O Processo de Coaching como Método de Desenvolvimento Profissional

O Processo de Coaching como Método de Desenvolvimento Profissional
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Resumo: O coaching pode ser entendido como um processo de construção criativa e introspectiva que utiliza várias técnicas e recursos das ciências do comportamento a fim de maximizar a percepção do indivíduo frente as suas principais demandas. Neste estudo objetivou-se entender a utilização do processo de coaching como ferramenta para o desenvolvimento profissional e pessoal, propor uma reflexão sobre o papel do coach e analisar as principais contribuições dessa área para alavancar as potencialidades do indivíduo. Numa visão global dos estudos, os resultados sugerem que os sujeitos submetidos a tal processo podem organizar melhor suas ideias e traçar objetivos com mais precisão, contribuindo para o seu crescimento com responsabilidade e foco em seu futuro. É possível concluir a partir dessa produção científica que essa revisão bibliográfica melhora o entendimento, aplicabilidade e funcionalidade do coaching no desenvolvimento das competências comportamentais, psicológicas e emocionais.

Palavras-chave: Coaching, Potencial Pessoal, Potencial profissional, Ciências do Comportamento.

Introdução

O coaching se caracteriza como um processo no qual o coach (profissional) e coachee (pessoa que passa pelo processo de coaching), identificam objetivos, e estabelecem metas e pontos que podem indicar o sucesso. Esse processo é realizado a partir da utilização de técnicas, recursos e ferramentas de várias ciências, que funcionam diretamente em ciências do comportamento (psicologia, sociologia, neurociências, programações neurolinguísticas -PNL) e de ferramentas da administração de empresas, gestão de recursos humanos, planejamento estratégico, dentre outros.

Nesse sentido, o coach, através de suas técnicas e habilidades, visa produzir mudanças significativas e duradouras na vida do sujeito, que pode ser conduzida de modo individual ou coletivo, com o intuito de contribuir para que o indivíduo visualize as suas potencialidades, bem como maximize seu potencial criativo e seus sonhos.

Desse modo, o processo de coaching pode ser entendido como uma sistemática que pretende atingir as seguintes demandas: solucionar problemas, desenvolver novas habilidades e atingir metas específicas. Via de regra, é um processo de aprendizagem e desenvolvimento de habilidades comportamentais, psicológicas e emocionais voltadas para a conquista de objetivos e a obtenção de resultados planejados.

Assim, o foco do processo de coaching se concentra no futuro, não se aprofundando nas causas dos problemas que seu cliente enfrenta, mas nos sonhos a serem conquistados. Durante esse percurso, coach e coachee traçam metas juntos, com base em uma análise comportamental. Nesse sentido, é possível ativar, na primeira sessão de coaching, os objetivos mais adequados com o perfil do indivíduo, bem como estabelecer um plano de acompanhamento para as próximas sessões.

Um dos pontos trabalhados nesse processo é obter resultados reais e mensuráveis, sendo necessário o comprometimento do coachee, que vai agir na busca de atingir um resultado desejável. Assim, um dos objetivos do processo de coaching é trabalhar para que um cliente desenvolva conhecimentos, habilidades e atitudes, para que assim possa ser a pessoa capaz de fazer para ter seu estado que deseja e com condições para mantê-lo.

Desenvolvimento

O Processo de Coaching como Ferramenta para o Desenvolvimento Profissional

Diante das constantes transformações sociais e do processo de globalização, as estratégias organizacionais sofreram profundos impactos, tendo que se adequar aos novos contextos sócio-econômicos, políticos e tecnológicos. Nesse aspecto, surgem novas formas de qualificar determinados grupos para exercer funções específicas, e melhorar a qualidade de trabalho, surgindo assim, o coaching.

O coaching tem sido utilizado mundialmente em programas de melhoria pessoal e adotado por companhias que buscam incentivar o aumento do desempenho de seus líderes e das equipes envolvidas em programas e projetos em geral, por intermédio de novas atitudes, hábitos e comportamentos (LEITE, 2009).

Coaching, muitas vezes confundido com o termo coach, é uma palavra em inglês, origina-se de uma antiga palavra anglo-saxônica, ambas de mesmo significado, “carruagem”, e origem comum. Na Hungria medieval, numa cidade chamada Kocs, onde as carruagens paravam a caminho da Europa central, começaram a fabricar um tipo elegante e confortável de veículos de tração animal com suspensão de molas de aço denominado “kocsi szeker”. Com o tempo, essas “kocsi” passaram a ser chamadas como o nome da cidade, Kocs, além de tornarem-se a maneira mais elegante e rápida para se deslocar de um ponto a outro (LAGES; O’CONNOR, 2010).

Para Clutterbuck (2008) o relacionamento do coaching é formal e apresenta alguns pontos comuns: desenvolver o insight pessoal (ou grupal); favorecer desempenho relacionado a metas específicas; apoiar e encorajar iniciativas; experimentar novos comportamentos, colocando-os em prática no processo de coaching; usar eficientemente a capacidade de questionar ou interrogar; indicar uma direção de crescimento pessoal.

O principal propósito do coaching é possibilitar o surgimento sobre o que há de melhor nas pessoas, bem como suas potencialidades, sobretudo despertar o que faz mais sentido na vida de uma pessoa. Ao longo de sua criação, pode-se verificar que o primeiro uso dessa palavra inglesa teve o sentido específico de uma carruagem, o que pressuponha “transportar uma pessoa valiosa de onde ela está para onde ela quer ir”. Atualmente, essa nomenclatura faz referência a técnico ou treinador de profissionais que ajudam a despertar tomada de consciência nos sujeitos, no que tange a seus objetivos, metas, interesses, entre outros.

Ser um coach significa ser um profissional qualificado a ajudar uma pessoa a expandir suas competências, levando-o de um posicionamento a outro, sustentado por seus princípios e valores, enquanto a expressão coaching é utilizada para designar esse processo de ajuda. A utilização do coaching como forma de desenvolvimento dos executivos é mais uma evolução do conceito que tem se ampliado através dos anos (MILARE, 2007).

O coaching não tem respostas prontas, mas perguntas que serão formuladas para resgatar os valores, a missão e a visão do indivíduo. As pessoas e seus conhecimentos são fundamentais para a empresa. Se esta não contar com profissionais motivados, treinados e qualificados, perde seu propósito e sua eficiência (ROSINI, 2003).

Desse modo, o processo de coaching no contexto profissional visa despertar o autoconhecimento, para que o sujeito se perceba, reavalie seus modos de atuação, reconfigure seus fazeres, quebre os paradigmas estabelecidos ao longo da vida e reconheçam as limitações que afetam o contexto do trabalho. Para que assim se coloque numa postura mais ativa e coerente no contexto laboral.

O Coaching de Carreira ajuda o coachee avaliar onde está sua carreira e para onde ela vai. Os autores relatam que “enquanto as empresas querem usar coaching para desenvolver líderes, os líderes também veem o coaching como uma ferramenta para ressaltar suas carreiras individuais” (UNDERHILL, MC ANALLY, KORIATH, 2010, p. 42).

Nessa linha de pensamento, identifica-se que esse é um processo de crescimento de mão dupla, que retroalimenta todo sistema, tanto o indivíduo que se submete ao processo, como também o contexto organizacional que o mesmo encontra-se inserido, visto que este poderá utilizar seus recursos para desenvolver um trabalho de alta performance.

A escolha de um coach capacitado para exercer essa função é o principal cuidado a ser tomado ao iniciar um programa de coaching. A condução de programas de desenvolvimento desse tipo deve ser realizada por profissionais com forte base e formação humanista para entender de relações interpessoais, grupais, ter vivência organizacional e institucional diversificada. Um profissional sênior garantirá que será ouvido pelo participante (recomenda-se já ter exercido cargo de comando de mesmo nível ou superior aos de seus clientes) e seu histórico profissional e pessoal assegurará credibilidade e confiança em processos sigilosos e delicados (MILARÉ, 2007).

Kilburg (2000) afirma que os coaches são indicados normalmente pelo profissional da área de recursos humanos das organizações, pelo superior ou por um amigo e lista os três principais critérios de escolha: confiança, reputação sólida e empatia. Sugere a seleção de coaches pela experiência anterior em acompanhar feedbacks 360 graus, conhecimento de ambiente corporativo e habilidade em confrontar e mesmo assim ser suportivo, mantendo a confidencialidade.

A essência do coaching é ajudar o indivíduo a resolver seus problemas e a transformar o que aprendeu em resultados positivos para si e para a equipe a qual lidera. Dessa forma, seu aprendizado é ampliado para seu grupo de trabalho e, daí, para a coletividade organizacional (O’NEIL, 2001).

Nesse aspecto, acredita-se que o processo de coaching poderá ser uma ferramenta ponte para o desenvolvimento profissional na atualidade, pois auxiliará diretamente nas práticas corporativas como um suporte importante para o surgimento de bons resultados e um retorno positivo para a sociedade na forma de serviços eficientes.

O Processo de Coaching e suas Contribuições para o Desenvolvimento Pessoal do Indivíduo

Entendendo-se, pois, o coaching como um processo semelhante às psicoterapias, na medida em que supõe mudanças em padrões de comportamento e de atitudes, é necessário abordar também as vertentes implicadas na mudança (MILARE, 2007).

Porém, Segundo Pimenta (2011) o coaching não se confunde com terapia, embora exista alguma sobreposição entre as duas abordagens, como construções teóricas similares, confidencialidade, relacionamento praticante-cliente etc. Enquanto na terapia o foco é tipicamente retrospectivo, relacionamentos anteriores, problemas e padrões de comportamento, no coaching as recordações não compõem o seu principal eixo, pois o processo se dá com foco no presente e no futuro, buscando a desvelar as possibilidades presentes e tendo em vista despertar a consciência para a ação. Durante as sessões de coaching, embora os afetos atravessem a linguagem do cliente, as dificuldades de ordem emocional, traumas, angústias e sofrimentos não são abordados, mas recomendados para um processo terapêutico com outro profissional.

Segundo Koppe (2015) felicidade, realização e satisfação profissional estão alinhadas com fazer o que se gosta. Olhar para dentro de si e entender as próprias motivações, habilidades e limitações, e analisar se estas estão coerentes com os objetivos de vida pessoal e profissional é o primeiro fundamento associado ao processo de coaching.

Com base nesse pensamento, entende-se que o coach deve despertar no coachee um desejo para a mudança, e que esta esteja coerente com o projeto de vida desse sujeito. O foco, o planejamento e a ação são essenciais para o desenvolvimento de uma melhoria contínua e no alcance de bons resultados.

Desse modo, reitera-se que o processo de coaching refere-se ao relacionamento no qual o coach compromete-se a apoiar e ajudar o coachee para que possa atingir determinado resultado ou seguir determinado caminho (CHIAVENATO, 2002).

Combinado as qualidades pessoais do indivíduo com as características profissionais, o desenvolvimento de um profissional capacitado é de longo prazo. Em certos casos o profissional não possui preparação segura o suficiente para deliberar diante de algumas situações afetando negativamente em seu progresso na organização. Diante desse problema é importante construir uma mentalidade crítica e reflexiva com o objetivo de que esse indivíduo possa agir de maneira determinada, sólida e ética (ARAÚJO; ALMEIDA, 2017).

Segundo Marques (2012), os pilares essenciais do processo de coaching são:

  • ser humano: o coach entende e se especializa a respeito de tudo o que se refere ao ser humano e ao processo de mudança e aumento de performance, tornando-se modelo e exemplo para aqueles que almejam alcançar o sucesso;
  • metodologia: o processo de coaching baseia-se em metodologias, processos e pensamento sistêmico;
  • técnicas e ferramentas: o processo de coaching se sustenta pelo uso de técnicas e ferramentas que potencializam os resultados dos clientes de forma efetiva e profissional. Busca atualização contínua em sua formação, de modo a acompanhar as técnicas comprovadas cientificamente e que apresentem resultados efetivos na prática;
  • competências: o sucesso do processo de coaching depende do desenvolvimento de um perfil com determinadas habilidades e competências que irão nortear suas ações de forma ética.

A possibilidade de transformação através da prática do coaching é fundamental. A partir de uma auto-análise e direcionamento de esforços, os sujeitos devem estar movidos a evolução contínua. Esse contexto de mudança significa a peça chave que irá transpor comportamentos antigos e dar espaço a novos posicionamentos e atitudes.

Com relação à popularidade do coaching, o Relatório Anual de 2013 da International Coach Federation indica que nesse mesmo ano a organização já contava com 22.701 membros associados espalhados pelo mundo (International Coach Federation, 2013). Há também organizações sem fins lucrativos com o objetivo de desenvolver o coaching tanto no âmbito prático quanto no ensino, tais como a International Coach Federation (ICF) nos Estados Unidos, além do European Mentoring and Coaching Council (EMCC), da The Association for Coaching (AC) e da International Coaching Community (ICC), estes últimos na Inglaterra (OLIVEIRA, 2018).

Esses dados mostram que a área tem crescido de forma considerável e a possibilidade de serviços e processos de coaching nas mais diversas áreas estão sendo ofertados para a população, o que promove um aquecimento no mercado e amplia os diversos caminhos que podem ser procurados pelas pessoas com o intuito de melhoria contínua.

Com relação à expansão nacional, foi realizado um levantamento pelo jornal Folha de S. Paulo (2011) com as maiores organizações certificadoras de profissionais coaches do país, a saber: Associação Brasileira de Coaching Executivo e Empresarial, Sociedade Brasileira de Coaching e Sociedade Latino-Americana de Coaching. Neste levantamento foi constatado que entre os anos de 2005 e 2011, o número de profissionais certificados cresceu de 752 para 2.310, ou seja, um crescimento de 207%. 370 Psicologia: Ciência e Profissão Abr/Jun. 2018 v. 38 n°2, 363-377. Esses dados corroboram a premissa de que a prática e comercialização do coaching cresceram consideravelmente também no Brasil (OLIVEIRA, 2018).

O coaching assenta numa perspectiva de desenvolvimento de dentro para fora, onde é estimulado o sistema neurológico da pessoa para que, consciente ou inconscientemente, ele aja de forma motivada em direção ao seu objetivo. Dito de outra forma, é colocar os recursos da própria pessoa a serem utilizadas na sua plenitude, o que se consegue com o processo de acompanhamento que tem como base a programação neurolinguística e a psicologia positiva, alicerçados no paradigma da pessoa integral, que considera as pessoas como portadoras de necessidades, pensamentos, sentimentos, crenças, princípios e valores individuais e únicos (TEMBE s/d apud PERCIA et al., 2012).

Nesse sentido, a proposta do coaching pode gerar impactos significativos na vida de um sujeito, bem como em sua evolução enquanto ser humano, pois lança mão de várias técnicas que contemplam o sujeito em diversas áreas de sua vida. Portanto, a nível de crescimento pessoal essa é uma modalidade essencial na contemporaneidade. 

Resultados e Discussão 

Segundo Macmillan (2015) o processo de coaching deve iniciar pela consciência da capacidade de reformular a comunicação entre as pessoas. Para este autor, ao reformular a comunicação o pensamento transforma-se e movimenta-se para além das suposições e crenças existentes. Para algumas pessoas, isso poderá vir como mais facilidade do que para outros. É uma abordagem aprendida, exigindo prática e repetição, também requer consciência de atitudes, reações e uma nova percepção do que é necessário fazer para mudar.

Um dos benefícios do coaching é o aumento do desempenho conforme a melhoria da performance pessoal se converte em melhoria do desempenho dentro da empresa. Felizmente as pessoas se desempenham melhor quando agem em harmonia com o seu verdadeiro íntimo, e é a percepção desse fato que dá margem a uma real oportunidade de um desfecho em que ambos vencem (GOLDSMITH; LYONS; FREAS, 2003).

Nessa perspectiva, Segundo Motter Junior (2012), os benefícios do processo de coaching estão relacionados ao desenvolvimento da relação entre o coach e o coachee, que deve ser benéfica, produtiva e estimular a reflexão, com o máximo de equilíbrio possível entre o problema objetivo e o ganho-pessoal. E percorrer o caminho para alcançar a transformação do indivíduo, e, atingir as metas da organização.

Com o advento desse movimento, diversas melhorias no campo profissional e pessoal puderam ser alcançadas, bem como paralelo a essas melhorias surgiram novos olhares e posturas acerca do desenvolvimento humano que pode ser potencializado, sobretudo com os sujeitos submetidos a tal processo em que conseguem organizar melhor suas ideias e traçar objetivos com mais precisão, contribuindo, assim, para o seu crescimento com responsabilidade e foco em seu futuro.

Com base na literatura, é válido mencionar que ainda é incipiente a produção científica nacional comparada com os Estados Unidos e Europa, há, ainda uma tendência a superação entre o fazer e o saber fazer coaching. Para Oliveira (2018) enquanto o número de profissionais que utilizam o coaching parece estar aumentando, a pesquisa não tem se desenvolvido na mesma proporção, o que indica que o desenvolvimento da prática não tem acompanhado o da teoria.

Assim, percebe-se que o coaching é uma área em crescimento e tem sido cada vez mais procurado pelas pessoas para melhorar suas performances em diversos contextos, porém se faz necessário vencer os desafios de formação e pessoais para que se consiga atingir o trabalho exitoso e satisfatório.

Conclusão

As discussões empreendidas nesse artigo, baseadas na análise bibliográfica acerca do que se configura o coaching tiveram a finalidade de compreender o processo de construção e reconhecimento desse trabalho na sociedade. Nesse sentido, verifica-se que o coaching é uma prática recente, não só no Brasil, como também em todo o mundo. E como tal, traz desafios inerentes a um campo de atuação considerado emergente.

Destarte, esse conhecimento demonstra grande relevância social e científica e se articula com a psicologia no que tange à valorização e desenvolvimento dos aspectos comportamentais, psicológicos e emocionais voltadas para o aprimoramento das habilidades e potencialidades do sujeito em seu contexto pessoal e profissional.

Ademais, se faz necessário o diálogo entre o cenário da pesquisa acadêmica e prática conduzida pelas escolas de coaching; para que evitem possíveis lacunas ou abismos na contextualização do processo ou impeçam o avanço da área.

Ressalta-se, ainda, com base no levantamento de literatura apresentado, a necessidade de realização de trabalhos futuros que explorem a diferenciação do processo de coaching e de outras áreas afins para reforçar a importância dessa atuação para a sociedade como um todo.

Sobre o Autor:

Alex Barbosa Sobreira de Miranda - Psicólogo graduado em Psicologia. Pós-graduado em Saúde da Família. Psicólogo do NASF, CRAS e Docente no ISESPI. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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