NADER, J. N. V.; PINTO, R. C. N. Aquisição Tardia De Uma Língua E Seus Efeitos Sobre O Desenvolvimento Cognitivo Dos Surdos. Jornal Da Unicamp, N° 499, 2011. Disponível em: http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/junho2011/ju499_pag11.php> acessado em 28/09/2014.

OLIVEIRA, M. K. Vygotsky: Aprendizado E Desenvolvimento Um Processo Socio-Histórico. Scipione. Ed. 2°. São Paulo, 1995.

RODRIGUEIRO, C. R. B. O desenvolvimento da linguagem e a educação do surdo. Scielo- Maringá, 2000. Disponível em <http://www.scielo.br/pdf/pe/v5n2/v5n2a08> Acessado em: 29/09/2014.

Curso online de

TCC - Terapia Cognitivo-Comportamental: Principais Fundamentos

 TCC - Terapia Cognitivo-Comportamental: Principais Fundamentos

Aprofunde seus conhecimentos e melhore seu currículo

Carga horária:  20 Horas

Recém Revisados