Obesidade Infantil: Fatores Psicossociais

1 1 1 1 1 Avaliações 0.00 (0 Avaliações)
(Tempo de leitura: 8 - 16 minutos)

Resumo: O presente artigo teve como objetivo os sentidos de identidade construídos pela criança com obesidade, á luz de perspectivas da Psicologia para se compreender que tipo de intervenção se oferece à população, como se estabelecem as relações família/escola ao lidar com a problemática da obesidade infantil e suas contribuições para a elaboração dessa situação. Para tanto, a pesquisa visou estabelecer possíveis interfaces entre as crianças e os meios midiáticos na construção subjetiva de condutas e formas de viver, problematizando o que atualmente ocorre nas escolas, no que diz respeito, a implicação dos alimentos no desenvolvimento das crianças.

Palavras-chave: Obesidade, Mídia, Psicologia.

1. Introdução

A obesidade é hoje considerada uma doença crônica, multifatorial, caracterizada pelo excesso de gordura acumulado nos tecidos adiposos. Pode ser um produto da vulnerabilidade genética e de condições ambientais. É fator de risco para patologias graves, tais como diabetes, complicações cardiovasculares e hipertensão. No que se refere a complicações psicológicas, a obesidade pode causar sofrimento, depressão, dificuldades na interação social e queda na qualidade de vida. Atualmente, é considerado um problema de saúde pública justificada pelo aparecimento crescente de crianças e adolescentes obesos, o que tem preocupado os profissionais e pesquisadores da área da saúde.

Conforme Fisberg (1995), a obesidade está diretamente ligada à infância, pois é nessa fase, principalmente, entre os dois e três anos, que se adquire a maior parte das células adiposas. Segundo o autor, grande parte da população obesa tem a infância como uma de suas principais vias. Sendo assim, pessoas que apresentam excesso de peso na infância tendem a ser mais obesas na vida adulta em relação àquelas que se tornaram obesas posteriormente. Além disso, os primeiros tornam-se mais propensos a desenvolver graves comprometimentos de saúde, no futuro.

Para tanto, este estudo tem por objetivo investigar os fatores psicossociais que permeiam a problemática da obesidade infantil. Diante disso, pretendem-se analisar a influência da mídia no comportamento alimentar inadequado das crianças, estudos apontam que estamos diante de dados preocupantes, a TV tem exercido um papel de educar no que diz respeito aos hábitos alimentares das crianças, entretanto as propagandas midiáticas visão lucros acima de tudo, mesmo que estes alimentos sejam os grandes vilões do sobrepeso e até mesmo da obesidade infantil.

Busca-se compreender a relação entre os fatores psicossociais e os maus hábitos alimentares no contexto educacional, o papel da escola enquanto formadora e agente nos processos educativos. Atentar para a representação da alimentação na subjetividade da criança, bem como perceber o compromisso social da Psicologia frente à alimentação irregular das crianças e as relações em torno da obesidade infantil e o que pode ser feito enquanto medida para intervir neste fenômeno que é multifacetado.

2. Conceituação

De acordo com dados da World Health Organization (WHO), 1,6 bilhão de pessoas acima de 15 anos foram classificadas em sobrepeso e 400 milhões estavam obesas em 2005. As projeções para 2015 são de aproximadamente 2,3 bilhões de pessoas acima do peso.

A obesidade vem sendo estudada com maior interesse nos últimos anos, devido ao aumento exagerado de pessoas com problemas de saúde através do sobrepeso. Alguns autores chegam a categoriza-la como uma epidemia mundial, pois o aumento significativo ocorre, principalmente, através das propostas de facilidade dos fast-foods e das diversas propagandas que incentivam o consumo desenfreado de produtos com alto valor calórico (FRELUT e NAVARRO, 2000).

Mesmo existindo divergências em relação a sua etiologia na infância, as práticas de prevenção convergem para dois pontos de consonância – os hábitos alimentares considerados inadequados e o estilo de vida sedentário são os responsáveis diretos pelo estabelecimento do quadro (OLIVEIRA, 2003).

Segundo Natalie (2003), uma pesquisa realizada com 7.000 crianças e adolescentes entre 6 e 15 anos no Rio de Janeiro, revelaram que 38% das mesmas sao obesas. Segundo a mesma autora, houve um aumento no Brasil de 240% nos casos de obesidade infantil, divulgados pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Sendo, portanto, um caso de relevância no que diz respeito a saúde pública no país.

Campos (1995) compreende que o excesso de peso na infância, ocorre por uma combinação de fatores, a própria vida moderna e a necessidade por economia e praticidade de consumir alimentos industrializados a comidas caseiras, favorece o aumento de peso e as patologias advindas desse aumento.

Segundo Barlow, o sofrimento emocional pode ser o que há de mais doloroso uma vez que a civilização ocidental enfatiza a aparência física, e considera a magreza como atributo de beleza. Portanto, as pessoas gordas sentem-se sem atração, o que leva ao sentimento de baixa autoestima, que é motivo de insegurança e outros transtornos psicológicos. As crianças sofrem mais que os adultos, pois ainda não sabem agir diante das críticas depreciativas (MAHAN, 1998).

Estudos têm mostrado que crianças obesas possuem um grande risco para desenvolverem problemas psicológicos de saúde. Observações clínicas postulam a associação entre a obesidade e depressão. Estas observações têm recebido suporte de estudos epidemiológicos, sugerindo relação entre excesso de peso e sintomas psicológicos e psiquiátricos (CARPENTER, HASIN, e ALLISON, 2000).

Segundo Salim e Bicalho (2004) em um trabalho de pesquisa, feito com alunos, pais e professores de escolas públicas, particulares, além de consultórios endocrinológicos e de nutrição de Brasília, mostrou que o relato dos professores foi de que a procedência do lanche escolar, na maioria das vezes, é trazido de casa, geralmente, são bolos, pipocas, sucos e refrigerantes, sanduíches, entre outros alimentos. Sendo 24% comprados na escola e 12% comem o que a escola oferece. A alimentação comprada na escola é supercalórica e rica em gorduras, apenas 5% compra um lanche à base de frutas e com baixo teor de gordura.

Conforme Rodrigues (2004), o hábito alimentar da família é um fator importante na obesidade da criança. Muitas vezes as pessoas acreditam que bebê gordo é sinônimo de bebê saudável, ou tem medo de que o bebê fique desnutrido, e acabam superalimentando a criança, causando-a um excesso de peso.

Dessa forma, percebe-se que a televisão exerce uma influência socializadora desde muito cedo. Os meios de comunicação de massa atuam diretamente nas práticas alimentares das crianças e essas práticas tendem a se solidificar na vida adulta. Com isso, Damiani, Carvalho e Oliveira (2000) apud Moura (2010):

Para estimular sua aquisição, os produtos são apresentados como saudáveis ou simplesmente saborosos. No entanto, frequentemente são, de acordo com os autores, alimentos e bebidas com elevado grau de processamento, com valores nutritivos limitados, contendo na maioria das vezes alto teor de energia, elevadas quantidades de gordura, açúcar, colesterol e sal.

Segundo Moura (2010), a influência persuasiva dos comerciais de televisão procura atingir o comportamento de consumo do público em geral. A sua intenção explícita é a de estimular a aceitação e venda do produto anunciado.

Vale ressaltar que, para o produto ser adquirido custe o que custar, muito se investe nas propagandas. Entre os componentes da mensagem que podem maximizar o seu efeito, está à oferta de brindes. Cada vez mais os alimentos são associados à brinquedos e à personagens infantis, atribuindo assim um alto grau de credibilidade. Além de que, esse tipo de propaganda pode gerar conflitos entre pais e filhos, na medida em que as crianças começam a exigirem os produtos que lhes são anunciados (MOURA,2010).

Compreendendo todas essas relações psicossociais e de hábitos inadequados, considerando as possibilidades de mudanças, leva-se em conta o esclarecimento por parte das escolas junto aos pais e filhos, da necessidade de uma alimentação nutricional saudável e a apresentação dos benefícios e malefícios de uma alimentação inadequada.

Não se pode esquecer que o impacto da TV nos hábitos alimentares inadequados das crianças e até mesmo na obesidade infantil, não se resume apenas aquilo que elas consomem propriamente dito, mas também a inatividade física, ao sedentarismo. Acerca disso, Silva e Malina (2000) diz:

O preocupante aumento na obesidade infantil tem atraído atenção para o papel da mídia, principalmente da televisão sobre o comportamento infantil. Os estudos têm identificado associação entre o hábito de assistir TV e o sobrepeso, pois a criança que passa muitas horas assistindo televisão gasta menos calorias por não estar praticando uma atividade física, além de desenvolver preferências pelos alimentos anunciados, o que leva a um maior consumo de energia na dieta.

3. Possíveis Intervenções Psicológicas

Problemas psicológicos, sociais e comportamentais podem ocorrer em indivíduos obesos. Muitas vezes, eles sofrem discriminação e estigmatização social, que prejudicam seu funcionamento físico e psíquico, podendo causar um impacto negativo em sua qualidade de vida (KHAODHIA, MCCOWEN e BLACKBUM, 1999).

As crianças obesas são frequentemente importunadas pelos colegas e menos aceitas do que as crianças com peso normal. Ao longo da vida, o excesso de peso traz outras dificuldades, como menor índice de emprego, timidez e problemas de relacionamento afetivo. Devido a tais dificuldades, muitas vezes, o indivíduo sofre restrições diante de atividades rotineiras, como ir a escola, namorar, comprar roupas (DAMIANI, DAMIANI, e Oliveira, 2002).

Kathalian (1992), numa perspectiva psicanalítica, analisa os mecanismos orais do obeso considerando que o comer pode significar: o medo de sofrer privações, a necessidade de amor, o desejo hostil de eliminar um inimigo, a reação a uma separação ou perda, etc. Para Kaplan e Kaplan (1957), os psicanalistas associam a obesidade a uma fixação a fase oral e uma regressão a mesma. Todos interagindo na forma de perceber o fenômeno, como se instala e os seus desdobramentos.

Dentro da Psicologia, encontramos diversas perspectivas que norteiam o campo de atuação profissional para os casos de obesidade. A psicanálise propõe uma compreensão da obesidade como sintoma, ou seja, uma via de representação de uma posição inconsciente. Sendo assim, a obesidade como sintoma instala-se como uma saída para a solução de um conflito.

Lacan (1969, 200, p.369), no texto Notas sobre a criança, diz que: “o sintoma da criança acha-se em condição de responder ao que existe de somático na estrutura familiar”. Assim, o sintoma da criança corresponde a certa “desordem familiar”. A partir da relação do desmame, ainda bebê, a criança vivencia uma intensa relação simbólica de filiação com a mãe, a forma de vivência desse desmame perpetuará na relação da criança com o alimento.

Zornig (2001), ao lidar em seu artigo a respeito da neurose infantil, aponta a clínica da criança como paradoxo em alguns momentos. Ela reflete a necessidade de acolher a demanda dos pais para que possa haver uma transferência que possibilite o tratamento da criança e, ao mesmo tempo, a visão do analista que não pode se referenciar somente por esta demanda. A criança, contudo, apresenta uma demanda e, para seu processo de subjetivação e processo de análise, esta demanda precisa ser escutada e acolhida. O autor questiona a redução do sintoma da criança apenas enquanto sintoma dos pais e aponta reflexões:

(...) a criança chega ao psicanalista como portadora de uma história que lhe foi legada e à qual ela se identifica inicialmente, até como estratégia de sobrevivência. Que estatuto dar ao seu sintoma? Seria o resultado do processo de recalcamento? Seria o sintoma de sua neurose infantil como ponto culminante da organização psíquica do sujeito? Ou seria um deslocamento dos conflitos familiares, resposta da criança às neuroses dos pais da realidade? (ZORNIG, 2001, p. 184)

A orientação Congnitivo-Comportamental segue o modelo que identifica a crença central e a crença intermediária (regra, atitude, suposição) que leva um pensamento e influencia uma situação, e vice-versa, desencadeando igualmente reações emocionais, comportamentais e fisiológicas (HAWTON, 1997).

Com base nessa orientação, os sistemas de crenças de indivíduos obesos determinan sentimentos e comportamentos desencadeados por pensamentos disfuncionais acerca do peso, da aimentação e do valor pessoal; por exemplo, a crença que ser magro é fundamental para a solução de problemas da vida e que, portanto, pessoas obesas seriam infelizes são crenças que interferem diretamente na constituição da auto-estima (ABREU, 2003).

Considerando-se o sistema de crenças, identificando os aspectos psicológicos da obesidade, aspectos envolvidos no controle da alimentação, ou seja, as correlações, interdependências e interações que existem entre o ambiente, pensamentos, comportamentos e sentimentos (HAWTON, 1997).

Levando em consideração a gama de influência na subjetividade dos sujeitos, é necessário perceber como os fatores sócio-culturais, familiares, genéticos e também psicológicos e emocionais são componentes primordiais na compreensão holística dos sujeitos em suas variáveis.

Numa visão de psicologia voltada à abordagem cognitivo-comportamental, em termos de tratamento direto sobre a obesidade, ou seja, sobre produzir emagrecimento, esta, busca eliminar comportamentos indesejáveis e prejudiciais ao indivíduo, por vezes substituindo por outros ou tirando-lhes o grau de importância e significado de modo que possam ser abandonados (RAUPP, 2011).

Diante dessa realidade, o psicólogo tem por compromisso social, ações que visem o bem estar do sujeito em seu devido desenvolvimento emocional, sem perder a noção geral da condição atual do problema, além de suas consequências a curto e a longo prazo. O profissional não deve deixar de se implicar no processo do outro, afim de perceber como se manifestam as relações familiares e o que isso induz a criança pela busca da comida como forma de saciedade de outros estímulos.

A avaliação e correção dos pensamentos inadequados, que contribuem tanto para a etiologia quanto para a manutenção da obesidade, são procedimentos disparadores e frequentes no processo psicoterápico para a modificação comportamental. A reestruturarão cognitiva, imagens orientadas, o treinamento da autoinstrução, a determinação de objetivos, e resolução de problemas são alguns procedimentos interrelacionados, de base cognitiva, incorporados a outros programas comportamentais (ABREU, 2003).

4. Considerações Finais

O crescente aumento da obesidade infantil influi diretamente o bem estar físico, emocional e psicossocial, com impacto significativo nas crianças. A procura da obtenção de mais conscientização da equipe de saúde envolvida no processo terapêutico de crianças obesas, se faz necessária, principalmente, ao dialogar com a assistência multidisciplinar, buscando a melhora psíquica e social, visando aprimorar a qualidade do que é oferecido.

O que nos motiva, não é necessariamente conhecer a origem da obesidade, mas o lugar que ela passa a ocupar na vida das pessoas. O corpo, vivenciado como sintoma e assim, porta-voz de um sofrimento que deve ser escutado para ser aliviado. O desejo de aprofundar na reflexão das dificuldades simbólicas é continuo. Porém, não é maior que o desejo de proporcionar novas ferramentas para o alívio do sofrimento psíquico das crianças e suas famílias.

Logo, acreditamos ser possível o diálogo entre os modos de pensar o controle alimentar por meio da mídia, das diferentes abordagens psicológicas, dos educadores e profissionais das práticas de saúde, principalmente no que se refere às condições para se conduzir intervenções capazes de levar em consideração o indivíduo em si e sua relação com o desejo. Medidas de cunho educativo e informativo, através do currículo escolar e dos próprios meios de comunicação, bem como, o controle social das propagandas de alimentos não saudáveis, dirigidos ao público infantil e a inclusão de alimentos saudáveis no programa nacional de alimentação escolar, são ações que precisam ser implementadas.

Estudos realizados em cidades brasileiras mostraram que o sobrepeso e a obesidade atingem 30% ou ainda mais das crianças, sendo em Recife, 35% dos escolares avaliados. Outro dado importante trazido na pesquisa foi o fato da criança estudar em escola privada como principal fator preditivo na determinação do ganho excessivo de peso, demonstrando a influência do fator socioeconômico e do microambiente familiar. O acesso mais fácil aos alimentos ricos em gorduras e açúcares simples, assim como, aos avanços tecnológicos, como computadores e videogames, poderia explicar de certa forma a maior prevalência da obesidade encontrada nas escolas particulares. Sabe-se também que o processo de socialização e integração na vida escolar pode sofrer prejuízo devido aos problemas emocionais que não raro acompanham a doença da obesidade.

A obesidade infantil, portanto, considerada antigamente um problema das classes sociais mais pobres, apresenta-se, contudo, como um problema de todas as classes sociais. A orientação aos pais, educadores e de profissionais da saúde em geral, permanece como necessidade de atuação preventiva da obesidade infantil e, consequentemente, da obesidade em todas as fases do ciclo vital. Levando o psicólogo a ampliar suas possibilidades de atuação e promover, em espaços diferenciados, ações mobilizadoras de saúde emocional.

O desafio permanece, e pretendemos dar continuidade ao se debruçar sobre tal temática que nos fortalece enquanto futuros atuantes dessa ciência, que tem por fundamento, qualificar a escuta na postura acolhedora e disponível aos sujeitos.

Sobre os Autores:

Anaysa Camara de Souza - Graduanda em Psicologia pela Faculdade Frassinetti do Recife – FAFIRE.

Taciana Feitosa de Melo - Graduanda em Psicologia pela Faculdade Frassinetti do Recife – FAFIRE.

Referências:

ABREU, C.N.; ROSO, M. E cols.- Psicoterapias Cognitiva e Construtivista, novas fronteiras da prática clínica. Artmed, Porto Alegre, 2003.

Associação Nacional de Empresas de Pesquisa (ANEP). Critério de Classificação Econômica. Brasil. 2008. [Citado em 2008 abr.10]. Disponível em: http://www.anep.org.br/mural/anep/06-2007-cceb.htm.

CAMPOS, A.L.R. (1995). Aspectos psicológicos da obesidade. In I. M. Fiesberg (Org.), Obesidade na infância e adolescência (pp.71-79). São Paulo: Fundo Editorial BYK.

CARPENTER, K. M, (2000) Relationships between obesity and DSM-IV major depressive disorder. American journal of public health, 251-257.

DAMIANI, D.; CARVALHO, D.P.; OLIVEIRA R.G. Obesidade na infância: um grande desafio. Pediatria Moderna, v.36, n.8, p.489-523, ago.2000.

FRELUT, M. L., & Navarro, J. (2000). Obesity in the child. Press Med, 29(10), 572- 577.

FISBERG, M. (1995). Obesidade na Infância e na Adolescência. São Paulo: Fundação BYK.

KHAODHIAR, L., McCowen K. C., & Blackburn G. L. (1999). Obesity and its comorbid conditions. Review Clinic Cornerstone, 2(3), 17-31.

HAWTON, K.; SALKOVSKIS, P.M.; KIRK, J.; CLARK, D.M. – Terapia cognitivo comportamental para problemas psiquiátricos,um guia prático. Martins Fontes, São Paulo,1997.

LACAN, J. (2003a) Notas sobre a crianca. In J. Lacan, Outros escritos (pp.369-370). Rio de Janeiro Jorge Zahar.

KAPLAN, H.I. e KAPLAN,H.S. (1957). The Psychosomatic concept of obesity. Journal of Nervous and Mental Disease, 125,181-201.

KATHALIAN, A. (1992). Obesidade: Um Desafio. Psicossomática Hoje. Porto Alegre: Artes Medicas.

MAHAN, L.K., ESCOTT-STUMPF, S.; Krause, Alimentos, nutrição e dietoterapia. [tradução Natalia Rodrigues Pereira... et al.] – Rio de Janeiro: Elsevier,1998.

MOURA, N. C. (2010). Influência da Mídia no Comportamento Alimentar de Crianças e Adolescentes. In Mídia e Comportamento Alimentar. Programa de Pós-Graduação em Energia Nuclear na Agricultura do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo.

NATALIE, K. (2003). O impacto da obesidade na psicologia infantil. Dialogo Medico 18,2, Maio – Junho, 2003. Brasil.

OLIVEIRA, C. L e FISBERG, A.M. (2003). Obesidade na infância e adolescência – uma verdadeira epidemia. Arq. Bras.Endocrinologia Metabolica,1 (3),72-84.

SILVA, R.C. R; MALINA, R.M. Level of physical activity in adolescents from Niterói, Rio de Janeiro, Brazil. Caderno Saúde Pública, v.16.n.4, p.1091-1097, 2000.

Informar um Erro Assinar o Psicologado