Análise dos Estilos de Aprendizagem dos Alunos do Terceiro Ano do Ensino Médio, de Uma Escola Pública no Município de Cacoal-RO

Análise dos Estilos de Aprendizagem dos Alunos do Terceiro Ano do Ensino Médio, de Uma Escola Pública no Município de Cacoal-RO
(Tempo de leitura: 16 - 32 minutos)

Resumo: As críticas ao modelo formal de ensino fazem-se maior a cada ano. Dentro das salas de aula, os professores apresentam os conteúdos, os alunos simplesmente ouvem o assunto, mas não reservam um tempo para refletir, para absorver o conteúdo. Para que haja aprendizado, o aluno deve construir uma representação pessoal do conteúdo que não se dilua enquanto o professor passa o conhecimento. Cada aluno tem sua forma de aprender, de contextualizar o conteúdo apresentado. O processo de ensino e aprendizagem envolve vários fatores, como o modelo de ensino do professor, o conteúdo das matérias e as características individuais da aprendizagem. As formas como os alunos assimilam e processam as informações que estão a sua volta são chamadas de estilos de aprendizagem que auxiliam os alunos a se conhecerem e auxiliam o professor no processo de ensino-aprendizagem. A quantidade cada vez mais crescente de estudos nesta direção aponta para um movimento que busca a qualidade de ensino. Para tanto, este trabalho objetivou-se analisar os estilos de aprendizagem dos alunos do terceiro ano do Ensino Médio de uma Escola Pública no Município de Cacoal-RO.

Palavras-Chave: Ensino, Aprendizagem, Estilos de aprendizagem.

1. Introdução

A escola representa a instituição que a humanidade criou para socializar o saber sistematizado e seu papel tem mudado ao longo dos tempos, o sucesso do aluno na escola ou até mesmo na vida, depende entre outras coisas, da capacidade do professor incorporar as experiências e conhecimentos dos alunos, utilizando-os como ponto de partida para uma visão da realidade.

As ciências da educação surgidas na atualidade mostram que o saber do educador deixa de ser o centro do conhecimento e nos remete a uma pedagogia moderna em que o ato do saber torna-se mais importante que o aprender repetitivo e repassado. Nesta perspectiva o aluno é o centro do processo, é o sujeito ativo que deve desenvolver suas potencialidades.

Cada aluno tem uma forma de aprender, de contextualizar o conteúdo apresentado. Mas, o que vemos em sala de aula é um modelo de aulas expositivas, onde o aluno assume a posição passiva, onde memoriza fórmulas, métodos e procedimentos.

O processo de ensino e aprendizagem envolve vários fatores, como o método de ensino do professor, o conteúdo das matérias e as características individuais de aprendizagem. A quantidade cada vez mais crescente de estudos nessa direção aponta para um movimento que busca qualidade no ensino.

Segundo Felder e Brent (2005), o aprendizado do aluno depende em parte da habilidade inata, aquela que não necessita preparo prévio, e a outra parte diz respeito à forma como o indivíduo aprende e como o professor ensina. Essas diferenças podem ser percebidas na identificação de estilos e aprendizagem

As formas como os alunos assimilam e processam as informações que estão a sua volta é chamado de estilos de aprendizagem. Ao longo dos anos, muitos modelos foram propostos para a identificação das diversas formas de aprendizagem, e Kolb (1984) define estilo de “aprendizagem” como a maneira “preferida” do aluno responder a um estímulo e como dele se utiliza para o aprendizado.

O Tema proposto neste trabalho visa analisar os estilos de aprendizagem dos alunos do terceiro ano do Ensino Médio de uma Escola Pública do Município de Cacoal-RO.

O ensino médio é a fase final da educação básica e encaminha o aluno para a preparação do ensino superior ou estritamente profissionalizante, mas, em qualquer das suas formalidades ele deve preparar o aluno para a vida, para a cidadania e capacitar o aluno para o aprendizado permanente tanto para os que desejam prosseguir os estudos quanto os que querem ingressar diretamente no mundo do trabalho.

1.1 Objetivo Geral

Analisar os estilos de aprendizagem dos alunos do terceiro ano do ensino médio, fundamentada no Modelo de Felder em relação ao desempenho acadêmico.

1.2 Objetivos Específicos

  • Descrever o perfil predominante de aprendizagem dos alunos;
  • Verificar o desempenho dos alunos nas disciplinas oferecidas no semestre;
  • Verificar as diferenças entre alunos do sexo feminino e masculino em relação aos estilos de aprendizagem.

1.3 Metodologia

A metodologia aplicada para a realização do trabalho partirá do método indutivo, que parte de uma situação abrangente para uma particularidade numa relação descendente. Será realizada uma pesquisa bibliográfica exploratória. O estudo também se utilizará de uma pesquisa de campo com aplicação de questionários.

O questionário será aplicado aos alunos de uma turma do terceiro ano do ensino médio, com idades equivalentes. Quanto ao gênero: será aplicado aos dois grupos separadamente.

A pesquisa se utilizará de questionários “ILS” composto de de 44 questões de alternativas forçadas, “a” e “b”, (com 11 questões destinadas a cada dimensão de aprendizagem) aos alunos do terceiro ano do ensino médio. A análise dos dados se utilizará do programa estatístico SPSS, mediante a correlação de Pearson, que apresentará um gráfico geral da turma na qual foi aplicado o questionário.

2. Abordagens Educacionais

As ciências da educação com o passar dos tempos e as mudanças ocorridas na sociedade fazem surgir várias abordagens para definirem e identificarem a aprendizagem humana. Cada uma dessas abordagens procura entender o fenômeno educativo em diferentes enfoques.

Segundo Chagas (1984, p.83) “a educação, é assim, um dos subsistemas fundamentais do projeto Nacional em sua dupla expressão histórica e atual”. Para o autor como parte histórica ela tem a função “conservadora” de transmitir valores e formas de vida das gerações passadas, como Projeto Atual ela tem a função “renovadora” de modificar e enriquecer esses dados da cultura ao influxo de outras realidades e necessidades.

Partindo da abordagem tradicional, que é uma das práticas educacionais que persiste no tempo e que, forneceu um quadro diferencial a todas as demais abordagens que sucederam , observa-se, que a abordagem tradicional é praticamente centrada na figura do professor num conteúdo desvinculado da vida, que compreende a aprendizagem como um vazio que deve ser preenchido com conhecimento vindo de fora, o professor é o possuidor do saber inquestionável.

Saviani (1984, p.9) identifica a abordagem tradicional onde a escola surge como um “antídoto à ignorância, logo, um instrumento para equacionar o problema da marginalidade, seu papel é difundir a instrução e os conhecimentos acumulados pela humanidade”.

A abordagem comportamentalista segundo Saviani (1984, p.15) é classificada como abordagem tecnicista, onde o elemento principal passa a ser a organização dos meios, ocupando professor e o aluno posição secundária. Ela considera a experiência planejada como a base do conhecimento, sendo este uma descoberta e resultado direto da experiência.

A teoria humanística tem como enfoque o sujeito e conforme aponta Moreira (1999) “enfatiza as relações interpessoais objetivando o crescimento do indivíduo e seus projetos de organização pessoal da realidade”.

Segundo Moreira (1999) na abordagem humanística o professor atua como facilitador da aprendizagem. Saviani (1984) identifica e chama a teoria humanística como pedagogia nova, marco inicial para o surgimento das teorias não diretivas e autoritárias.

A abordagem cognitivista teve seu início com os psicólogos pesquisadores que identificam os chamados processos centrais do indivíduo como organização do conhecimento, processamento de informações e estilos de pensamento.

Saviani (1984, p.11) referencia a pedagogia cognitivista como “uma pedagogia de inspiração filosófica, centrada na ciência da lógica para uma pedagogia de experimentação baseada principalmente nas contribuições da biologia e psicologia”.

Já na atualidade surge a abordagem sociocultural, essa abordagem tem origem na obra de Paulo Freire, principalmente no seu trabalho com a alfabetização de adultos.

As ciências da educação surgidas na atualidade mostram que o saber do educador deixa de ser o centro do conhecimento e nos remete a uma pedagogia moderna em que o ato do saber, torna-se mais importante que o aprender repetitivo e repassado. Nesta perspectiva o aluno é o centro do processo, é o sujeito ativo que deve desenvolver suas potencialidades.

Cada aluno tem uma forma de aprender, de contextualizar o conteúdo apresentado. Mas, o que vemos em sala de aula é um modelo de aulas expositivas, onde o aluno assume a posição passiva, onde memoriza fórmulas, métodos e procedimentos.

3. Conceitos de Aprendizagem

A educação evidencia os caminhos necessários para a evolução da sociedade. A preocupação com a aprendizagem surgiu no final do séc.XXI, precisamente com o advento da Psicologia da Educação. Barros (1996) relata que foram diversas concepções sobre desenvolvimento humano e aprendizagens.

Davis (1994, p.17) afirma que o papel de Psicologia é investigar as modificações que ocorrem nos processos envolvidos na relação do individuo com o mundo (cognitivos, emocionais, afetivos) interagindo com outras ciências como Medicina, Biologia, Filosofia, Genética, Sociologia e a Pedagogia.

Estudos sobre o desenvolvimento e a aprendizagem fizeram surgir várias teorias que forneceram muitas idéias sobre a relação do homem com o seu próprio conhecimento.

Os psicólogos enfatizam a necessidade de distinguir entre o processo de aprendizagem, que ocorre dentro do organismo da pessoa que aprende. Segundo Fleury:

Modelo cognitivo: pretende ser um modelo mais abrangente do que o behavorista, explicando melhor os fenômenos mais complexos, como a aprendizagem de conceitos e a solução de problemas, procuram utilizar tanto dados objetivos e comportamentais, como dados subjetivos, levando em consideração as crenças e percepções do indivíduo que influenciam seu processo de apreensão da realidade.

Uma das principais Concepções sobre a aprendizagem é a Concepção Interacionista, seus precursores são Jean Piaget e Vygotski.

Segundo Davis (1994, p.36) os interacionista destacam que o organismo e o meio exercem ação recíproca. Um influência o outro e essa interação acarreta mudanças sobre o indivíduo.

Conforme Davis (1994) “Jean Piaget” é o mais conhecido teórico que defende a visão interacionista de desenvolvimento, criou a teoria do construtivismo, essa teoria evoluiu do Cognitivismo, que se relaciona ao conceito de inteligência, mas se difere ao considerar que a cognição pode ser construída.

Segundo Davis (1994, p.38):

Para Piaget o desenvolvimento cognitivo do indivíduo ocorre através de constantes desequilíbrios e equilibrações. O aparecimento de uma nova possibilidade no indivíduo ou a mudança de alguma característica do meio ambiente, por mínima que seja, provoca a ruptura do estado de repouso-da harmonia entre organismo e meio - causando um desequilíbrio.

Segundo Gomes no construtivismo o aluno deixa de ser um receptor de conhecimento para ser agente de transformação de sua própria estrutura cognitiva. Ou seja, o homem tem o poder de desenvolver a sua inteligência.

Para Correa a ideia de construção do conhecimento proposta por Piaget defende que é na interação com o meio que o sujeito se depara com situações diferenciadas, que o levam a construir hipóteses, através dos processos de assimilação e acomodação, visando explicar os fenômenos que ocorrem no seu mundo.

As teorias sobre desenvolvimento e aprendizagem do indivíduo são divergentes entre si, outra teoria relevante a ser discutida é a sócio-histórica de Vygostki.

Davis (1994) relata que para Vygotski a psique humana é um resultado de seus aspectos sócio-culturais, ou seja, o conhecimento é fruto da interação entre o indivíduo e o meio físico e cultural em que vive mediado pela linguagem.

Segundo Correia:

A teoria de Vygostki foi uma das mais debatidas, ou citadas, em Educação na última década. (...) as principais idéias de Vygostki referem-se: (1) á relação dialética entre indivíduo-sociedade, nas quais originam-se as características tipicamente humana. O homem transforma o seu meio e, ao mesmo tempo, transfoma-se a si mesmo; (2) às funções psicológicas superiores, que se originam nas relações entre o indivíduo e seu contexto sócio cultural, ou, em outras palavras têm uma origem cultural; (3) à relação como o mundo, que seria mediada por “ferramentas” criadas pelo homem; (4) ao cérebro como base biológica de tais funções mentais. Mas o cérebro não seria imutável ou fixo, podendo-se falar em “plasticidade cerebral”.

Davis (1994) relata que Vygotski não aceita a possibilidade de existir uma seqüência universal de estágios cognitivos como propõe Jean Piaget.

O processo de ensino e aprendizagem envolve vários fatores, como o método de ensino do professor o conteúdo da matéria e as características individuais de aprendizagem de cada aluno. Cada aluno tem sua forma de aprender de contextualizar o conteúdo apresentado.

A aprendizagem refere-se a aspectos funcionais e resulta de toda estimulação ambiental recebida pelo indivíduo no decorrer da vida.

O aluno precisa ser visto como pessoa que contribua para a produção da sua própria aprendizagem, não apenas como sujeito que repete o conhecimento que o professor passa, é preciso que o aluno adquira consciência do que sabe e perceba que é capaz de aprender mais. Conquistando autonomia própria e preparando-se para continuar aprendendo.

Conforme aponta Demo (2003, p.56):

O aluno leva para a vida não o que decora, mas o que cria por si mesmo. Somente isto tem condições de fazer parte da atitude do aluno, enquanto que o resto se engole como pacote e se expele como estranho. (...) É preciso insistir que tal postura redefine a função do professor e a função do aluno. O professor é sobretudo motivador, alguém a serviço da emancipação do aluno, nunca é a medida do que o aluno deve estudar. (...) A única coisa que vale a pena aprender é criar, o que já muda noção de aprender. O professor que apenas ensina imbeciliza o aluno. Nunca foi deveras professor.

Segundo Moreira (1999) alguns exemplos que definem aprendizagem incluem: condicionamento, aquisição de informação, mudança comportamental estável, uso de conhecimento na resolução de problemas, construção de novos significados, de novas estruturas cognitivas, revisão de modelos mentais.

Segundo relato de Davis (1994, p.48) na interação que o professor e aluno estabelecem na escola os fatores afetivos cognitivos de ambos exerce influência decisiva, cada parceiro busca o atendimento de alguns de seus desejos, de proteção, de subordinação, de realização.

As incompatibilidades existentes em sala de aula muitas vezes podem ser explicadas pela diferença existente entre o modo como o professor transmite conhecimento e a maneira em que os alunos assimilam o conteúdo.

Davis (1994, p.91) relata que o professor não é exclusivamente um transmissor de conhecimentos, como o aluno não é receptor passivo dos mesmos. Para a autora “o professor é um mediador competente entre o aluno e o conhecimento alguém que cria condições para aprendizagem”.

3.1 Estilos de Aprendizagem

As formas como os alunos assimilam e processam as informações que estão à sua volta são chamadas de estilos de aprendizagem, que auxiliam os alunos a se conhecerem e auxiliam o professor no processo de ensino-aprendizagem e vai muito além de uma forma de tabulação ou mesmo identificação, eles são ferramentas importantes para que o professor utilize nas suas aulas para atender a demanda dos

estudantes, visando estratégias para que a aula atenda aos mais diversos estilos (FELDER; SILVERMAN, 1988).

Os estilos de aprendizagens são definidos como as condições com as quais indivíduos se concentram, e processam informações e habilidades novas. Para Rosário estilos de aprendizagem tratam do caráter individual do processo de aprender. Derivam dos conceitos de tipologia de personalidade, e relacionam-se à forma particular de obter, reter, processar e organizar o conhecimento.

Conforme aponta Gomes os estudos exploratórios de aprendizagem datam de 1967, direcionados por programas para melhorar as atividades de leitura e a aprendizagem de cálculos, entretanto apenas recentemente as pesquisas sobre estilos de aprendizagem ganharam destaque.

Kolb (1984) define estilo de “aprendizagem” como a maneira preferida do aluno responder a um estímulo e como dele se utiliza para o contexto da aprendizagem.

Segundo Felder e Brent (2005), o aprendizado do aluno depende em parte da habilidade inata, aquela que não necessita preparo prévio, o sujeito já traz consigo, e a outra parte diz respeito à forma como o indivíduo aprende e como o professor ensina.

3.2 Modelos de Aprendizagem

Existem vários modelos que determinam os estilos de aprendizagem, mais neste trabalho será aplicado apenas o modelo de Felder e Silverman. Os modelos visam categorizar as diferentes formas de retenção, processamento e organização da informação recebida.

Kolb (1994) define estilos de aprendizagem como a maneira preferida do aluno responder a um estimulo e como dele se utiliza para o contexto da aprendizagem. Através desse modelo, o autor fornece um esquema para a compreensão dos estilos de aprendizagem por meio de testes aplicados com estudantes. Ao identificar as funções “perceber” e processar, definiu os pontos finais

desses referenciais como “experiências concretas” versus conceitualização abstrata e observação reflexiva versus experimentação ativa.

Para Kolb (1994) estilo de aprendizagem é um estado duradouro e estável que deriva da configuração consistente de interações entre indivíduo e seu meio ambiente

Segundo Rosário o modelo de Kolb é baseado nas teorias de Dewey, Lewin e Piaget, enquadra os perfis de aprendizado segundo as combinações entre as etapas de aprendizado: Experiência concreta, Observação Reflexiva, Conceitualização Abstrata e Experimentação Ativa - em quatro tipos:

  • Divergentes (EC-OR):
  • Assimiladores (OR-CA);
  • Convergentes (CA-EA);
  • Acomodadores (EA-0EC).

Segundo Kolb (1994), os divergente são os alunos que aprendem através da experimentação, são os criativos, analisam situações sob diferentes pontos de vista. Os assimiladores aprendem refletindo, criam teorias, mas quase não às aplicam. Convergentes aprendem por erro pondo em prática idéias e teorias, tem muita habilidade nas definições de problemas e nas tomadas de decisões. Já os Acomodadores, aprendem por meio de experimentação e aplicação do conhecimento em situações novas de aprendizagem.

O Modelo Myesrs-Briggs; Katherine Briggs e sua filha, Isabel Myers-Briggs desenvolveram um teste que desvendasse as diferentes personalidades segundo os tipos psicológicos de Jung. Esse instrumento possibilita dados sobre quatro conjuntos de preferência que resultam em 16 estilos de aprendizagem Myers-Briggs Type Indicator-MBTI (Indicador de tipos de Myers-Briggs), uma das ferramentas mais utilizadas, em estudos da área. O teste conta com quatro escalas de personalidade:

  • E-I: Extroversão e Introversão;
  • S-N: Sensação e Intuição;
  • T-F: Pensamento e Sentimento:
  • J-P: Julgamento e Percepção.

Para Myers-Briggs os alunos do grupo extroversão focam no mundo externo, experimentam coisas e interagem em grupos, já os do grupo introversão focam no mundo interno e das idéias e preferem trabalharem sozinhos.

Myers-Briggs relatam que as pessoas que estão enquadradas no grupo por elas estudados como sensação, mostram-se confortáveis com a rotina, já os analisados no grupo como intuição são imaginativos tem seu foco nas possibilidades, preferem trabalhar em nível conceitual e são avessos a rotina.

Pessoas que tem tendência a tomar decisões baseadas nas regras estão enquadradas no grupo pensamento, pois, são reflexivas. Os que tomam decisões baseadas nas considerações pessoais estão enquadrados no grupo sentimentos.

Os que seguem regras e tem ações planejadas estão enquadrados no grupo julgamento; os que são espontâneos adaptam segundo as circunstâncias, são os que se enquadram no grupo percepção.

O modelo utilizado por Felder e Silverman [01] (1988) é orientado para o processo de aprendizagem e possui como objetivos:

  • Percepção ( sensório/Intuitivo);
  • Retenção ( Visual/Verbal);
  • Processamento ( Ativo/Reflexivo);
  • Organização ( Sequencial/Global).

Os modelos utilizados apontam à dimensão dominante entre os quatro pares e é expressa em três escalas: leve, moderada e forte. O mapeamento dos estilos de aprendizagem permite que os docentes conheçam mais seus alunos e compreendam a forma como eles preferem aprender. Consequentemente, essas Informações podem ser usadas no planejamento do ensino de forma a suprir as diferentes necessidades de aprendizagem.

O modelo sensório/intuitivo contempla a dimensão da percepção da informação. O intuitivo interpreta símbolos e textos, quando em comparação com sensórios o intuitivo consegue terminar suas atividades com uma maior rapidez que os sensoriais.

O modelo Visual verbal é relacionado com o tipo de captação da informação. Os visuais captam melhor se a informação estiver representada por desenhos, diagramas, figuras e esboços gráficos e demonstrações. O verbal tende a captar mais quando a informação for por meio de palavra falada.

O modelo aditivo tende a adquirir melhor a informação quando esta executando alguma atividade, precisa estar fazendo para sua melhor compreensão. O modelo reflexivo precisa compreender para fazer, são mais lentos para iniciar as atividades e gostam de trabalhar individualmente. O modelo seqüencial aprende melhor quando o conteúdo e apresentado aos poucos, já os globais aprendem melhor quando lhes é apresentado todo o conteúdo.

Para Felder-Silverman o estudante pode transitar entre dois pólos e possuir características de ambos. Felder e Silverman relatam que os estilos de aprendizagem são vistos como habilidades capazes de serem desenvolvidas e que os educadores devem elaborar suas aulas explorando os estilos preferenciais dos estudantes, possibilitando o desenvolvimento também dos estilos não preferenciais.

Rosário relata que as contribuições mais expressivas no modelo Felder-Silverman consistem nas dimensões de entrada e organização das informações visuais e verbais que foi uma adaptação do autor de textos sobre Programação Neuro-linguística, endossado por literaturas sobre Ciências Cognitivas. As dimensões Seqüenciais e Globais originaram-se do trabalho da psicóloga Linda Silverman sobre o estudante Visual-Espacial, caracterizado pelo aprendizado holístico, estruturação intuitiva de conceitos e cuja habilidade natural para matemática e outras ciências costuma ser negligenciada pelos estilos de ensino habituais.

4. Método

A pesquisa foi realizada na Escola Pública de Ensino Fundamental e Médio Cora Coralina, situada no centro da cidade de Cacoal-RO. A pesquisa foi direcionada aos alunos do terceiro ano do ensino médio as turmas A e B.

Participaram da pesquisa 30 alunos do 3º ano do Ensino Médio, turma A e B, ano 2011 (1° semestre), com idade entre 16 a 17 anos. Quanto ao gênero: 15 são mulheres  e  15 são homens.  Aplicação de  questionários  “ILS”  compostos  de    44

questões de alternativas forçadas, “a” e “b” (com 11 questões destinadas a cada dimensão de aprendizagem).

O ensino médio é a fase final da educação básica e encaminha o aluno para a preparação do ensino superior ou estritamente profissionalizante, mas, em qualquer das suas formalidades ele deve preparar o aluno para a vida.

A reformulação do ensino médio no Brasil foi estabelecida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996.

A LDB em seu art.35 refere-se ao ensino médio como a etapa final da educação básica com duração de três anos, e terá como finalidade:

I – a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos ao ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento do estudo.

II - a preparação básica para o trabalho e cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores.

III – o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;

IV - a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processo produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina.

Conforme os Parâmetros Curriculares Nacional, “o ensino médio” nos termos da lei, e de sua regulamentação deixa de ser simplesmente preparatório para o ensino superior ou estritamente profissionalizante, para assumir necessariamente a responsabilidade de completar a educação básica, isso significa preparar para a vida, qualificar para a cidadania e capacitar para o aprendizado permanente, em eventual ao prosseguimento dos estudos ou diretamente no mundo do trabalho.

5. Procedimentos

5.1 Coleta de Dados

No dia 05/09/2011 a acadêmica apresentou para a orientação da Escola Cora Coralina, o projeto para ser desenvolvido.

A orientação repassou as informações para a diretora, que autorizou a pesquisa e expediu um documento de autorização no dia 06/09/2011, para utilizar as dependências da escola para realizar a pesquisa.

A coleta iniciou com a apresentação da acadêmica, e após apresentação, foi passada a orientação referente à pesquisa a ser realizada.

Após apresentação dos objetivos da pesquisa, foi entregue a cada pesquisado duas vias do termo de consentimento e, após aceito, eles responderam o ILS, sendo este um questionário autoaplicável.

O tempo total de aplicação foi em torno de 40 minutos.

A coleta foi realizada na sala de aula da turma A no período do intervalo e depois na turma B. Os alunos que não participaram da pesquisa foram liberados. Todos os alunos estavam presentes no dia marcado.

Participaram da pesquisa 30 alunos do 3º ano do Ensino Médio, turma A e B, ano 2011 (1° semestre), com idade entre 16 a 17 anos. Quanto ao gênero: 15 são mulheres e 15 são homens. Aplicação de questionários “ILS” compostos de 44 questões de alternativas forçadas, “a” e “b”, (com 11 questões destinadas a cada dimensão de aprendizagem) aos alunos do 3º ano do Ensino Médio de uma Escola Pública de Cacoal-RO.

5.2 Instrumento

Foi utilizado o termo de Consentimento Livre Esclarecido, e o Inventário ILS, com 44 questões. A análise dos dados se utilizará do programa estatístico SPSS, mediante a correlação de Pearson, que apresentará um gráfico geral da turma na qual foi aplicado o questionário.

6. Resultados

Os Gráficos 1 e 2 mostram os dados percentuais quanto aos estilos de aprendizagem a) geral e b) por sexo dos participantes.

Gráfico 1 – Porcentagem dos estilos em todos os domínios para todos os sujeitos do estudo.

Gráfico 1 – Porcentagem dos estilos em todos os domínios para todos os sujeitos do estudo.

De acordo com os dados do Gráfico 2, participantes do sexo feminino apresentam estilo preponderantemente 1) ativo, 2) visual e – sem diferença significativa [02] com relação aos homens – 3) sequencial.

Gráfico 2 – Porcentagem dos estilos em todos os domínios para os sujeitos masculinos e femininos

Gráfico 2 – Porcentagem dos estilos em todos os domínios para os sujeitos masculinos e femininos

As notas dos alunos podem apontar para os estilos de aprendizagem na medida em que diferenciam disciplinas por habilidades cognitivas específicas. Note-se abaixo no gráfico os resultados quanto a este dado:

Gráfico 3 – Porcentagem da média das notas dos três bimestres de 2011 para todos os sujeitos.

Gráfico 3 – Porcentagem da média das notas dos três bimestres de 2011 para todos os sujeitos.

Quanto à relação de significância entre estilos de aprendizagem e notas nas disciplinas do Gráfico 3 não houve significância estatística (p = 0,565) quando utilizado Pearson. Ou seja, as notas e os estilos não estão relacionados de maneira dependente – pelo dado obtido de maneira positiva seria a maior possibilidade, desta forma quando uma variável tivesse acréscimo a outra teria também. Isto indica que os estilos de aprendizagem não influenciam nas notas e as notas não modificam os estilos de aprendizagem.

7. Análise dos Dados

Disto posto, pode haver uma  uniformização das metodologias de ensino das disciplinas  supracitadas. Quanto  ao  nível   de  confiança dos  dados das  notas das

disciplinas, diz-se a partir do T de student que é de 99%. Ou seja, que a amostra da pesquisa pode representar 99% dos indivíduos da população. Contudo deve ser levado em consideração o número de sujeitos ao final da pesquisa quanto a variáveis no histórico de vida, já que há homens e mulheres.

Quando relacionados os dados, mesmo sem variação dependente, pode-se sugerir que o estilo (equilibrado [03] entre) ativo/reflexivo e preponderantemente sensitivo, visual e sequencial favorece um tipo de aprendizagem em todas as disciplinas. Isto pode ir de encontro aos dados da literatura que indicam que há disciplinas que são mais reflexivas (e.g. língua inglesa/portuguesa) e outras que são ativas (e.g. física). Outras ainda são mais globais (e.g. geografia) enquanto outras indicam sequencialidade (e.g. química). Ou seja, pode-se sugerir que os padrões de ensino podem não estar obedecendo à estrutura da própria disciplina, o que não permite que alunos tenham seus estilos de aprendizagem modificados/adaptados aos conteúdos de cada uma delas.

A amostra pode não ser suficiente para fazer a relação entre os constructos desta pesquisa. Isto indica que os dados não possuem potencial de generalização para a população geral, contudo indicam cuidados na observação das variáveis em futuros estudos.

8. Conclusão

O processo de ensino e aprendizagem envolve fatores, como a metodologia que o professor utilizará para aplicação do conteúdo e as próprias características pessoais de aprendizagem de cada aluno.

Através do conhecimento dos estilos de aprendizagem o professor pode identificar as preferências dos seus alunos, planejar e aplicar atividades em sala de aula que favoreçam a aprendizagem, tornando a aula mais efetiva, sendo valorizada a competência de seus alunos.

O instrumento utilizado para descobrir os estilos de aprendizagem dos alunos, foi o inventário ILS, desenvolvido por Felder e Silverman, que tem o objetivo de investigar e identificar as preferências dos alunos com quatro dimensões ativo/reflexivo, sensitivo/intuitivo, visual/verbal, sequencial/global.

Segundo os autores, é de fundamental importância que se estabeleça um equilíbrio entre os estilos, este fator auxilia os alunos para que seu aprendizado se concretize independente da dinâmica que o professor utilize para conduzir cada matéria.

O inventário aplicado separadamente sem levar em consideração a historia de vida do aluno e sua condição socioeconômica não se torna uma ferramenta viável para verificação dos estilos. É necessário observar que fatores associados contribuíram para que o aluno pudesse manter o padrão de estilo.

Os estilos que os alunos pesquisados apresentaram foram: participantes do sexo feminino apresentam estilo preponderantemente 1) ativo, 2) visual e – sem diferença significativa com relação aos homens – 3) sequencial.

Ativo/reflexivo, que significa que esta turma desenvolve atividades individuais e em grupos.  Sensitivo - através de exposição, sentir, tocar.  Visual -através de recursos visuais, gráficos.  Sequencial - Em geral o modelo que os alunos da rede estadual recebem seus materiais, por unidade, capítulos e são apresentados da unidade básica para avançada, o que favorece a permanência do estilo sequencial.

Os resultados apresentados através dos gráficos mostram que as médias de notas estão no mesmo padrão, ou seja, as disciplinas estão sendo ministradas de uma forma que atenda a demanda, e através deste padrão utilizado para ministrar as disciplinas. O estilo que cada aluno apresenta não influencia sua nota ou resultado final.

Possivelmente a metodologia aplicada pelos professores apresenta uma uniformidade, e não atende a exigência da disciplina, e o estilo dos alunos. Desta forma os alunos não conseguem atingir equilíbrio entre os estilos, o mesmo padrão acaba sendo cristalizados, e eles apenas se adequam ao modelo.

O ponto de reflexão deste trabalho esta no fato de que o aluno em questão esta terminando o nível médio e provavelmente entrará no nível superior, sendo neste nível que este aluno poderá encontrar inúmeras dificuldades, já que as disciplinas não serão mais apresentadas uniformemente como no nível médio. O aluno pode enfrentar inúmeras dificuldades para se inserir no método de ensino na graduação.

A amostra apresentada torna-se insuficiente, visto que foi apresentada somente uma parte dos alunos do terceiro ano.

ANEXO A - Termo de consentimento livre e esclarecido:

TITULO DA PESQUISA: ANÁLISE DOS ESTILOS DE APRENDIZAGEM DOS ALUNOS DO TERCEIRO ANO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE CACOAL. FACULDADES INTEGRADAS DE CACOAL

Eu, _________________________________________________________, dou meu consentimento livre e esclarecido para participar como voluntário do projeto de pesquisa supracitado, sob a responsabilidade da pesquisadora, Thalita Campos dos Santos, acadêmica do 10º Período do Curso de Psicologia da UNESC e orientadas pelo Prof. Ms. Ricardo A. A. Botta, professor / orientador do (TCC) trabalho de conclusão de curso.

Assinando este termo de Consentimento, estou ciente de que:

  • O objetivo do estudo é coletar dados sobre estilos de aprendizagem dos alunos do terceiro ano de uma escola pública de Cacoal.
  • Obtive todas as informações necessárias para poder decidir conscientemente sobre a minha participação na referida pesquisa.
  • Estou livre para interromper, a qualquer momento, minha participação na pesquisa sem sofrer qualquer forma de retaliação.
  • Meus dados pessoais e outras informações que possam me identificar serão mantidos em sigilo.
  • Os resultados gerais obtidos nesta pesquisa serão utilizados apenas para alcançar os objetivos propostos, incluída sua publicação em congresso ou em revista cientifica especializada.
  • Poderei contatar a pesquisadora responsável pela pesquisa através do telefone (xx) xxxx-xxxx, e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. , Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com o Prof. Ms. Ricardo Botta.

Cacoal,_______de___________________de 2011

____________________________

(assinatura do voluntário)

ANEXO B - Questionário sócio-econômico-educacional:

Prezado participante, este questionário tem como objetivo conhecer o perfil socioeconômico de estudantes do Ensino Médio. Desde já, agradecemos sua valiosa colaboração.

1 SEXO:

( ) masculino

( )feminino

2 QUAL A SUA IDADE?

( ) menos de 16 anos

( ) de 16 a 18 anos

( ) de 19 a 21 anos

( ) de 22 a 25 anos

( ) de 26 a 30 anos

( ) mais de 31 anos

3 ASSINALE A ALTERNATIVA QUE IDENTIFICA A SUA COR OU RAÇA:

( ) branca

( ) preta

( ) parda

( ) amarela

( ) indígena

4 QUAL O SEU ESTADO CIVIL?

( ) solteiro (a)

( ) casado (a)

( ) viúvo (a)

( ) separação legal (judicial ou divórcio)

( ) outro

5 CASO POSSUA FILHOS MENORES DE 6 ANOS, QUANTO SÃO?

( ) não possuo filhos

( ) um

( ) dois

( ) três

( ) quatro

( ) não possuo filhos menores de seis anos

6 QUAL O ESTADO EM QUE NASCEU?

( ) Rondônia

( ) São Paulo

( ) Rio de Janeiro

( ) Minas Gerais

( ) Mato Grosso

( ) outro

7 EM QUE CIDADE MORA?

( ) Cacoal

( ) Pimenta Bueno

( ) Ministro Andreazza

8 EM RELAÇÃO À MORADIA:

( ) mora em casa própria

( ) não tem casa própria

9 QUAL O NÍVEL DE INSTRUÇÃO DE SEU PAI?

( ) sem escolaridade

( ) ensino fundamental (1º grau) incompleto

( ) ensino fundamental (1º grau) completo

( ) ensino médio (2º grau) incompleto

( ) ensino médio (2º grau) completo

( ) superior incompleto

( ) superior completo

( ) mestrado ou doutorado

( ) não sei informar

10 QUAL O NÍVEL DE INSTRUÇÃO DE SUA MÃE?

( ) sem escolaridade

( ) ensino fundamental (1º grau) incompleto

( ) ensino fundamental (1º grau) completo

( ) ensino médio (2º grau) incompleto

( ) ensino médio (2º grau) completo

( ) superior incompleto

( ) superior completo

( ) mestrado ou doutorado

( ) não sei informar

11 QUANTOS CARROS EXISTEM EM SUA RESIDÊNCIA?

( ) nenhum

( ) um

( ) dois

( ) três

( ) quatro ou mais

12 POSSUI COMPUTADOR EM SUA CASA?

( ) não possuo computador

( ) possuo apenas um sem acesso à internet

( ) possuo apenas um com acesso à internet

( ) possuo mais de um sem acesso à internet

( ) possuo mais de um com acesso à internet

13 ASSINALE A RENDA FAMILIAR MENSAL DE SUA CASA:

( ) até 260,00

( ) de rs 261,00 a rs 780,00

( ) de rs 781,00 a rs 1.300,00

( ) de rs 1.301,00 a rs 1.820,00

( ) de rs 1.821,00 a rs 2.600,00

( ) de rs 2.601,00 a rs 3.900,00

( ) de rs 3.901,00 a rs 5.200,00

( ) de rs 5.201,00 a rs 6.500,00

( ) de rs 6.501,00 a rs 7.800,00

( ) mais de rs 7.800,00

14 QUANTAS PESSOAS CONTRIBUEM PARA A OBTENÇÃO DESSA RENDA

FAMILIAR?

( ) uma

( ) duas

( ) três

( ) quatro

( ) cinco

( ) mais de cinco

15 QUANTAS PESSOAS SÃO SUSTENTADAS COM A RENDA FAMILIAR?

( ) uma

( ) duas

( ) três

( ) quatro

( ) cinco

( ) mais de cinco

16 VOCÊ CONTRIBUI NA RENDA FAMILIAR?

( ) sim

( ) não

17 COMO FEZ SEUS ESTUDOS DE ENSINO FUNDAMENTAL (1º GRAU)?

( ) integralmente em escola pública

( ) integralmente em escola particular

( ) maior parte em escola pública

( ) maior parte em escola particular

( ) em escolas comunitárias

18 CONCLUIU O ENSINO FUNDAMENTAL (1º GRAU) EM:

( ) curso regular

( ) curso supletivo

19 COMO FAZ SEUS ESTUDOS DE ENSINO MÉDIO (2º GRAU)?

( ) integralmente em escola pública

( ) integralmente em escola particular

( ) maior parte em escola pública

( ) maior parte em escola particular

( ) em escolas comunitárias

20 EM QUE TURNO VOCÊ FAZ O ENSINO MÉDIO (2º GRAU)?

( ) todo diurno

( ) todo noturno

( ) maior parte diurno

( ) maior parte noturno

( ) outro

21 VOCÊ FREQÜENTOU CURSINHO PREPARATÓRIO PARA O VESTIBULAR?

1 sim,

2 não

22 NESTE ANO, VOCÊ PRETENDE PRESTAR VESTIBULAR:

( ) sim

( ) não

23 O QUE VOCÊ ESPERA, EM PRIMEIRO LUGAR, DE UM CURSO UNIVERSITÁRIO?

( ) formação acadêmico-profissional para o trabalho

( ) formação teórica, voltada para a pesquisa

( ) formação para atividade pedagógica

( ) aquisição de conhecimentos que me permitam compreender

( ) aquisição de cultura geral

Referências:

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BRASIL, Lei 9394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretizes e Bases da Educação Nacional. http://www.planalto.gov.br/ccivil 28/ato1996/LEIS/L9394. Htm. Acesso em 11 de outubro 2011.

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CHAGAS. Valmir. O ensino de 1° e 2° graus: antes agora e depois? 4 ed. São Paulo: Saraiva.1984.

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DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2003.

FELDER, R.M: SILVERMAN, L.K. Learning and Teaching Styles in Engineering Education. Engineering Education, V.78, N° 7, 1988, and p.674-681.

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FLEURY, Maria Tereza Leme. FLEURY, Afonso. Construindo o conceito de competência. RAC, edição Especial, 2001. Disponível em redalyc.uamex.mx/src/inicio/ Art.PdfRed.jsp?iCve=84009310 = 28k.Acesso em 10 de nov.2011 ás 20:00 hs.

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KOLB, D.A. Experimental learning: experience as the source of learning and development. Prentice-Hall, Englewood Cliffs, N.J, 1984.

MOREIRA, Marco Antonio. Teorias da Aprendizagem. São Paulo: EPU, 1999.

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ROSÁRIO, Jane de Almeida do. Estilos de aprendizagem de alunos de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos da UFSC: o caso da disciplina de Análise e Simulação de Processos. Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química do Centro Tecnológico da Universidade Federal de Santa Catarina, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Engenharia Química. Professor Orientador Dr. Leonel Teixeira Pinto. Disponível em

SAVIANI, D. Escola e democracia. São Paulo: Cortez, 1984.

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