Psicopatologia na Educação: Entendendo o TDAH no Ambiente Escolar

(Tempo de leitura: 8 - 15 minutos)

Resumo: Este artigo aborda o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) como uma Psicopatologia preocupante, principalmente por sua incidência significativa na fase escolar. Trata-se de uma pesquisa de cunho bibliográfico, e como procedimentos metodológicos foram analisados livros, dissertações, teses, artigos científicos, que teve como objetivo informar sobre o que é o TDAH, suas consequências no ambiente escolar e as orientações aos professores buscando despertar como a mediação do docente pode auxiliar no desenvolvimento da aprendizagem desses alunos. Chegou-se à conclusão que os métodos e a atuação do professor são fundamentais para o desenvolvimento da aprendizagem, para a superação de limitações e dificuldades que os alunos com TDAH apresentam.

Palavras-chave: Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Psicopatologia; Consequências, Atuação do Professor, Desenvolvimento da Aprendizagem.

1. Introdução

Estudos no Brasil baseados na quarta edição do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-IV) indicam uma variação de 5,8 a 17,1% de indivíduos, em idade escolar, com diferentes tipos de TDAH.

Considerando-se a relevância destes dados a cerca deste transtorno e sua provável incidência no ambiente educacional, este artigo pretende contribuir com os profissionais da educação para que possam compreender o que é o TDAH, seus principais sintomas, as possíveis consequências na aprendizagem e as orientações para as adaptações necessárias dos métodos pedagógicos.

Para a elaboração deste estudo foram utilizados instrumentos metodológicos de natureza teórica, como pesquisas a referências bibliográficas, revistas, artigos e documentos sobre o tema.

Embora o TDAH não seja considerado como um transtorno de aprendizagem (Mattos, 2001), este pode afetar o processo de construção do conhecimento do aluno por estar associado a dificuldades no comportamento como o descumprimento das regras de conduta proporcionando o crescimento nas queixas escolares.

O precário conhecimento, entre os professores, a cerca do tema, pode acabar por desconsiderar a existência do TDAH entre os educandos, colaborando para a permanência destas manifestações e gerando vários dos problemas educacionais existentes.

2. Origem do Termo

As primeiras menções a uma criança com TDAH ou Hiperatividade foram feitas através de um poema, escrito pelo Médico Alemão Heinrich Hoffman, em 1865 (Stewart, 1970 apud Barkley, 2008).

Em 1902, Still e Tredgold apresentaram um olhar científico para o transtorno através de palestras e publicações mencionando sobre crianças que demonstravam dificuldades para manter a atenção, comportamento inquieto, bem como problemas diante de regras e limites, ao que definiram essas características comportamentais alteradas como um “defeito no controle moral do comportamento” (Barkley, 2008).

A partir de 1920, após uma epidemia de encefalite ocorrida no período de 1917 e 1918, que atingiu boa parte da América do Norte, se observou nas crianças sobreviventes sequelas comportamentais e cognitivas significativas (Cantwel, 1980; Kessler 1980; Stwart, 1970 apud Barkley, 2008) culminando em diversos artigos que discutiam sobre estas sequelas (Ebaugh, 1923; Strecker e Ebaugh, 1924; Straiker, 1925 apud Barkley, 2008). Porém nesse período o transtorno comportamental estava atrelado a uma lesão cerebral ao que foi denominado de “Distúrbio Comportamental Pós-Encefalítico” (Barkley, 1998 apud Louzã, 2010).

Devido ao número considerável de crianças afetadas e a gravidade do quadro, acendeu o interesse acadêmico e profissional sobre este distúrbio e ocorreram investigações das possíveis origens de diversos outros tipos de lesões cerebrais em crianças e suas manifestações comportamentais.

Ainda no período da Segunda Guerra Mundial tiveram continuidade os registros de casos de traumas cerebrais com manifestações de inquietação, desatenção e impaciência ao que chamaram de Lesão Cerebral Mínima (LCM).

Em 1962 o termo foi modificado para Disfunção Cerebral Mínima (DCM) devido a dificuldade de correlacionar os sintomas com uma determinada lesão cerebral e suas alterações comportamentais passaram a ser explicadas por disfunções em vias nervosas (Rohde & cols., 2000; Benczik, 2002).

Após esse período outros termos surgiram como a Síndrome da Criança Hiperativa, Distúrbio Primário da Atenção, Distúrbio do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade. Todas essas terminologias se referiam ao mesmo quadro clínico, mas foi a partir de 1990 que a expressão Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) passou a ser utilizado para classificar esta psicopatologia que caracteriza sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade.

Atualmente a terminologia consta no CID-10 (Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde) que considera como transtorno hipercinético e no DSM- IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, quarta edição da Associação Americana de Psiquiatria, 1994) que denomina como Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (Rohde et al., 2000).

3. O Que é Transtorno do Déficit de Atenção (TDAH)

Segundo Benczik (2000) trata-se de um transtorno psiquiátrico e de origem genética. O indivíduo nasce com o TDAH, sendo, portanto congênito e crônico.

Crianças portadoras de TDAH apresentam um padrão de desatenção e/ou hiperatividade constante e severa podendo ser identificado principalmente no ambiente escolar onde começam a demonstrar dificuldades no cumprimento de regras, na manutenção da atenção e na capacidade em manter-se quieto pelo período estabelecido pelo professor.

Por este motivo acredita-se serem os professores, os primeiros a perceberem as inadequações no comportamento do aluno com TDAH principalmente quando comparado ao comportamento de outras crianças (Topczewski, 2011).

Porém menos de 50% dos docentes acredita que o TDAH seja uma doença e que necessite de tratamento com medicação, o que demonstra pouco conhecimento a cerca desta psicopatologia (Gomes et al. 2007).

Assim, por se tratar de uma Psicopatologia e necessitar de intervenção medicamentosa, o diagnóstico do TDAH tem a indicação para ser realizado por um clínico, mas o professor poderá auxiliar nesse processo fazendo as primeiras observações uma vez que este profissional tem um considerável conhecimento sobre os comportamentos que acontecem  com maior ou menor frequência em faixas etárias específicas, o que permitirá na identificação de comportamentos discrepantes e consequentemente na recomendação junto à família para se buscar ajuda.

O DSM – IV sugere que o TDAH é uma combinação dos sintomas de Desatenção e Hiperatividade/ impulsividade, podendo de acordo com a quantidade desses indícios, ser classificado em três diferentes graus:

  • Leve: Poucos sintomas estão presentes além daqueles necessários para fazer o diagnóstico, e os sintomas resultam em não mais do que pequenos prejuízos no funcionamento social, acadêmico ou profissional;
  • Moderada: Sintomas ou prejuízo funcional entre “leve” e “grave” estão presentes
  • Grave: Muitos sintomas além daqueles necessários para fazer o diagnóstico estão presentes, ou vários sintomas particularmente graves estão presentes, ou os sintomas podem resultar em prejuízo acentuado no funcionamento social ou profissional.

Conforme Lopes et al. (2005), uma avaliação adequada consiste na participação interdisciplinar de diversos profissionais, sendo eles: psicólogo, neurologista e psiquiatra.

De acordo com Barkley (2002) o transtorno apresenta uma maior prevalência em meninos do que em meninas.

A razão da diferença na proporção de meninos/meninas entre os estudos antigos e recentes é simples: as meninas tendem a apresentar mais TDAH com predomínio de sintomas de desatenção; portanto, incomodam menos na escola e em casa do que os meninos, sendo então menos levadas a avaliação em serviços de saúde mental. Por isso os estudos recentes são realizados com crianças e adolescentes da população em geral ou das escolas. (ROHDE e BENCZIK, 1999, p. 45).

Conforme Stoner (2007) essa Psicopatologia da Atenção ocorre devido à baixa concentração de dopamina e/ou noradrenalina em regiões sinápticas do lobo frontal.

Segundo Lúria (1981) essa região é responsável pela Coordenação de atividades motoras, pelo Pensamento, pela Escrita, pela Fala e pela Linguagem Articulada.

Assim os problemas ocorridos nessa área cerebral causam os sintomas de falta de atenção, hiperatividade e impulsividade, causando sérias dificuldades no processo de aprendizagem.

Porém as dificuldades na aprendizagem, nesse caso, não estão associadas a nenhum comprometimento da capacidade intelectual do portador de TDAH, mas à dificuldade significativa para ajustar sua conduta às normas esperadas para sua idade em decorrência desses problemas neurobiológicos.

4. Consequências no Ambiente Escolar

Muitas vezes a deficiência de conhecimento a cerca do TDAH acaba por causar preconceito por parte de pais e professores que percebem o comportamento do indivíduo portador deste transtorno como rebelde e desinteressado.

Biederman (2005) alerta sobre a necessidade do indivíduo com TDAH receber tratamento adequado, uma vez que já foi observado que a falta deste atendimento provoca consequências sociais negativas tais como:

  • Depressão
  • Ansiedade
  • Distúrbios neuróticos em geral
  • Distúrbios obsessivo-compulsivo
  • Baixa tolerância ao stress
  • Alcoolismo
  • Diminuição da auto-estima

Além de problemas de conduta e subemprego causados pelo baixo aproveitamento acadêmico tratando-se de um prejuízo funcional considerável.

Rodhe e Benczick (1999, p.65) indicam que “Cerca de 25 a 30% das crianças e adolescentes com TDA/H apresentam problemas de aprendizagem secundários ou associados ao transtorno”.

Segundo a ABD (Associação Brasileira do Déficit de Atenção) 70% dos indivíduos com TDAH apresentam os principais problemas secundários ou associados ao TDAH e seus índices:

  • Desordem Secundária: 66%
  • Problemas de leitura: 60%
  • TOD (Transtorno Opositivo Desafiador): 33%
  • Transtorno de Ansiedade: 25 a 35%
  • Transtorno de Conduta: 25%
  • Depressão: de 10 a 30%
  • TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo): de 10 a 17%
  • Três ou mais desordens: 10%
  • Transtornos de Leitura: 10%
  • Síndrome de Tourette: 7%

As pesquisas indicam ainda que 10% das crianças e adolescentes com esta psicopatologia apresentam três ou mais comorbidades.

Assim para minimizar essas sequelas são necessárias intervenções no processo de aprendizagem do educando portador de TDAH para contemplar suas necessidades acadêmicas possibilitando sua aprendizagem.

Especialistas esclarecem que para isso é importante distinguir “dificuldades em se adaptar a um sistema educacional” de “impossibilidade de aprendizagem” uma vez que foi observado que indivíduos com TDAH apresentam mais dificuldade em um ambiente escolar tradicional e com regras rígidas podendo agravar sua desestruturação emocional.

5. Orientações

Quando falamos sobre intervenções escolares em relação ao TDAH, o foco deve ser sempre o desempenho escolar.

Segundo Farrell (2008) o discente com TDAH melhor adapta-se às situações previsíveis, em sala de aula. Para isso as rotinas em sala de aula devem ser bem definidas para proporcionar uma melhor estruturação emocional do aluno, bem como, caso haja necessidade de mudança esta deve ser informadas com antecedência. Com relação aos roteiros de atividades estes devem ser descritos logo antes de se iniciar as atividades, dando-se preferência para utilizar um espaço para afixá-los e estabelecer tempo para a realização de cada tarefa.

Outro fator importante é o ambiental, onde a sala de aula necessita ser bem estruturada e com poucos alunos.

Partel (2009) faz as seguintes orientações para proporcionar mudanças no comportamento:

  • Evitar a utilização de reforços negativos, para que os mesmos não sejam aumentados.
  • Utilizar mais reforços de extinção – um comportamento que não chama atenção provavelmente não permanecerá.
  • Sempre utilizar reforços positivos, pois se a qualquer comportamento adequado (mesmo que para pais e professores não passe de mera obrigação), houver recompensa e/ou reconhecimento, esse tipo de comportamento tende a aumentar cada vez mais.
  • Quando se pretende modificar um comportamento indesejável, deve-se decidir por qual comportamento positivo quer substituí-lo, para depois ir punindo o comportamento indesejável, com punições brandas, como por exemplo, a perda de privilégios, mantendo a relação de uma punição para três ou mais situações de elogio e recompensa. A tendência é a extinção natural das punições.
  • Não se deve perder a perspectiva dos objetivos, evitando a irritabilidade, a impaciência, a confusão e atitudes enfurecidas frente ao aluno com TDAH.
  • É necessário manter o ritmo lembrando que o adulto é o educador.
  • Buscar equilibrar amor com regras e limites claros na educação.
  • Objetiva-se a preparação da criança e/ou adolescente para viver em sociedade, para que se integre, com boa autoestima, sabendo respeitar limites (seus e dos outros).
  • Os pais e os educadores devem procurar olhar de fora da cena, como se fosse um estranho imparcial, racional, sem qualquer envolvimento emocional.
  • Deve-se buscar avaliar o comportamento negativo, deficiente e destrutivo que necessita ser mudado, lembrando sempre que o aluno tem uma incapacidade, uma dificuldade, e não falta de caráter: ele não consegue controlar o que fala ou faz e com certeza tem qualidades e potenciais a serem valorizados.
  • Sempre lembrar que é muito mais difícil decepcionar alguém que confia em nós.

A intervenção junto ao discente com TDAH visa minimizar o desgaste emocional tanto do professor como do aluno para obterem-se resultados mais satisfatórios contribuindo significativamente para a regularização das funções comportamentais relacionadas aos sintomas do TDAH.

6. Considerações Finais

A criança com TDAH requer atenção especial em diversos contextos, no qual a escola se destaca. Assim, a colaboração do professor se torna relevante para auxiliar no diagnóstico e desenvolvimento escolar da criança e adolescente com TDAH.

Considera-se o professor como agente mediador entre o conhecimento e o aluno propiciando intervenções que colabore para o desenvolvimento pleno das capacidades intelectuais deste discente.

Para isso nota-se a importância da preparação para a atuação docente, possibilitando o enfrentamento das demandas e a construção de novas propostas, que possam contribuir para a redefinição das práticas pedagógicas de modo que estas se vinculem à construção do sucesso escolar de todos os discentes.

Observa-se que o desenvolvimento das capacidades intelectuais é fundamental para qualquer indivíduo, e, é por meio do desenvolvimento dessas funções, que o aluno com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade poderá conquistar o controle da conduta e da vontade, essenciais para a aprendizagem, evitando a medicalização e proporcionando que o educando desenvolva-se sem quaisquer tipos de prejuízos.

Só se consegue atingir esse sucesso, quando a escola assume que as dificuldades de alguns alunos não são apenas deles, mas resultam em grande parte do modo como o ensino é ministrado e a aprendizagem concebida e avaliada.

Sobre o Autor:

Lívia Maria Dodds Angelo - Mestra em Educação pela UEP (2015), Especialista em Psicopedagogia UCB (2005) Especialista em MBA - FACINTER (2009), Bacharela e Licenciada em Psicologia Federação das Faculdades Celso Lisboa - FEFACEL (1993)

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