(Tempo de leitura: 4 - 7 minutos)

1) Identificação da Instituição

Instituição: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo / Instituto CentralEndereço: Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 255 – CEP: 05403-900 – São Paulo/SP

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP é uma entidade autárquica do Governo do estado de São Paulo. Está vinculado à Secretaria de Estado da Saúde para fins administrativos e associa-se a Universidade de São Paulo para fins de ensino, pesquisa e assistência médico hospitalar à comunidade.

2) Justificativa do Trabalho

Capacitação profissional motivada a partir do desejo de conhecer na prática a rotina de um psicólogo hospitalar e do interesse de desenvolver um trabalho nesta área, visando ampliar meus conhecimentos profissionais.

(Tempo de leitura: 6 - 11 minutos)

Resumo: A psico-oncologia é uma área de interface entre a psicologia e a oncologia e tem interesse em atender aos recorrentes aspectos psicossociais que envolvem o paciente com câncer. O câncer possui um significado ameaçador para o paciente, visto que está associado à interrupção da vida. Esse artigo tem a finalidade de esclarecer a importância da assistência psicológica em pacientes oncológicos, ampliar o conhecimento sobre o câncer, identificar a dinâmica deste paciente e o manejo do psicólogo na ressignificação do processo de adoecimento. Neste contexto, as práticas psicológicas devem pautar-se no tratamento do Ser Doente em sua situação peculiar e lançar mão de novos instrumentos para a reabilitação do sujeito a partir da sua nova condição de ser no mundo.

Palavras-chave: assistência psicológica, psico-oncologia, práticas psicológicas, ressignificação, câncer

(Tempo de leitura: 27 - 54 minutos)

Resumo: O presente artigo apresenta o estudo realizado sobre a importância do brincar no ambiente hospitalar, aprofundando as questões referentes à hospitalização da criança e ambiente hospitalar, os efeitos do brincar no hospital e na subjetividade da criança hospitalizada. Para tanto, procurou apresentar os recursos utilizados para o brincar no hospital, os objetivos do brincar para a criança enferma, assim como efeitos do brincar na subjetividade da criança hospitalizada. Foi utilizada uma pesquisa bibliográfica através do levantamento de artigos científicos produzidos entre os anos 2000 e 2010, utilizando como ferramentas Scielo (Scientific Electronic Library Online), Google Acadêmico; Lilacs (Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde) e BVS (Biblioteca Virtual em Saúde), além de referências disponíveis nos próprios artigos levantados. A pesquisa demonstrou como aspecto relevante à apreensão de muitos artigos de áreas profissionais distintas no que se refere à saúde que abarcam o tema do brincar e suas implicações para a criança hospitalizada e procurou analisar se existem diferenças entre os recursos e objetivos da utilização de atividades lúdicas por parte do psicólogo quando comparado aos demais profissionais da saúde, corroborando para a investigação das particularidades do brincar e sua importância na subjetividade da criança hospitalizada, além de ampliar a sua utilização.

Palavras-chave: brincar no hospital, brinquedo terapêutico, hospitalização infantil e atividades lúdicas.

(Tempo de leitura: 18 - 36 minutos)

Resumo: O presente estudo tem como objetivo analisar os processos de adoecimento que tem como consequência a hospitalização de uma criança e as implicações que esta traz para ela e para sua família. A análise está fundamentada na Psicologia Hospitalar na pediatria, que é o campo que aplica os conhecimentos da psicologia da saúde nas crianças com problemas de saúde e tem como objetivo prevenir, compreender e tratar problemas psicológicos causados pela internação.  Pensando nos aspectos da internação infantil, a humanização hospitalar busca melhorar a qualidade do atendimento às crianças, fortalecendo os aspectos de cidadania, socialização e interação entre os envolvidos e o profissional responsável. Nesse sentido implementou-se a Lei n º 11.104/2005 que determina a obrigatoriedade de brinquedotecas nas dependências hospitalares que  oferecem atendimento pediátrico, considerando que  o brincar proporciona para as crianças momentos de alegria e satisfação,  bem como uma maneira de elaborar suas dúvidas, conflitos e fantasias construídos a partir do adoecimento e da internação.

Palavras- Chave: criança, psicologia hospitalar, brinquedoteca, hospital.

(Tempo de leitura: 20 - 39 minutos)

Resumo: A medicina, antes focada na tecnologia, começa a voltar sua atenção para o ser humano e suas necessidades. O indivíduo passa a ser visto com uma pessoa em sua totalidade, e não mais como corpo que abriga uma doença. Neste novo cenário encontramos a humanização na área pediátrica, que busca minimizar os efeitos da hospitalização na vida da criança. Buscamos estabelecer a relação entre o brincar no hospital e seus benefícios para as crianças que têm acesso a este recurso. Para isso conversamos com cinco profissionais que trabalham em hospitais pediátricos com longa experiência na área e procuramos responder, através de uma entrevista, à questão “Quais os benefícios do brincar para a criança hospitalizada na visão os profissionais de saúde”. O resultado dessas entrevistas nos mostrou que o brincar é extremamente benéfico em situações de hospitalização, e não tem contra-indicações. Dentre as vantagens citadas estão a melhor aceitação ao tratamento e principalmente a maior rapidez na recuperação, demonstrados através do relato de nossos entrevistados. Dessa forma concluímos que o brincar só traz benefícios tanto clínicos quanto psicológicos e deve ser uma prática incentivada.

Palavras-chave: humanização, brinquedoteca, ludoterapia, brincar no hospital.

(Tempo de leitura: 4 - 7 minutos)

O câncer é uma doença que leva o indivíduo a um desequilíbrio na sua saúde, na família e no trabalho, ou seja, todo seu contexto de vida é atingido direta ou indiretamente. Quando o indivíduo se depara com um tipo de cirurgia (ostomia), a qual indeterminadamente poderá trazer a cura, a vivência de uma mutilação surge e esse indivíduo, muitas vezes entra num processo de ambivalência psicológica.

É necessário dar-se um tempo ao paciente que será ostomizado, pois este precisa de tempo para refletir e adaptar-se a nova realidade. Esse momento é muito pessoal, podendo a decisão ser tomada na hora, como levar dias e semanas para se chegar a uma conclusão de que realmente vale a pena enfrentar essa mudança.

Nos casos graves da doença, não é indicado esse tempo, pois o objetivo dos profissionais da saúde é salvar a vida. Então, realiza-se o processo cirúrgico e, no pós operatório, trabalha- se com a informação a respeito da ostomia.

(Tempo de leitura: 24 - 48 minutos)

Resumo: Este estudo exploratório e com abordagem quantitativa teve como objetivo verificar como as informações acerca do exame auxiliam na redução da ansiedade em pacientes a serem submetidos ao Cateterismo Cardíaco. Participaram da pesquisa 14 pacientes, sendo que 7 receberam informações sobre o exame e os outros 7 não. Utilizou-se o Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) como instrumento de avaliação dos dois grupos. Observou-se que o grupo de pacientes que recebeu informações sobre o procedimento apresentou níveis de ansiedade menor do que aqueles não informados. No entanto, somente com os dados coletados não foi possível afirmar com consistência que as informações dadas pelo profissional psicólogo reduzem significativamente a ansiedade, já que outros dados importantes, como a hipertensão, apareceram no decorrer da pesquisa. Sugere-se uma continuidade desse trabalho como forma de elucidar o que aqui se iniciou.

Palavras-chave: cateterismo cardíaco; ansiedade; informação.

(Tempo de leitura: 19 - 37 minutos)

Resumo: Este estudo tem como objetivo compreender a experiência de seis pacientes com câncer de pênis diagnosticados para amputação, identificando a partir dos relatos colhidos, os principais sentimentos, proposições e percepções vivenciadas por eles. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa na perspectiva fenomenológica. Os dados foram obtidos através de entrevista com pacientes do Hospital de Câncer de Pernambuco. Após a análise, os resultados encontrados constatam que o câncer de pênis é uma doença ainda desconhecida pela quase totalidade dos pacientes acometidos e que a causa maior de sua incidência também é absolutamente ignorada. Tal enfermidade oculta perdas irreparáveis tanto para o físico, que envolve a perda do membro, como para o psicológico, por ser percebida como a “perda da masculinidade”, constituindo assim o “câncer de pênis com diagnóstico de amputação” uma tragédia sem precedentes na vida do homem.
Palavras-chaves: Câncer de Pênis; Amputação de Pênis; Perda da Masculinidade; Impotência; Sofrimento Masculino; Pênis e Masculinidade; Carcinoma de Pênis.

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