(Tempo de leitura: 14 - 27 minutos)

Resumo: O câncer é definido como um grupo de doenças que promovem alterações nas células acarretando em uma divisão excessiva das mesmas.  Os principais tratamentos utilizados para o seu controle são a quimioterapia, a radioterapia e a cirurgia. Apesar dos avanços tecnológicos para a cura do câncer, ainda existem estigmas relacionados a esta doença, dentre os quais destacam-se a associação desta com a morte e a deterioração da imagem corporal. Desta forma, este trabalho teve como objetivo compreender como os pacientes oncológicos em fase de manutenção vivenciam seu processo de cura. Para isto, foram feitas entrevistas com cinco mulheres entre 54 e 66 anos, de uma clínica de oncologia de Salvador - Bahia. Foi identificado que o câncer, apesar da crescente escalada científica para sua cura e controle ainda mantém uma relação com a morte e que o apoio da família é importante durante o diagnóstico e terapêutica. É perceptível também que as pessoas se apegam a forças divinas como forma de suporte para enfrentar esse processo e obter a cura. Esta pesquisa tem como finalidade colaborar com os profissionais da área de saúde para tentar oferecer uma assistência mais humanizada que corrobore no resgate da identidade e autoestima do indivíduo.

Palavras-chave: Câncer; Tratamento; Cura; Fase de manutenção.

(Tempo de leitura: 19 - 37 minutos)

Resumo: A proposta de humanização nasce como forma de oposição à violência institucional existente nos hospitais brasileiros, e isso se concretiza com atos em que se nega a subjetividade dos sujeitos e a sua completude, quando lhes reduzem a meros objetos. Desta forma, humanizar é modificar o modo de se fazer e produzir assistência hospitalar. É modificar toda a sua estrutura. E partindo deste princípio foi que objetivamos analisar a construção histórica da humanização hospitalar no Brasil, perpassando pela história do hospital enquanto modelo europeu adotado pelo Brasil, afim de que pudéssemos analisar os principais sentimentos dos sujeitos em relação ao hospital, culminando assim na tentativa de conceituar a humanização hospitalar, denotando a importância que se é humanizar a assistência hospitalar. Para tanto realizamos uma pesquisa de cunho bibliográfico em livros publicados no Brasil, artigos científicos, esta fundamentada no método qualitativo.  Concluiu-se que a humanização hospitalar é uma tarefa difícil e de grande complexidade, pois denota mudanças no modo de atuação da equipe, das estruturas do hospital e nem sempre os envolvidos no processo hospitalar estão abertos a mudanças. Mesmo diante do investimento promovido pelos órgãos competentes em propor uma atenção a saúde humanizada encontramos ainda muitos estabelecimentos hospitalares distantes do que vem a ser uma instituição humanizada, mas uma instituição altamente violenta.

Palavras-Chaves: Humanização, Hospital, Paciente, Psicologia Hospitalar

(Tempo de leitura: 28 - 56 minutos)

Resumo: Este trabalho tende a apresentar a importância do profissional de psicologia em hospitais, em casos de Transtorno Puerperal. Tal apresentação é construída para o atendimento focal quanto a uma avaliação de um real transtorno, seguindo ferramentas detectadas pelo referido profissional. Discorre ainda de um apanhado na sexualidade feminina, através de seu processo de desenvolvimento biopsicossocial, no período compreendido entre juventude e terceira idade. O desenvolvimento psicológico é um processo transicional pelo qual pode durar por toda a vida do ser humano. Em mulheres, essa transição pode ser ainda mais acentuada por ser a portadora de uma das experiências mais emocionantes e marcantes do ser humano, a da maternidade. Entretanto, todo esse processo de vivência acarreta também mutações que, principalmente em primíparas, tendem alterar comportamentos. Tais alterações, geralmente iniciadas no leito hospitalar, podem desenvolver casos depressivos. A observação do profissional no momento de tais alterações, podem projetar um implemento de características de um caso intra-psíquico, com os mecanismos necessários para um fiel diagnóstico.Os procedimentos adotados partem de todo um contexto hospitalar, através da equipe inter/multiprofissional que abre um leque de opções para os destaques do Transtorno Puerperal, com aspectos peculiares e inerentes à doença. O quadro de Transtorno Puerperal onde contém ainda uma máscara manifestada pelo seu grau de comprometimento deve ser observado com todo o direcionamento e feita uma intervenção psicológica, buscando assim, um equilíbrio entre o biopsico dessa parturiente.

Palavras-chaves: Profissional de Psicologia; Transtorno Puerperal; Desenvolvimento Psicológico.

(Tempo de leitura: 16 - 32 minutos)

Resumo: O presente artigo tem como objetivo identificar, através de produções acadêmicas, os fatores de estresse presentes na UTI neonatal e como estes influenciam no bem-estar da equipe de saúde e dos pais de recém-nascidos internados, contextualizando o ambiente da UTI neonatal, esclarecendo o que se compreende por fatores de estresse e partindo para uma análise reflexiva acerca da presença destes fatores na rotina de pais e profissionais envolvidos. Para tal, recorreu-se à abordagem qualitativa, sendo que foram analisados livros, artigos, periódicos e teses relevantes ao tema datados entre 1997 e 2010. Com o intuito de ilustrar este trabalho, foram realizadas duas entrevistas: com uma mãe que vivenciou o período de internação dos filhos e com uma profissional que atua neste ambiente.  Sabendo-se que os fatores de estresse prejudicam a saúde e o bem-estar psíquico dos pais e equipe de saúde, a identificação, análise e compreensão deste fenômeno tornam possível a criação de meios que possibilitem o alívio dos diversos sintomas negativos gerados por eles, podendo vir a tornar a estadia e o ambiente de trabalho aos quais se constituem a UTI neonatal em um local menos doentio.

Palavras-Chave: pais, equipe de saúde, estresse, fatores de estresse, UTI neonatal.

(Tempo de leitura: 7 - 13 minutos)

Resumo: O presente trabalho objetivou refletir e analisar algumas questões que perpassam a atuação do psicólogo hospitalar no tratamento do sujeito portador de doença crônica, bem como o aspecto psicossocio-afetivo do paciente, os mecanismos de defesa que se manifestam na pessoa portadora de doença crônica, os estágios emocionais no paciente após o diagnóstico de tal doença e o processo de humanizar a equipe multidisciplinar no manejo dessa prática. Pontua-se a necessidade de compreensão dos aspectos emocionais implicados no processo de adoecimento. Nesta perspectiva, busca-se uma integração de toda equipe de saúde a fim de reduzir o sofrimento psíquico do paciente, encorajá-lo a criar novas possibilidades de enfrentamento e possibilitar um alívio emocional para o sujeito e sua família.

Palavras-chave: psicologia Hospitalar, doença crônica, humanização

(Tempo de leitura: 7 - 14 minutos)

Resumo: A doença e a hospitalização abalam consideravelmente o desenvolvimento emocional da criança. A presente pesquisa tem como objetivo promover uma breve reflexão sobre a hospitalização infantil por meio de uma revisão bibliográfica. Refletindo sobre a internação infantil vê-se a importância de se ter nas dependências do hospital brinquedotecas para que assim, as crianças possam ter momentos de lazer, distração e oportunidades de se elaborar de maneira lúdica seus sofrimentos psíquicos.

Palavras-chave: hospitalização, criança, psicologia.

(Tempo de leitura: 4 - 7 minutos)

1) Identificação da Instituição

Instituição: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo / Instituto CentralEndereço: Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 255 – CEP: 05403-900 – São Paulo/SP

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP é uma entidade autárquica do Governo do estado de São Paulo. Está vinculado à Secretaria de Estado da Saúde para fins administrativos e associa-se a Universidade de São Paulo para fins de ensino, pesquisa e assistência médico hospitalar à comunidade.

2) Justificativa do Trabalho

Capacitação profissional motivada a partir do desejo de conhecer na prática a rotina de um psicólogo hospitalar e do interesse de desenvolver um trabalho nesta área, visando ampliar meus conhecimentos profissionais.

(Tempo de leitura: 6 - 11 minutos)

Resumo: A psico-oncologia é uma área de interface entre a psicologia e a oncologia e tem interesse em atender aos recorrentes aspectos psicossociais que envolvem o paciente com câncer. O câncer possui um significado ameaçador para o paciente, visto que está associado à interrupção da vida. Esse artigo tem a finalidade de esclarecer a importância da assistência psicológica em pacientes oncológicos, ampliar o conhecimento sobre o câncer, identificar a dinâmica deste paciente e o manejo do psicólogo na ressignificação do processo de adoecimento. Neste contexto, as práticas psicológicas devem pautar-se no tratamento do Ser Doente em sua situação peculiar e lançar mão de novos instrumentos para a reabilitação do sujeito a partir da sua nova condição de ser no mundo.

Palavras-chave: assistência psicológica, psico-oncologia, práticas psicológicas, ressignificação, câncer

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