Limites na Medida Certa

Limites na Medida Certa
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Resumo: O artigo aborda a importância do limite para a construção de relações saudáveis e apresenta formas adotadas para um bom convívio educacional em âmbito social. Apresenta a opinião de conceituados autores sobre a educação familiar e sua importância para a formação da personalidade do homem moderno. A educação das crianças tem gerado inúmeras questões entre educadores e pais, que demonstram dificuldades para delimitar seus papeis na colocação de limites. A educação dos filhos é uma tarefa da família, que reflete a dinâmica familiar perante os diversos ambientes pelos quais os filhos interagem provocando atitudes coerentes ou não, em razão dessa relação original. O presente trabalho é uma pesquisa de campo quali-quantitativa realizada com 56 adolescentes de escolas publicas com níveis de escolaridade entre o oitavo e nono ano do ensino fundamental de Rolim de Moura - Rondônia. O instrumento avaliador aplicado aos adolescentes foi a Escala de Qualidade de Interação Familiar (EQIF) de Weber, Viezzer e Brandenburg (2003). Esse instrumento permite por meio do relato dos filhos obter informações da interação familiar os quais respondem separadamente sobre seu pai e mãe. Assim sendo os dados coletados pelo instrumento foram comparados e analisados descritivamente por meio da analise do conteúdo temático, pode-se concluir que há uma predominância de comunicação negativa nos lares pesquisados onde os filhos não mantêm um dialogo aberto com os pais.

Palavras-chave: Construção de Limites, Comunicação, Interação Familiar.

1. Introdução

A importância de conhecer como os limites aos filhos vêm se alterando com o passar do tempo é fundamental para nossos estudos, o entendimento literal de limites não esta apenas agregado às aquisições físicas que as crianças precisam dominar na infância, mas também, ligado ao saber lidar com as frustrações e viver em coletividade. Tais limites começam no âmbito familiar. A priori, a autora Zagury (2003) já ressaltava que impor limites é crucial, uma vez que, o fato em questão constitui-se no início do processo de compreensão e apreensão do outro.  Dessa forma, não haverá entre indivíduos o respeito recíproco, sem o devido estabelecer de limites, fato este que enseja pensarmos que “nem sempre pode-se alcançar as metas objetivadas em uma  vida” (ZAGURY 2003, pág 17).

Outro aspecto de relevante importância em relação a primeira infância que reflete  por toda a vida  é  a teoria do apego e a formação dos vínculos entre mãe e criança que de acordo com Bowlby e Ainsworth  o vinculo afetivo e apego são laços duradouros, onde pais e mães são únicos e não podem ser trocados por nenhum outro.

No intuito de conhecer e aprofundar essa pesquisa o presente artigo tem como objetivo tecer algumas considerações sobre a aplicação de limites na educação dos filhos. Abordaremos de forma prévia a relação familiar que é a base na formação da personalidade do individuo. Para as indagações serem mais coerentes possíveis, a pesquisa será norteada pela fonte bibliográfica e pesquisa de campo. A pesquisa de campo será baseada pela ESCALA DE QUALIDADE NA INTERAÇAO FAMILIAR aplicada em uma escola municipal de Rolim de Moura. Considera-se o tema bastante relevante para os pais, sendo que os mesmos fazem parte do desenvolvimento e da formação da autonomia moral da criança, Conferindo a família ensinar valores e princípios sociais que poderão servir de base sólida para todas as experiências nas distintas fases do desenvolvimento cognitivo, social afetivo e emocional.

2. Desenvolvimento

Segundo Weber, Salvador e Brandenburg (2010) são muitas as dificuldades encontradas pelos pais e mães em educar seus filhos e em manter uma interação saudável na esfera familiar. Algumas pesquisas na área da psicologia tem demonstrado o quanto uma boa interação familiar propicia um desenvolvimento mais saudável aos adolescentes e crianças. O ideal seria que as famílias apresentassem uma maior flexibilidade para aceitar e adaptarem-se as mudanças sociais sem perder de vista, valores firmes. Justifica-se então como cabível ter destacado a importância da participação dos pais, pois a eles cabe em primeira instância, dispor de ações claras e efetivas para que seus filhos se desenvolvam de maneira mais ajustada para conviverem em sociedade, tendo boas relações consigo e com o próximo.

Essa participação dos pais não pode estar isolada a um dos principais elementos que uma criança necessita: amor e carinho. Mas, vale salientar o fato de que as necessidades básicas também devem ser priorizadas. No entanto há pais que nesses dois aspectos se mostram negligentes. Esta tendência negligente é preocupante, pesquisas em Psicologia vem demonstrando que boa parte dos filhos que são mais apegados com seus pais, tem a auto-estima mais elevada, são empáticos e seus índices de criminalidade são mínimas. Podemos observar isto nos relatos de Gregory Pettit 1997 apud Hellen Bee 2000 que salientam que as crianças que são criadas em ambientes pobres nos quais os pais são apoiadores, tendem a apresentar menos comportamentos delinquentes do que as crianças igualmente pobres de famílias menos apoiadores em relação ao aspecto emocional. Logo, não é a condição socioeconômica que determina as predisposições a comportamentos deliquentes, mas sim a presença ou ausência do apoio emocional da parte dos pais para com seus filhos.

Ainda falando na parte emocional (SAUVÉ 2009,pg,15) menciona que o vinculo afetivo é promovido juntamente com o relacionamento saudável e de confiança que as crianças mantém com os pais que a fornecem um modelo que facilitará a aquisição de bons relacionamentos fora do seu ambiente familiar, tornando-se capaz de fazer seus próprios contatos e desenvolver a empatia.

Esta exploração é essencial para o crescimento. Ela permite fazer amigos fora do núcleo familiar, sentir prazer na escola, dar liberdade á curiosidade, viajar, correr riscos, realizar-se com uma ocupação técnica ou profissional, assumir uma relação conjugal e, por sua vez, criar uma família. (SAUVÉ,2009,P.44).

É essa relação saudável encontrada nos relacionamentos de pais e filhos que proporcionam a criança a liberdade para brincar e expressar sua criatividade e se tornar um adulto com bons relacionamentos e independente

De acordo com (MELBY E CONGER 1999 apud HELLEN BEE 2000,pg 289) “Na outra extremidade do continuo de carinho, a hostilidade dos pais está ligada ao declínio do desempenho escolar e a um maior risco de delinqüência”

Percebemos diante dos autores acima que o individuo que recebe carinho torna-se  na maior parte das vezes mais responsável. Isso fica claro nas pesquisas de (AINSWORTH E MARVIN,1995,apud HELLEN BEE,pg 439.) que falam que pais responsivos são aqueles que conseguem perceber de forma adequada as necessidades dos filhos e reagem de maneira correta diante as suas necessidade.  

Não podemos esquecer que a sociedade vai além do limite dentro relacionamento familiar e menciona que ela representa o limite moral do ser social, porque a coletividade absorve e controla o indivíduo através de suas normas e princípios; sobretudo pelos costumes e tradições. Sendo necessário ao homem assumir a responsabilidade de seus atos, assim como nos diz Costa:

Limites são regras ou normas de conduta que devem ser passadas para as crianças desde a mais tenra idade, pois a imposição de limites é parte essencial da educação de uma criança, possibilitando melhor equilíbrio quanto ao seu desenvolvimento moral, psíquico, afetivo, cognitivo, organizando suas relações sociais. Ao colocar regras para as crianças as preparamos para a vida real, onde nem tudo acontece do jeito e na hora que se quer, portanto, durante o processo de desenvolvimento é importante saber que a lei na criança é internalizada, pois ela nasce amoral por ainda não ter internalizado as regras e aos poucos se torna capaz de moralidade quando guarda para si as leis. (COSTA, A., 2002p.22).

Não distante, vemos também que os grandes responsáveis pela educação dos jovens são a família e a escola que ao que parece não estão sabendo cumprir o seu papel. O que se observa hoje é a falência da autoridade dos pais em casa, do professor em sala de aula, do orientador na escola. (TIBA, 1996, p.11).

Podemos ter dificuldade em estabelecer limites para o comportamento, só por não termos uma opinião muito definida sobre o problema em questão. Podemos nos tornar ambivalentes nessas situações por não termos certeza do que sentimos ou por não estarmos dispostos a enfrentar o descontentamento da criança se dissermos não. (SAMALIN e JABLOW, 2000, p.61).

A forma como se estabelece o relacionamento pais/filhos desde a tenra idade, é que determinará o tipo de relação que as crianças terão em suas futuras situações, tais como: acadêmicas, resolução de problemas, determinação, equilíbrio emocional, profissional e pessoal.

Para Zagury (2001), os limites são importantes para a formação da personalidade. São eles que vão ajudar a criança a desenvolver a capacidade de suportar frustrações. Sabe-se que bebês sem disciplina tendem a tornar-se adolescentes e adultos que não sabem adiar seus desejos tendo dificuldades em lidar com seus próprios impulsos e, até mesmo, com a realidade. A falta de limites pode provocar desgastes na relação familiar, excesso de punição, culpa nos pais e por tudo isso, sofrimento. Ademais, a birra da infância pode transformar-se, mais tarde, em agressividade, violência ou depressão.

Podemos concluir que atualmente as famílias estão passando por uma crise onde a passagem da opressão da liberdade que era o modelo de educação que se tinha, um modelo com privações vem sendo substituído por satisfazer os desejos e vontades dos filhos, a fim de compensar a ausência em casa não participando diretamente na rotina dos seus filhos  na hora de corrigir e orientar. A insegurança dos pais modernos tendem a valorizar aos mínimos desejos dos filhos, invertendo o modelo anterior, que se caracterizava justamente pela rigidez e inflexibilidade. (ZAGURY, 2002, p.43).

Ao perceber essa mudança buscou-se trazer um estudo descritivo, transversal e quali-quantitativo (Cervo et al., 2006), onde a presente pesquisa foi elaborada através do estudo de vários autores especializados em literatura sobre a imposição de limites pelos pais na infância/adolescentes.

Posteriormente, para conclusão do projeto foi aplicado um teste de ESCALAS DE QUALIDADE NA INTERAÇÃO FAMILIAR numa determinada população específica, os quais foram adolescentes em uma faixa etária de 12 a 15 anos, visando conhecer resultados sobre como os pais estão aplicando limites e se relacionando com os filhos para sua educação, o que serviu de amostra e coleta de dados. Após foi efetuada comparações e análise crítica dos dados obtidos, para então concluirmos os resultados finais.

A pesquisa apresentada foi uma pesquisa de campo quali-quantitativa, pois teve como finalidade observar, registrar e analisar as opiniões e atitudes explícitas e conscientes dos participantes, entretanto, entrar no mérito de seu conteúdo sem interferência do investigador, que apenas procurou perceber com o necessário cuidado utilizando instrumentos estruturados, a freqüência com que o fenômeno do envolvimento entre pais e filhos adolescente acontece.Foram sujeitos desta pesquisa, 56 adolescentes de determinada escola pública com  escolaridade compreendida entre o oitavo e nono ano do ensino fundamental de uma escola pertencente ao município de Rolim de Moura - Rondônia. A coleta foi realizada na própria escola com a autorização da diretoria e o consentimento dos próprios alunos, sendo aplicada de forma coletiva.

O instrumento aplicado aos adolescentes foi a Escala de Qualidade de Interação familiar (EQIF) de Weber, Viezzer e Brandenburg, 2003. O EQIF acessa aspectos de interação familiar por meio do relato dos filhos, os quais respondem separadamente sobre seu pai e sua mãe. São 40 questões em sistema Likert de cinco pontos (nunca, quase nunca, ás vezes, quase sempre, sempre), agrupadas em nove escalas. Seis delas abordam aspectos da interação familiares considerados “positivos”: envolvimento, regras e monitoria, comunicação positiva dos filhos, clima conjugal positivo, modelo parental, sentimento dos filhos. As outras três, referem-se a aspectos considerados “negativos”: comunicação negativa, punição corporal, clima conjugal negativo.

Conforme entendimento de (WEBER e AUXILIADORA, 2010) o instrumento EQIF, então, é constituído pelas nove escalas apresentadas que serão definidas na seqüência:

Envolvimento: corresponde á participação dos pais na vida dos filhos. Os itens dessa escala investigam se os pais dão apoio, são sensíveis ás reações dos filhos e estão presentes no dia-a-dia dos filhos. Esta escala engloba também a demonstração de amor dos pais para seus filhos, pelo carinho físico ou pela verbalização positiva, e disponíveis, dando oportunidades para o diálogo e para a autonomia do filho.

Regras e monitoria: mede dois aspectos: a existência de regras, ou seja, normas definindo o que o filho deve fazer e a ocorrência da monitoria, ou seja, supervisão do cumprimento das regras estabelecidas e do monitoramento das atividades do filho.

Comunicação positiva dos filhos: verifica a existência de diálogo construtivo na interação, se os filhos se sentem á vontade para falarem de si para seus pais, o que indica a disponibilidade e a abertura destes para o diálogo.

Comunicação negativa: investiga maneiras inadequadas dos pais falarem com seus filhos, demonstrando a falta de controle emocional dos pais. Esta escala mede tanto a inadequação de conteúdo como a forma de expressão, por exemplo, ameaças, xingamentos, gritos e humilhações.

Clima conjugal positivo: corresponde á boa relação entre o casal, incluindo afeto, diálogo e respeito.

Clima conjugal negativo: demonstra se os pais interagem de forma agressiva, com brigas, xingamento e diálogo negativo.

Punição corporal: corresponde a palmada utilizada pelos pais para corrigir ou controlar comportamentos dos filhos. As questões buscam acessar tanto se os pais batem para disciplinar os filhos, quanto se eles batem como forma de descarregar emoções acumuladas.

Modelo parental: verifica se os pais se comportam de maneira coerente com o que ensinam, ou seja, se são exemplos positivos para os filhos.

Sentimento dos filhos: é uma escala subjetiva que busca verificar como os filhos se sentem em relação aos seus pais. Questões de afeto. E ainda algumas questões associadas a dados demográficos como: idade, sexo, etc.

[...]

Tendo as escalas definidas teoricamente, a construção do EQIF iniciou com a formulação de questões para cada escala. As frases foram avaliadas conforme sua clareza e relevância e submetidas à opinião de juízes. Após um pré-teste com seis crianças, alguns ajustes foram feitos.

O instrumento original, com 103 questões e 10 escalas, foi aplicado coletivamente em 278 crianças de escola publica. As analises realizadas indicaram a retirada de 24 itens do instrumento (ficando 79 questões) e divisão do instrumento em 13 escalas. Nova aplicação do instrumento foi realizada com 320 adolescentes. A análise realizada com o total de participantes (598 crianças e adolescentes) indicou a retirada de mais sete questões e nova alteração na estrutura do instrumento, restando 72 questões e 12 escalas.

Nessas pesquisas, a confiabilidade interna do instrumento foi confirmada através do calculo do alfa de Crombach e da analise fatorial dos componentes principais, com rotação varimax. As autoras (WEBER, VIEZZER&BRANDENBURG, 2008) constataram a validade de construto pela convergência dos escores medidos pelo EQIF e pelas escalas de Responsividade e Exigência (COSTA, TEIXEIRA & GOMES, 2000). A qual avalia estilos parentais.

A amostra foi ampliada para 954 sujeitos e novas análises foram realizadas. Avaliou-se a validade de critério do instrumento e este comprovou ter alto poder discriminativo, ou seja, possui sensibilidade a diferentes amostras. O EQIF apresentou resultados diferentes para os diferentes grupos de adolescentes e crianças de escola particular e escola pública, adolescentes de famílias com baixa renda, selecionamos por uma instituição de financiamento dos estudos e adolescentes alunos de cursos profissionalizantes (WEBER, VIEZZER&BRANDENBURG, 2004). Com essa amostra ampliada, o instrumento passou por novas analises estatísticas acuradas e atingiu a versão final de 40 questões e 10 escalas, as quais foram apresentadas anteriormente.

Assim, conclui-se que o EQIF pode ser utilizado com segurança, por sua confiabilidade e consistência comprovadas nas avaliações de suas propriedades psicométricas.

Apresenta-se uma análise descritiva dos resultados obtidos, de como se estabelecer a relação de qualidade na interação do sujeito com seus pais, a fim de conhecer a freqüência do envolvimento, regras e monitorias, comunicação positiva, clima conjugal positivo, modelo, sentimentos dos filhos, punição física, comunicação negativa e clima conjugal negativo.

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Fig.01 escalas de qualidade na interação familiar.(EQIF). c

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Fig 02 escala Negativas e Positivas.Fonte:os Fonte: Próprios Autores, 2011.

Analisando a fig. n°1 Pode-se perceber que a prática de Comunicação Negativa tem um percentual de 78% que indica que não há um dialogo entre pais e filhos onde os filhos não sentem a liberdade de conversa com seus pais sobre os mais diversos assuntos. Já no quesito de punição corporal o percentil é de 3% mostra que os pais tem usado pouca punição física.

Na fig. n°2 percebe-se aspectos familiares positivos vêm sendo relacionados à melhor desempenho dos filhos em diversas áreas, apresentando-se menos problemas comportamentais, menor envolvimento com álcool e drogas e etc. O contrário tem sido encontrado para os aspectos familiares negativos. A partir disso, considera-se que a predominância de aspectos positivos interações entre pais e filhos e entre casal qualifica famílias protetivas. Quando aspectos negativos prevalecem em detrimento dos positivos, a família qualifica-se como risco para o desenvolvimento dos filhos.

3. Considerações Finais

Considerando os resultados obtidos nesta pesquisa, a compreensão acerca da importância da interação familiar no desenvolvimento das crianças ficou explícita confirmando todos os levantamentos bibliográficos realizados em literaturas especializadas no assunto em questão. Com isso, ficou claro que os pais têm em suas mãos uma grande responsabilidade, quanto ao desenvolvimento social, afetivo e emocional de seus filhos.Outro fator a ser considerado é que, no contexto da criança, as condições sócio-econômicas não é um motivo no qual se implica as distorções no desenvolvimento, como podemos perceber nesta pesquisa, crianças que vivem em famílias de baixo poder aquisitivo, mas que tem o apoio dos pais no sentido de um bom desempenho por parte dos mesmos, no que diz respeito a fatores positivos que foram trazidos pelo teste EQIF, possuem um desenvolvimento satisfatório nas esferas afetiva, emocional e social, disseminando ainda mais os resultados obtidos, os quais dizem nas entrelinhas; crianças desenvolvidas sob normas e regras que deverão seguir e cumprir, isso sendo incondicional ao amor de seus pais, é sinônimo de uma sociedade mais instituída, formada por bons seres humanos adultos.

Contudo, para nós acadêmicos de Psicologia este trabalho foi mais uma excelente fonte enriquecedora de nossos conhecimentos, contribuindo muito para nossa formação acadêmica.

Sobre os Autores:

Alessandra Mª de S. Chisté - Acadêmica do oitavo período de Psicologia da Faculdade de Rolim de Moura/RO-FAROL.

Edson Neves Luz - Acadêmico do oitavo período de Psicologia da Faculdade de Rolim de Moura/RO-FAROL.

Lidiane Kelly S. Montovani - Acadêmica do oitavo período de Psicologia da Faculdade de Rolim de Moura/RO-FAROL.

Livia Samantha C. Almei - Acadêmica do oitavo período de Psicologia da Faculdade de Rolim de Moura/RO-FAROL.

Luana Vanessa C. Carminato - Acadêmica do oitavo período de Psicologia da Faculdade de Rolim de Moura/RO-FAROL.

Tauana Paula P. de Souza - Acadêmica do oitavo período de Psicologia da Faculdade de Rolim de Moura/RO-FAROL.

Thaynara Toffali Cunha - Acadêmica do oitavo período de Psicologia da Faculdade de Rolim de Moura/RO-FAROL.

Tânia Perttele - Orientadora, docente especialista do curso de psicologia da Faculdade de Rolim de Moura/RO – FAROL

Referências:

BEE, Hellen. A criança em desenvolvimento. Trad. Maria Adriana Veríssimo Veronese. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.

COSTA, A. e COSTA, N. Limites e disciplina na relação pais e filhos. Belém:UFPA, 2002.

CURY, A. Seja líder de si mesmo – O maior desafio do ser humano. Rio de Janeiro: Sextante, 2004.ed., Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.

SAMALIN, N. e JABLOW, M. M. Amar seu filho não basta: uma nova visão da disciplina infantil. 10ª ed. São Paulo: Saraiva, 2000.

SAUVÉ,COLLETE.Aprendendo a dominar a hiperatividade e o déficit de atenção.São Paulo:Paulus,2009.

SOUZA, C.M.M. O que fazer na educação de nossos filhos? Disponível em: <http://psicopedagogia.com.br/opiniao/opiniao.asp?entrID=95> Acesso em 03 nov. 2010.

TIBA, I. Disciplina: o limite na medida certa. 13ª ed. São Paulo: Gente, 1996.

VÁSQUEZ, A.S. Ética. Adolfo Sánchez Vásquez; Tradução de Joal Dell’Anna.20ª

WEBER, L. N. D.; DESSEN.Maria Auxiliadora.Pesquisando a família-instrumento para coleta e análise de dados. Curitiba-PR,Ed.Juruá,2009.

ZAGURI,T. Limites Sem Trauma. 16ª ed., Rio de Janeiro: Record, 2001

______. Educar Sem Culpa: a gênese da ética. 16ª ed., Rio de Janeiro: Record,

______. Limites sem trauma: construindo cidadãos. Rio de Janeiro: Record, 2003.

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