As Consequências Psicossociais do Bullying no Rendimento Escolar

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1. Considerações Iniciais

O bullying pode ser identificado por meio de algumas ações, como ressalta a Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à infância e à Adolescência (Abrapia), citado por Palácios et al, 2006: "colocar apelidos, ofender, zoar, gozar, encarnar, sacanear, humilhar, fazer sofrer, discriminar, excluir, isolar, ignorar, intimidar, perseguir, assediar, aterrorizar, amedrontar, tiranizar, dominar, agredir, bater, chutar, empurrar, ferir, roubar, quebrar pertences“.

No ambiente escolar desenvolvem-se várias práticas comuns aos estudantes, muitas delas acabam do que poderia ser adequado para um relacionamento interpessoal saudável. O bullying é entendido atualmente como uma prática prejudicial ao convívio daqueles que são considerados “diferentes” da maioria e que são perturbados pelas brincadeiras “pesadas” de seus companheiros de sala.

Essas brincadeiras de mau gosto são conhecidas pelo termo inglês bullying, que significa “intimidar, ameaçar”, ou seja, são atitudes de agressão verbais, físicas e/ou psicológicas cometidas contra um aluno, ou contra uma minoria.

Esses comportamentos se expandiram ao redor do mundo, e hoje já identificamos esses comportamentos até mesmo na internet, é o chamado cibyerbullying, quando  acontecem atos verbais de violência contra alguém por meio virtual.

A melhor maneira de identificar o bullying é observar quando um apelido ou uma brincadeira se torna demasiadamente repetitiva e constrangedora, perceber se a vitima se afasta do convívio com os demais ou das atividades coletivas. Também cabe aos professores atentar naqueles autores de brincadeiras desagradáveis, ou até mesmo que tenham comportamentos com tendências violentas.

Também é importante frisar que alguns professores podem praticar bullying com aqueles alunos que de alguma maneira apresente bloqueios ou dificuldades de aprendizagem. Esses comportamentos violentos são reforçados por aqueles que temem ser também vitimas dos autores de bullying, que silenciam às práticas de maus tratos que presenciam, e mesmo sem saber, estimulam esses comportamentos, pois fortalecem os praticantes que não são punidos.

Os autores das agressões muitas vezes são pessoas que não se importam com os outros e são incapazes de perceber a situação do outro, geralmente são muito populares, e são oriundos de famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre pais e filhos é muito pobre ou inexistente. (TAVARES, 2010).

As práticas de bullying ofendem os princípios morais dos envolvidos, e conseqüências judiciais podem ser usadas para tentar punir os praticantes. As escolas também podem ser responsabilizadas por atos cometidos e negligenciados. Esse tema é muito amplo e compreende vários aspectos da realidade das escolas em todo o Brasil, inclusive está bem mais próximo do que se possa imaginar.

1.1 Conhecendo o fenômeno bullying

O bullying é considerado um fenômeno tão antigo quanto à própria instituição Escola. Entretanto, essa prática só veio a ser alvo de estudo científico a partir da década de 1970.  A palavra bullying, que é utilizada para caracterizar comportamentos violentos no âmbito escolar, não é conhecida de forma abrangente para o grande público brasileiro, visto que, é de origem inglesa e não possui tradução ainda no Brasil. Entretanto, é possível encontrar traduções na literatura para a palavra “bully”: que implica dizer, indivíduo brigão, valentão ou tirano. A Suécia foi o primeiro país a demonstrar interesse pela violência entre os estudantes e suas conseqüências no âmbito escolar. (SILVA, 2010).

Há muitos anos, de modo especial a partir dos anos 90, o trabalho sobre bullying despertou intensa motivação e desenvolvimento, tanto em instituições públicas quanto privadas. No Brasil, as pesquisas e a atenção voltadas ao tema ainda se dão de forma incipiente. A Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à infância e à Adolescência (Abrapia) (citado por SILVA, 2010) se dedica a estudar o fenômeno bullying desde 2001. (SILVA, 2010).

A prática do bullying é classificada como direto quando vítimas são atacadas diretamente, ou seja, quando são atacadas fisicamente, ou indireto, quando estão ausentes, que é o praticado pelas costas, espalhando boatos negativos em frente à mesma. Além desses dois, estão entre os tipos de bullying: verbal, escrito, emocional, sexual e cibyerbullying. (LOPES NETO, 2005).

1.2 Conhecendo as personagens dessa história: as vítimas

A vítima costuma ser a pessoa mais frágil, com algum traço destoante do “modelo” culturalmente imposto pelos seus pares, traço este que pode ser físico (uso de óculos, obesidade, alguma deficiência, muitas espinhas), emocional (timidez, introversão) ou relacionada a outros aspectos culturais, étnicos ou religiosos.

De acordo com Smith e Marita (1999, citado por MARTINS, 2005).  A criança vitimada pode estar em desvantagem numérica, ou só entre muitos, ser a mais nova, a menos forte, ou simplesmente ser menos autoconfiante. A criança ou crianças exploram essa oportunidade pra infligir dano, obtendo quer gratificação psicológica quer no estatuto de seu grupo de pares.

 Aquele aluno é considerado alvo de bullying quando é exposto, por muito tempo e de forma repetida, às ações negativas praticadas por um ou mais alunos. De modo que, situações negativas acontecem quando, alguém de forma, intencional e repetida, causa dano, fere ou incomoda outra pessoa. (LOPES NETO, 2005).

Sem esperanças quanto às possibilidades de se adequarem ao grupo e com dificuldades para novas amizades, algumas vítimas crêem serem merecedores do que lhes é imposto. Têm poucos amigos, são passivas e não reagem aos atos de agressividade sofridos.  O agredido costuma ser uma pessoa que não dispõe de habilidades físicas e emocionais para reagir, tem um forte sentimento de insegurança e um retraimento social suficiente para impedi-lo de procurar ajuda.

1.3 Identificando os agressores

Os autores do bullying, frequentemente, são indivíduos que pertencem a famílias desestruturadas, com pouco relacionamento afetivo e cujos pais exercem uma supervisão pobre sobre eles, oferecendo o comportamento agressivo ou explosivo como modelo na solução de conflitos o que, em tese, aumenta a probabilidade desses jovens se tornarem adultos antissociais e violentos e/ou violentos. (TAVARES, 2010).

O agressor atinge o colega com repetidas humilhações ou depreciações porque quer ser mais popular, se sentir poderoso e obter uma boa imagem de si mesmo. É uma pessoa que não aprendeu a transformar sua raiva em dialogo e para quem o sofrimento do outro não é motivo para ele deixar de agir. Pelo contrário, se sente satisfeito com a reação do agredido, supondo ou antecipando quão dolorosa será aquela crueldade vivida pela vitima. (SANTOMAURO, 2010).

[...] Um dos casos mais emblemáticos e com fim trágico ocorreu nos Estados Unidos em 1999, no colégio Columbine High School, em Denver, Colorado. Os estudantes Eric Harris, de 18 anos, e Dylan Klebold, de 17 assinaram 12 estudantes e um professor. Deixaram mais de vinte pessoas feridas e se suicidaram em seguida. A motivação para o ataque seria vingança pela exclusão escolar que os dois teriam sofrido durante muito tempo. Investigações também demonstraram que não somente eles eram alvos de bullying, como também eram os próprios agressores de alvos de bullying. (SILVA, 2010)

Possuem em sua personalidade traços de desrespeito e maldade, e na maioria das vezes, essas características estão associadas a um perigoso poder de liderança que, em geral, é obtido ou legitimado através da força física ou do intenso assédio psicológico. Os agressores apresentam, desde muito cedo, aversão às normas, mas não aceitam serem contrariados ou frustrados, geralmente estão envolvidos em atos de pequenos delitos. (SILVA, 2010).

[...] Aproximadamente 20% dos alunos autores também sofrem bullying, sendo denominados alvos/autores. A combinação da baixa auto-estima e atitudes agressivas e provocativas é indicativa de uma criança ou adolescente que tem como razão para a prática do bullying, prováveis alterações psicológicas, devendo merecer atenção especial. Podem ser depressivos, inseguros e inoportunos, procurando humilhar os colegas para encobrir suas limitações. (Lopes Neto, 2005).

 MIHALICH et al (1999citado por CUNHA 2009) ressalta que uma importante fonte de informação é a literatura a respeito do comportamento anti-social. Estudos observaram uma relação significativa entre o bullying e o comportamento anti-social, sendo que 60% dos garotos identificados como agressores de seus pares no período entre o 6º e 9º anos foram condenados por pelo menos um crime quando adultos.

O agressor apresenta uma tendência maior para comportamentos de risco, como o consumo de tabaco, álcool ou outras drogas e porte de armas. Os agressores podem apresentar consolidação de seu papel de agressor com a continuidade deste ao longo da vida. (BANDEIRA et al2010).

De acordo com Cantini (2004 citado por BANDERIA et al 2010) e Rolim (2008 citado por BANDERIA et al 2010), sustentam que o tipo pernicioso de agressão utilizada no bullyingfaz com que as vítimas sejam alvos que, por diferentes motivos, não conseguem se defender eficazmente das agressões. Isso faz com que os autores consigam solidificar suas posições na hierarquia do grupo a que pertencem ou também aumentem sua popularidade entre os colegas.

1.4 Conhecendo os espectadores do bullying

 Nem sempre reconhecido como personagem atuante em uma agressão, é fundamental para a continuidade do conflito. O espectador típico é uma testemunha dos fatos: não sai em defesa da vítima que nem se junta as agressores. Quando recebe uma mensagem, não repassa. Essa atitude passiva ocorre por medo de também ser alvo de ataques ou por falta de iniciativa para tomar partido.  Também considerados como espectadores, há os que atuam como uma platéia ativa ou uma torcida, reforçando a agressão, rindo ou dizendo palavras de incentivo. Eles retransmitem imagens ou fofocas, tornando-se co-autores ou co-responsáveis (SANTOMAURO, 2010).

Podem ser divididos em espectadores passivos, ativos e neutros. Os espectadores passivos assumem uma postura por medo absoluto de se tornarem a próxima vítima. Os espectadores ativos são os alunos que, apesar de não participarem ativamente dos ataques contras as vitimas, manifestam “apoio moral” aos agressores, com risadas e palavras de incentivo. E os espectadores neutros, são aqueles que por uma questão sociocultural não demonstram sensibilidade pelas situações de bullying que presenciam. (SILVA, 2010).

Na longa tradição da psicologia cognitiva, o ser humano formula percepções e avaliações sobre os seus comportamentos e desempenhos (Hei der, 1944, apud Almeida et al, 2008), buscando também uma explicação para os níveis de rendimento atingidos. Na escola, em particular, os alunos vão desenvolvendo justificativas que os ajudam a interpretar os seus melhores e mais fracos resultados acadêmicos.

A associação entre aprendizagem, rendimento e atribuições está longe de poder ser assumida como simples e linear. Pelo contrário, a investigação tem explicitado um conjunto de enviezamentos na formulação de tais percepções pelos alunos. (ALMEIDA et al 2008).

O rendimento escolar dos indivíduos que são vítimas do bullying pode ficar comprometido, visto que, para esses alunos o ambiente escolar já não é mais um local de estudo e sim de medo e sofrimento. Alguns indicadores podem sinalizar o desinteresse do aluno em ir à escola, como sentir-se mal perto da hora de sair de casa, pedir para trocar de escola, revelar medo de ir ou voltar da escola, pedir sempre para ser levado à escola, mudar frequentemente o trajeto entre a casa e a escola são também muito comuns e isso afetada diretamente o rendimento escolar desses alunos.

Na construção do desempenho escolar, a qualidade da escola é tão importante quanto à valorização do conhecimento escolar por parte dos pais, pois tanto uma quanto outra influenciam as condições de sucesso/insucesso escolar. Sheldon e Hopkins (2002 apud Che chia et al 2005) registram que a maioria das famílias acredita que a reprovação e o insucesso de seus filhos devem-se à própria deficiência da criança relacionada a causas orgânicas, mentais e motivacionais. (CHECHIA, 2005)

2.0 O papel da escola e o Rendimento escolar desses indivíduos

A escola apresenta-se, hoje, como uma das mais importantes instituições sociais por fazer mediação entre o indivíduo e a sociedade. Ao transmitir a cultura e, com ela, modelos sociais de comportamento e valores morais a escola permite que a criança “humanize-se”, cultive-se, socialize-se ou, em uma palavra eduque-se. A criança, então, vai deixando de imitar os comportamentos adultos para, aos poucos, apropriar-se dos modelos e valores transmitidos pela escola aumentando, assim, sua autonomia e seu pertencimento ao grupo social. (BOCK, 2002).

A escola, multifacetada, vem presenciando situações de violência que estão tomando proporções assustadoras em nossa sociedade. As situações de violência, anteriormente esporádicas, se tornaram uma constante em nossos dias. (FRANCISCO, 2009).

Na longa tradição da psicologia cognitiva, o ser humano formula percepções e avaliações sobre os seus comportamentos e desempenhos Hei der (1944 citado por Almeida et al 2008), buscando também uma explicação para os níveis de rendimento atingidos. Na escola, em particular, os alunos vão desenvolvendo justificativas que os ajudam a interpretar os seus melhores e mais fracos resultados acadêmicos.

A associação entre aprendizagem, rendimento e atribuições está longe de poder ser assumida como simples e linear. Pelo contrário, a investigação tem explicitado um conjunto de enviezamentos na formulação de tais percepções pelos alunos. (ALMEIDA et al 2008).

O rendimento escolar dos indivíduos que são vítimas do bullying pode ficar comprometido, visto que, para esses alunos o ambiente escolar já não é mais um local de estudo e sim de medo e sofrimento. Alguns indicadores podem sinalizar o desinteresse do aluno em ir à escola, bem como, sentir-se mal perto da hora de sair de casa, pedir para trocar de escola, revelar medo de ir ou voltar da escola, pedir sempre para ser levado à escola, mudar frequentemente o trajeto entre a casa e a escola são também muito comuns e isso afetada diretamente o rendimento escolar desses alunos.

Na construção do desempenho escolar, a qualidade da escola é tão importante quanto à valorização do conhecimento escolar por parte dos pais, pois tanto uma quanto outra influenciam as condições de sucesso/insucesso escolar. Sheldon e Hopkins (2002 citado por Chechia et al 2005) registram que a maioria das famílias acredita que a reprovação e o insucesso de seus filhos devem-se à própria deficiência da criança relacionada a causas orgânicas, mentais e motivacionais. (CHECHIA 2005).

3.0 Intervenções sociais contra o Bullying

O bullying já é considerado um problema de saúde pública. E assim como existem vacinas para evitar epidemias, é fundamental criar mecanismos para minimizar os riscos de violência escolar. E isso diz respeito à construção do conhecimento, por meio das chamadas “Escolas Seguras.” Pois a segurança no ambiente escolar está relacionada à boa educação e a promoção da saude. (LIBERAL et al. 2005, p. 3).

Para começar a virar esse jogo, as escolas precisam, inicialmente, reconhecer a existência do bullying e tomar consciência dos prejuízos que ele pode trazer para o desenvolvimento sócio-educacional e para a estruturação da personalidade de estudantes. Como segundo passo, mas não menos importante, as escolas necessitam capacitar seus profissionais para a identificação, o diagnóstico, a intervenção e o encaminhamento adequado de todos os casos ocorridos em suas dependências. Em terceiro lugar, as instituições de ensino têm o poder de conduzir o tema a uma discussão ampla, que mobilize toda a sua comunidade, para que estratégias preventivas e imediatas sejam traçadas e executadas com o claro propósito de enfrentar a situação. (SILVA, 2010).

 Quando não há intervenções efetivas contra o bullying, o ambiente escolar torna-se totalmente contaminado. Todas as crianças ou adolescentes, sem exceção, são afetadas negativamente, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo. Alguns alunos, que testemunham as situações de bullying, quando percebem que o comportamento agressivo não traz nenhuma consequência a quem o pratica, poderão achar por bem adotá-lo. Todos os alunos têm o direito de se sentirem seguros quando vão para a escola, infelizmente não é o que acontece.

É necessário criar estratégias de prevenção na escola, pois as crianças e adolescentes têm os seus direitos asseguradas pela lei. De acordo com LIBERAL et al. (2005) o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assegura oportunidades e facilidades, a fim de possibilitar desenvolvimento físico, moral, sociais e espirituais a todas as crianças e adolescentes no seu ambiente de formação escolar. (LIBERAL et al.(2005).

4.0 Resultados e Discussão

A partir da realização dessa pesquisa podemos comprovar como se dão as relações interpessoais no ambiente escolar e quais as queixas principais desses alunos. Ao questionarmos os mesmos sobre o conhecimento do significado da palavra bullying: 47% afirmaram que já ouviram falar nessa palavra, 33% afirmaram não ter conhecimento e 20% não responderam. Esse resultado é decorrente da informação veiculada no país, visto que, a mídia nos trouxe um aparato muito grande de informações acerca do tema. Em contrapartida, ainda existem muitas pessoas que nunca ouviram falar em tal palavra, por estarem inseridas em ambientes de vulnerabilidade social ou lares comprometidos e não possuem acesso a muitos estímulos ou informações suficientes que esclareçam essa problemática. Em relação à violência praticada na escola, 27% dos alunos já sofreram algum tipo de violência física, verbal, moral ou psicológica no âmbito escolar, e se sentem mal ao saberem que existem alunos que gostam de ser autores dessas agressões. A partir desses dados, pudemos observar ainda os sentimentos negativos decorrentes do bullying. Os sentimentos das vítimas acerca das agressões foi ressaltado nos seguintes pontos: 40% dos alunos afirmaram ter tristeza ao serem vitimas de alguma agressão, outros 40 % disseram ter raiva e 20% afirmaram ter medo. Sentimentos que afetam diretamente o desempenho intelectual desses alunos.

No que diz respeito aos prejuízos escolares decorrentes dessa violência, 81% acreditam que o bullying afeta consideravelmente o seu desempenho escolar e 19% não se sentem prejudicados. Esse alto índice  estatístico aponta que esse fator deve ser levado em consideração pela escola, para que se possam desenvolver trabalhos preventivos, a fim de minimizar os prejuízos nesse contexto.

5.0 Considerações finais

A motivação para pesquisar sobre As Conseqüências Psicossociais do Bullying no Rendimento Escolar, foi querer adentrar nesse mundo a fim de saber identificar no ambiente escolar como estão às relações interpessoais desses alunos e se essa violência acomete o processo de ensino-aprendizagem.

Através desse estudo foram observadas algumas conseqüências psicossociais, dentre elas: a falta de concentração, tristeza ao ser agredido, não gostar de sofrer violências, sentir-se humilhados e deprimidos, medo, não querem ir à escola, e processo de ensino-aprendizagem reduzido.

Convém ressaltar que essa pesquisa não visa esgotar as discussões sobre o bullying no âmbito escolar, e sim, contribuir para incentivar outros trabalhos com tema semelhante, assim como servir de subsídios para os mesmos.

Sobre os Autores:

Alex Barbosa Sobreira de Miranda - Departamento de Psicologia. Faculdade de Ciências Médicas. Universidade Estadual do Piauí (UESPI). Teresina, PI, Brasil

Naila Luíza de Carvalho Mauriz - Departamento de Psicologia. Faculdade de Ciências Médicas. Universidade Estadual do Piauí (UESPI). Teresina, PI, Brasil

Referências:

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