Psicologia Escolar no Ensino Médio: A Percepção do Aluno Sobre o Psicólogo Escolar

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Resumo: este trabalho visa apontar a percepção dos alunos de Ensino Médio de escolas particulares de Teresina - PI sobre o psicólogo no ambiente escolar. Foram aplicados 30 questionários fechados distribuídos entre alunos de três escolas. Verificou-se que os alunos vêem o psicólogo como alguém que tem a função de solucionar os problemas individuais do aluno, aconselhando e até mesmo dizendo o que eles devem fazer.  Identificou-se que os alunos reconhecem que o psicólogo é importante no ambiente escolar. Também se verificou que a média de vezes que os alunos procuram o psicólogo não passa de três e que os alunos não conhecem o projeto de inserção da psicologia na grade curricular do Ensino Médio, apesar de terem considerado essa proposta interessante.
Palavras chave: psicologia escolar, ensino médio, percepção.

Introdução

A Psicologia é uma das ciências que estuda, dentre outros, os processos de desenvolvimento humano, aprendizagem e relações sociais, processos estes que estão diretamente relacionados com a escola. Como campo de conhecimento, ela esteve atrelada, desde o início da modernidade (século XIX), aos desafios que se colocavam para a educação, pois, já naquela época, havia a consciência de que não se poderia pensar a educação desconsiderando a compreensão das dimensões psicológicas e psicossociais dos homens.

Alguns temas de estudo, pesquisa e atuação da Psicologia no contexto escolar são: processos de ensino e aprendizagem, desenvolvimento humano, escolarização em todos os seus níveis, inclusão de pessoas com deficiências, políticas públicas em educação, gestão psicoeducacional em instituições, avaliação psicológica, história da psicologia escolar, formação continuada de professores, dentre outros.

Esta pesquisa aborda a relação entre a Psicologia e os alunos de Ensino Médio de escolas particulares de Teresina - PI. Tem como objetivo apontar de que maneira esses alunos percebem o psicólogo, verificar a freqüência com que procuram esse profissional nessa instituição e identificar qual a sua opinião sobre o projeto de inserção da Psicologia na grade curricular do Ensino Médio, além da sua opinião acerca da Psicologia como disciplina.

Escolheram-se alunos do ensino Médio por este ser um período muito importante na formação do aluno, tanto academicamente, como na perspectiva do vestibular e da escolha da profissão que irão seguir. É também neste período que o aluno passa por mudanças e reflexões fundamentais, no tocante à adolescência. Por isso, constitui-se numa das fases que mais precisam de atenção e acompanhamento por parte dos psicólogos.

Investigar sobre a temática proposta é importante porque o aluno é um dos principais sujeitos do ambiente escolar, e conhecer sua percepção sobre o psicólogo, neste local, é fundamental para a elaboração de intervenções que proporcionem a este aluno um melhor desempenho em suas atividades escolares e em suas interações sociais.

Referencial Teórico

A Psicologia é apenas uma entre as ciências que concorrem para a reflexão sobre a educação escolar. Sendo uma das ciências que estudam o homem, a psicologia tem se ocupado de uma grande variedade de temas: a afetividade, o desenvolvimento da criança, a velhice, a aprendizagem, as relações sociais e institucionais, a deficiência mental, as relações de trabalho, a saúde mental, entre outros. (FONTANA e CRUZ, 1997)

O conhecimento psicológico aportou no cenário nacional por meio da Educação, ainda no século XIX. Com a inserção da Psicologia no contexto nacional, a escola passou a ser compreendida como instituição social que reproduz ideologia e possibilita acesso aos conhecimentos valorizados e construção de percursos de aprendizagem, e não como uma instituição neutra.

No início do século XX, a Psicologia no Brasil desenvolve-se voltada à pedagogia de modo positivista e experimentalista. O conhecimento psicológico estava à psicometria, de maneira que essa ciência adentrou na escola focalizando o aluno rotulado como problema. (MENEZES et al, 2007; SILVA et al, 2008)

A Psicologia escolar surgiu como uma necessidade de integrar a educação aos conhecimentos psicológicos, englobando um contexto amplo, que envolve as relações, a cultura e a vivência de cada indivíduo, favorecendo os processos de ensino e de aprendizagem, além das relações interpessoais que caracterizam o cotidiano escolar. (SILVA et al, 2008l)

Aos poucos, a Psicologia foi construindo, ampliando e diversificando seus espaços no campo educativo. A existência da psicologia da educação como uma área de conhecimento e de saberes teóricos e práticos claramente identificáveis, segundo Coll (2004), tem sua origem na crença racional e na convicção profunda de que a educação e o ensino podem melhorar sensivelmente com a utilização adequada dos conhecimentos psicológicos.

No entanto, a atuação do psicólogo dentro do ambiente escolar ainda é restrita. Pode-se dizer que a Psicologia Educacional atualmente encontra-se em crise. Identificam-se alguns fatores dessa crise como: a demanda, que é enorme; a visão de muitos profissionais da educação que ainda está pautada no paradigma normalidade x anormalidade; e uma prática mal elaborada para o trabalho do psicólogo no contexto escolar. (ANDRADA, 2005)

Menezes et al (2007) corrobora essa idéia, ao dizer:

[...] a falta de delimitação do seu campo de atuação e principalmente a falta de entendimento de outros profissionais da área da educação em relação a seu trabalho contribuíram para a construção de uma imagem mista do psicólogo escolar, ora figura ameaçadora e persecutória, ora solucionador de problemas imediatos.

Esses problemas estão diretamente ligados com a formação acadêmica dos psicólogos escolares. Segundo Neves et al (2002), a produção de conhecimento na área de Psicologia Escolar é diversificada, mas seus resultados apontam, sobretudo, para as deficiências existentes na área, pouco contribuindo com formulações teóricas consistentes que, efetivamente, possam dar suporte teórico-metodológico à prática profissional.

Joly (2000) acredita que a formação deve estar pautada tanto na relação saber-poder-fazer equilibrada, que viabilize um crescimento significativo no conhecimento, quanto na dimensão do saber ser, articulando o profissional ao compromisso social, aos padrões éticos e valores que nortearão uma prática adequada e colocarão o psicólogo escolar como um agente social e cultural de mudanças. Diante dessas dificuldades, a reformulação curricular dos cursos de Psicologia, tornando-os um conjunto harmônico de áreas de conhecimento integradas e interdisciplinarmente aplicadas e relacionadas à realidade sociocultural do país, mostra-se urgente.

No tocante ao Ensino Médio, a Psicologia apareceu com menor ou maior importância de acordo com o momento histórico. No período militar, as Ciências Humanas, inclusive a Psicologia, são retiradas da grade curricular do Ensino Médio regular. Com o processo de retomada da democracia, as Ciências humanas foram reinseridas no currículo do Ensino Médio, exceto a Psicologia, mesmo tendo reconhecida sua importância como conteúdo transversal.

A defesa da Psicologia como disciplina obrigatória do Ensino Médio se apóia em dois princípios: o primeiro é o de que, ao abordar de maneira profunda questões como sofrimento humano, humilhação social, linguagem, comunicação, entre outras questões, a Psicologia permite a compreensão, reflexão e orientação de ações. O segundo princípio é o de que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) afirma que o Ensino Médio tem como finalidade o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico. E para a construção de um sujeito pleno faz-se necessária a compreensão da vida, nas suas possibilidades e dilemas. Assim, o acesso a um conhecimento que permite a compreensão do humano subjetivo é um direito do aluno. (SOLIGO e AZZI, 2008)

Em 1996, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) se referem à Psicologia da seguinte forma:

A Psicologia, cujo desenvolvimento histórico alcançou grande significação no século XX, construiu um conhecimento sistematizado, a partir de conceitos e procedimentos, que vem tendo um impacto significativo sobre o pensamento contemporâneo, articulando-se com a Semiologia, a Lingüística, a Antropologia, a Sociologia, a História, a Medicina e a Educação. A produção de seu conhecimento contribui para a compreensão dos processos humanos envolvidos no desenvolvimento cognitivo e afetivo, na aquisição da linguagem, na aprendizagem, na interação social e na constituição da identidade.

Dessa forma, a Psicologia mostra sua importância no Ensino Médio. Vale ressaltar que, nesse contexto, essa ciência não se faz necessária somente para os alunos, mas também para os professores. Estudos realizados por Almeida et al (2005), apontam para a carência da Psicologia, seja enquanto instrumento para o desenvolvimento da personalidade do docente, ou como um auxílio para a compreensão do que ocorre em sala de aula, sentida pelos professores de Ensino Médio na sua formação acadêmica.

Há uma necessidade de uma formação pessoal de educadores mais autônomos e conscientes, e não apenas de uma formação profissional. O ensino de Psicologia nos cursos de Licenciatura pode favorecer esse processo de formação. (GUERRA apud ALMEIDA et al,2005)

No que diz respeito à percepção da Psicologia por parte de alunos e professores, segundo Davidoff (2001), a percepção é um processo cognitivo, uma forma de conhecer o mundo. Perceber é tomar conhecimento de um objeto, e um fator determinante da percepção é o estado psicológico de quem percebe. Emoções, motivos e expectativas fazem com que uma pessoa perceba, preferencialmente, certos estímulos do meio. (BRAGHIROLLI,1990 )

Focalizando-se as áreas específicas de atuação, a Psicologia Escolar está a serviço de todos os que são educados ou influenciam o processo de desenvolvimento do educando sob todos os aspectos, considerando-se, de modo geral, o processo ensino-aprendizagem baseado no desenvolvimento motor, cognitivo, emocional e social, a estrutura curricular, a orientação e formação continuada de professores e o estabelecimento de parcerias com as famílias desde a Educação Infantil ao Ensino Universitário. (JOLY, 2000)

A questão da Psicologia como disciplina é uma questão muito importante, já que se reconhece a grande influência da Psicologia sobre a Educação, principalmente por tratar de questões diretamente relacionadas com a aprendizagem e o comportamento humanos, conhecimentos que poderiam favorecer os alunos tanto em suas atividades escolares quanto em suas relações sociais. O trabalho feito em sala de aula para identificar a visão dos alunos de Ensino Médio acerca do psicólogo escolar é também de suma importância, para frisar a importância desse profissional no contexto escolar.

Metodologia

O presente trabalho utilizou-se de uma pesquisa aplicada, pois tem como objetivo gerar conhecimentos para aplicações práticas dirigida à solução de problemas específicos. Foi qualitativa, pois o estudo envolve a interpretação de significados atribuídos pelos sujeitos da amostra em relação às variáveis.

O procedimento técnico utilizado foi o de levantamento, já que visou apenas conhecer o fenômeno estudado. E teve como objetivos descrever a realidade que cerca o psicólogo escolar no que diz respeito à percepção do aluno de ensino médio sobre a sua atuação.

O local de aplicação dos questionários foi duas escolas particulares e uma pública da cidade de Teresina, Piauí. O grupo de sujeitos constituiu-se de 10 alunos do Ensino Médio de cada escola, totalizando uma amostra de 30 alunos.

Nessas escolas, os respectivos coordenadores de ensino médio selecionaram aleatoriamente os alunos que iriam responder ao questionário, levando-os a uma sala vazia, em horário de aula. A escolha dos alunos e dos horários foi feita pelos coordenadores responsáveis.

Os dados foram categorizados por semelhança e as categorias foram analisadas de acordo com o referencial teórico da pesquisa.

Discussão e Resultados

  • Amostra

Dos 30 alunos de Ensino Médio consultados, 9 são da 1ª série, 9 da 2ª série, e 12 da 3ª série; doze são do sexo masculino e dezoito do sexo feminino. Escolheu-se uma amostra maior dos alunos de terceiro ano por estarem em uma fase decisiva de suas vidas: a escolha da profissão e a iminência do vestibular, sendo, portanto, uma série mais suscetível à procura do psicólogo. Tanto é que se observou, em boa parte das respostas de alunos do terceiro ano, uma visível “preocupação” com essa fase e uma grande expectativa quanto à orientação do psicólogo.

É consenso entre os alunos a importância da escola em suas vidas, pois, além de passarem boa parte do tempo nela, é lá que desenvolvem suas relações interpessoais, educacionais e adquirem base para seu futuro. Como está em uma das respostas: “É nela que eu vou ser alguém na vida.”.

As três escolas visitadas têm psicólogo no seu quadro psicopedagógico. A maior parte dos alunos afirmou nunca ter procurado o psicólogo na escola e, dentre os que já procuraram, a maior parte o fez no máximo 3 vezes.

  • Visão dos alunos sobre o psicólogo no contexto escolar

A maioria dos alunos consultados diz que o psicólogo é reconhecido profissionalmente, pois tem em mente que ele orienta e auxilia as pessoas de uma forma produtiva. Porém, boa parte diz que o psicólogo é um “solucionador de problemas”, uma pessoa que os aconselha ou diz o que se deve fazer em determinada situações, o que não condiz com a concepção real do psicólogo. Quanto a sua presença na escola, foi unânime o reconhecimento da importância desse profissional neste estabelecimento, pois os alunos reconhecem que é preciso orientação e acompanhamento no seu desenvolvimento dentro da escola, em consonância às suas relações familiares e sociais.

Segundo Joly (2000), o rápido progresso da ciência e da tecnologia, além das constatações sobre o cenário educacional, determinam que o ensino deve estar voltado para preparar o aluno a questionar, refletir, mudar e criar a partir do melhor aproveitamento de seu talento e potencial, observando-se um consenso crescente entre pesquisadores de vários países quanto à necessidade de se criarem condições mais favoráveis ao desenvolvimento da criatividade.

Nas instituições escolares, a psicologia escolar tem se mostrado como um dos ingredientes fundamentais da intervenção psicopedagógica (COLL, 2004). A maior parte dos alunos acredita que a presença do psicólogo na escola é importante, pois ele orienta os alunos em suas dificuldades nos estudos e nos conflitos emocionais, e reconhecem que é preciso orientação e acompanhamento no seu desenvolvimento dentro da escola, em consonância às suas relações familiares e sociais, como se pode observar em algumas respostas dos questionários: “O psicólogo ajuda e ensina o aluno como encarar os problemas na escola e na família”, “... ele auxilia e acompanha os alunos que possam ter alguma dificuldade na escola”.

De maneira geral, os estudantes vêem o psicólogo como um orientador no ambiente escolar. Pôde-se perceber que esse profissional, na visão dos estudantes de Ensino Médio, está ligado à expressão “dificuldade”. Eles vêem o psicólogo como um ser que pode lhes dar apoio em momentos de tensão, como no vestibular ou quando eles estão passando por problemas familiares.

A percepção de um objeto é influenciada de maneira determinante, por expectativas e emoções do percebedor. (DAVIDOFF, 2001; BRAGHIROLLI, 1990)

  • Opinião dos alunos sobre a inserção da Psicologia como disciplina

Quase todos os alunos entrevistados não tinham o conhecimento sobre o projeto de inserção da Psicologia na grade curricular do Ensino Médio. Os alunos, após lerem uma pequena introdução sobre este assunto, no próprio questionário, avaliaram essa proposta como interessante, pois desse modo podem conscientizar-se sobre assuntos de caráter emocional, além de “melhorarem a sua conduta, como um todo”.

A Psicologia apresenta, enquanto ciência, um conjunto de teorias e estudos contemporâneos voltados para uma formação humanizadora do jovem, possibilitando uma compreensão dos fatores constitutivos da subjetividade humana, do desenvolvimento da personalidade, da vida comunitária e das novas organizações familiares. A maioria também reconhece que a Psicologia, como disciplina curricular, ajudaria na construção de um indivíduo mais reflexivo, mais ciente de si e mais crítico.

Como disciplina no Ensino Médio, ela se mostra uma área relevante do conhecimento, não só porque contribui, juntamente com a Filosofia e a Sociologia, para dar ênfase humanista na formação do jovem/adolescente, mas também porque permite, a partir de suas abordagens teóricas da realidade, reflexões compartilhadas entre professores e alunos sobre as subjetividades, desejos, potencialidades e entraves característicos desse período escolar (SOLIGO et al, 2009).

Considerações Finais

Após a realização da pesquisa, pode-se concluir que os alunos de Ensino Médio das escolas particulares de Teresina vêem o psicólogo no ambiente escolar como um agente que cuida, trata e orienta os alunos. A imagem do psicólogo escolar, para esses estudantes, de maneira geral, ainda está atrelada aos alunos com dificuldades de aprendizagem, problemas familiares e de socialização. Também relacionam o psicólogo àquela pessoa segura de si mesmo, que tem a função de solucionar os problemas individuais do aluno, aconselhando e até mesmo dizendo o que eles devem fazer. Nota-se que essa concepção ultrapassa o real significado da profissão do psicólogo escolar.

Notou-se que a elaboração das respostas dos questionários semi-abertos e seu grau de aprofundamento foram divergentes entre os alunos de acordo com a escola em que estudavam. Os alunos que estudam na escola cujo padrão socioeconômico é mais alto, apresentaram respostas melhor elaboradas e concisas, enquanto que os das outras escolas, mais populares, as respostas foram vagas, imprecisas.

Dentro do questionário semi-aberto aplicado, estavam perguntas relacionadas à importância do psicólogo dentro da instituição escolar. Notou-se um padrão diferente nas respostas de acordo com cada série. Os alunos de terceiro ano priorizaram a ajuda que recebem no tocante ao vestibular, através de testes vocacionais, aconselhamento sobre as possíveis profissões e questionamentos sobre o seu futuro. Os de segundo ano também abordaram preocupações sobre a questão do vestibular, mas em menor número e de forma mais diluída, sem a preocupação característica dos alunos da terceira série. Os de primeiro ano apresentaram uma visão mais geral acerca do psicólogo, como aquele profissional que os acompanha em seus problemas, ajudando-os. Foi nessa série que estavam mais presentes respostas sobre o psicólogo ser um agente formador de opinião e aquele que resolve ou diz o que fazer com relação aos problemas do aluno.

Esse trabalho se mostra importante, pois a partir dele foi possível conhecer a concepção que os alunos têm do psicólogo escolar e da Psicologia no Ensino Médio.

O estudo aponta para a ausência de informação desses alunos sobre a importância da Psicologia como disciplina curricular no Ensino Médio. Diante disso, faz-se necessária a elaboração de políticas de promoção de informação e discussões sobre a importância dessa disciplina na grade curricular desses alunos, já que eles são os principais sujeitos dessa problemática, fazendo, então, com que tenham um maior aproveitamento dessa ciência.

Sobre o Artigo:

Pesquisa apresentada como requisito para obtenção de nota na disciplina Métodos e Técnicas de Pesquisa em Psicologia, orientada pela prof.(a) Esp. Luiziane de Oliveira Sales, em 2009.

Sobre os Autores:

Ana Caroline Barbosa da Silva – Estudante de psicologia da Universidade Estadual do Piauí – UESPI. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Hélem Soares de Meneses - Estudante de psicologia da Universidade Estadual do Piauí – UESPI. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Referências:

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ALMEIDA, R. S. et al. O professor de ensino médio e a psicologia em seu cotidiano escolar.O professor de ensino médio e a psicologia em seu cotidiano escolar. Psicologia escolar e educacional, vol.11, no.1,  2007.  Disponívelem:<http://pepsic.bvspsi.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-85572007000 100012&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 10 de junho de 2009.

ANDRADA, E. G. C. Novos paradigmas na prática do psicólogo escolar. Psicologia: Reflexão e Crítica.  Porto Alegre,  v. 18,  n. 2, agosto.  2005 .  Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S0102-79722005000200007&lang=pt> . Acesso em 27 de maio de 2009.

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