A Influência da Falta do Investimento da Função Materna na Aprendizagem

A Influência da Falta do Investimento da Função Materna na Aprendizagem
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Resumo: este trabalho trata-se de uma pesquisa bibliográfica que pretende se aprofundar em conteúdos relacionados às influências oriundas da falta de investimento emocional da função materna e como esta falta prejudica o aprendizado da criança. O interesse desta pesquisa bibliográfica se deu devido a observação clínica de que a falta deste investimento prejudica o aprendizado da criança. Na clínica, depara-se com crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem, sendo este tema a principal queixa dos pais; no entanto, ao dar continuidade ao acompanhamento, observam-se deficiências e às vezes até mesmo a falta da função materna desde os primórdios da vida, levando-se a considerar que em alguns casos, crianças que não tiveram este investimento de forma adequada apresentam dificuldades em aprender. Com isso, surge então, o seguinte questionamento: a falta do investimento emocional da função materna prejudica ou não o processo de aprendizagem infantil? Assim,  esse trabalho tem como principal objetivo analisar quais as dificuldades no aprendizado da criança quando falta o investimento emocional da função materna, sendo abordados ainda os conceitos de função materna e de aprendizagem humana e as relações entre ambos e quais as influências desta falta de investimento no aprendizado, tendo como principal suporte teórico o aporte psicanalítico em Freud, Winnicott e Lacan e em relação à aprendizagem autora como Alicia Fernandez será revisitada.

Palavras-chave: Influências, Função materna, dificuldade de aprendizagem, contexto familiar.

1. Relação Mãe-Bebê: Conceitos Gerais

Este trabalho consiste em uma revisão da literatura psicanalítica onde se buscará explicitar os pressupostos teóricos e esclarecer ideias e conceitos sobre a problemática que será pesquisada.

Esta revisão pretende discutir, analisar, e interpretar as ideias, os conceitos, os fundamentos e os problemas levantados por alguns autores psicanalíticos, como Freud, Winnicott e Lacan ao que diz respeito à função materna (RODRIGUES, 2006).

Freud (1914/1996, p. 94) chama a atenção para preocupação com o bebê em relação à alimentação, aos cuidados e proteção da mãe, ou com quem quer que a substitua, “...os primeiros objetos sexuais de uma criança são as pessoas que se preocupam com sua alimentação, cuidados e proteção: isto é no primeiro caso, sua mãe ou quem quer que a substitua”. Freud já conduz ao entendimento que não se faz necessário que seja a mãe biológica a responsável por tais cuidados e sim, qualquer pessoa que se dedique à criança, ou seja, que execute a função de mãe.

Já Winnicott introduz o conceito de “maternidade suficientemente boa” e que para se emergir um ego saudável é preciso que a criança, a princípio, dependa quase que absolutamente da mãe que dela provém o cuidado e a proteção, visando à adaptação do infans a sua nova condição de ser.

O início do surgimento do ego inclui inicialmente uma quase absoluta dependência do ego auxiliar da figura materna e da redução gradativa e cuidadosa da mesma visando à adaptação. Nesse sentido, o ambiente figura entre outros aspectos essenciais da dependência, no meio do qual o lactante está se desenvolvendo, utilizando mecanismos mentais primitivos. (1983/2008, p. 15).

Em Lacan, a função materna também se dá desde os primórdios da vida do bebê que vai se constituindo a semelhança do Outro (mãe ou quem faz esta função), que lhe devolve a imagem através do espelho. É o olhar deste cuidador que vai devolver à criança sua imagem fazendo-a perceber que ela é um ser e que existe. É por volta dos seis meses de vida que o bebê humano através da função do estádio do espelho terá noção da relação do organismo com a realidade. Segundo Lacan:

A função do estádio do espelho revela-se para nós, por conseguinte, como um caso particular da imago que é estabelecer uma relação do organismo com sua realidade (Zurique, 17 de julho de 1949).

Esse aspecto leva a crer que já neste período a criança começa a desenvolver fatores importantes para o aprimoramento da cognição, pois a noção de reconhecimento e de relação evidenciam-se nesta fase perdurando ao longo da existência da criança.

Compreende-se que o processo de aprendizagem humana inicia-se muito cedo, ainda nos primeiros meses de vida do bebê, e a primeira relação (função materna) é bastante relevante para que ele ocorra de forma mais saudável possível, pois é a mãe que oferece à criança o alimento (o seio), o cuidado, o embalo, ela decodifica os incômodos que o bebê apresenta através dos seus gestos, do seu choro, em uma tentativa de identificar quais as necessidades que o neném apresenta.

Quando se é reportado à modalidade da aprendizagem humana, observam-se semelhanças com a forma do relacionamento sexual e também com o relacionamento do sujeito com o dinheiro e a comida, “pois a sexualidade, a alimentação, assim como a aprendizagem e a conquista do dinheiro, são maneiras distintas que o desejo de possessão do ‘objeto’ tem para aprensentar-se e elaborar-se” (FERNANDEZ, 2001, p. 89).

Este objeto tão desejado pela criança é o contato íntimo e frequente que é estabelecido entre ele e a mãe que o faz apegar-se a ela e aos poucos de maneira gradual, ele vai aprendendo a distinguir seu rosto dos rostos de outras pessoas; transformando-a em seu objeto libidinal, ou seja, de amor (FERNANDES, 2011).

Observa-se mais um fato importante que se procede nesta tão singular relação que é o aprender do bebê. Através da percepção visual, a criança aprende a distinguir formas, formatos, aparências e a partir deste aprendizado emitir uma ação de aceitação ou estranhamento diante de uma face desconhecida.

Essas primeiras experiências que a criança tem através da relação com o corpo materno, quando são supridas suas necessidades, vão dar origem de forma gradual e peculiar a modalidade de aprendizagem do sujeito, entende-se a partir da literatura e também da prática clínica que crianças que não receberam tais cuidados têm grande probabilidade de apresentarem dificuldades na aquisição do conhecimento. Fernandez, assevera que:

(...) a modalidade de aprendizagem constrói-se a partir das primeiras experiências corporais entre uma mãe-provedora de alimentos-nutrientes e um bebê necessitado de incorporar as características desse alimento-leite materno em substâncias de seu próprio corpo (Fernandez, 2001, p. 89).

2. Conceituando a Função Materna

Sabe-se que é a mãe quem apresenta o mundo à criança desde que ela se encontra em sua barriga, no caso da mãe biológica; no entanto, para exercer a função materna, não se faz necessário que seja apenas a mulher que colocou a criança no mundo, mas qualquer pessoa que possa representá-la, ou seja, alguém que faça a mediação da Lei que a mãe opera. Segundo Araújo (s.d.): “Entendemos por função materna a passagem ou a mediação da Lei que a mãe opera. Nós falamos de uma função e não da pessoa da mãe, função de limite entre o somático e o erógeno”.

Entende-se que através desta função, exista um interesse e preocupação de quem a aplica, em repassar para a criança aquilo que se aprende com a cultura da qual se está inserido. E um desses aspectos é a proibição do incesto. “Essa função vai ser desenvolvida junto à criança num processo de passagem, permitindo a entrada da lei, interditando radicalmente o gozo da mãe pela criança, introduzindo o sujeito na cultura” (ARAÚJO, s.d.). Espera-se que a criança aos poucos consiga compreender que nem tudo é possível, que existem limites entre o que se deseja e o que se pode ter. E a partir desta mediação (cultura x função materna x bebê) possa dá-se início ao processo da subjetividade humana.

É a função materna que vai proporcionar, aos poucos, à criança a percepção de si mesma, começando pela noção de que se possui um corpo e que este, necessita de estímulos para se evidenciar. Com o conceito do estádio do espelho (LACAN, 1949), entende-se que é uma conquista da criança quando ela se percebe como um ser no mundo, mas que para tanto, faz-se necessário o investimento de um mediador que vá direcionar o olhar da criança para ela mesma; “(...) A identificação primordial da criança com esta imagem promove a estruturação do ‘Eu’ (...)”. (GOMES, 2009, p. 2). Ainda muito jovem o ser humano vai tendo noção de que existe e este aprendizado segue com ele ao longo de sua vida, mas ao mesmo tempo, vê-se o quão é relevante a presença de alguém que vá acompanhá-lo na aquisição destes primeiros conhecimentos que acontecem tendo como referências o corpo e sua própria imagem.

3. Conceituando a Aprendizagem Humana

O conceito de aprendizagem vem desde Aristóteles (384-322) que dizia que lembramos de coisas juntas quando semelhantes, quando são contrastantes e contíguas. O princípio da contiguidade “estabelece que sempre que duas ou mais sensações ocorrem juntas com frequência suficiente, elas se tornarão associadas” (WOOLFOLK, sd., p. 186). O que este conceito aborda é que se aprende por associação.

Por outro lado, no condicionamento clássico o pesquisador Pavlov descobriu que a aprendizagem se dá através de respostas emocionas e involuntárias, tais como o medo, a sudorese, a salivação que são chamadas reativas por serem respostas automáticas a estímulos. Enquanto que no condicionamento operante as pessoas atuam ativamente em seus ambientes para produzirem diferentes tipos de consequências, tais ações são chamadas de operantes. (WOOLFOLK, sd.).

Como se observa, o processo de aprendizagem humana começa bem cedo quando o bebê começa a associar os primeiros momentos de sua vida que se dá na interação com quem dele cuida. Essas associações podem ser a voz da mãe, o jeito como ela o segura, a forma como o alimenta e lhe transmite atenção, sendo através dessa operação com o ambiente é que a criança passa a reconhecer e memorizar o que acontece e em seguida repassa para este mesmo ambiente respostas daquilo que foi entendido por ele, reagindo com prazer ou desprazer ao que lhe é repassado.

Quando a função materna falha, ou seja, o limite entre o somático e o erógeno se misturam o aprendizado da criança poderá ficar comprometido. Mães que se doam demais e fazem tudo pelo filho acabam sem permitir que a criança cresça, empatando visivelmente o desenvolvimento do infans.

De acordo com (GOMES, p. 2, 2009):

Mesmo ironizando a “Psicologia dos primeiros cuidados”, bem como os analistas que a ela se dedicaram, Lacan (1998a) não deixa de enfatizar que o Outro primordial, agente da linguagem, marca a criança com seus atos significantes na rotina diária de cuidados que garantem a manutenção da vida. Sem esta rotina, o bebê não conseguirá sobreviver, dada a insuficiência constitucional do sujeito humano.

É importante que quem cuida esteja atenta (o) a forma como se passa os seus próprios significantes para a criança, no entanto esta tarefa torna-se difícil devido a estes processos acontecerem de maneira inconsciente, isto é, a pessoa não tem noção do mal que pode estar causando à criança.

4. Influências da Falta do Investimento da Função Materna no Aprendizado

Estudos apontam que são nas primeiras relações que o bebê inicia seu processo de aprendizagem, pois é com quem exerce a função materna que a criança vai se reconhecendo no mundo, aos poucos, como um ser que precisa de alguém, dos primeiros cuidados para se tornar um indivíduo detentor de autonomia. Segundo (CONCEIÇÃO, p.02, 2005):

Este aprendizado, dos primeiros anos de vida não tem como ocorrer sozinho, é necessário alguém que o cuide, realmente, interprete e ensine: a falar, a andar, a comer..., geralmente é a mãe quem exerce essa função. Nos desenvolvemos e aprendemos impulsionados pelo desejo de alguém, que nos sustenta orgânico e subjetivamente, portanto necessitamos do Outro para viver, aprender, conhecer, desejar, enfim, torna-se um sujeito de desejo. Esta primeira relação de aprendizagem do bebê com a mãe é o que deixará marcas de como ele irá aprender ao longo da vida. A forma como nos posicionaremos frente ao desconhecido, ao novo e consequentemente as aprendizagens, o surgimento da nossa autonomia, está diretamente ligada a este primórdio da vida.  

Percebe-se o quanto a função materna é relevante para ajudar a criança a aprender, pois é no processo de estimulação do corpo do bebê, através dos primeiros cuidados essenciais para um bom desenvolvimento do infans que ele vai imprimindo psiquicamente como agir diante dos fatos da vida. No entanto, quando esta função perde o limite ou é precária, poderá ocorrer uma possível relação entre a falta de limite entre o somático e o erógeno (lei que a mãe opera), é quando ao atingir a idade escolar crianças que tiveram mães que tudo fizeram por elas dos afazeres mais simples aos mais complicados tendem a comprometer o aprendizado, como uma forma de esperar que alguém faça suas atividades, com isso, a aquisição da leitura, da escrita e outras tarefas corriqueiras ficam afetadas.

A psicanalista Melaine Klein considera fundamental para o desenvolvimento psíquico e cognitivo infantil a influência e a relação com os pais na formação da criança (FONSECA, apud SANADA, sd.). Ao que se refere à função materna, existem mães que não conseguem perceber até aonde podem ir em relação aos cuidados com a criança, “A mãe não consegue abdicar de sua função materna; é mais fácil para ela sentir-se maternal quando seu bebê é dependente, do que quando, pelo crescimento, ele já começa a gostar de ser separado, independente e desafiador” (FONSECA, sd. p. 20). Para algumas mães (ou para quem exerce esta função), pode ser angustiante demais se afastar dos (as) filhos (as), vê-los crescer física e psiquicamente, mesmo que de forma consciente verbalize sua vontade de que a criança cresça e se desenvolva a partir do ingresso na escola.

Sem se dar por conta a mãe pode boicotar o crescimento do filho por um medo que ela própria desconhece, em alguns casos e em desespero, afirmam que sua criança é “bobinha”, não consegue ler nem escrever, embora já tenha passado da alfabetização, é medrosa e não consegue fazer nada sem que ela esteja próxima. Ao se analisar situações como esta, percebe-se o quanto é a mãe que é mais carente e aflita que a criança, pois é ela quem acaba transmitindo para o infans seus receios inconscientes de separação e desapego. A criança, por sua vez acaba se identificando como o falo da mãe e realizando seu maior desejo que é de permanecer sempre o “bebezinho”, carente e dependente de seus cuidados maternos.

Quanto maior for essa ligação entre mãe x criança, maior poderá ser a dificuldade no aprendizado da criança, pois ela não vai querer decepcioná-la, deixando-a triste e sozinha, então o que a criança faz, identifica-se com o desejo da mãe e passa a inibir as funções cognitivas responsáveis pelo seu desenvolvimento intelectual.

Enquanto este ciclo permanecer dificilmente a criança conseguirá livrar-se das amarras inconscientes da função materna inadequada e com isso o seu desenvolvimento intelectual ficará comprometido. É importante o quanto antes uma intervenção psicológica, visto que a função paterna falhou no interdito da ligação entre a mãe e a criança. De acordo com (FONSECA, sd. p. 20):

Em psicanálise o sintoma do fracasso escolar é visto como um arranjo entre diversas forças em jogo e a posição da criança frente ao saber (representado pela escola), encontra-se ligada a sua estrutura familiar. O fracasso escolar demonstra um importante sofrimento psíquico que recai sobre a criança e a sua família. O fracasso do filho revela a falha de um projeto de ‘filho perfeito’, capaz de realizar os projetos por eles idealizados, os pais ressentidos com as dificuldades do filho culpabilizam o educador e a escola.

Os pais ao se confrontarem com as dificuldades de aprendizagem da criança, apenas percebem as falhas dela e não conseguem se colocar na relação com ela, é a criança que é apontada e perseguida para melhorar em seus estudos.

5.  Considerações Finais

O presente tema é bastante relevante ao que diz respeito às dificuldades de aprendizagem em crianças em processo escolar, pois torna-se muito evidente o quão importante é a participação da função materna na constituição do conhecimento da criança, isto desde muito cedo, a criança começa a aprender ainda de forma rudimentar, a discriminar, relacionar, distinguir, perceber, identificar, dentre outros aspectos e através do contato constante com quem exerce a função materna a ir se dando conta da sua própria existência como ser.

É através dessa relação tão singular e constante que a criança aprende dos comandos cognitivos mais simples aos mais sofisticados, pois um conhecimento vai servindo de suporte para novos conhecimentos, como uma espécie de somatório que se procede durante toda vida do sujeito.

Quando algo não acontece de forma adequada, a criança poderá ter inúmeras dificuldades em aprender, então torna-se essencial a procura de um especialista que possua o olhar para a aprendizagem humana e as relações de afeto entre família, escola, educação, neuropsicologia, que também possua conhecimentos sobre as patologias da aprendizagem mais contemporâneas e este profissional seria um Psicopedagogo, pois ele tem condições de orientar, identificar, cuidar e encaminhar os casos que não tenha competência para atender.

Esperou-se que a elaboração desta produção científica possa ter contribuído para um melhor entendimento sobre função materna e aprendizagem, incentivando a quem se interessar em pesquisar mais sobre o tema a buscar mais e aprofundados conhecimentos.

Sobre o Autor:

Conceição de Fátima Ferreira Tomaz da Silva - Graduação em Psicologia e Pós-graduação em Psicopedagogia Institucional e Clínica. Atualmente atuando como Psicóloga Clínica atendendo criança, adolescente e adulto.

Referências:

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FONSECA, Bárbara Cristina Rodrigues: A influência paterna e materna no fracasso escolar infantil – uma visão psicanalítica. Citações e referências a documentos eletrônicos. Banco de dados. Disponível na Internet. http://www.revista.inf.br/psicologia12/pages/monografias/mono%2001-maio2009.pdf. Acesso em 12.03.2012.

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GOMES, Adriana de Albuquerque. A Função Materna e Gênese da Subjetividade em Winnicott e Lacan. Citações e referências a documentos eletrônicos. Banco de dados. Disponível na Internet. http://www.psicologia.pt/artigos/textos/A0472.pdf. Acesso em 21.09.2012.

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