O Perfil dos Profissionais da Enfermagem no Âmbito Oncológico Terminal do Hospital Santa Casa de Misericórdia do Município de Rondonópolis - MT

1 1 1 1 1 Avaliações 0.00 (0 Avaliações)
(Tempo de leitura: 8 - 15 minutos)

1. Introdução

A certeza humana da morte aciona uma série de mecanismos psicológicos. E são através desses mecanismos que o homem lida com a morte, seus medos, suas angústias, suas defesas, suas atitudes diante da morte. Falar sobre morte, ao mesmo tempo em que ajuda a elaborar a ideia da finitude humana, provoca certo desconforto, pois encaramos essa mesma finitude, o inevitável, a certeza de que um dia a vida chega ao fim.

Na atualidade, a sociedade ocidental compreende a morte como sendo um tabu, um tema interditado e sinônimo de fracasso profissional para quem trabalha na área da saúde. Observa-se que a morte está ausente do dia-a-dia do mundo familiar, pois foi transferida para os hospitais e as crianças são impedidas, pelos adultos, de participarem dos cerimoniais de despedidas (COSTA & LIMA, 2005).

Nos últimos anos, o homem ocidental alterou significativamente sua visão da morte podendo-se considerar que houve abrupta e rápida mudança relativa aos pensamentos e sentimentos expressos sobre ela. Para Costa & Lima (2005) parece-nos que é tempo de refletir e entender a morte como parte da vida, um acontecimento acompanhado de dor, sentimento de perda, que é vivido por qualquer ser humano e deve ser respeitado como um momento de sofrimento.

No imaginário social, de acordo com Borges et. al. (2006), uma das enfermidades mais associadas à questão da morte na contemporaneidade é o câncer. Em todas as regiões do mundo, mesmo nas que apresentam mais ostensivamente outros sérios problemas de saúde, o câncer revela seus efeitos deletérios.

Para Souza et. al. (2009) é neste cenário de diversidade com relação à morte que se encontram os profissionais da enfermagem, vivendo em constante desafio, uma vez que diariamente permanecem em conflito, lutando pela vida e contra a morte, tomando para si a responsabilidade de salvar, curar ou aliviar, procurando sempre preservar a vida, já que a morte, na maioria das vezes, é vista por esses profissionais como um fracasso, sendo desta forma, duramente combatida.

O câncer é carregado de estigmas, e a morte é um deles. Quando um paciente recebe o diagnóstico, o seu primeiro pensamento geralmente é de que vai morrer. Aceitar isso não é fácil e nunca acontece rapidamente, pois envolve muitos medos e insegurança. Mas existem maneiras de amenizar o sofrimento e ajudar o paciente e sua família a conviver com essas adversidades falando abertamente sobre o assunto.

Em vista do que foi relatado o presente trabalho tem por objetivo analisar o perfil dos profissionais da enfermagem diante da morte do paciente terminal oncológico do hospital Santa Casa de Misericórdia do município de Rondonópolis –MT. Nesse sentido levanta-se a seguinte questão problema da atenção ao aprofundamento teórico da morte, enfocando a maneira pela qual o homem, em especial, os profissionais da enfermagem lidam com este fenômeno humano inevitável, percebendo os mecanismos psicológicos que entram em ação quando o homem se encontra diante da morte, ressaltando que, o ser humano lida com relação à morte do outro - da qual todos temos consciência, apesar de que ainda esteja intimamente relacionada ao medo do abandono - e a concepção da própria morte, a consciência da finitude, na qual evitamos pensar pois, para isto, temos que encarar o desconhecido.

2. A Ética e a Enfermagem Frente à Assistência aos Pacientes Terminais

Na enfermagem a ética é estabelecida pelo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, aprovado através da Resolução Conselho Federal de Enfermagem - COFEN, sendo assim o órgão responsável pela aplicação e fiscalização do código de ética dos profissionais são os conselhos federais e regionais de enfermagem. De Acordo com Silva (2001)

Uma das explicações para a existência de um código de ética é a necessidade de objetivar características morais e transformá-las em referencial para as ações profissionais de uma categoria, outra é a falta de um padrão mínimo aplicável na formação de recursos humanos. Pode ainda apresentar o objetivo de unir categoria com intensas características (SILVA, 2001, p. 42-50 p.47).

Também é considerado um código de ética uma lista de declarações escritas que descrevem comportamentos ideais. Para o Código do Conselho de Ética de Enfermagem (2000, p. 28):

O código de ética dos profissionais de enfermagem leva em consideração, prioritariamente, a necessidade e o direito de assistência de enfermagem à população, os interesses do profissional e de sua organização. Está centrado na clientela e pressupõe que os agentes de trabalho da enfermagem estejam aliados aos usuários na luta por uma assistência de qualidade sem riscos e acessível a toda a população, sendo assim, o código de ética dos profissionais de enfermagem, reúne normas e princípios, direitos e deveres, pertinentes à conduta ética do profissional que deverá ser assumido por todos.  

Decorrente do avanço tecnológico e do uso de técnicas que permitem à sustentação da vida, os profissionais de saúde, a sociedade, bem como as próprias leis que regem as profissões ligadas à saúde, sofreram mudanças para permitir uma melhor adaptação ao paradigma emergente no que tange ao cuidado com o paciente terminal, a eutanásia e as próprias implicações éticas que dela emergem. De acordo com Davidson (2003):

[...] os enfermeiros carecem de conhecimento científico para direcionar os cuidados paliativos a pacientes com condições não - malignas. Os conhecimentos e práticas correntes revelam que os enfermeiros, em muitas instâncias, não estão bem preparados para lidar com a morte e o morrer. Desta forma, emerge a necessidade de que os enfermeiros estejam preparados tanto no nível intelectual como no da prática sobre o conceito de cuidado paliativo (Davidson, 2003, p. 47).

3. Relação do Enfermeiro com o Paciente Oncológico

A oncologia tem tido grande evolução nas técnicas diagnósticas e terapêuticas, o que tem possibilitado a sobrevida e a qualidade de vida dos pacientes com câncer.

Segundo Silveira e Zago, (2006) cabe à enfermagem acompanhar o desenvolvimento dessa especialidade pelas investigações científicas, que são os principais recursos para a atualização do conhecimento paciente oncológico.

No contexto do câncer, o enfermeiro atua em ações de prevenção e controle. Tem como competência prestar assistência a pacientes com câncer na avaliação diagnóstica, tratamento, reabilitação e atendimento aos familiares. Além dessas, ele desenvolve ações educativas, ações integradas com outros profissionais, apoia medidas legislativas e identifica fatores de risco ocupacional, na prática da assistência ao paciente oncológico e sua família. Para Silveira e Zago (2006) é preciso ressaltar a importância da relação entre o enfermeiro e o paciente, pois quando há essa interação existe um avanço significativo no tratamento desse paciente levando o mesmo a ter uma nova visão no período do tratamento. 

A Sistematização das Ações de Enfermagem (SAE), valendo-se de todos os passos do processo, vem permitindo aos enfermeiros um cuidar científico e humanizado destinado a uma assistência qualitativamente adequada. Este assume dimensão especial quando direcionado ao paciente oncológico no estabelecimento ético das prioridades, onde se deve considerar a individualidade, singularidade, estilo de vida, crenças e valores culturais. O agir do profissional de enfermagem tem sua origem no cuidado direcionado à clientela, tendo como meta a melhoria e a qualidade de vida da pessoa. Esta afirmativa encontra ressonância ao ser apontado que “quando os enfermeiros conseguirem mostrar às pessoas com câncer que é possível viver tendo câncer, suprindo as suas necessidades de vida, dentro do seu potencial, eles conseguiram cuidar de fato, com real valor da palavra” (Gargiulo et. al,2007, p.697).

Gargiulo et al. (2007) ainda ressalta a responsabilidade do enfermeiro no setor oncológico, mostrando quais cuidados esses devem obter para com o tratamento desse paciente.

4. A Importância do Estudo da Morte para os Profissionais da Enfermagem aos Pacientes Oncológico

A psiquiatra Elisabeth Kübler-Ross foi a pioneira no estudo das cinco fases que o paciente pode vivenciar no período final da sua enfermidade. São elas: negação, raiva, barganha, depressão, aceitação. Ao longo desse trabalho, houve a busca por compreender cada fase, suas manifestações, e como os profissionais envolvidos devem proceder, visto que certas reações do paciente podem interferir no tratamento.

Este estudo deu origem ao livro "Sobre a morte e o morrer" que mostra a importância desse conhecimento para o profissional, pois esses também criam mecanismos de defesa contra a morte. Podendo manifestar sentimentos de impotência, frustração, estresse, culpa.

Segundo Gonzales et. al. (2003) o paciente, frente à doença, sente-se impotente, frustrado, confuso, revoltado, perdido, o que pode levá-lo a uma depressão reativa. Nem sempre o corpo clínico consegue compreender as reações emocionais dos pacientes, cabe ao psicólogo fazer essa "tradução".

A relevância de uma equipe multidisciplinar, trocando informações, cada um em sua área de atuação contribui na busca pela viabilização da "ortonásia" (morrer bem e tranquilo) evitando na medida do possível a "distanásia" (manter a vida por meio de medicações e aparelhos) que por vezes causam mais sofrimento aos pacientes.

5. As Consequências da Morte de Pacientes Oncológicos Poderão Refletir na Vida dos Profissionais da Enfermagem

O contexto sociocultural em que este profissional está inserido é um fator determinante sobre o conceito de como ele compreende e vivência a morte dentro do ambiente profissional e fora dele. A assistência prestada ao paciente terminal oncológico, realizada por este profissional poderá remeter um envolvimento afetivo, como também um comportamento de proximidade para com o paciente como: sentimento de dor, sofrimento, revolta, angústia, medo, desespero, sensação de abandono, raiva e frustração, podendo ser manifestado pela família e também pelo próprio paciente.

Ao se deparar com a morte recorrente de pacientes terminais oncológicos, este profissional poderá manifestar sentimentos como: incapacidade, impotência tristeza, sentimento de perda, e dificuldades de trabalhar com outros pacientes no mesmo estado.

Isso poderá ser atribuído por várias questões ainda não esclarecidas, porém apenas levantadas, tais como: o tempo de permanência de internação desse paciente terminal oncológico, o vínculo desenvolvido durante o período de hospitalização com o paciente e a família. A falta de preparo e esclarecimento sobre o processo de morte e o morrer, não disponibilizado durante sua formação profissional.

Falando ainda sobre as questões a serem levantadas, deduz-se que a morte desse paciente, como também a prestação de cuidado durante este processo, poderá ser esclarecido quando, dentro de uma equipe de profissionais atuantes, alguns deles não expressarem o mesmo sentimento. Isso de deve em contrapartida ao envolvimento técnico durante a prestação da assistência. De acordo com Souza et. al. (2009, pag. 2), “a negação da morte é perceptível em todos os setores da sociedade, até mesmo entre os profissionais de saúde [...]”.

Busca-se então compreender se a assistência do profissional de enfermagem ao paciente terminal oncológico, acarreta algum tipo de consequência emocional a este profissional.

6. Resultados e Discussão

A pesquisa foi desenvolvida no Hospital Santa Casa de Misericórdia e Maternidade de Rondonópolis - MT, através do método quantitativo elaborado por meio de questionário semi-estruturado. Participaram da pesquisa 10 profissionais da enfermagem atuantes no setor de oncologia. Dentro dos dados que foram obtidos através dos participantes da pesquisa, a idade predominante entre os profissionais é acima de 40 anos, sendo somente uma pessoa do sexo masculino, como pode ser visualizados nas figuras 1 e 2.

Figura 1: Descrição da variabilidade das idades dos entrevistados.

Figura 1: Descrição da variabilidade das idades dos entrevistados.

Figura 2: Gênero sexual dos entrevistados.

Figura 2: Gênero sexual dos entrevistados.

Com relação ao grau de graduação e posição profissional é constado que duas  pessoas possuem graduação em enfermagem, sendo os demais técnicos, já ao tempo de trabalho de atuação que houve mais respaldo na pesquisa foi de 1 – 2 anos,  como seguem nas figuras 3 e 4.

Figura 3: Descrição da profissão no âmbito da enfermagem

Figura 3: Descrição da profissão no âmbito da enfermagem.

Figura 4: Tempo de atuação na área da enfermagem.

Figura 4: Tempo de atuação na área da enfermagem.

A maioria dos entrevistados relataram que apresentam mais de 1 ano de experiência com pacientes terminais, sendo que, 100%  com carga horária acima de  40 horas semanais, com seguem nas figuras 5 e 6.

Figura 5: Tempo de atuação com pacientes terminais.

Figura 5: Tempo de atuação com pacientes terminais.

Figura 6: Tempo de horas semanais trabalhadas.

Figura 6: Tempo de horas semanais trabalhadas.

A maioria dos entrevistados relataram não apresentar distúrbios de sono como segue na figura 7. Contudo, 100% dos entrevistados responderam que dormem mais de 6 horas, como segue na figura 8.

Figura 7: Indicador de distúrbio de sono.

Figura 7: Indicador de distúrbio de sono.

igura 08: Indicador de horas de sono.

Figura 08: Indicador de horas de sono.

Em sua maioria apresentam satisfação no desempenho das atividades diárias, porém mais da metade dos entrevistados apresentam dores no corpo, sendo frequentes, nas costas, com mínima utilização de medicamentos, como seguem nas figuras 9, 10 e 11.

Figura 09: Indicador no desempenho das atividades

Figura 09: Indicador no desempenho das atividades.

Figura 10: Indicador se há dores no corpo.

Figura 10: Indicador se há dores no corpo.

Figura 11: Indicador se há o uso de medicação.

Figura 11: Indicador se há o uso de medicação.

As informações e orientações fornecidas aos profissionais nos atendimentos individuais e/ou grupais têm extrema importância. Ao compreenderem e trabalharem clínica, social e psicologicamente a origem de seus sintomas, os mesmos apresentam melhorias significativas na redução do estresse, nos equilíbrios do humor e da ansiedade e na qualidade de vida. Sugere-se que tal abordagem permite-lhes lidar com as mudanças e buscarem estratégias de maneira mais tranquila e adequada às condições que se encontram.

Na pesquisa os entrevistados ainda relataram em sua maioria que a sua relação com os pacientes apresentam proximidade, como também se apresenta de forma amistosa, predominando em sua maioria o sentimento de perda e impotência e ao dar a notícia do óbito prevalecendo sentimento de tristeza, sendo que, e isso acontece com frequência e relatam não se sentirem preparados para dar notícia do óbito aos familiares, como está demonstrado nas figuras 12, 13, 14, 15 e 16.

Figura 12: Indicador do relacionamento profissional para com o paciente.

Figura 12: Indicador do relacionamento profissional para com o paciente.

Figura 13: Indicador da reação do profissional em relação ao óbito.

Figura 13: Indicador da reação do profissional em relação ao óbito.

Figura 14: Indicador da incumbência do profissional de dar a notícia.

Figura 14: Indicador da incumbência do profissional de dar a notícia.

Figura 15: Indicador do profissional em dar a notícia do óbito.

Figura 15: Indicador do profissional em dar a notícia do óbito.

Figura 16: Indicador da preparação do profissional para dar a notícia do óbito a família.

Figura 16: Indicador da preparação do profissional para dar a notícia do óbito a família.

7. Conclusão

O avanço dos tratamentos e tecnológicos no tratamento oncológico ainda não acarreta segurança aos pacientes e profissionais envolvidos no processo. Ainda existe o estigma da morte ligada a essa doença, então desde o diagnóstico, o sofrimento, a angústia e a fragilidade permeiam essa relação, que da fase intermediária a terminal, torna-se cada vez mais difícil e cabe aos enfermeiros a manutenção diária desse tratamento, pois são os que ficam mais próximos destes pacientes. Tendo isto em vista, sua missão vai além da profissão, e, ainda assim, falta treinamento e preparo psicológico, para facilitar o exercício de suas atribuições.

Diante da complexidade e variabilidade dos problemas decorrentes do tratamento oncológico, reconhecidos em diversos estudos bibliográficos, é relevante considerar não somente os aspectos clínicos, mas também os sociais, psicológicos, espirituais e econômicos associados ao câncer. A partir da interdisciplinaridade, em que diferentes profissionais estabelecem uma relação recíproca entre si e com os pacientes, há o favorecimento de intervenções técnicas e humanizadas no cuidado do mesmo.

O que observamos no decorrer desse trabalho é que nas referências bibliográficas existentes, a atenção se volta para o paciente, deixando os profissionais envolvidos sem o devido respaldo. Portanto nosso olhar se volta para a presença do psicólogo nesse ambiente, tanto no treinamento como na escuta, sendo fundamental para harmonia dessa relação paciente/ enfermagem.

Sobre os Autores:

Jeane Luisa da Silva Santos - Acadêmica do 3° semestre de Psicologia da Universidade de Cuiabá campus de Rondonópolis-MT

Katiane de Souza Passos Silva - Acadêmica do 3° semestre de Psicologia da Universidade de Cuiabá campus de Rondonópolis-MT

Keila Cristine Gorostides - Acadêmica do 3° semestre de Psicologia da Universidade de Cuiabá campus de Rondonópolis-MT

Nilzete Spinelli de Oliveira Orlato - Acadêmica do 3° semestre de Psicologia da Universidade de Cuiabá campus de Rondonópolis-MT

Viviane da Silva Ferreira - Acadêmica do 3° semestre de Psicologia da Universidade de Cuiabá campus de Rondonópolis-MT

Regina Suzi Soares - Professora orientadora do curso de Psicologia da Universidade de Cuiabá campus de Rondonópolis-MT

Referências:

Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo. Principais legislações para o exercício de enfermagem. São Paulo: COREN; 2000.

COSTA, J. C.; LIMA, R. A. G. Luto da equipe: Revelações dos profissionais de enfermagem sobre o cuidado à criança/adolescente no processo de morte e morrer, 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rlae/v13n2/v13n2a04.pdf>. Acesso em: 10/11/2014.

 DAVIDSON, P., et al. Cardiorespiratory nurses’ perceptions of palliative care in nonmalignant disease: data for the development of clinical practice. Am J CritCare. 2003;12:47-53.

GARGULIO, C.A. et. al., Vivenciando o cotidiano do cuidado, na percepção de enfermeiras oncológica, 2007. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/tce/v16n4/a14v16n4.pdf>. Acesso em 09/11/2014.

SILVA, M.A.P.D; SILVA, A.R.B.; SILVA, E.M. Oncologia e ética, relações e aproximações. Rev Paul Enferm 2001; 20(1):42-50.

SILVEIRA, C.V.; ZAGO, M.M.F. Pesquisa Brasileira em Enfermagem Oncológica: Uma Revisão Integrativa, 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rlae/v14n4/v14n4a21.pdf>. Acesso em: 10/11/2014.

SOUSA, D. M., et. al. A vivência da enfermeira no processo de morte e morrer dos pacientes oncológicos, 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/tce/v18n1/v18n1a05.pdf>. Acesso em: 10/11/2014.

Informar um Erro Assinar o Psicologado