Algumas Observações Teóricas sobre a Atenção e suas Implicações

Algumas Observações Teóricas sobre a Atenção e suas Implicações
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Resumo: O homem está contínuo e constantemente em contato com uma vasta gama de estímulos que o cerca, advindos tanto do seu meio ambiente externo, como de seu meio interno, ou seja, o organismo. Um mecanismo auxiliar de consciência realiza o processo de seleção desses estímulos permitindo ao organismo humano empreender e manter programas de ação sobre o meio, esse processo depende de uma função psicológica superior, é a atenção. Para o empreendimento do estudo deste mecanismo complexo da atividade humana fez-se necessário a realização de estudo teórico profícuo sobre o tema. Assim objetiva-se realizar uma análise dos fatores constituintes de atenção destacando as crianças, principalmente pré-escolares, a partir de diversas teorias disponíveis, realizando conexões da atenção com as demais funções psíquicas superiores, com questões educacionais e a aprendizagem.

Palavras-chave: estímulos, atenção, aprendizagem.

1. Introdução

O homem recebe imenso número de estímulos a todo o momento, mas entre eles seleciona os mais importantes e ignora os restantes, ao menos em nível de consciência. Esses estímulos advêm tanto do seu meio ambiente externo, como de seu meio interno, ou seja, o organismo. Potencialmente o ser humano é capaz de fazer um grande número de possíveis movimentos, mas poucos destes destacam-se racionalmente integrando-se às suas habilidades, enquanto inibe as demais. Surge um grande número de associações, mas ele conserva consigo apenas algumas, essenciais para a sua atividade, e abstrai as outras que dificultam o seu processo cognitivo de percepção, memória, pensamento e outras atividades psíquicas superiores, dentre elas a atenção.

Alguns estudiosos, desde os primórdios da psicologia e pedagogia científica, realizam trabalhos que diretamente ou indiretamente perpassam pelo tema da atenção, dentre eles os principais teóricos a serem citados neste trabalho, estão: Jean Piaget (1967, 1978, 2001), William James (citado por Fadiman e Frager, 1986), Alexander Luria (1981 e 1991, Vols. I, II e III, 1994), Atkinson e Atkinson (1995), Paul Mussen (1995), Henrique Del Nero (1997), Lev Vigotsky (1998), Ana Bock (1999), Burrus Frederick Skinner (1972, 2000), Sigmund Freud (ed.eletrônica, 1913 e 1914), Maria Helena Souza Patto e Dinah Martins de Sousa Campos (2001, 2002), entre outros autores.

A seguir serão apresentadas as teorias fazendo alocuções não por autor, ou suas ideias, mas pela semelhança temática em cada tópico destacado, mas que em conjunto se intricam no mesmo objetivo geral.

2. Teorias da Atenção e Conexões

2.1 Sobre a atenção e outras funções psíquicas superiores humanas

James (Citado por Fadiman e Frager 1986), já no início do século XX, ressaltava a importância da atenção, enquanto um processo ativo e seletivo, em detrimento de outros autores da época que diziam a mente ser passiva.

A atenção no homem é em grande parte determinada pela sua atividade, refletindo seu processo e lhe servindo de mecanismo de controle. Luria (1981) destaca pelo menos dois grupos de fatores que asseguram o caráter seletivo da atenção. De um lado estão as estruturas dos estímulos externos que chegam ao homem, e do outro estão a atividade do próprio sujeito (estrutura do campo interno).

A linguagem muda essencialmente todos os processos psicológicos dá-lhes nova dimensão, tanto à percepção, memória, como a atenção entre outras funções psíquicas superiores, sofrem mudanças, pois segundo Luria (1991, vol. I), é essa função tipicamente humana que possibilita ao homem dirigir arbitrariamente a sua atenção.

Luria (1991, vol. II, p.40), define percepção como “o resultado de um complexo trabalho de análise e síntese, que ressalta os indícios essenciais e inibe os secundários, combinando os detalhes percebidos num todo aprendido”. Assim o referido autor ressalta as características dessa função: o caráter ativo e imediato, caráter material e genérico, sua constância e correção além de ser móvel e dirigível, destacando o papel fundamental para a atenção.

Luria (1991, vol. III, p.1), define atenção como “a seleção de informação necessária, o asseguramento dos programas seletivos de ação e a manutenção de um controle permanente sobre elas”. A atenção nos animais é um mecanismo reflexo de importância vital, porém no homem são suas necessidades e interesses compondo um grupo de fatores motivacionais complexos formados no processo da história social do sujeito que dirigirá sua atenção, pensemos no aspecto educacional e sua valorização na atualidade nesse contexto.

Outra função psíquica superior significativa é a memória, definida como “o registro, a conservação e a reprodução dos vestígios da experiência anterior, o que permite ao homem acumular informações e delas dispô-las a fim de operar no mundo” (Luria, 1991, vol. III).

Devido à realização de experimentos, segundo uma abordagem sócio-histórica, Luria (1994) afirma que a atividade cognitiva humana ao contrário de ser estanque, evolui historicamente, em várias etapas, variando as estruturas como percepção, atenção, memória, raciocínio, pensamento, linguagem de acordo com as condições de vida social de cada povo, pois se o ambiente muda, este também muda, enquanto rudimentos de conhecimentos são adquiridos.

Atkinson e Atkinson (1995) coadunam atenção e percepção, destacando o caráter seletivo da atenção, ou seja, sua função voluntária, a de entrada (input) de informações, aqui utiliza de referenciais da cibernética, comparando o homem à máquina.

Mussen (1995) ilustra várias mudanças no desenvolvimento da atenção. Primeiro, as crianças se tornam mais capazes de controlar a mudança do foco de atenção de “decidir” em que prestarão ou não atenção; segundo, os padrões de atenção das crianças tornam-se mais adaptativos à situação, podem fazer um exame geral de diversas áreas ou então restringir-se num ponto, se necessário; terceiro, as crianças planejam mais suas ações ao invés de selecionarem daquilo que está disponível, elas antecipam o que querem ver ou ouvir e criam formas de atingir e seu instinto; quarto, as crianças tornam-se cada vez mais capazes de ampliar sua atenção, dividindo-a em diferentes atividades no tempo, podem ver televisão ao passo que jogam figurinhas.

Para Piaget (2001), que deu ênfase as operações mentais, são do processo de interação das estruturas mentais da criança com o meio ambiente num processo contínuo de construção que surge a inteligência e outras funções mentais humanas, descrevendo o desenvolvimento a partir de estágios sucessivos.

Destacam-se na teoria piagetiana três postulados básicos segundo Campos (2001): o de organização interna de cada indivíduo; de invariantes funcionais da atividade cognitiva e estruturas variáveis que se desenvolvem durante o processo de interação com o ambiente. Estes funcionam pelos processos de organização e adaptação dependendo dos vários processos mentais, inclusive a atenção.

Analisando o material de Vygotsky e extraindo algumas contribuições para a educação, Rego (1997) enfocando a relação estabelecida entre aprendizado e desenvolvimento, critica práticas pedagógicas onde prevalece a visão de que o desenvolvimento é pré-requisito para o aprendizado. No âmbito pré-escolar, há a difundida “prontidão para aprender”, idade certa para aprender por exemplos letras e números.

Numa visão histórico-cultural pautada em extratos Vigotskianos, segundo Rego (1997) inverte-se essas noções, pois para ela os processos de desenvolvimento é que são impulsionados pela aprendizagem, logo, o organismo só “amadurecerá” se aprender, logo a oferta de estímulos não pode ficar distante do alcance da criança.

Para Nero (1997), a consciência do ser humano reparametriza-se todo o tempo a novos objetivos, fazendo atenção instrumento de execução. Seu enfoque é baseado na teoria de sistemas advinda da administração, eleva a consciência à categoria máxima (de chefe) enquanto a atenção assume o papel de subordinado (empregado).

Hunt (citado por Patto, 1997) critica crenças pré-deterministas que predominam na prática e teoria da psicologia educacional, impedindo de que fosse dado ao aluno como um ponto máximo de sala de aula. O referido autor destaca seis pontos que impediam uma visão ativa do aluno:

  1. crença numa inteligência fixa
  2. crença num desenvolvimento pré-determinado;
  3. crença que o cérebro é um centro fixo e determinado;
  4. crença que as experiências pré-verbais são irrelevantes;
  5. crença de qualquer experiência emocional, está-se a mercê de reações baseadas no destino de necessidades instintivas.
  6. crença que a aprendizagem é motivada por reações homeostáticas, estimulação dolorosa ou impulsos, adquiridos a partir deste.

(IDEM)

Vygotsky (1998) reconhece que a relação entre o uso de instrumentos e a fala afeta várias funções psicológicas, em particular a percepção, as operações sensório-motoras e a atenção.

Bock (1999) delineia algumas semelhanças entre as teorias de Piaget e Vigotsky, porém faz um comentário a partir de Luria quanto a uma divergência entre ambos, a de que a fala inicial da criança é importante para a formação do pensamento, ressaltada por Vigotsky.

Skinner (1972, 2000) define atenção como o controle exercido por um estímulo discriminativo sobre o indivíduo indicado que é o estímulo e não o sujeito, a “essência” para a compreensão do processo de atenção. Então a atenção é uma relação que controla-o, relação entre uma resposta e um estímulo discriminativo, ou seja, quando alguém presta atenção, está sob controle especial de um estímulo.

Os processos de atenção estão presentes desde muito cedo na vida de indivíduo e à medida que este está em contato contínuo com o ambiente, desenvolvem-se aprimorando suas funções. O dicionário de psicologia Dorsh (2001) define atenção como a postura da consciência dirigida para consideração de um objeto (processo, idéia, coisa, etc) pela qual se apercebe o mesmo, ou seja, uma atividade consciente voltada para a apreciação e introjeção de objetos do meio exterior.

Davidoff (2001) define atenção como uma abertura seletiva para uma pequena porção de fenômenos sensoriais. Sobre a natureza do fenômeno atencional, a autora destaca duas posturas de estudiosos sobre o assunto: um primeiro grupo detecta a atenção como uma espécie de filtro, que peneiram as informações em diferentes parcelas do processo perceptual, enquanto um segundo grupo, acredita que a pessoa simplesmente focaliza e que deseja perceber, empenhando nossa experiência de forma ativa.

Bragirolli (2002) diz que perceber é tomar conhecimento de um objeto, e para que isso ocorra é necessário a focalização da atenção sobre ele, este mecanismo último sendo condição básica para que haja a percepção.

2.2 Sobre a atenção e questões educacionais

Piaget (1967) diz que a estreiteza no campo de atenção infantil leva a uma incapacidade de sintetizar corretamente sobre os elementos do real, refletido um modo de pensar egocêntrico. É uma etapa no desenvolvimento cognitivo e afetivo da criança onde ainda não desenvolveu a reversibilidade do pensamento, este é concreto, imediato, situacional, logo sua atenção é marcada por aquilo que lhe é próprio, voltada para si mesma.

Patto (1973) uma influente teórica da área de psicologia escolar no Brasil, tece inúmeras críticas a programas de educação compensatória com entidade para a denominada “privação cultural”, estado em que a carência de estimulação psíquica é bastante prejudicada, sendo vivenciada por inúmeras crianças das classes marginalizadas. O seu desenvolvimento é totalmente comprometido, havendo um comprometimento generalizado, educacional, nutricional, social, político e econômico desse indivíduo no futuro.

Mosquera (1974) ao realizar um apanhado histórico dos pensamentos e pensadores sobre como educar, revela que a expressão jardim de infância deriva do alemão kindergarten, termo que é devido a Frederic Fröebel (1782 – 1852), por causa da concepção botânica da criança como uma plantinha que precisa ser “regada” para poder desenvolver-se sadiamente.

Piaget (1978) destaca três características que nascem dos “jogos simbólicos” na fase de 4 a 7 anos. A primeira é a ordem relativa das construções lúdicas oposto às incoerências das idades anteriores, pois aproxima-se mais do real. Um segundo progresso essencial consiste numa crescente verossimilhança e imitação exata do real. Uma terceira característica dos jogos é o início do simbolismo coletivo, propriamente dito, isto é, com diferenciação e ajustamento dos papéis. Podemos observar esses elementos nas práticas educativas, principalmente na pré-escola.

Kramer (1992) se indaga sobre a serventia da pré-escola, e que responde, que para propiciar o desenvolvimento infantil, considerando os conhecimentos e valores culturais que as crianças já tem e progressivamente, garantindo a ampliação dos conhecimentos, possibilitando a construção da autonomia, cooperação, criatividade, responsabilidade e formação de autoconceito positivo, a fim de formar o cidadão.

O currículo, segundo Kramer (1992) deve levar em consideração três aspectos:

  1. A realidade social e cultural das crianças;
  2. O desenvolvimento e as características próprias do momento que estão vivendo;
  3. Os conhecimentos socialmente disponíveis em relação ao mundo físico e social.

A atenção da criança na pré-escola é dispersa entre jogos, brincadeiras e “interações sociais” com outros coleguinhas, como mostra Faria (s.d) numa síntese do trabalho de Piaget, ressaltando a importância da linguagem e pensamento para suas aparições, havendo um entrelaçamento de funções. Faria diz que:

É fundamental garantir as atividades lúdicas na pré-escola das camadas populares, não se trata de recreio ou de lazer mas de desenvolver esta capacidade humana de gozar a vida; que por sua vez, é auto-alimentadora, quanto mais experiência mais imaginação.” (Faria, 1999, p.207).

2.3 Sobre a atenção e a aprendizagem

Rogers (citado por Goulart, 2002) enfatiza a singularidade das pessoas, em consequência dos alunos. A aprendizagem deve ser algo significante, experiencial, pessoal enfim. O incentivo é externo, mas o descobrir, compreender vem de dentro, cabendo ao professor a tarefa de facilitar esse processo.

Em um artigo de 1913, Freud adverte que “somente alguém que possa sondar as mentes das crianças será capaz de educá-los e nós, pessoas adultas, não podemos entender as crianças porque não mais entendemos a nossa própria infância” (obras completas, Vol. XIII-a), traz a baile a questão da postura do educador e seu papel e como educar as crianças, realçando as descobertas da psicanálise.

Num outro artigo de 1914, Freud destaca que “é difícil dizer se o que exerceu mais influência sobre nós e teve importância maior foi a nossa preocupação pelas ciências que nos eram ensinados, ou pela personalidade de nossos mestres.” (obras completas, Vol. XIII-b). Ressalta a grande força que o professor exerce em nossas vidas, então de certa forma reflete sobre a formação, postura e o valor que tem o educador, o que irá refletir numa facilidade (ou dificuldade) para o aprendizado.

Campos (2002) destaca seis características de aprendizagem, ou seja, ela é um processo dinâmico, contínuo, global, pessoal, gradativo e cumulativo, sendo que na pré-escola estes processos serão estimulados dentro das capacidades de crença, e todos os processos psíquicos (inclusive atenção) são essenciais para o alcanço das aprendizagens.

Bock (1999) cita Bruner, importante teórico do processamento de informações que foca sua teoria sobre a discussão e sistematização do processo de organização das condições para a aprendizagem, o fim de favorecer o ensino. Essa sistematização contribuirá para uma melhor percepção, atenção memorização e aprendizagem do conteúdo o ser exposto.

O professor, segundo ele, deve adequar a linguagem científica à linguagem da criança, dessa forma deve dispor da teoria de Piaget para alcançar essa meta. Observa-se que há concordâncias e discordâncias entre as teorias até aqui, mas cada autor acorre-se àqueles elementos em que elas são mais consistentes.

A nova LDB (2002) regulamentado em 1996 traz em seu artigo 29, 30 e 31 disposições referentes à educação infantil, com primeira etapa da educação básica. Nesse sentido a pré-escola deve atender crianças na faixa etária de 4 a 6 anos em seu desenvolvimento integral. Assim a própria legislação educacional prioriza um lugar e faixa etária para que esse processo psicológico, tão caro ao ser humano, seja privilegiado.

3. In-Conclusões

O presente trabalho abordou de um ponto de vista teórico, questões relativas ao complexo processo da atenção, em especial de crianças, assim como fatores a elas relacionadas, sua indissociação de outras funções psíquicas superiores e como um ponto de apoio para a aprendizagem.

Destacou-se a atenção como um mecanismo psíquico, independente de outras funções como a percepção, memória, porém a elas interligadas na ação exploratória do ambiente pelo sujeito, utilizando-se dessa forma de diversos teóricos que abordam o tema como subsídio.

Alguns estudiosos que se interessaram estudar sobre a atenção, descreveram suas formas de manifestação e características, tanto frente à novidade e intensidade dos estímulos, como fatores internos como interesses e necessidades, assim permitiram alçar uma compreensão de como esse processo se desenvolve, processo esse significativo como uma para o humano.

Considera-se o estudo de atenção viável não somente para o campo da psicologia, como também áreas afins, como a pedagogia, neurologia, e outros que se interessam pelo estudo da criança, a relevância da atenção enquanto função psíquica e contribuição desta para a aprendizagem, contribuindo para o desenvolvimento pleno do sujeito.

Por fim apesar das diferenças, observou-se algumas semelhanças entre as teorias apresentadas, principalmente no que tange à estimulação das crianças apresentando-lhe estímulos interessantes, despertando sua curiosidade para explorar o mundo. Porém, na contemporaneidade o excesso de estimulação dificulta a manutenção da atenção em atividades significativas, uma vez que a prática docente necessita desse mecanismo para alcançar sucesso. É um ponto a se observar em futuras pesquisas sobre o tema...

Sobre o Autor:

Alderon Marques Cantanhede Silva - Psicólogo, bacharel e licenciado em Psicologia

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