Educação e Mídia

(Tempo de leitura: 8 - 16 minutos)

Resumo: O presente estudo tem o intuito de pesquisar e analisar um pouco sobre como a mídia influencia as crianças na construção de identidades, na mudança de comportamentos e na formação de opiniões. Como a mídia pode influenciar tanto no comportamento de uma criança? Estudar a criança e sua relação com a televisão não é simples e demanda muita atenção, pois é um assunto cercado de polêmicas e controvérsias. No entanto, todos os mistérios relacionados com o tema proporcionam uma grande carga de informação e conhecimento, o que torna o assunto ainda mais interessante. O avanço da tecnologia trouxe uma grande mudança de comportamento em pessoas de todas as idades. Facilidades foram encontradas em equipamentos como eletrodomésticos, computador, celular e televisão, onde cada vez mais o homem se aproxima da modernidade e abre mão do trabalho braçal. A cada dia nos deparamos – família e educadores – com desafios e frustrações cada vez maiores na nossa tarefa de educar.
Palavras-chave: Educação, Mídia, Escola, Família.

1. Introdução

As crianças de hoje nascem no mundo dos avanços tecnológicos, durante as etapas do desenvolvimento humano, as crianças estão vulneráveis a diversos tipos de estímulos e é bastante comum desde bem pequeninhas, estarem diante da Televisão, aparelho rico em informações bem avançadas, passam a manhã inteira diante do mesmo, geralmente sem o devido cuidado por parte de adultos de que seja exposto, somente o que é adequado para a sua idade, basta ser desenho que é para criança, porém os desenhos também são destinados a certas faixas etárias, sendo assim estão expostas a violência de certos desenhos. E não assistem apenas desenhos, assistem séries, filmes e novelas tudo com a censura acima de sua idade.

É comum percebermos que as crianças costumam imitar os adultos e as pessoas do seu convívio. Isso é explicado pela teoria da aprendizagem social, em que “as crianças aprendem comportamentos sociais observando e imitando modelos” (PAPALIA e OLDS, 2000, p.47).

E hoje o seu maior estimulador se tornou a mídia através da TV e internet. Cabe aos adultos a tarefa de lidar de forma responsável com isto, acompanhar os programas e jogos on-line favoritos dos filhos. Permitir que faça parte de sua era tecnológica sem prejudicar o seu desenvolvimento psicossocial. Porém, os pais parecem não possuir a capacidade de impor limites, de horários, do que se pode ou não assistir, e culpam a mídia por passar algo inadequado ao seu filho, ignorando a indicação da censura que aparece no lado esquerdo da tela. Querendo passar a sua responsabilidade a emissora de TV, a escola, a tudo, menos assumir o que cabe a si.

2. A História da Televisão no Brasil

A televisão no Brasil foi inaugurada oficialmente em 18 de setembro de 1950, em São Paulo, pela pioneira TV Tupi, canal 3. A princípio, passando por uma fase de aprimoramento técnico e artístico, uma vez que grande parte de seus realizadores ainda não havia adquirido experiências anteriores com a televisão e para tal traziam seus conhecimentos do rádio, cinema, e teatro.

Entre outros acontecimentos importantes na década de 50 podem ser listados a inauguração da TV Record de São Paulo em setembro de 1853, inauguração da TV Rio em julho de 1955, a TV Itacolomy de Belo Horizonte em setembro de 1955, mostrando uma considerável corrida dos profissionais da informação e entretenimento para a conquista de seus respectivos pedaços do novo bolo comunicativo que a então nova tecnologia televisiva representava.

Os anos 60 trouxeram inovações tecnológicas que permitiram maior agilidade, alcance, e qualidade de transmissão, e o Estado brasileiro passou a investir na propagação televisiva construindo um moderno sistema de microondas e abrindo crédito para a compra de receptores. O Estado também propiciou a infra-estrutura necessária para a expansão televisiva no país, criou também a EMBRATEL que tinha a função de prestar serviços ao setor de comunicações no território nacional, a rede Globo inaugurou a transmissão via satélite.

Entre os principais acontecimentos da década de 60 pode-se citar a inauguração da TV Cultura de São Paulo em 1963, a inauguração da TV Globo do Rio de Janeiro em 1965, a criação de ministério das comunicações em 1967, em 1968 a rede Globo inova com a transmissão via satélite.

Na década de 70 os grandes avanços foram evoluções técnicas, em especial a difusão da transmissão via satélite a partir de 1970, e a transmissão  cores a partir de 1972, entre os principais acontecimentos da televisão na década de 70 pode-se citar a inauguração da TV Gazeta de São Paulo em 1970, a transmissão a cores em 1972.

Entre os principais acontecimentos na TV Brasileira na década de 80 estão o fim oficial da censura ao telejornalismo em 1980, o fim da TV Tupi em 1980, e a inauguração do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão) também em 1980.

As principais inovações promovidas na década de 90 foram, o aumento do número dos programas esportivos, que traziam bastante audiência e também muito patrocínio, a criação de muitos programas femininos que também angariam bastante audiência, e a criação da TV interativa.

Nos século XXI o Brasil instalou a TV digital em todo o território nacional, aumentando a qualidade de som e imagem oferecidos aos telespectadores.

3. Televisão, Escola e Família

A criação da TV levantou muitas questões entre educadores e pesquisadores, que com o passar do tempo foram aperfeiçoando suas análises, conseguindo respostas para alguns questionamentos e gerando mais dúvidas acerca de outros.

A família e a escola, ambientes mais comuns e mais frequentados pela maior parte das crianças, por vezes pensam que a televisão atrapalha o meio de campo, já que pode desconstruir todo um trabalho de educação e valores passados para as crianças durante a fase da infância.

Nesse contexto há apenas duas alternativas: condenar os meios de comunicação de massa e a televisão e declarar guerra, ou aliar-se a este novo paradigma e inserir a televisão nas discussões de sala de aula (ENDRUWEIT; RADDATZ, 2010, p.3).

Segundo Orozco, driblar a televisão é um grande desafio, já que:

Nas escolas públicas de nosso continente, o material didático, basicamente os livros de texto, são insuficientes e inapropriados para cumprir as funções a eles destinadas dentro do conjunto de objetivos educativos buscados (apud ENDRUWEIT; RADDATZ, 2010, p.2).

Nessa perspectiva, a “televisão se torna muito mais atrativa e divertida do que os livros” (ENDRUWEIT; RADDATZ, 2010, p.3). Também por esse motivo, a sugestão de aliar a televisão à escola parece ser a mais coerente. 

[...] ou fazemos dos meios aliados ou os MCM seguirão sendo nossos inimigos e competindo conosco, deslealmente,     fazendo-nos perder relevância na educação das crianças e, finalmente, deixando-nos marginalizados de seu desenvolvimento educativo real, ou seja, esse que se dá fora do espaço da escola (OROZCO apud ENDRUWEIT; RADDATZ, 2010, p.3).

Para Guilherme Orozco, a discussão em sala de aula pode gerar resultados positivos nos alunos, como a reação crítica ao que assistem na televisão.

[...] se alunos e professores discutem em sala de aula sobre o que assistiram na televisão no dia anterior, isso contribui para a formação de sujeitos mais críticos, que reagirão de forma a se posicionar frente às mensagens transmitidas pela mídia (OROZCO apud ENDRUWEIT; RADDATZ, 2010, p.3).

Mas tudo isso começa antes da escola, no ambiente familiar, com a educação que recebem dos pais e com os limites que eles impõem, ou não. “A TV tem vida própria? Ela se reproduz sozinha? Liga-se sozinha quando a criança entra na sala? Repararam que somente ela tem um cômodo com seu nome?” (MAGALHÃES, 2009, p.203).

Uma coisa é fato: “criança gosta de televisão” (MAGALHÃES, 2009, p.202).  Cabe aos pais, aos educadores e responsáveis por elas ensinar como e quando se deve assistir à televisão.  “Não é somente aqui, mas em todo o mundo que, porventura, elas tenham acesso, permanecendo à frente da telinha uma média de 3 horas diárias” (GROEBEL apud MAGALHÃES, 2009, p.202).

É porque a televisão é apenas um eletrodoméstico e, como tal, faz parte de toda a parafernália tecnológica que hoje se denomina lar.

O estranho é que ensinamos às crianças a não abrir a geladeira depois do banho, prestamos muita atenção quando vão utilizar os micro-ondas, proibimos-lhes de mexer nas tomadas pelo risco de choque e determinamos que o uso do chuveiro tem    limites.  Mas a televisão fica ali, intocável, sem que determinemos regras, como se fosse uma pessoa e que pudéssemos, de alguma forma, ofendê-la e ela, sei lá, nos dar uma má resposta ou fazer algum tipo de represália (MAGALHÃES, 2009).

Nas classes socialmente mais favorecidas, as crianças também costumam desfrutar de outras atividades durante o dia, como aula de línguas estrangeiras, esportes, dança ou reforço escolar. “E, apesar de tudo isso, as crianças continuam assistindo à TV. E, se o fazem, é porque gostam” (MAGALHÃES, 2009, p.203).

Para Magalhães, “a lógica da TV é a mesma lógica da avó: os pais relutam, mas sem muita convicção, pois geralmente é a opção mais cômoda com quem deixar as crianças” (2009, p.203).

O problema angustiante para os pais é que ‘vó’ (e a TV) não é feita para educar, só para divertir.  Você acredita que educou direitinho e aí vem a danada e deseduca, tira sua autoridade e aquilo que você construiu com tanto sacrifício, com caras feias, castigos, choros e birras, vai tudo por água abaixo. Mas as nossas avós nem se preocupavam. Diziam que educar era a obrigação dos pais, e elas já tinham feito à parte delas. Agora, elas só queriam     ‘curtir’ os netos, sem obrigação social nenhuma.   E é o que a criança também quer da TV: passar um tempo, sem obrigação (MAGALHÃES, 2009, p. 204).

Nesse dilema de um construir e o outro desconstruir, um ensinar e o outro deseducar, voltaram à questão inicial: aliar a televisão à escola e à educação parece ser a forma mais coerente de resolver o problema. Cabe aos pais e responsáveis colocar limites às crianças, não na busca de um culpado causador de problemas, e sim, na tentativa de resolver.

[...] crianças usam a TV como uma das fontes de onde extraem material para organizar e interpretar suas experiências vividas, só que essa fonte tem uma energia tremenda. É aí que devemos entrar como professores e pais responsáveis: já que fornecemos critérios para roupa, comida, caráter, então por que não para uso dos meios de comunicação? (TÁVOLA, 2009, p.48).

Os professores, pais e responsáveis podem ter outra função, além do mediador de limites aos equipamentos. Crianças não são capazes, na sua totalidade, de definir o que é bom ou ruim para elas, e nem sabem dizer o que é certo e o que é errado, consequentemente, é necessário que os adultos ajudem seus filhos a construir significados, valores, visão crítica etc.

4. O Caráter Lúdico e a Era Digital

O lúdico é a fascinação infantil, a imaginação, a criação, o brincar de faz de conta, o ato de movimentar-se, correr, ser o herói ou o bandido, policia e ladrão, a donzela e o príncipe, imitar a professora e brincar com a mesma, sem se perceber aprender muitas coisas da vida neste simples ato de divertir-se.

O brincar envolve atividades mentais, sociais, físicas, comunicativas e emocionais, fundamentais para o desenvolvimento humano. De acordo com os Referenciais Curriculares para a Educação Infantil (RCNEI).

Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. O fato de a criança, desde muito cedo, poder se comunicar por meio de gestos, sons e mais tarde representar determinado papel na brincadeira faz com que ela desenvolva sua imaginação. Nas brincadeiras, as crianças podem desenvolver algumas capacidades importantes, tais como atenção, a imitação, a memória, a imaginação. Amadurecem também algumas capacidades de socialização, por meio da interação e da utilização e experimentação de regras e papéis sociais. (BRASIL, 2002, p. 27).

Sendo assim, o lúdico na era digital é um assunto novo que atrai diversas opiniões, MARTINS, em seu artigo “Brinquedos Digitais e o Empobrecimento da Experiência Lúdica”. Trata dos brinquedos digitais como algo prejudicial à imaginação da criança, como o título mesmo sugere para ela empobrece o imaginário. “Os brinquedos vão se tornando maiores, vão perdendo aos poucos o elemento discreto, minúsculo, sonhador.” (BENJAMIN, 2002).

A autora pede atenção para os games que muitos julgam melhorar a concentração das crianças, ela diz que na realidade é uma dispersão, a troca da concentração nervosa para a sistemática. 

Há pesquisadores, pais, professores que concordam com Martins, acreditam que essa nova era é o não saber ser criança, costumam falar: “não sabem brincar, não saem de casa, ficam somente nesses games, computadores...”

Pois as brincadeiras que eram desenvolvidas coletivamente nas ruas, geralmente repassadas de geração para geração, (rodinha, ciranda, amarelinha, pé na garrafa, bandeirinha, cabo de guerra, taco, passa anel, pipa, peteca, pique esconde, cai no poço, pira alta etc) foram aos poucos sendo substituídas pelos aparelhos eletrônicos.

A psicóloga Fernanda Grimberg orienta aos pais que os games são ótimos para o desenvolvimento de importantes funções do cérebro, para a vida intelectual e prática, como o raciocínio lógico, a atenção, tomada de decisão, a estratégia e memória. Em contrapartida, ela alerta que pesquisas comprovaram que crianças que passam muitas horas em frente à TV, sejam simplesmente mudando de canal ou jogando um game tendem a terem dificuldade de atenção na escola. Sendo assim ela orienta que haja um equilíbrio neste lazer acompanhado pelos responsáveis das crianças. 

Também temos a opinião dos educadores, que nesta temática não poderiam ficar de fora, sem dúvida que se faria necessário escutar profissionais da área de psicologia e da educação se tratando de lúdico, tecnologia, educação e comportamento infantil.

A educadora Adriana Hadda na escola a qual coordena desenvolve um projeto pedagógico que utiliza um vídeo game, e retrata que é muito eficiente, que a tecnologia instiga a curiosidade dos educandos e estimula os demais sentidos. Porém, deixa claro que o maior desafio dos pais é dosarem este benefício, pois se este recurso for utilizado em excesso pode ser prejudicial. Sendo que na sociedade atual é complicado, devido o trabalho, os pais tem pouco tempo disponível para acompanhar o desenvolvimento dos filhos, tanto no lazer quanto educacional.

Lembrando que não se trata somente de games, a era lúdico/digital dispõe-se de vários recursos que já foram acima citados, DVD, TV, Internet, Iphone, etc. Sendo assim “brincar em tempos digitais” retrata a mudança da cultura da infância, que com surpreendente autonomia, as crianças se apropriam dos aparelhos eletrônicos e recriam o brincar.

Numa perspectiva pedagógica, a utilização do recurso audiovisual é de grande valia, pois a sequência de imagens projetadas em vídeo gera na criança uma amplitude em seu imaginário. Para isto, se faz necessário um planejamento estratégico, pois a banalização do vídeo e a má utilização dos mesmos diminuem a eficácia deste recurso.

É preciso que o educador assista o vídeo previamente, selecione cenas que considere interessante, destaque do vídeo algumas músicas, reflita com o grupo a mensagem enfocada no filme, trabalhar a produção textual por meio de recontos. Ter o cuidado de analisar o limite de concentração da sua turma, talvez seja necessário dividi-lo em partes. É o desafio da atualidade do educador usar a tecnologia como meio para desenvolver capacidades e ampliar o conhecimento.

Nesta perspectiva, limitar o tempo que nossas crianças se divertem com os brinquedos digitais torna-se primordial, organizar seu tempo em: lazer, lazer digital, estudos e outras atividades. Para que possamos chegar ao equilíbrio de tarefas que os estimulem da melhor forma o seu desenvolvimento psíquico e motor.

5. Considerações Finais

O problema de pesquisa deste estudo questionava como a televisão influencia a criança com novas ideias, opiniões e mudança de comportamento. Após a leitura de diversos autores e várias teorias, algumas em concordância, outras contraditórias, e também após analisar as crianças em grupo e individualmente, é possível chegar a uma conclusão diferente da esperada no início do trabalho. Esperava-se encontrar uma notória influência da mídia no comportamento infantil, tanto nos aspectos da educação como em casos de violência, consumo e outros.

Há influência sim, mas de modo moderado, o meio é muito mais perseverante no dia-a-dia do indivíduo, contribuindo assim para seu desenvolvimento psicossocial, a imitação é um forte fator tanto da mídia como da influência do meio.

A imitação não assenta numa técnica instintiva ou hereditária: a criança aprende a imitar, e essa aquisição suscita, tanto quanto as demais, todos os problemas relativos à construção sensório-motora e mental (PIAGET, p. 07. 2013).

A criança vai observando tudo a sua volta e vai imitando quem admira ou quem simplesmente está por perto. Se ela só tem a TV como exemplo vai imitar o que vê na mesma. Sendo assim o único cuidado é equilibrar seu tempo na telinha.

Com a pesquisa, conclui-se que a mídia tem seu poder de sugestão, e pode ser perigosa se não for mediada atentamente, que cabe não só aos pais esta preocupação como também a sociedade, pois é o futuro que plantamos hoje, e precisamos de indivíduos capazes de obter opinião crítica sobre qualquer assunto e independentes em suas escolhas.

Observou-se, também, a grande influência do meio, que a criança é totalmente influenciada por seu meio social, seus hábitos são formados pela imitação de pessoas de seu ciclo familiar e pessoas próximas. Sendo assim, há solução para a má e boa influência da mídia, é no convívio familiar que pode-se encontrar a resposta para tal problemática.

Sobre o Autor:

Carla Vitoria Vidal Freitas - Pedagoga, formada pela Escola Superior Madre Celeste – ESMAC Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Referências

BENJAMIN, Walter. Reflexões sobre a Criança, o Brinquedo e a Educação. Tradução: Marcus Vinicius Mazzari. São Paulo: Duas Cidades; ed.34, 2002.

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.

ENDRUWEIT, Leila Martina Baratieri; RADDATZ, Vera Lúcia Spacil. A influência das telenovelas na vida dos adolescentes. Caxias do Sul: Intercom. 2010, 15p. Disponível em: http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2010/resumos/R5- 2805-1.pdf  Acesso em: 26 out 2014.

MAGALHÃES, Cláudio Márcio. Bons motivos para gostar da televisão que sua criança gosta. In: SOUTO, Kely Cristina Nogueira, et.al. A infância na mídia. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. p. 197-216

TÁVOLA, Arthur da. TV, criança e imaginário. In: PACHECO, Elza (Org.). Televisão, criança, imaginário e educação. 5.ed. Campinas: Papirus, 2009. p.39-49.

MARTINS, C.F.: Brinquedos Digitais e o Empobrecimento da Experiência Lúdica. (2007) Disponível em: http://www.unimep.br/phpg/mostraacademica/anais/5mostra/4/201.pdf

PIAGET, Jean, A Formação do Símbolo na Criança: Imitação, Jogos e Sonho, Imagem e Representação – Rio de Janeiro. LTC, 2013.