Impactos Psicológicos Resultantes do Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo de Útero

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Resumo: Esse estudo tem como objetivo analisar os impactos psicológicos do diagnóstico e tratamento de câncer de colo uterino. Trata-se de uma revisão bibliográfica a partir da seleção de artigos anteriores que se utilizaram de pesquisas descritivas para a coleta de dados. Através da realização do estudo pôde-se perceber alterações biopsicossociais, sendo o choque do diagnóstico e os resultados do tratamento os principais fatores responsáveis por desencadear as alterações psicológicas apresentadas. A análise destacou ainda, a importância da assistência de profissionais da saúde e familiar durante o tratamento e recuperação do paciente, na tentativa de promover o cuidado e apoio nesse momento de extrema fragilidade.

Palavras-chaves: Câncer de Colo de Útero, Impactos Psicológicos, Tratamento, Diagnóstico, Assistência médica.

1. Introdução

O diagnóstico de câncer de colo de útero provoca um efeito assolador na vida da mulher, seja pelo receio aos métodos invasivos do tratamento e pelas mudanças estéticas resultantes da terapia, como a queda dos cabelos; ou mesmo pelo medo de possíveis alterações no desempenho sexual, infertilidade, sentimento de pena pelas pessoas próximas e morte. Esses fatores levam, muitas vezes, a quadros de depressão, ansiedade, estresse e hipersensibilidade. Portanto, a atenção destinada ao impacto emocional causado pelo diagnóstico da doença e pelo seu tratamento é indispensável no auxílio a pacientes oncológicos.

Esse artigo tem como objetivo principal a análise dos aspectos psicológicos relacionados ao diagnóstico e ao tratamento do câncer de colo uterino, visto que o mesmo é um problema de saúde pública que exerce peso importante na qualidade de vida da população feminina. Buscou-se abordar as principais alterações psicológicas apresentadas pelas pacientes através de uma revisão bibliográfica a partir de artigos selecionados em sites de pesquisa como PubMed, Scielo, Instituto Nacional do Cancer, Journal of Clinical Oncology, ID on line REVISTA DE PSICOLOGIA, que se utilizaram de investigações descritivas e coleta de dados para o desenvolvimento do tema.

O corpo textual foi subdividido nos tópicos diagnóstico, impactos psicológicos após o diagnóstico de câncer de colo uterino, tratamento e impactos psicológicos relacionados ao tramento de câncer de colo uterino, para a melhor compreensão do leitor a cerca do assunto.

2. Desenvolvimento

2.1. Diagnóstico de CCU

O diagnóstico de câncer de colo de útero pode ser confirmado de determinadas formas que serão descritas a seguir.

Anamnese

Feita através da análise da queixa principal somada aos sinais e sintomas apresentados pelo paciente.

Exame físico

Realiza-se a palpação do fígado, regiões supraclaviculares e inguinais com o objetivo de excluir metástases em caso de doença em estágio avançado (Serviço de Ginecologia - INCA).

Exame especular

Para a realização deste exame o médico deve, primeiramente, fazer uma observação externa para identificar a existência de possíveis infecções. No entanto, esse exame não dispensa o toque retal, já que o tamanho da cérvice e a detecção da extensão da doença ao paramétrio é melhor determinado por este. Após esta etapa, é introduzido um objeto chamado espéculo na vagina, que mantém o canal vaginal aberto, permitindo a visualização do colo uterino. Por último, insere-se material para raspagem do colo do útero, possibilitando a coleta de células que serão analisadas laboratorialmente (Serviço de Ginecologia - INCA) (PUCRS).

Citopatologia oncótica (Papanicolau)

O material coletado no exame especular, por meio de uma espátula e uma escova, é colocado em duas lâminas de vidro de superfície lisa e, posteriormente, levado a um laboratório especializado em citopatologia. Então, é feita análise microscópica de células cervicais para a identificação de prováveis alterações, como a displasia cervical - lesão causada pelo Papiloma Vírus Humano (HPV) (PUCRS).

Colposcopia

Método complementar para reconhecer, delimitar e diagnosticar os aspectos da ectocérvice da vagina através de um aparelho chamado colposcópio, que permite ao médico ter uma visão ampliada e iluminada da vulva, vagina e colo do útero. Se não houver lesões facilmente identificáveis, serão utilizados reativos como o ácido acético e soluções de lugol (“Teste de Schiller”) facilitando a identificação de tecidos com alterações celulares (PUCRS).

Biópsia

A biópsia é realizada quando o exame histopatológico confirma lesões invasivas. É executada a partir da retirada de uma porção do tecido suspeito para análise (Serviço de Ginecologia - INCA).

2.2. Impactos Psicológicos Após o Diagnóstico De CCU

Apesar do prognóstico positivo da doença quando diagnosticada precocemente, a maior parte das mulheres recebe o diagnóstico de câncer de colo de útero como uma “sentença de morte”. Uma vez que o câncer é conhecido por ser uma doença dolorosa e que gera sofrimento, trata-se de um momento de vulnerabilidade emocional marcado por angústia e ansiedade, o que pode gerar ainda descredibilidade nos tratamentos e em uma possível luta pela vida (VERAS e NERY, 2011).

Além de transformações biológicas, o diagnóstico do câncer pode provocar também alterações psicológicas, desencadeando na paciente desequilíbrio e conflitos internos.

Após o choque inicial do diagnóstico, observa-se uma série de sentimentos como impotência, insegurança, desesperança e apreensão, levando a notícia a ser, freqüentemente, acompanhada de depressão, ocasionada principalmente pela não-aceitação da doença (SILVA et.al, 2008).

O medo é um dos principais sentimentos na história de vida das pacientes acometidas, pois o câncer é rotulado como uma doença fatal e estigmatizante, mais especificamente o câncer de colo de útero para a mulher, já que este órgão está intimamente relacionado com a feminilidade e a maternidade (VERAS e NERY, 2011).

Os pensamentos automáticos mais comuns após o diagnóstico de uma doença crônica, como o câncer, podem ser divididos em três eixos: (1) Sofrimento físico: “Eu serei capaz de suportar este sofrimento?”, “Será que eu agüento?”, (2) Qualidade de vida: “Vou gastar o que gentio e o que não tenho e deixar minha família em situação financeira difícil?”, “Como isso afetará minha vida sexual?”, (3) Finitude: “Eu vou morrer?” (TAYLOR, 2005).

Outro aspecto emocional adotado por grande parte das mulheres é a “Percepção de Injustiça”, exemplificada por frases frequentes, como: “Doutora, eu não merecia essa doença, nunca fiz mal a ninguém, sou do bem”, “Sempre me alimentei bem, nunca fumei e agora tenho câncer, não é justo”, “meus filhos não merecem crescer sem mãe, nem meu marido ficar viúvo tão cedo” (THOMAZ, 2013).

Desse modo, é essencial atenção especial a essas pacientes, tendo, o profissional responsável por elas, o dever de informar adequadamente à mulher e sua família sobre o tratamento e a necessidade de mantê-lo, reações adversas resultantes da terapia, os cuidados específicos indispensáveis e o papel fundamental do apoio familiar (BARROS e LOPES, 2007).  

O médico precisa ser preparado, ainda na graduação, para perceber tais situações e compreender a necessidade de validar a emoção do paciente diante do diagnóstico do câncer e tratá-lo adequadamente ou encaminhá-lo à equipe de saúde mental para que ele e sua família possam receber o tratamento integral necessário à resposta clínica esperada (THOMAZ, 2013).

2.3. Tratamento de CCU

O tratamento do câncer de colo uterino depende diretamente do estágio no qual se encontra a doença no momento do diagnóstico.

Radioterapia

Tratamento que utiliza feixes de radiações ionizantes para destruir células tumorais. Uma dose pré-calculada de radiação é aplicada em paciente oncológico, em um determinado período de tempo, a um volume de tecido que engloba o tumor, buscando erradicar todas as células tumorais, causando o menor dano possível às células normais circunvizinhas (INCA). A radiação utilizada pode originar-se de fonte externa - a teleterapia - ou de fonte interna - a braquiterapia. A teleterapia emprega feixes de radiação externamente ao paciente para destruir as células cancerosas na superfície da pele ou mais profundamente no corpo. Já a braquiterapia é caracterizada como tratamento feito com uso de nuclídeos radioativos onde a fonte de radiação fica a uma curta distância, em contato, ou até mesmo, implantada na região que deve receber a dose (ALMEIDA, PEREIRA e OLIVEIRA, 2008).

Cirurgia        

Existem vários tipos de cirurgia, algumas envolvendo apenas o local da lesão e outras compreendendo a remoção do útero.

1. Conização ou traquelectomia: É a retirada de uma porção do colo do útero em forma de cone. Muitas vezes é usada como o único método de tratamento, quando não há invasão dos tecidos adjacentes pelo tumor.

2. Histerectomia abdominal: É a remoção do útero e colo do útero por meio de incisão abdominal. A salpingooforectomia bilateral envolve a remoção dos ovários e trompas uterinas conjuntamente.

3. Histerectomia radical: Consiste na retirada do útero e seus ligamentos (paramétrios) e também da parte superior da vagina. Está associada à remoção dos gânglios linfáticos (linfonodos pélvicos).

4. Exenteração pélvica: Além da retirada de colo do útero, útero e gânglios linfáticos, neste procedimento, outros órgãos como bexiga e reto podem ser removidos (A.C.Camargo Câncer Center).

Quimioterapia

A quimioterapia é outra forma de tratamento em busca da cura, controle e paliação do câncer de colo uterino. Envolve o uso de substâncias citotóxicas administradas, principalmente, por via sistêmica (endovenosa), podendo ser classificada de acordo com sua finalidade como: quimioterapia adjuvante, quimioterapia neoadjuvante, quimioterapia primária, quimioterapia paliativa, monoquimioterapia e poliquimioterapia. As principais consequências clínicas são a indução de náuseas e vômitos, lesão de esôfago, desequilíbrio hidro-eletrolítico e ácido-básico, que diminuem a qualidade de vida do paciente em tratamento (SAWADA et.al, 2009).

2.4. Impactos Psicológicos Após o Tratamento de CCU

De maneira geral, os pacientes com câncer e com indicação cirúrgica apresentam como reações emocionais níveis elevados de ansiedade e perturbações emocionais pré e pós-cirúrgicas, em comparação com doentes que fazem cirurgias para doenças benignas. Também apresentam taxas de recuperação emocional mais baixa, sentimentos mais fortes de crise e impotência, por até dois meses após a internação hospitalar. O paciente oncológico e cirúrgico, além dos desconfortos de estar doente,  hospitalizado e distante de suas atividades e sua família, ainda sente, com a cirurgia, a ameaça de algo arriscado e desconhecido.

Com a cirurgia de exenteração pélvica (EP), há a perda da função reprodutora na mulher e respostas emocionais negativas são mais comuns em mulheres jovens ou com desejo de procriar. Quanto a ameaça à sua imagem corporal, ela é alterada em função da mutilação do corpo e presença da bolsa coletora. Uma pessoa com o corpo deteriorado é vista como o próprio símbolo de quem está com câncer. A sua atual imagem não condiz com a imagem estruturalizada que construiu ao longo de sua vida, que é a base da representação da sua identidade. Há um rompimento com os padrões estéticos de beleza feminina e de saúde que a mídia mostra como ideal, fazendo com que surjam nessas pacientes sentimentos de desajuste à normalidade padronizada, fragilizando sua auto-estima (HUFF e CASTRO, 2011).

De acordo com Santos (2012), do ponto de vista clínico, a radioterapia pélvica pode levar à atrofia dos ovários, induzindo uma menopausa precoce e ocasionando sintomas como ondas de calor, ansiedade, falta de lubrificação vaginal e dispareunia. Segundo Fitz (2011), além dessas alterações, as mulheres também podem apresentar fibrose parcial, diminuição da elasticidade e da profundidade do canal vaginal, por complicações pós-cirurgia e pós-radioterapia, além do desejo hipoativo. A quimioterapia, por sua vez, além de causar deficiências hormonais que contribuem com a falta de lubrificação vaginal, é responsável por efeitos sistêmicos como fadiga, náuseas e vômitos, que também agem negativamente sobre a função sexual (SANTOS et.al, 2012).

3. Conclusão

Ao final do estudo, foi observado que o diagnóstico e o tratamento de câncer de colo de útero tem grande impacto na organização psíquica das mulheres. Apesar dos avanços da medicina e de métodos de tratamento, o câncer ainda é rotulado como uma doença de morte rápida e dolorosa, desencadeando reações emocionais significativas como ansiedade, medo, insegurança e depressão. Portanto, faz-se necessário que os profissionais de saúde prestem assistência às pacientes, compreendendo a situação de fragilidade vivenciada por elas, ressaltando os benefícios do tratamento e a importância de mantê-lo. Além disso, é interessante que essas mulheres tenham um acompanhamento psicológico, para que possam encontrar apoio e expressar suas dúvidas e inseguranças após o diagnóstico da doença. Esses fatores não excluem a importância do suporte familiar para a construção de estratégias de enfrentamento da doença.

Sobre os Autores:

Ana Carolina Rodrigues Riscado - Acadêmica do Curso de Medicina na Faculdade de Minas – FAMINAS-BH.

Larissa Moreira Nunes - Acadêmica do Curso de Medicina na Faculdade de Minas – FAMINAS-BH.

Evaristo Nunes Magalhães - Doutor em Ciências da Saúde pela UFMG. Professor de Psicologia Médica do Curso de Medicina da Faculdade de Minas – FAMINAS-BH.

Referências:

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