(Tempo de leitura: 4 - 7 minutos)

Com o advento da Psicologia Social em 1950 e seu desdobramento até os dias de hoje a atuação do psicólogo se estende para os conflitos comunitários, em áreas que apresentam vulnerabilidades, na medida em que incorpora, de certo modo, além do papel de psicólogo, o de “agente social”. Assim, a psicologia social e comunitária:

(Tempo de leitura: 10 - 20 minutos)

Resumo: O presente artigo visa relatar uma experiência que focaliza os limites e possibilidades de reconhecimento das especificidades culturais e sócio-históricas de remanescentes de quilombolas, cujo recolhimento da história se deu exclusivamente por entrevista com os sujeitos, não havendo consulta à rigor de documentos. Objetivou-se identificar os elementos constitutivos do processo de formação identitária calcada na perpetuação da tradição dessa comunidade. De modo a verificar se a tradição quilombola é mantida pelos remanescentes ou se esta sofre atravessamentos por parte de políticas públicas universais no contexto da cultura local. Foi utilizado o método qualitativo em uma pesquisa participante, tendo como instrumentos de coleta de dados uma observação participante e o registro dos contos, “causos”, lendas e estórias locais. A relevância social da intervenção justifica-se pela importância de investigar a forma com que a cultura quilombola é perpetuada e/ou resgatada, para que a partir desse conhecimento seja possível se pensar em estratégias que possam reavivar ou resguardar os aspectos inerentes a essa cultura. No contexto científico essa produção garante um espaço de reflexão e dá subsídio para pensar em formas de manutenção da tradição nessa localidade, uma vez que foram percebidos atravessamentos de políticas públicas universalizantes, que por vezes desconsidera especificidades histórico-culturais, influenciando negativamente a transmissão e/ou perpetuação da cultura quilombola na comunidade.

Palavras-Chave: Cultura, remanescentes quilombolas, identidade, perpetuação.

(Tempo de leitura: 17 - 34 minutos)

Resumo: O presente trabalho tem por objetivo identificar os principais desafios enfrentados pelos psicólogos no CRAS. Criado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o CRAS tem como finalidade prestar serviços assistenciais às famílias a indivíduos que se encontram em situação de vulnerabilidade social, e constitui uma ferramenta do Estado para a promoção de uma política de assistência social voltada à formação de sujeitos autônomos. Para a discussão dos desafios enfrentados pelos psicólogos, será apresentada uma revisão histórica sobre a inserção do psicólogo no campo social, assim como uma revisão conceitual sobre os significados da psicologia social e comunitária. A partir da análise de depoimentos expostos por psicólogos atuantes no CRAS, em um blog, foi possível identificar desafios constantes enfrentados pela Psicologia e afirmar que se tem muito a conhecer sobre essa atuação. A pesquisa poderá contribuir para uma reflexão, por parte de todos os envolvidos nas políticas sociais, sobre as atividades desenvolvidas por estes profissionais, assim como favorecer o aprimoramento da atuação no âmbito social.

Palavras-chave: Psicologia Social Comunitária SUAS / CRAS. Atuação do psicólogo.

(Tempo de leitura: 16 - 31 minutos)

A constatação de que a morte é inevitável está encoberta pelo empenho em adiá-la cada vez mais e, levando-se em conta a ajuda dinâmica da sociedade capitalista, que entende o morto como um ser improdutivo pretende-se a partir deste movimento visualizar nesta comunidade a significação da morte a partir de depoimentos considerados relevantes dos moradores e funcionários do cemitério local. A intensão de analisar como esta comunidade lida com esta representação da morte é uma hipótese cogitada por nós, pois estes moradores assistem aos velórios realizados quase que diariamente, uma vez que o necrotério fica anexo ao cemitério e ainda verificar como os mesmos trabalham a perda, pois as pessoas veladas não estarão mais fazendo parte da comunidade. O cemitério é a terra dos antepassados, local este onde o passado e presente se chocam, onde as memórias afloram e as lágrimas caem, sendo também um lugar de oração, de reflexão, e também um local de comunicação, pois é através das lápides que o morto, através dos vivos tem sua história seja contada.

(Tempo de leitura: 6 - 11 minutos)

Resumo: A psicologia comunitária é uma área de conhecimento que se ocupa em estudar, entender e intervir nos fenômenos psicossociais. Esse campo tem como objetivo despertar uma consciência crítica e contribuir para a formação da identidade social e individual do sujeito. Esse trabalho tem a finalidade de fazer um percurso histórico sobre a construção da psicologia social comunitária no Brasil, compreender o conceito de comunidade e traçar sistematicamente o campo de atuação do psicólogo nesse contexto. Para tanto, foi realizado um estudo bibliográfico a fim de conhecer os saberes teóricos e práticos que contribuíram para a inserção do profissional de psicologiana comunidade. A partir da análise dos dados, foi possível compreender como se desenvolveram as práticas e modos de atuação que hoje promovem qualidade de vida e busca desenvolver, de modo ético, a autonomia nos indivíduos, procedimento que é realizado a partir da análise dos problemas de uma comunidade.
Palavras-chave: Psicologia social comunitária, consciência crítica, comunidade

(Tempo de leitura: 20 - 40 minutos)

Resumo: As discussões acerca dos trabalhos realizados em Comunidades têm se expandido e novas demandas tem sido apresentadas a esses profissionais de Psicologia de tal maneira que o habilitem a dar conta das questões tanto de ordem coletiva quanto social. Diante dessas demandas essas questões tem se revelado cada vez mais freqüentes. Durante o início das décadas de 40 e 50 os primeiros trabalhos comunitários foram realizados no Brasil com um forte cunho assistencialista oriundo de práticas norte- americanas. O Psicólogo nesse período realizava trabalhos em projetos educacionais com a finalidade de auxiliar a população a um novo modelo econômico que emergia no Brasil. Com o passar dos anos, essas práticas assistencialistas foram modificadas a partir de reflexões feitas pelos psicólogos relacionadas à metodologia aplicada na época. Este artigo traz algumas considerações sobre as formas de atuação do psicólogo comunitário, bem como uma proposta de reflexão e as possibilidades e desafios encontrados por este profissional na atualidade. Por esta razão, utilizamos a pesquisa bibliográfica a partir de outros artigos, textos e periódicos. Autores com pensamento teórico que forneça auxílios relacionados ao tema proposto. Foram estudados os escritos posteriores ao período da consolidação da Psicologia Social Comunitária no decorrer desses anos.
Palavras-chave: psicologia social comunitária, psicologia social, comunidade.

(Tempo de leitura: 9 - 17 minutos)

Resumo:
Essa pesquisa aborda o tema da Psicologia comunitária e as políticas públicas em seus fundamentos teóricos e metodológicos, mostrando possíveis áreas de atuação no mercado de trabalho. Como exemplo de atuação do psicólogo foi contextualizado a existência do Núcleo de Prevenção à Criminalidade – NPC, onde foi citado o PrEsp – Programa de Reintegração do Egresso do Sistema Prisional/Penal, que trabalha com os Egressos que retornam do sistema prisional, além de abordar também outras formas de inserção do psicólogo na área comunitária e de políticas públicas.
Palavras-chave: Psicologia comunitária. Políticas públicas. Psicologia. Egresso.

(Tempo de leitura: 3 - 6 minutos)

O Conselho Nacional de Assistência Social através a Resolução nº 109 de dezembro de 2009 aprovou a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais organizados por níveis de complexidade do SUAS: Proteção Social Básica e Proteção Social Especial de Média e Alta Complexidade.

Os Serviços de Proteção Social Básica incluem: o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF); o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos; e o Serviço de Proteção Social Básica no domicílio para pessoas com deficiência e idosas.

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