Os Fatores Psicossomáticos Relacionados ao Estresse na Docência de Ensino Superior

Os Fatores Psicossomáticos Relacionados ao Estresse na Docência de Ensino Superior
(Tempo de leitura: 8 - 15 minutos)

Resumo: Estima-se que o estresse ocupacional é um dos grandes causadores de doenças psicossomáticas, predominantemente na docência superior. Este trabalho teve como objetivo averiguar as principais queixas e adoecimentos causados pelo estresse no âmbito acadêmico, vislumbrando o professor em três perspectivas – emocional, psicológica e orgânica. Os recursos utilizados para a construção deste material teve como aporte teórico artigos científicos, bibliografias diversas e análise de dados coletados de pesquisas realizadas recentemente por outros autores. Mediante a temática abordada, percebe-se que há uma necessidade significativa de melhorias quanto aos recursos e atividades realizadas no trabalho que o docente realiza, buscando potencializar a qualidade de vida, o bem-estar emocional/psíquico e a valorização destes profissionais no mercado de trabalho.  

Palavras-chave: Docência superior. Doenças psicossomáticas. Estresse ocupacional.

1. Introdução

Falar sobre docência superior nas condições em que o país se encontra em pleno século XXI, torna-se um papel questionador e por assim dizer, inquietante. Pois infelizmente, mesmo com tantos avanços tecnológicos, ainda há uma grande defasagem de recursos didáticos, dentre outras problemáticas que, de forma direta e indireta, contribuem para o adoecimento destes profissionais devido ao nível de estresse ocupacional ao qual são expostos diariamente. “Dentre as queixas mais apresentadas, destaca-se a sobrecarga de trabalho [...] o excesso de atividades que se constitui como um importante fator que interfere, de forma negativa, na vida pessoal dos profissionais deste grupo” (DALAGASPERINA & MONTEIRO, 2016, p. 46).

Oliveira (2006) aborda o “mal-estar docente”, revelando como resultado desse processo, manifestações de comportamentos relacionados ao desinteresse, apatia, desmotivação e “sintomas psicossomáticos”: angústia, fobias, crises de pânico, o que parece caracterizar a síndrome de burnout – que tanto afeta os sujeitos envolvidos no mercado de trabalho.

É com o intuito de contemplar brevemente os fatores psicossomáticos mediante ao estresse na docência do ensino superior que se propõe este trabalho, tendo como objetivo, analisar concisamente as principais causas, sintomas e doenças recorrentes a estes professores. Tornando-se de suma importância aprofundar estudos e pesquisas nesta temática, para que haja conscientização e mobilização por uma estrutura organizacional e de ensino mais adequada e saudável, que além de produzir conhecimentos, também estejam presentes quesitos que estimulem o bem-estar e a própria motivação por exercer as funções como docentes no ensino superior.

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Sendo assim, para a construção deste material, foram usadas revisões literárias de artigos científicos, bibliográficos e estudos de dados coletados em pesquisas realizadas pelos respectivos autores que nos próximos subtópicos serão mencionados.

2. Novas Tecnologias e Recursos Didáticos no Ensino Superior

Durante muito tempo a docência vem sendo moldada, seja em sua perspectiva metodológica, como também de produção de conhecimento em geral. Novas exigências, cobranças e até sobrecarga de trabalho, fazem do professor universitário um profissional submisso a uma rotina na qual necessita estar sempre se encaixando aos padrões que a equipe acadêmica impõe.

Dentre os desafios de lecionar, Cunha (2008) apresenta os seguintes pontos: motivar os alunos, ensinar diante das disponibilidades do conhecimento em diferentes mídias, produzir conhecimentos com um número elevado de acadêmicos, aliando ensino e pesquisa, e como avaliar. Uma preocupação constante neste sentido se dá pelo pouco tempo que o docente possui para administrar sua vida pessoal e profissional, além de aprofundar estudos e pesquisas para atualização de seu plano de carreira e conhecimentos que possam contribuir como docente em sala de aula.

Os recursos que a mídia oferece, tem tomado um grande espaço no quesito acadêmico, facilitando o acesso aos estudos fora da Instituição de Ensino Superior – IES, tornando os discentes mais ativos em pesquisas e no seu próprio desenvolvimento crítico e intelectual.  De acordo com Masetto (2003, p.14 apud SILVA, 2013)

[...] no âmbito do conhecimento, o ensino superior percebe a necessidade de se abrir para o diálogo com outras fontes de produção de conhecimento e pesquisa, e os professores já se reconhecem como não mais os únicos detentores do saber a ser transmitido, mas como um dos parceiros a quem compete compartilhar seus conhecimentos com outros e mesmo aprender com outros, inclusive com seus próprios alunos.   

Deste modo, cabe por oportuno enfatizar que a mídia, assim como qualquer outro meio comunicativo e de interação utilizados na área educacional, requer principalmente dos professores uma maior dedicação e investimento para incluí-los em sua metodologia, tendo como consequência essencial por vezes, o desgaste físico e emocional depositados nesta atividade.

Percebe-se que, em contrapartida a situação mencionada no parágrafo anterior, existe uma grande defasagem de recursos didáticos principalmente na rede pública de ensino. Isso interfere na produção acadêmica, bem como no estímulo repassado entre professor e discente. Naujorks (2002 apud GASPARINI; BARRETO & ASSUNÇÃO, 2005) faz uma breve menção a este assunto, onde ressalta que:

As atividades pedagógicas permeadas por circunstâncias desfavoráveis forçam uma reorganização e improvisação no trabalho planejado, distorcem o conteúdo das atividades e tornam o trabalho descaracterizado em relação às expectativas, gerando um processo de permanente insatisfação e induzindo a sentimentos de indignidade, fracasso, impotência, culpa e desejo de desistir, entre outros.

Compreende-se assim, que o exercício da docência seja com auxílio de recursos tecnológicos ou pela falta dos próprios subsídios didáticos, há uma decorrência de fatores estressores que desencadeiam a esta profissão. A categoria acaba exercendo funções e atribuições para preencher lacunas do sistema acadêmico, muitas vezes sendo em áreas que não competem a sua especialização, dificultando o investimento gradual de seus objetivos enquanto professor. Ou seja, a docência passa da ideologia de uma profissão para apenas ser um emprego. Zanelli; Borges e Bastos (2004) em complemento, afirmam o seguinte:

O trabalhador necessita de renovação contínua de sua qualificação, para atender as especificidades do ambiente de trabalho, mas na maioria das vezes, submetido a longas jornadas de trabalho e sobrecarga de função, impossibilita o seu crescimento profissional ocasionando sofrimento.

Sendo assim, cabe ao sistema educacional avaliar as condições de trabalho e investir em mais recursos didáticos e em novos profissionais capacitados, com o intuito de garantir uma educação de qualidade, e de saúde – aos docentes, diminuído a taxa de adoecimentos e afastamentos causados pelo nível de estresse atribuído nessas instituições.

3. Estresse Ocupacional na Docência Superior  

Várias pesquisas têm apontado para o fato de que o estresse é essencial para que o indivíduo possa produzir e até para se proteger num momento de perigo (KOCH; BIAZI & BENEDETTO, 2014, p.18).  Desse modo, compreende-se que o estresse é um gatilho o qual impulsiona ao sujeito reagir, seja positivamente ou não. Ainda em complemento a seus estudos, LIPP (2001 apud KOCH; BIAZI & BENEDETTO, 2014, p.18), menciona a definição de estresse “como uma reação composta de alterações físicas e psicológicas que ocorrem quando o indivíduo é forçado a enfrentar situações que ultrapassem sua habilidade de enfrentamento”.   

Atrelando o breve conceito citado anteriormente com as vivências dos professores e seu cotidiano, foram encontrados vários relatos de estudos e coletas de dados aos quais exploram os índices sobre adoecimento e interferências nos desempenhos profissionais ocasionados pelo contínuo contato com o estresse. Ou seja, “as circunstâncias sob as quais os docentes mobilizam as suas capacidades físicas, cognitivas e afetivas para atingir os objetivos da produção escolar podem gerar sobreesforço ou hipersolicitação de suas funções psicofisiológicas.” (GASPARINI; BARRETO & ASSUNÇÃO, 2005, p.192). Em acréscimo a esta colocação, Rocha et al. (2016, p.285), ressalva que:

A relação entre processo de trabalho docente, e a exposição do professor aos problemas e as preocupações daqueles a quem atendem profissionalmente, potencializa os fatores estressantes que estão sempre presentes nas diferentes contingências do seu dia-a-dia, ocasionando consequências danosas para a sua saúde mental, como o sofrimento psíquico e deterioração afetiva que prejudica sua relação com o trabalho, com a instituição e com as pessoas.

Uma perspectiva pouco associada e exposta sutilmente nos argumentos dos pesquisadores, é que “a sobrecarga de trabalho não leva diretamente ao estresse. O problema surge, principalmente, quando essa carga associa-se a falta de autonomia e, em consequência, as alternativas para se lidar com a situação ficam muito restritas” ( CODO et al., 2004 apud ROCHA et al., 2016).

Muito se fala do estresse, de sua definição e alguns de seus sinais mais comuns, uma vez que, é um “mal” que acomete a população em geral, independente de classe social, profissão ou cultura, por exemplo. Sentimentos de frustação, ansiedade, insatisfação, exaustão emocional e baixo desempenho nas atividades, são algumas concepções atribuídas às queixas mais recorrentes no adoecimento dos docentes.  É válido constatar que quando o sujeito mantém estes aspectos negativos entrelaçados ao estresse causados por consequências ambientais, emocionais, provenientes do seu trabalho, há probabilidades de se desenvolver a síndrome de burnout, que segundo Rocha et al. (2016, p. 289) desencadeia-se referente:

[...] ao resultado de um prolongado processo de tentativas de lidar com determinadas condições de estresse, que quando não mediado, não moderado, sem possibilidade de solução apresenta algumas características, como: esgotamento emocional e escassa realização pessoal, comuns ao estresse profissional.

Presume-se afinal, que esta síndrome psicossomática manifesta-se em um estado de exaustão, principalmente das atribuições psíquicas e emocionais que são externalizadas e expressas pelo corpo em forma de doenças em seu grau avançado, como por exemplo, a depressão. Ou seja, “[...] é uma síndrome através da qual o trabalhador perde o sentido da sua relação com o trabalho, de forma que as coisas já não importam mais e qualquer esforço lhe parece inútil” (CODO; VASQUES-MENEZES, 1999, p.238).  

4. Os Aspectos Psicossomáticos Mais Frequentes na Docência Superior

Doenças psicossomáticas são provenientes de origens emocionais/psíquicas que se interligam as manifestações corporais, apresentando características de doenças como expressão latente de algo que cause sofrimento ao sujeito, desenvolvendo em vários contextos estressores, comportamentos paralelos gerados a partir destas circunstâncias.  Rocha et al. (2016, p. 298) diz que:

Para uma relação entre o estresse e os problemas crônicos e recorrentes que afetam a educação brasileira como: salários não dignos, precarização das condições de trabalho, mau comportamento dos alunos, falta de reconhecimento do profissional, preocupações envolvendo o desenvolvimento acadêmico e sócio emocional dos alunos, a importância do bom relacionamento professor-aluno como limiar através do qual as capacidades, motivações e estilos de um aluno são desenvolvidos, até se tornarem compatíveis com aquilo que o professor espera dele.

O papel do docente requer uma gama de responsabilidades e atribuições, as quais alguns se adequam de forma mais flexível, e outros apresentam dificuldades em ministrar essas situações em sua vida, gerando desconforto e consequentemente adoecendo, uma vez que a tolerância de carga de trabalho e de estresse é variável na população de forma geral. Porto et al. (2004 apud LIMA & LIMA-FILHO 2009, p.72) mostram em sua pesquisa que as doenças mais frequentes entre professores estão a tendinite, bursite, rinite, sinusite, doenças da laringe e cordas vocais. Em outra perspectiva deste estudo, Lima e Lima-Filho (2009, p.73) apontam ainda, que há uma alta porcentagem e diversidade de queixas relacionadas a sintomas psicossomáticos, onde “os sintomas de maior prevalência foram: cansaço mental (53,9%), estresse (52,4%), ansiedade (42,9%), esquecimento (42,9%), frustração (37,8%), nervosismo (31,1%), angústia (29,3%), insônia (29,1%) e depressão (16,8%)”.

Mediante os dados analisados percentualmente, a estimativa de queixas das sintomatologias de fundo emocional, desperta a atenção para as causas desses índices e como são tratados. Vejamos outros dados relevantes que foram abrangidos por Lima e Lima-Filho (2009, p.74) em sua pesquisa:

Apesar de 71,9% dos professores terem dito que visitam regularmente profissionais de saúde, os dados mostram que os docentes não estão cuidando dos sintomas de exaustão emocional apresentados; apenas 4,3% disseram fazer uso de calmantes; 5,9% relataram fazer uso de antidepressivos [...] Apenas 3,1% visitam o psiquiatra, 4,2% visitam o psicanalista e 6,8% fazem uso dos serviços do psicólogo.

Estes pressupostos quanto ao cuidado com a saúde emocional, difere da busca de outros profissionais da saúde. Lima e Lima-Filho (2009, p.74) complementam em seu relato que “o profissional mais procurado é o dentista (55%), seguido do cardiologista (26,4%), ginecologista (26,4%) e ortopedista (15,9%)”.

É observável que além da sobrecarga de trabalho e mau reconhecimento pelas funções exercidas pelos professores, há um receio destes profissionais em buscarem auxílio e prevenção de possíveis doenças, incluindo as de cunho emocional/psicológica. Necessita-se de novas mudanças sobre a estrutura acadêmica quanto ao trabalho do docente – em especial, levando em consideração que sem professor não há aula, sem aula não há formação dos discentes, e mais ainda, reformulando essa perspectiva, com professor doente em suas múltiplas formas, não há aulas bem ministradas e, sendo assim, também não haverá formação adequada aos novos profissionais que estão surgindo na contemporaneidade.

5. Considerações

Durante o processo de construção deste material de estudo, percebeu-se que há uma necessidade inerente no âmbito educacional como um todo, que contrapõe desde os recursos didáticos disponibilizados para os docentes aprimorarem sua metodologia, até mesmo suas gratificações, assim como os recursos que lhes respaldem para a continuação de seu plano de carreira e aperfeiçoamento técnico/prático em sua profissão, levando a ser ressaltando também, a qualidade de vida e de saúde emocional/psíquica que os professores possuem relacionados concomitantemente com as jornadas de trabalho.

Diante de várias negligências por sobrecarga de funções e de necessidade por parte da docência em possuir especializações atualizadas, pesquisas e tantas outras formas que contribuem para o plano de carreira destes profissionais, foi observado que questões sobre vida pessoal e saúde, por exemplo, passam despercebidos ou quase não se dá atenção necessária.

Em última análise, é de suma importância que haja novas reestruturações quanto ao “fazer na docência”, para que assim os quadros de doenças oriundas do estresse ocupacional sejam diminuídos, que a perspectiva de ensino-aprendizagem tenha mais eficácia e que os recursos didáticos sejam apropriados para tal. Deste modo, espera-se que este trabalho contribua para o desenvolvimento e expansão do conhecimento informativo sobre a temática abordada, estimulando outros profissionais tanto da área da saúde como da educação, em continuar aprofundando este assunto, possibilitando novos olhares e sugestões em prol da qualidade de vida e bem-estar emocional da docência em ensino superior.

Sobre os Autores:

Cleonice de Arruda Rodrigues - Psicóloga e Acadêmica da Especialização em Clínica Psicossocial das Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão – FAINTVISA.

José Cláudio da Silva - Psicólogo e Acadêmico da Especialização em Clínica Psicossocial das Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão – FAINTVISA.

Dayse Souza - Docente e orientadora da disciplina Didática do Ensino Superior e Novas Tecnologias na Educação na Especialização em Clínica Psicossocial das Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão – FAINTVISA.  

Referências:

CODO, W; VASQUES- Menezes, I. O que é burnout? Em W. Codo (org), Educação: carinho e trabalho. Rio de Janeiro: Vozes, 1999. Disponível em: Acesso em: jul. 2017.

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