Diagnese: Diagnóstico de Anamnese - Mapeamento Comportamental Analítico

(Tempo de leitura: 13 - 25 minutos)

Resumo: Objetiva-se neste trabalho conhecer a conceituação e aplicação da Diagnese (diagnóstico de Anamnese) como abordagem complementar no atendimento de pacientes, a partir da interpretação de sentidos inconscientes em palavras escritas, uma vez que, os sintomas neuróticos são articulações que envolvem significantes. Embora Freud não usasse a Lingüística, admitia o inconsciente como linguagem, fato este que Lacan aprofundou, abordando o inconsciente como estruturado, comparando esta organização a um sistema de signos, como as formações das palavras que aparecem nas combinações do alfabeto. A Diagnese pode ser utilizada como mapeamento do comportamento, como instrumento de interação entre o paciente e o psicólogo, apresentando-se como um modelo psicoterapêutico eficiente em analisar e mapear o comportamento de indivíduos, casais e grupos pela análise das palavras que remetem aos seus inconscientes. Lacan acrescenta em sua obra que os analistas devem incrementar as habilidades de interpretação, tendo a concepção de que o inconsciente se estrutura como linguagem, distribuído de acordo com duas estruturas fundamentais, na metonímia e na metáfora.

Na Diagnese, o processo inicia-se com a escrita pelos pacientes de 33 palavras, nomeando-as de 0 a 12, em seguida interpretando o seu significado. Durante o processo, o psicólogo observa a linguagem não verbal dos pacientes, ouvindo e anotando palavras importantes, identificando queixas principais em três palavras-chaves que denotam problemas de interação, falta de foco no pensamento e causa inconsciente de sofrimento imediato.

As palavras geram informações complementares em constelação que servem como temas para a elaboração de desenhos e redações; indicadas aos pacientes como atividades externas sugeridas a serem entregues em sessões posteriores, visando agregar mais material inconsciente presente nas atividades, quando ao serem recebidas, associadas, analisadas e interagidas com o paciente, provocam pontuações do profissional, numa interpretação do paciente a cada atividade, de observações intrigantes comparadas ao que é conhecido no mapeamento dentro do setting analítico; gerando um cadeamento concatenado de fatos, que interagindo num processo de rapport, em análise, pontuado pelo analista e entendido pelos pacientes, possibilita uma grande possibilidade de mudança gradual do comportamento verbal assistido pela modificação de conteúdos reprimidos inconscientes, gerados a partir da eliciação de outros comportamentos adquiridos após as pontuações, aonde a escrita elicia novos comportamentos nos pacientes.

Para Freud, os conteúdos reprimidos acabam retornando à consciência, de forma disfarçada, emergindo do inconsciente, funcionando como uma rede de significantes (palavras e fonemas), articulados entre si segundo mecanismos próprios, fora das regras da gramática e os princípios lógicos do pensamento consciente. Atente-se que o significante não é só palavra, podendo ser também um elemento corporal.

A fala expressa o pensamento por palavras e inclui a linguagem dos gestos e outros métodos, como a escrita, aonde a atividade mental pode se expressar. A importância do relato e dos escritos dos pacientes pode contribuir, para um atendimento humanizado, ajudando na formação de vínculos, de forma eficiente no tratamento psicológico, reduzindo o tempo de tratamento, visando coleta de dados inconscientes do paciente, fortalecendo a integralidade do cuidado, como nova forma de cuidado e de mobilização social.

1. O Cenário Social

Conforme os teóricos Naissbit (1996), Andrade (1996), Rattner (1995), Dowbor (1999), Ianni (1995), Castoriadis (1996), Giddens (1996), Dreifuss (1996), Sader (1996) e Hall (2000), a cultura global paradoxal do mercado força uma especulação acumulativa, que, em busca da lucratividade, exclui do sistema, pessoas não tidas como modernizadas e deliberantes, gerando nos indivíduos, um desafio de autonomia e absorção e interiorização de idéias, atitudes e comportamentos fundamentados pelo sistema, cujos parâmetros levam a buscas de respostas, pela preocupação com ajustamentos sociais, agravando desigualdades e desidentificando o homem contemporâneo, que se torna contraditório diante das mudanças estruturais e institucionais.

Beltran (1981), Key (1993), Downing (1990), McChesney (2003), Hardt e Negri (2000), Pacheco (1998), Guattari (1990), Giddens (1991) Adorno e Horkheimer (1985), defendem que a maneira de sentir, pensar e agir, ou seja, o comportamento

resultante dessa simbologia experiencial se estabelece pela comunicação entre as pessoas que desejam reduzir a ansiedade, quebrar o silêncio de fatos que questionam a confiança no sistema que controla o imaginário, pela mediação do espaço entre a realidade e a fantasia, pela produção de imagens, símbolos e sintaxes, alienando, massificando e normalizando o modelo que integra diferentes contextos sociais impondo aos sujeitos uma paulatina desconstrução da sua capacidade criativa e de pensamento, numa construção social pautada pelos interesses das maiorias.

2. A Produção Simbólica Social

Tavares e Brasileiro (2003), Theodor Adorno (1986), Serra e Santos (2003), Michel Foucault (1987, 1999), Gilbert Durand (1998), Kurz (2001), Camargo & Hoff (2002), Breen (1998) e Giddens (1998) falam sobre a mercadorização do corpo como dispositivo de poder do consumo capitalista, perdendo a identidade como pessoa. Bourdieu (1997), Costa (1999), Andrade (1996), Bosi (1988), Habermas e Siebbeneichler (1989), Frank (1962), Critelli (1996), Guerreiro (1981) e Lessa (1999) concordam que a subjetividade fabricada, produz violência simbólica, não dialógica e impositiva, excluindo e invadindo os valores pessoais, fazendo com que os sujeitos narcísicos e hedonistas deleguem ao mercado falsa felicidade, gerando uma cultura

banalizada, conflitante, que produz dores psíquicas que eclodem em dores somáticas, gerando um grande risco de que o sentido motivacional da vida se torne insatisfação e solidão e as escolhas em riscos.

Chauí (1999), Fadiman (1979), João da Penha (1982), Rego (2003), Kreppner (2000), Oliveira & Bastos (2000), Cória-Sabini (1986), Piaget (1994) e Puig (1995), postulam que a angústia e a monotonia geradas limitam talentos, capacidades,potencialidades aonde as consciências são atormentadas por medos e ansiedades neuróticas causadas por desfunções sociais, políticas e educacionais tidas como superficiais, banais, cujos valores, crenças, idéias e significados geram uma normose de laços afetivos estressores, numa moral baseada em regras que precisam ser reavaliadas.

3. Uma Proposta de Resolução

Macedo (1996), Kant (apud Macedo) (1996), Piaget (1994), Vygotsky(1988), Combinato & Queiroz (2006), Cruz & Jawars (2001 apud Rocha et al, 2004), Bernier & Hirdes (2006), Kubler-Ross (1998), Bernier & Hirdes (2006)falam que a universidade de um princípio universal baseado na prudência,interesse ou conformidade com as regras sociais, independente de conceitospróprios, só será conveniente equilibrado quando houver reflexão sobre a formação de conceitos se dá através das relações entre o pensamento e a linguagem, questões culturais na construção de significados, processo de internalização sobre o ato de morrer e o fato do tabu sobre o assunto, que gera medo, fuga e espanto, numa postura defensiva, a negação e o distanciamento de pensar, discutir e dialogar sobre a própria finitude. Queiroz (2006), Canclini (1995), Mouffe (1993), Boff (2000), Hardt (2001), Rojas (1996), Bauman (2004), Darsie (1999), Freitas (2000), Rogers e Kinget (1975) e Maturana e Varela 1995) concordam que existe um deslocamento de cenário que desagrega a compreensão da identidade e da existência em nome de uma aparente identidade coletiva que distancia e descontinua a percepção das regras e lógicas da subjetivação, provocando uma sensação de insegurança generalizada pelo fato de que o que é constituído como algo atraente, dinâmico e divertido, é na verdade, vazio, sem idéias, evasivo e contraditório pelo fato de que o homem moderno, atingido por tantas notícias, cria (...) mecanismo de defesa, (...) insensível e pragmático; vivendo em comunidades marcadas pela mesmice de ambientes (...) narcisistas, cujos não-vínculos dos seres humanos com os seus grupos, soma-se ao não-vínculo com os seus territórios.

4.Uma outra visão

Darsie (1999), Guedes (1981), Ausubel (1980), Maximiliano (1997), Ricouer (1988), Peirce (1983), Gomes (1997), Alves (2000), Ludke e André (2005) e Kosik (2002), pensam sobre o fato de que o desenvolvimento de potencialidades, autonomia e socialização passam por um direcionamento não apenas a nível de conhecimento, mas comportamental, numa leitura dinâmica contextualizada, numa aprendizagem de assimilação de conteúdos significativos, cuja influência envolve envolve o sentido de explicar, explanar ou aclarar o sentido de (palavra, texto, lei, etc.), numa interpretação simbólica e perceptiva numa relação entre sujeitos, vendo o que está diante dos olhos, assimilar o que é signficativo e generalizar as leituras da linguagem (Signo, Símbolo, Paradigma e Arquétipo), observando, interpretando, contrastando e ressignificando conceitos significativos, num processo de socialização do saber, que favorece o engajamento de grupos e assegura a transmissão de valores universais, pela fundamentação psicológica de processos de ação capazes de produzir mudanças comportamentais em quem deseja aprender o conhecimento. Contudo Weber (1982), Morin (2002), Andrieu (2006), Jodelet (1982, 1984, 1986, 1994), Moscovici (1961/1976, 1978, 1982, 1990, 2003), Vala (1993), Durkheim (1986), defendem que essas mudanças sociais ocorrem em meio a representações sociais, gerando uma consciência coletiva, em mecanismos de controle social, por sanções e recompensas. Bhaskar (1996), Rouanet (1996), Perrusi (1995), Alexander (1987) tratam dos mecanismos de controle social e do fenômeno do pensamento social, onde a imagem externa corporal é uma aparente mediadora do lugar social. Ohana, Besis-Monino e Dannenmuller (1982), Althusser (1996), Gramsci (1978), Duveen (2003) e Moscovici (1961/1976, 1978, 1982, 1990, 2003) relacionam a saúde com o equilíbrio psíquico e a conservação da aparência estética, como forma de disciplina e de controle moral, na ideologia de regras de orientação e de conduta social, uma vez que Castro (2003), Lotman (1981), Barthes (1980), Baudrillard (1985), Featherstone (1993, 1995) e Bourdieu (1988) fazem distinção social e (re)definição de identidade contemporânea, pelo culto ao corporal, numa dimensão sígnica, cuja construção de estilos pelo consumo define o poder social, como resultante de coerções sociais, onde o homem objetiva a representativa e revelação das disposições e interações dos hábitos sociais em sua vida social relacionada ao ambiente.

5. A Proposta de Mediação

Na tentativa de tentar mediar estes diferentes posicionamentos acerca da saúde psíquica, Peirce (1983), Santaella (2004), Pignatari (2004), Lexikon (1990), Netto (2003), Eco (1997) concordam que há uma responsabilidade de se nomear que se descobre, aonde o signo é a resposta como uma convenção social aceita e entendida, substituindo, representando e possuindo efeitos posteriores, dando ao corpo ao pensamento, às emoções, às reações externalizadas, as traduções mais ou menos fiéis de signos internos para signos externos, cujos fenômenos mentais são o que aparecem à percepção da mente, onde significante e significado são indissolúveis gerando uma riqueza de interpretações tão ampla que mesmo significados opostos podem combinar- se em um único signo; ou seja, o signo tríade que pode ser intérprete, interpretante e interpretação torna possível analisar e classificar os fenômenos da realidade em ícones, índices e símbolos; o ícone envolve alto poder de sugestão quando há qualidade na relação; o índice quando se refere com qualidade em comum com esse objeto como tudo o que atrai a atenção que indica e liga algo real, concreto, singular que irradia para múltiplas direções e o símbolo quando só é entendido com a ajuda do seu interpretante, pois associa uma lei, uma associação de idéias produzidas convencionadas, primeiridade, secundidade e terceiridade, tal qual o ícone, índice e símbolo.

Para eles, toda e qualquer coisa enquadra-se nessas três categorias, aonde a primeiridade seria o que é sem se referir a outra coisa independente de força e de razão, algo que não se compara, não se relaciona, não se diferencia e não se descreve; a secundidade seria como dependente, determinada que reage entre si, conectada e ligada ás reações secundárias, que reage conscientemente com o mundo e a terceiridade generealiza e continua crescendo conforme a inteligência numa força generalizadora de provocar uma ligação e reconhecimento convencional no sentido de gerar uma compreensão, interpretação e tradução de pensamentos. Goffman (apud Wolf, 2002), que vêem sociedade, indivíduo e mente como três entidades indissociáveis, que compõem o ato social, caracterizado como interacionismo simbólico. Em seqüência, surge a semiótica, outra abordagem teórica, que se constitui um campo autônomo de estudos, composto por diversas perspectivas.

A compreensão, precedente do próprio mundo de experiência do intérprete, mas que pode ser enriquecida por meio da captação de conteúdos novos.

6. A Aplicação da Psicanálise

Para Freud, os conteúdos reprimidos acabam retornando à consciência, de forma disfarçada, emergindo do inconsciente, funcionando como uma rede de significantes (palavras e fonemas), articulados entre si segundo mecanismos próprios, fora das regras da gramática e os princípios lógicos do pensamento consciente. Freud (1974) afirmou que a fala poderia ser entendida como expressão do pensamento por palavras, incluindo a linguagem da escrita, expressando a atividade mental.

Lacan (1966, 1975, 1986, 1994, 2001) afirma uma fase de repressão decisiva na vida de uma criança, gerando sucessões de sintomas repressores, aonde o inconsciente é formado por conteúdos reprimidos, podendo simbolizar o real como uma linguagem estruturada em combinações de palavras, sistema de signos, como as formações das palavras que aparecem nas combinações do alfabeto, uma vez que o conteúdo do inconsciente retorna ao consciente de forma disfarçada, podendo inclusive funcionar como uma rede de significantes (palavras e fonemas), articulados entre si por mecanismos próprios, aonde o recalque é um significante que pode ser expresso por um sintoma neurótico e que castração e a linguagem são fenômenos sociais, podendo o inconsciente ser articulado com base na linguagem, transcendendo o ser individual que gera o saber.

7. O Processo

Na Diagnese, o processo inicia-se com a escrita pelos pacientes de 33 palavras, nomeando-as de 0 a 12. As idéias chaves constituem um recurso mais amplo para sintetizar um texto (...). É interessante tirar a idéia-chave de cada parágrafo para na sequência juntá-las e formar a síntese de um texto. A mesma coisa acontece com as palavras postas uma embaixo das outras.

No artigo PALAVRAS INVISÍVEIS, de João Batista Dal Farra Martins, (...) afirma que o texto escrito, muitas vezes distante de si e de suas inquietações, estimula a experiência da palavra e exige envolver-se e reconhecer-se com o universo dado. Para ele, um texto é um conjunto bem definido de palavras, um sistema em que há vários centros de gravidade, criando-se constelações sustentadas pelas imagens e ações invisíveis que evocam e provocam.

Dessa forma, nas palavras-chaves ao redor de cada uma delas, orbitam outras palavras, evocando e provocando interpretações, que confluem para a formulação da idéia geral do texto como temática e corpo do artigo a ser realizado, como um ciclo de conhecimentos ao redor de uma palavra-chave ou idéia-chave, aonde “orbitam” as palavras ascendentes e descendentes, preenchendo o significado destas. No editorial “A (RE)INTERPRETAÇÃO DA TAREFA DE INTERPRETAR O DIREITO A PARTIR DA REVIRAVOLTA LINGUÍSTICO PRAGMÁTICA NA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA”, é afirmado que Hans-Georg Gademer escreveu um texto aonde reflete acerca da formação do “círculo hermenêutico”, ressaltando que o homem constrói seu conhecimento a partir de “pré-conceitos”, os quais são projetados e incorporados ao que se busca conhecer (...) o conhecimento de qualquer objeto corresponde também ao conhecimento de preconceitos. Logo, o “círculo hermenêutico” de Gadamer evidenciou o caráter circular de toda a compreensão, que sempre se realiza a partir de uma pré-compreensão, precedente do próprio mundo de experiência do intérprete, mas que pode ser>enriquecida por meio da captação de conteúdos novos.

Esta estrutura hermenêutica, herdeira do pensamento de HEIDEGGER, especialmente do Dasein e da idéia de précompreensão que ele inculca, funde-se a uma concepção de consciência histórica, na qual a tradição, segundo um ponto de vista naturalista e não refletido, exerce sua influência e poder, interligando-se às noções de autoridade e preconceito. Isto porque a tradição, segundo GADAMER (Apud Chueri), subentende uma estrutura pré-conceitual da compreensão, a qual identifica-se com o preconceito propriamente dito. Desta forma, todo o conhecimento possível a ele se condiciona. Com a autoridade que lhe garante a tradição, o preconceito é interiorizado como norma, sedimentando-se na formação do ser.

Durante o processo, o psicólogo observa a linguagem não verbal dos pacientes, ouvindo e anotando palavras importantes, identificando queixas principais em três palavras-chaves que denotam problemas de interação, falta de foco no pensamento e causa inconsciente de sofrimento imediato.

As palavras geram informações complementares em constelação que servem como temas para a elaboração de desenhos e redações; indicadas aos pacientes como atividades externas sugeridas a serem entregues em sessões posteriores, visando agregar mais material inconsciente presente nas atividades. As palavras, ao serem recebidas, associadas, analisadas e interagidas com o paciente, provocam pontuações do profissional, numa interpretação do paciente a cada atividade, de observações intrigantes comparadas ao que é conhecido no mapeamento dentro do setting analítico; gerando um cadeamento concatenado de fatos, que interagido num processo de rapport, em análise, pontuado pelo analista e entendido pelos pacientes, possibilita uma grande possibilidade de mudança gradual do comportamento verbal assistido pela modificação de conteúdos reprimidos inconscientes, gerados a partir da eliciação de outros comportamentos adquiridos após as pontuações, aonde a escrita elicia novos comportamentos nos pacientes.

Atente-se que o significante não é só palavra, podendo ser também um elemento corporal. A fala expressa o pensamento por palavras e inclui a linguagem dos gestos e outros métodos, como a escrita, aonde a atividade mental pode se expressar.

8. Considerações finais

A importância do relato e dos escritos dos pacientes pode contribuir, para um atendimento humanizado, ajudando na formação de vínculos, de formaeficiente no tratamento psicológico, reduzindo o tempo de tratamento, visandocoleta de dados inconscientes do paciente, fortalecendo a integralidade docuidado, como nova forma de cuidado e de mobilização social.

Sobre os Autores:

Darlan de Almeida Lima - psicanalista clínico (SCOPSI) - CPNC 2515-50/174i; * psicopedagogo em formação (FAK); * psicólogo em formação (Estácio do Ceará); * teórico desenvolvedor do Mapeamento Comportamental Analítico (Diagnese) * teórico fundador do projeto www.discipuladosemfronteiras.com * bacharel em teologia (teólogo) (contemporânea/FAK/UNIT); * licenciado em ciências da religião (cientista religioso) ( UVA); * professor especialista em psicologia pastoral (FAK); * pastor da Comunidade Cristã Discipulado Sem Fronteiras * agente publicitário (há 22 anos) - PLANTUR Publicidade.

Zinnia de Fátima Lima Freitas - pedagoga (FAK), secretária executiva (PLANTUR Publicidade) e psicóloga em formação (Estácio) e psicopedagoga em formação (FAK).

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