(Tempo de leitura: 5 - 10 minutos)

Introdução

A internet tem permitido uma facilidade para a vida das pessoas. Muitas consideram que aumenta a conectividade entre elas, diminuindo a distância e facilitando na comunicação como um todo, mas, principalmente, este meio de comunicação gera um bom rendimento no tempo gasto nas tarefas pessoais e profissionais. No entanto, a internet tem possibilitado a formação de novos subsídios de interação, organização e atividades sociais, devido ao uso de redes sociais como Facebook, Messenger (MSN), Skype, Orkut, Twitter, e-mails, entre outras, mudando, também, a maneira das pessoas proporcionarem e receberem informações e cuidados de saúde.

(Tempo de leitura: 4 - 8 minutos)

Resumo: O texto fala de como é o atendimento clínico infantil com embasamento Psicanalítico, especificando desde o mito familiar que está relacionado à rede simbólica na qual a criança está inserida, até o brincar da criança que através da mediação do analista, ressignificará o lugar na qual foi posta e produzirá algo só seu. Essa rede simbólica relacionada ao mito familiar gera os significantes que são os agentes da posição subjetiva do sujeito, sendo necessário que na análise, o analista interrogue o saber do paciente através de seu imaginário, fazendo a leitura de seu simbolismo para o seu gozo se reduzir e haver a produção de novos significantes.

(Tempo de leitura: 5 - 9 minutos)

Dentre as áreas da ciência psicológica o fazer mais conhecido pelo senso comum é a psicologia clínica, muitos ainda associam a imagem do psicólogo somente ao modelo tradicional de terapeuta, clínico, aquele que escuta e faz pontuações. Portanto, alguns conceitos são pertinentes à prática clinica, bem como à escuta, a subjetividade, o sofrimento psíquico, aceitação incondicional, o comportamento.

A clínica em psicologia é um espaço criado para atender o outro em sua singularidade, ouvi-lo, orientá-lo, apontar caminhos a fim de proporcionar alívio emocional, autoconhecimento, ajustamento criativo, etc. O psicólogo é esse profissional mediador que propicia o encontro do sujeito consigo mesmo a partir da fala.

(Tempo de leitura: 15 - 29 minutos)

Resumo: O abandono de psicoterapia envolve situações as quais se constituem como importantes fontes de informação para o processo psicoterapêutico, fornecendo para o estagiário de psicologia um aprimoramento e crescimento profissional. Neste sentindo, o objetivo deste estudo é conhecer  como os psicoterapeutas em formação lidam com o abandono de psicoterapia de seus pacientes/clientes, objetivando assim, saber quais sentimentos e questões o  abandono de psicoterapia suscita nesses psicoterapeutas.

Palavras chaves: abandono de psicoterapia; sentimentos; estagiários; clínica escola.

(Tempo de leitura: 8 - 15 minutos)

Introdução:

É muito importante o lugar das psicoterapias no tratamento do alcoolismo em todo o percurso do acompanhamento terapêutico. O êxito do tratamento depende em grande parte da estabilidade de uma relação individual de apoio. São largamente utilizadas diversas formas de psicoterapias, sejam elas inspiradas na psicanálise, nas terapias cognitivo-comportamentais, terapias de grupo informais ou estruturadas, terapias corporais ou psicoterapias familiares.  Nenhuma delas comprovou a sua eficácia específica, mas na sua maior parte e integradas em programas de cuidados, revelaram-se úteis no acompanhamento da maturação psicológica e na reinserção sócio familiar dos pacientes. As suas indicações, adaptadas ao perfil individual dos sujeitos, dependem da competência e experiência das equipes especializadas.

Palavras-chave: alcoolismo, aliança terapêutica, luto, objeto pulsional, gozo.

(Tempo de leitura: 21 - 41 minutos)

Resumo: O presente artigo aborda a discussão ética e técnica na atuação do psicólogo clínico, fazendo reflexões sob o ponto de vista ético do profissional, considerando a relevância da formação acadêmica, sendo a teoria e a técnica instrumentos constituintes da clínica e a ética como definição do fazer clínico. A metodologia utilizada neste trabalho foi pesquisa bibliográfica. Nesse sentido, baseia-se no pensamento e nas idéias de autores e estudiosos da Psicologia, como Figueiredo, Dutra, dentre outros. Portanto, propomos uma revisitação ao legado da clínica psicológica com um profundo compromisso ético e técnico teórico, considerando as diferentes Psicologias. Refletimos e discutimos sobre o dilema ético e técnico diante das dificuldades na clínica psicológica pós-moderna. Pensamos sobre os desafios do psicólogo clínico no contexto atual. Discutimos sobre a postura ética do psicólogo e o uso da técnica. Consideramos a discussão sobre ética e técnica pertinente a todos que estão comprometidos com a clínica psicológica e compreendemos que esse tema está em pauta nos dias atuais. Repensamos sobre a importância do uso da técnica enquanto instrumento promovedor do exercício da clínica psicológica ética e questionamos o desafio ético da nossa cultura. Como enfrentá-lo e qual será esse desafio?

Palavras-Chave: Psicologia clínica; Formação do Psicólogo; Alteridade; Ética do cuidado.

(Tempo de leitura: 4 - 7 minutos)

A terapia comportamental converteu-se em um movimento visível no princípio dos anos 60, nesse período, a terapia comportamental havia se convertido num movimento formal, estendendo-se as idéias através de diversos desenvolvimentos, incluindo diferentes enfoques para proporcionar unidade ao campo. Esses denominadores consistiam em um enfoque para o tratamento que se apoiava na aprendizagem, como um ponto de partida conceitual, e nos métodos objetivos ou experimentais de investigação (Caballo, 2003).

(Tempo de leitura: 3 - 5 minutos)

Trata-se de uma abordagem fenomenológica terapêutica fundamentada nas descobertas do alemão Bert Hellinger.

Bert Hellinger é nascido em 1925, na Alemanha, e formou-se em Filosofia, Teologia e Pedagogia. Como membro de uma ordem de missionários católicos, estudou, viveu e trabalhou durante 16 anos no sul da África, dirigindo várias escolas de nível superior. Posteriormente, aprofundou seus estudos e pesquisas tornando-se psicanalista e, por meio da dinâmica de Grupos, da Terapia Primal, da Análise Transacional, de diversos métodos hipnoterapêuticos e demais técnicas desenvolveu sua própria Terapia Sistêmica e Familiar a qual denominou: Familienstellen (respectivamente: “O lugar da Família/do Familiar”, traduzido para: Constelações Familiares, no Brasil).

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