Relacionamentos Interpessoais: da Criação de Vínculos aos Processos Comunicativos

Relacionamentos Interpessoais: da Criação de Vínculos aos Processos Comunicativos
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Resumo: Este artigo sugere uma reflexão teórica acerca da construção de vínculos na comunicação criativa, inserida no modelo de identidade grupal; conforme os teóricos Delors (1988), Csikszentmihalyi (1996), Sternberg e Lubart (1999) e Amabile (1999) o processo dialético no desenvolvimento da expressão criativa tem como dimensão de crescimento, o sentido de aceitar as diferenças intra-grupais. Maslow (2000), Alencar (2002), Arieti (1976), Schwartz (1992) e Guilhardi (2002) falam que a criatividade é uma habilidade necessária, que promove o bem-estar, relacionada à oportunidade de refletir, propor, interpretar e avaliar as circunstâncias sociais, principalmente na questão do afeto humano que é desigual. Cerna (1999), Torrance (1005), Necka (1992), Hunter (2004), Rickards e Jones (1991) enfatizam os diferentes níveis de criatividade relacionados com as diferenças de condições em relação às complexas circunstâncias sociais como barreiras internas à expressão da capacidade pessoal para criar, aonde é preciso ter vontade para escolher amar,combater o sentimento de insegurança e vazio relacional, lutando contra crenças e valores pessoais que restringem a amplitude de idéias perceptivas auto-imaginativas, cujas incertezas se transformam em egoísmos. Perrenoud (1995), Talbot (1993), Chiavenato (2007), Conde (1995) e Wechesler (1999) falam dosistema de recompensa e punição que induzem à pouca facilitação do processo de criatividade e do fato de que o indivíduo precisa ter motivos, meios e oportunidades, numa inclusão grupal como um modo de viver criativo, valorizando a eficácia numa interação dinâmica lúdica. Winnicott (1971/1975), Gadotti (1991), Zanella et al (2003), Nicolescu (1999) e Snyders (1988) falam da construção de vínculos, que transcendem a “concretude” da existência física pelo diálogo que comunica uma exigência prática de humildade, dentro de possibilidades e limites das relações sociais visando articular o pensamento complexo na necessidade e na vontade de sentir as necessidades dos outros, cujos conteúdos despertados pelo prazer estão relacionado ao amor. Sampaio (2000), Santin (1994), Nowak (1994), Bee (1994/1997), Codo (1999), Mauco (1986), Saracho (1991) e Katz (1978) falam do empobrecimento na relação pessoal, da perda da felicidade, da alegria de viver, da incapacidade de brincar, da infertilidade da fantasia e da falta de imaginação e de impulso lúdico, pela carência do jogo simbólico para desenvolver o social e o cognitivo, contextualizando ações e palavras inseridas na educação afetiva que condiciona o comportamento, o caráter e a atividade cognitiva, aonde o problema que está sendo trabalhado é subitamente percebido sob um novo ângulo e reestruturado. Moscovici (1995), Jollivet (2000), Lazzaratto (2002), Habermas (1984), Drucker (1981), Berger e Luckmann (1992) e Magalhães (2001) afirmam que a aproximação ou afastamento na interação entre pessoas; no significar de percepções e distorções, implica na necessidade de manter constante a energética do sistema relacional pela produção criativa e afetiva da memória, que necessita do sujeito criativo, cujo papel com os outros; opera construção, compreensão e confirmação da visão baseada no direito envolvendo o poder de operar mudanças a partir da criação de realidades envolvendo a necessidade de dar e receber apoio, comunicação e contato, numa diversidade de interação envolvendo diferentes situações para integrar diferenças, gerando unidade.

Palavras-Chave: Criatividade, Identidade, Unidade

1. Introdução

Esta pesquisa bibliográfica tem por objetivo entender o processo de construção de vínculos comunicados nas relações inter-pessoais; desejamos entender a construção de vínculos na relação com o outro, para que haja processo criativo como dimensão de crescimento grupal. Além disso, intentamos entender a formação de conflitos e a questão do afeto relacionado com a expressão das habilidades criativas no processo de assumir a constituição do grupo, visando exercitar a convivência grupal.

Objetiva-se entender sobre as barreiras que geram pouca facilitação do processo de criatividade em relação à variedade de interações numa possibilidade dinâmica lúdica, dentro da feitura de inserção de limites éticos nas relações sociais numa dimensão de compreensão “do mundo” dos conteúdos das temáticas trabalhadas.

Pretende-se saber sobre o empobrecimento na relação pessoal quanto ao impulso lúdico, no jogo simbólico de singularidades dentro e fora dos grupos, quanto à educação afetiva e quanto às idéias no processo de socialização.

Veremos a questão do processo participativo na descrição da estrutura de linguagem como arquétipo de uma comunicação que confirma o sujeito no seu papel com os outros em relação aos conflitos oriundos de interesses e perspectivas pessoais. Por fim, entenderemos a questão do valor comunicativo inserido nas relações sociais, criando realidades, numa diversidade de interação envolvendo diferentes situações.

2. Desenvolvimento:

Na construção de vínculos, a comunicação é uma tentativa de buscar o modelo de identidade grupal, de forma crescente, que Delors (1988), trata como desenvolvimento do ser humano, num processo dialético desde o conhecimento de si, visando na relação com o outro, atingir uma maturidade de personalidade de forma continuada.

Nessa tarefa de constituição de papéis, Csikszentmihalyi (1996), destaca a influência do contexto social, em interação com as características do indivíduo, no desenvolvimento e expressão criativa, aonde o conceito de vínculo define a necessidade e uma significação que Sternberg e Lubart (1999) ressaltam como a necessidade de encorajamento e de reconhecimento das idéias para que haja processo criativo como dimensão de crescimento grupal.

Concordando com Delors e com Csikszentmihalyi, quanto à dialética criativa novínculo grupal, Amabile (1999) destaca a importância da autonomia e responsabilidade oriunda de uma transformação no uso da autoridade no ambiente, para que haja um processo criativo no sentido de aceitar as diferenças intra-grupais.

Maslow (2000), concordando com Sternberg e Lubart sobre essa dimensão de crescimento, enfatiza que sem o diálogo, as relações entre os indivíduos se transformam em conflitos; fato que Alencar (2002) destaca, dizendo que a criatividade é uma habilidade necessária, que promove o bem-estar emocional numa melhor qualidade de vida, sendo fundamental para se lidar com essas adversidades do cotidiano.

Para evitar que haja somente vínculos destrutivos de competição, Fleith apud Alencar (2003) concordam com Csikszentmihalyi sobre a necessidade de vínculo, ao abordar sobre a atmosfera criativa, relacionada à oportunidade de refletir, propor,interpretar e avaliar criticamente as idéias e seus possíveis fatos, no interesse e habilidade de desenvolver o senso crítico e a busca do conhecimento cotidiano, que gera e mantêm os vínculos.

Arieti (1976) e Schwartz (1992), concordam com Fleith apud Alencar sobre o desenvolvimento do senso crítico, ao analisaram que a criatividade não ocorre ao acaso, em cujos momentos de criação são complexas as circunstâncias sociais, principalmente pelo fato de que a individualidade deve dar lugar à cooperação, aonde Guilhardi (2002), fala sobre a necessidade de se buscar satisfação pessoal relacionada com a qualidade do convívio, principalmente na questão do afeto humano que é desigual.

Cerna (1999) concorda com Arieti, Schwartz e Guilhardi, na questão de gerar cooperação e afeto quando enfatiza os diferentes níveis pessoais de criatividade que podem ser desenvolvidos em cada pessoa, fato que nos leva a relacionar que a grande dificuldade de convivência é a própria diferença.

Torrance (1005), associa essas diferenças como níveis de criatividade relacionados com as diferenças de condições em relação ao desenvolvimento e expressão das habilidades criativas no processo de assumir a constituição do grupo, no qual Necka (1992) concorda com Arieti e Schwartz ao identificar as complexas circunstâncias sociais como barreiras internas à expressão da capacidade pessoal para criar, como a sentença indutora condicional “se” e o elo externo à formação da criatividade que teme perder a identidade no processo de exercitar a convivência grupal.

Hunter (2004) aborda Csikszentmihalyi na questão da necessidade de vínculos para superar a barreira relacional, ao afirmar que é preciso ter vontade para escolher amar, isto é, sentir as reais necessidades, e não os desejos dos outros. Essa forma de explicitar uma mútua representação interna no desejo do sentimento de continuidade tem por objetivo combater o sentimento de insegurança e vazio relacional, conforme explicado por Rickards e Jones (1991) que apontam as barreiras na resolução de problemas como crenças e valores pessoais que restringem a amplitude de idéias perceptivas auto-imaginativas, numa clara falta de confiança no valor das próprias ideias, gerando incertezas que se transformam em egoísmos.

Perrenoud (1995) aponta, como exemplo, que as rotinas do trabalho diário num sistema de recompensa e punição induzem à pouca facilitação do processo de criatividade levando a uma obsessão narcísica, que faz rejeitar uma percepção de mundo maior, sendo necessário a expressão criativa, conforme Talbot (1993), que afirma que para que o indivíduo expresse a sua criatividade, é necessário que ele possua o motivo, os meios e a oportunidade.

Chiavenato (2007), afirma que a vida das pessoas se constituem numa grande variedade de interações com outras pessoas e com organizações, aonde pensamos a inclusão grupal como um modo de viver criativo, conforme o pensamento de Conde (1995) que fala de um "viver criativo", valorizando, não só a solução de problemas, bem como a eficácia no trabalho, como forma de saúde mental.

Wechesler (1999) sintoniza o pensamento com Torrance, em relação às diferentes habilidades criativas, afirmando que as características intrínsecas da pessoa (personalidade, habilidades cognitivas) e o ambiente onde esta se insere (família, escola, trabalho), atuam reciprocamente, numa interação dinâmica lúdica, tornando a pessoa criativa.

Atentamos na possibilidade de uma nova construção de vínculos, que Winnicott (1971/1975) relaciona à criatividade e à manifestação genuína de brincar, como algo que transcende a “concretude” da existência física. Gadotti (1991) aponta Wechesler na questão dessa interação dinâmica, ao afirmar que pelo diálogo comunica uma exigência prática de humildade no sentido da pessoa se colocar como numa posição de humildade de quem não sabe tudo; significando que há sempre a possibilidade de uma construção prazerosa nas relações, a qual Zanella et al (2003), descreve como a capacidade de criar e estabelecer algo entre sujeitos, dentro de possibilidades e limites das relações sociais em dados momentos históricos.

Esse algo, que reflete os pensamentos de Chiavenato e Conde é descrito como modo de viver criativo, embasado por Nicolescu (1999), que postula que para a compreensão “do mundo” seja efetivada é necessário articular o pensamento complexo e a transdisciplinaridade.

Essa compreensão de mundo desarruma, intervêm e constitui algo novo, conforme os pensamentos de Talbot, Hunter e Csikszentmihalyi na questão de ter o motivo, a necessidade e a vontade de sentir as necessidades dos outros, aonde Snyders (1988) atesta que despertar para o valor dos conteúdos das temáticas trabalhadas, faz com que o sujeito aprendiz tenha prazer em aprender, ou seja: os conteúdos despertados pelo prazer de querer saber e conhecer, o que pensamos estão relacionados ao amor.

Pensando neste sentimento, Sampaio (2000) afirma que sem a valorização e sem o respeito, haverá um empobrecimento na relação pessoal, justamente, a falta de amor, aonde só se passa a enxergar uma face do que se percebe, naquilo que Santin (1994) afirma como o fato de que homem da ciência e da técnica perdeu a felicidade e a alegria de viver, perdeu a capacidade de brincar, perdeu a fertilidade da fantasia e da imaginação guiadas pelo impulso lúdico.

Voltando ao pensamento de Delors, Sternberg e Lubart e Guilhardi, quanto ao desenvolvimento do ser humano, relacionado com a dimensão do processo criativo como crescimento e a busca da satisfação pessoal relacionada ao afeto inserido no contexto de Sampaio e Santin sobre o empobrecimento e a perda da felicidade, Nowak (1994) trata do jogo simbólico aonde analisa como o jogo simbólico ou de faz-de-conta contribui para o desenvolvimento cognitivo, sendo cognição, criatividade, substituição, expressão e socialização atribuídas a esse tipo de jogo.

Temos, portanto que o lúdico se coaduna com o pensamento de Bee (1994/1997), que trata, da experiência da separação em relação à família original, no sentido de tornar-se independente para desenvolver o social e o cognitivo, como se jogar fosse avançar ou recuar diante de singularidades dentro e fora dos grupos; Pensamos que esse jogo lúdico como proposta de agregação grupal envolve muito mais que portar aspectos negativos ou positivos; denota mais o que Codo (1999), afirma, ao dizer que a melhoria da construção social de forma real implica na tentativa pessoal de ser compreensivo, contextualizando ações e palavras inseridas num contexto muito maior que transcende à própria existência pessoal.

Esse jogo lúdico que é vivenciado na estrutura grupal como algo não acabado em si mesmo é descrito por Mauco (1986) o qual teoriza que a educação afetiva deveria ser a primeira preocupação dos educadores, porque é ela que condiciona o comportamento, o caráter e a atividade cognitiva.

Veja que a vivência grupal implica em uma complexa rede re relacionamentos intergrupais, numa diversidade de ideias defendidas por Mauco, os quais Saracho (1991) e Katz (1978) falam sobre a introdução do brincar no currículo estimula o desenvolvimento físico, cognitivo, criativo, social e a linguagem e que as pessoas criativas discriminam dois aspectos: um relacionado a como o problema que está sendo trabalhado é subitamente percebido sob um novo ângulo e outro referente à elaboração, confirmação e comunicação da idéia original, reestruturando e avaliando conceitos.

Dessa forma, ocorre na comunicação, uma integração que precisa ser levada em conta pelas pessoas como Moscovici (1995), descreve: o processo de interação social, envolve comportamentos manifestos e não manifestos, seja de rejeição, seja de apoio, como pensamentos, sentimentos, reações mentais ou físicas, seja para aproximação ou afastamento na interação entre pessoas; no propósito de significar percepções e distorções, o qual relaciona Jollivet (2000) as idéias de objeto de consumo, de ferramenta de trabalho com o processo de socialização.

Esse processo participativo e ao mesmo tempo restrito por causa de obstáculos cotidianos, implica na necessidade desta comunicação interpessoal constante, mantendo a energética do sistema relacional.

Como mostra Lazzaratto (2002), ao afirmar que a produção criativa é energia afetiva da memória, que necessita do sujeito criativo. Não é simplesmente a descrição da estrutura de linguagem como arquétipo de uma comunicação que confirma o sujeito no seu papel com os outros; há uma necessidade de uma construção, compreensão e confirmação da visão, que está baseada no Direito, conforme defende Habermas (1984).

É preciso que a imaginação e o entendimento gerem envolvimento e disponibilidade, na resolução de conflitos com interesse próprio, conforme aborda Drucker (1981) ao afirmar que surgem nos relacionamentos, problemas envolvendo poder, aonde os conflitos oriundos não são conflitos de personalidades, mas objetivos, de interesses e perspectivas pessoais.

E é justamente, após os conflitos vencidos aonde há mudanças que os comportamentos humanos passam a ter valor comunicativo inserido nas relações sociais, conforme defendem Berger e Luckmann (1992), criando realidades; naquilo que Magalhães (2001) afirma: que as relações interpessoais envolvem a necessidade de dar e receber apoio, comunicação e contato, numa diversidade de interação envolvendo diferentes situações para integrar diferenças, gerando unidade.

3. Considerações Finais:

Na construção de vínculos nas relações interpessoais, o processo criativo, como dimensão de crescimento grupal, está relacionado com a expressão das habilidades que combatem a formação de conflitos no processo de constituição do grupo (que geram empobrecimento na relação pessoal), aonde a facilitação da criatividade numa variedade de interações dentro de uma dinâmica lúdica, possibilita uma nova dimensão de compreensão “do mundo”, pelo impulso lúdico inserido no jogo simbólico de gerar uma educação afetiva nas idéias do processo de socialização participativo, aonde a estrutura de linguagem confirma o sujeito no seu papel, de interesses e de perspectivas pessoais, criando realidades, gerando a diversidade de interações nas diferentes situações dentro dos grupos sociais.

Sobre os Autores:

Darlan de Almeida Lima - Aluno do Curso de Psicologia Estacio - 6. Semestre - Disciplina de Processos Grupais.

Joel Rodrigues de Carvalho - Aluno do Curso de Psicologia Estacio - 6. Semestre - Disciplina de Processos Grupais.

Juliana dos Santos Ximenes - Aluna do Curso de Psicologia Estacio - 6. Semestre - Disciplina de Processos Grupais.

Erenice Pereira Lima - Aluna do Curso de Psicologia Estacio - 6. Semestre - Disciplina de Processos Grupais.

Orientação: Professora Ms. Alanna Porto

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