Um Breve Relato Sobre a Pessoa Idosa Inserida nos Centros de Convivência

Resumo: Este artigo discorre sobre a atividade profissional de um psicólogo em um centro de Convivência do Idoso, situado em uma cidade no interior do estado de Rondônia. A assistência a esse grupo é prestada pelo Centro de Referência de Assistência Social – CRAS. O objetivo de um Centro de Convivência para idosos é fornecer aos mesmos contatos sociais e promoção de melhora na autoestima nessa fase da vida, no qual seja preciso encarar mudanças físicas e psicológicas. Através desta pesquisa bibliográfica procuramos saber se o profissional de psicologia fornece esse atendimento aos idosos, e quais são as atividades desenvolvidas para que esses indivíduos tenham uma melhoria no seu estilo de vida.

Palavras-chave: Qualidade de Vida, Idoso, Centro de Referência de Assistência Social – CRAS.

1. Introdução

O processo de envelhecer é algo inerente a todos e ocorre com cada pessoa de formas diferentes, levando-se em consideração os fatores sociais, econômicos, culturais e históricos. É observado neste processo as mudanças físicas, fisiológicas e psicológicas. Dentro deste contexto, é preciso entender como se dá a qualidade de vida dessa etapa. Com a expectativa de vida em alta é importante proporcionar meios de qualidade de vida, qualidade de vida seria o equilíbrio em todas as dimensões do indivíduo respeitando suas crenças.

A partir disso surgem os grupos de convivência, que são importantes para a promoção de lazer, contato social e autoestima. Esses grupos de convivência para os idosos fazem parte de instituições sociais de cunho municipal, o Centro de Referência de Assistência Social – CRAS. Nesses grupos os idosos têm contato com pessoas da mesma idade, podendo criar vínculos afetivos importantes nessa etapa da vida.

A pesquisa buscou conhecer as atividades desenvolvidas pelo Centro de Convivência dos idosos que funciona no CRAS da cidade de Novo Horizonte – RO, e observar se o que é proposto realmente tem funcionalidade, se os idosos recebem a atenção individualizada de acordo com o proposto nas políticas públicas voltadas ao idoso e se as reuniões do grupo de convivência realmente acontecem.

2. Revisão de Literatura

2.1 O Conceito de Envelhecimento

O acréscimo da população idosa tem sido um fator mundial. No Brasil, o aumento da expectativa de vida tem sido comprovado pelos avanços tecnológicos pertinentes a área de saúde nos últimos 60 anos, como as vacinas, uso de antibióticos e quimioterápicos (MENDES, 2005). O Brasil até 2025 ocupará o sexto lugar no mundo em número de idosos totalizando 32 milhões de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Isso traz um grande desafio para o país, já que o mesmo deve beneficiar a terceira idade com serviços, políticas assistenciais e atenção diferenciada (BRASIL, 2013).

O processo de envelhecimento vai além da idade cronológica, devendo ser observado como um fator biopsicossocial, que acarreta em mudanças psicológicas, cognitivas, físicas, alterações de comportamento e papéis sociais, também sendo influenciado pela educação que essa pessoa teve acesso, pois o nível de instrução influi diretamente na condição de vida, socialização, fatores econômicos e na forma de encarar o envelhecer (WICHMAM et al., 2013), essas mudanças sobrepõem a genética já que cuidados com a saúde através de alimentação saudável, prática de exercício físico, apoio psicológico e estimulação mental também influenciam essa fase do desenvolvimento (SILVA, 2008).

Segundo Goldman (2003), o envelhecimento é um processo complexo que ocorre com cada pessoa, individualmente, mas condicionado a fatores sociais, culturais e históricos, que vão rebater a sociedade como um todo, envolvendo os idosos e as várias gerações. Para Neri (1993) existem três realidades do envelhecer:

  1. Velhice Bem-Sucedida: velhice com preservação da saúde;
  2. Velhice Usual: velhice com doenças físicas ou mentais moderadas;
  3. Velhice Patológica: velhice com patologias severas que alteram bruscamente o modo de viver da pessoa.

Faz-se necessário então promover a qualidade de vida ao idoso.

2.2 Qualidade de Vida para a Pessoa Idosa

O conceito de qualidade de vida vai de acordo com a capacidade de interpretação do indivíduo, para a psicologia pode ser definida como satisfação (NERI, 2000), satisfação essa dependente de três fatores segundo o Grupo de Qualidade de Vida da Organização Mundial da Saúde (WHOQOL, 1995 apud TRENTINI; XAVIER; FLECK, 2006): subjetividade, multidimensionalidade e dimensões positivas e negativas. A subjetividade é modo como as pessoas reagem de formas diferentes a mesmas situações, essa reação vai depender do histórico biopsicossocial dessa pessoa. A multidimensionalidade é a combinação de vários fatores, como econômicos, psicológicos, físicos, relacionamento familiar, etc. E as dimensões positivas e negativas seria o equilíbrio entre as coisas consideradas boas e ruins de acordo com a interpretação do indivíduo.

Com a expectativa de vida em alta se faz necessário encontrar meios de propiciar uma qualidade de vida digna a população idosa, onde os mesmos possam usufruir de um suporte familiar e econômico, equilíbrio físico e emocional tendo suas crenças e valores culturais respeitados. Nesse contexto as dinâmicas em grupos são fundamentais já que dão a oportunidade do lazer, da construção e preservação de vínculos afetivos, aumentando com isso a autoestima do idoso que passa a se sentir amado e respeitado no meio em que se encontra (MENESES; BARRADAS; BEZERRA, 2012).

Para os próprios idosos a qualidade de vida significa autonomia para realizar coisas do seu cotidiano sem a mediação de outra pessoa, o lazer deve ser visto com uma das dimensões da promoção de bem-estar ao idoso (SCHEUERMANN; ACOSTA, 2007; ALEXANDRE; CORDEIRO; RAMOS, 2009), pois é capaz de alterar a qualidade de vida possibilitando o seu aumento significativo.

2.3 Os Grupos de Convivência e a Autoestima

Os grupos de convivência são uma forma de inclusão social da pessoa idosa, melhoria do senso de humor, da autoestima, fatores que influenciam na permanência do idoso nesses grupos (ALMEIDA et al., 2010). Assim os grupos de convivência são ambientes que permitem a socialização de idosos, servindo também para promover o controle, prevenção e tratamento
de doenças psicossociais, como a depressão. Esses grupos aumentam a sociabilidade, ajudam o idoso a manter papéis sociais e sua independência tanto física quanto mental, e promovem a melhoria de sua saúde (FERRARI, 2002). As atividades oferecidas para os idosos nessas reuniões melhoram sua autoestima, e por serem julgadas de qualidade, são por eles consideradas um compromisso com o intuito de tirá-los de suas rotinas (RIBEIRO et al., 2002).

O lazer é assegurado como direito pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, e com relação ao idoso há o Estatuto do Idoso, através dos artigos 20 a 25. A prática do lazer é uma experiência pessoal que aumenta o processo de integração entre as pessoas, sejam estas jovens ou idosas, e não diferencia a idade do indivíduo que a vivencia (DIAS; SCHWARTZ, 2005).

Com isso é de suma importância a adoção de práticas de acolhimento e de um atendimento focado para essa população, dando assim mais segurança para que a terceira idade possa se interessar em participar de atividades que são realizadas em grupos de convivência (BARROS et al., 2013).

Portanto, participar de um grupo de convivência garante ao idoso suporte e motivação para seus objetivos na vida, e um local onde possa compartilhar suas angústias, alegrias e conhecimentos. O mesmo se sente acolhido e esse contato com as pessoas de mesma idade permite o bom desenvolvimento dessa fase da vida e deve ser compreendido com uma experiência pessoal de caráter subjetivo (WICHMAM et al., 2013).

2.4 Centro de Referência de Assistência Social - CRAS

Os centros de convivência estão ligados ao CRAS, que é uma unidade pública estatal descentralizada da política de assistência social, responsável pela organização e oferta de serviços da proteção social básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) nas áreas de vulnerabilidade e risco social dos municípios e DF. Dada sua atividade nos territórios, se caracteriza como a principal porta de entrada do SUAS, ou seja, é uma unidade que possibilita o acesso de um grande número de famílias à rede de proteção de assistência social. Segundo a Secretaria Nacional de Assistência Social (BRASIL, 2009):

O CRAS atua como rede sócio assistencial que visa o contexto sócio familiar consanguíneo ou afetivo e busca respeitar as identidades culturais, interesses e necessidades existentes dentro dos diversos núcleos familiares, tendo como objetivo a escuta, informação e defesa, alcançados por meio de planejamentos compatíveis com as necessidades, prioridades e recursos disponíveis dentro da realidade de determinado ambiente onde o CRAS está implantado.

Nesse contexto forma-se uma rede de serviços que são prestados a sociedade e referenciados ao CRAS, como os centros de juventude, centro de convivência de crianças e adolescentes, centro de idosos e entidade comunitária, que a pedido do coordenador do CRAS devem participar de reuniões periódicas para a formação de estratégias de atendimentos que se interliguem e aprimoramento dos métodos utilizados (BRASIL, 2009).

A partir da constituição de 1988 a assistência social, ao qual o CRAS está incluso, ganhou nova institucionalidade e passou a ser política pública e fonte importante para a melhoria de vida do idoso, atuando como instrumento privilegiado do Estado para encarar a questão social e apoiar a perspectiva de promoção da autonomia do cidadão, apoiando idoso principalmente os em estado de vulnerabilidade que por vezes são excluídos da sociedade, buscando assim reduzir as incertezas sociais (PESSÔA, 2010).

2.5 O Papel da Equipe Multiprofissional com o Idoso

O processo de envelhecimento tem se instituído em um tema desafiador à psicologia enquanto ciência do comportamento e dos fenômenos mentais, tornando-se essencial nesse período e contribuindo para a compreensão da terceira idade, na prevenção e promoção de saúde mental e qualidade de vida, auxiliando na elevação da autoestima e proteção de sua dignidade (COSTA, 2017), e respeitando a subjetividade de cada indivíduo na medida em que busca o fazer entender que a velhice nada mais é do que uma etapa no nosso ciclo de vida.

O profissional da área de psicologia também auxilia esses indivíduos na busca da resiliência mediante as mudanças encontradas durante essa fase. A resiliência é a capacidade de resistir a pressões, mudanças no ambiente, lidar com problemas sem entrar em surto. Esse conceito é marcado como um padrão à frente de riscos biológicos, socioeconômicos e psicológicos. Na pessoa idosa esses riscos contemplam a morte, acidentes, doenças mentais e físicas provenientes da idade, abandono, violência doméstica, depressão e ansiedade originárias de uma mudança de papéis sociais (FONTES; NERI, 2015).

Diante desta realidade, o cuidado realizado ao sujeito em processo de envelhecimento envolve o próprio idoso, sua família, o cuidador, a comunidade na qual ele vive, e a equipe multiprofissional de saúde (COSTA; COSTA, 2015).

A equipe é composta por profissionais da área da Enfermagem (Cuidadores capacitados, Técnico de Enfermagem e Enfermeiro), Nutrição, Fisioterapia, Psicologia e Assistência Social. O principal requisito para esses profissionais atuarem é conhecer o processo de envelhecimento para determinar as ações que possam atender integralmente as necessidades dos idosos  (GERLACK et al., 2009).

A ideia da união multidisciplinar vem pela importância de proporcionar aos idosos que apresentam esse perfil diferenciado, uma qualidade de vida melhor, no intuito de forjar no caráter da sociedade um sentimento de responsabilidade social, além, de um papel humanizador, respeitando o indivíduo independente de suas deficiências e limitações (BESSE; CECÍLIO; LEMOS, 2014).

3. Resultados e Discussão

Entrevista realizada aos 18 de agosto de 2017, com diretor do CRAS em uma cidade do interior do estado de Rondônia, graduado em pedagogia, há dez anos é funcionário do município, que relatou sobre os funcionamentos da instituição.

Vale salientar que segundo a Secretaria Nacional de Assistência Social os centros de convivência estão ligados ao CRAS, que é uma unidade pública estatal descentralizada da política de assistência social, responsável pela organização e oferta de serviços da proteção social básica, faz parte da prefeitura tendo como objetivo prestar assistência a população, porém 90% de seus recursos são da União, sendo várias as dificuldades encontradas para realização de seu trabalho, uma delas é que a União disponibiliza somente 500 reais para a atuação com os idosos, não sendo suficientes para o bom funcionamento da instituição tendo que completar com dinheiro de outros projetos para concluir o que se deseja fazer, outro empecilho é o fato de não possuírem nenhuma associação e que o órgão não conseguiu um ônibus, dificultando a realização de trabalhos fora da cidade.

Os trabalhos realizados com pessoas da terceira idade tem o objetivo de tirá-los da mesmice, melhorando a saúde física e mental dos mesmos. O CRAS possui vários projetos, um elaborado em 2016 “Caminhada da Boa Idade” que funciona como um sistema de fortalecimento de vínculos, contendo conversas, café da manhã, aparelhos de exercícios físicos e a caminhada, que é realizada todas as quartas-feiras a partir das 4:30hs da manhã. Segundo Ferrari (2002), na busca de qualidade para a pessoa idosa os grupos de convivência são ambientes que permitem a socialização de idosos, servindo também para promover o controle, prevenção e tratamento de doenças psicossociais, como a depressão.

A instituição possui também o projeto “Encontro da Melhor Idade” a reunião é realizada todas as sextas-feiras, onde os idosos vão para dançar, nesses encontros o CRAS disponibiliza lanches. Possui também os encontros aos sábados, com a participação de 120 idosos, sendo 90

mulheres, encontros esses que são realizados em áreas de lazer. Segundo o diretor tudo poderia ser melhor na Instituição, a estrutura, deveria haver um espaço adaptado para os idosos pois eles utilizam um local emprestado para suas reuniões, e não há o acompanhamento essencial nessa fase do psicólogo com os integrantes deste centro de convivência.

Foi realizada também uma entrevista com o Assistente Social, ele trabalha há apenas cinco meses nesta unidade do CRAS, atualmente ele acompanha cerca de cem idosos.

Ele avalia as questões familiares, o convívio social, como é organizado os afazeres domésticos da família, sua situação socioeconômica, se os idosos possuem o benefício da aposentadoria. Após avaliar essas questões ele fornece informações sobre os direitos que os idosos possuem e a emissão do Passe Livre, para que o idoso possa utilizar do transporte de ônibus sem custo algum. O entrevistado alega que os idosos não possuem ciência acerca de seus direitos e seu trabalho é ajuda-los quanto a isso.

Ele cita que para a realização do seu trabalho há muita burocratização, falta de recursos necessários, o salário não é satisfatório e que não há uma exigência de capacitação continuada, por conta disso os profissionais ficam somente com graduação, não buscando uma especialização que por muitas vezes ajudaria na realização de seu trabalho.

O papel do Assistente Social faz parte da união multidisciplinar do cuidado com o idoso que tem a importância de proporcionar aos idosos uma qualidade de vida melhor, no intuito de um papel humanizador, respeitando o indivíduo independente de suas deficiências e limitações (BESSE; CECÍLIO; LEMOS, 2014).

Ao entrevistar uma idosa que frequenta o centro de convivência há sete anos tivemos as seguintes informações, em sua opinião os encontros são muito bons pois ajudam a distrair e a fazer novas amizades, acredita que dançar, conversar e conviver em um grupo social ajude bastante, embora muitos idosos tenham conhecimento do programa e não comparecem. Segundo Ribeiro, et al. (2002) as atividades oferecidas para os idosos nessas reuniões melhoram sua autoestima, e por serem julgadas de qualidade, são por eles consideradas um compromisso com o intuito de tirá-los de suas rotinas.

Ela cita também que o programa decaiu bastante, mas espera melhoras agora com a nova gestão. Perguntada acerca do acompanhamento psicológico ela nos informou que não há essa assistência, embora os idosos necessitem de alguma ajuda, alguém com quem possam conversar sobre suas mazelas e se fazer entender sobre elas, segundo Fontes e Neri (2015) o profissional da área de psicologia também auxilia esses indivíduos na busca da resiliência mediante as mudanças encontradas durante essa fase

4. Considerações Finais

Ao realizar o estudo, em contato com o CRAS e o seu Centro de Convivência para os idosos foi possível compreender o trabalho que é desenvolvido com a terceira idade. Um trabalho de socialização e integração em que necessita de uma equipe multidisciplinar, composta por profissionais da saúde e a boa vontade do próprio indivíduo de participar. Os eventos realizados para a melhor idade proporcionam melhor qualidade de vida, aumento da autoestima, aperfeiçoamento da resiliência e um convívio social.

O resultado da pesquisa possibilitou a entender a importância do trabalho do psicólogo nessa fase da vida, que serve de apoio para a busca de uma vida melhor, uma prevenção e promoção da plena saúde mental, e essa tarefa do psicólogo se dá respeitando a individualidade e subjetividade dessas pessoas, ajudando-as a entender que a velhice é somente mais uma etapa da vida, além de auxiliar os mesmos a buscar uma melhor qualidade de vida.

Com a entrevista chegou-se ao resultado de que embora o cuidado inerente ao idoso seja obrigatório por lei, as instituições que fazem esse serviço não possuem das verbas necessárias para poder realizar o que se é esperado, e por mais que haja profissionais capacitados nem sempre é feito o acompanhamento psicológico com essas pessoas.

Por fim, verifica-se que a pessoa idosa deveria ser mais valorizada no âmbito social em que vivemos, afinal, por vezes é deixada de lado. É importante fazer parte de uma adequada promoção de saúde, qualidade de vida, valorizar a pessoa idosa em todos os seus aspectos, se fazer presente para auxiliar quando necessário. Afinal, a velhice é uma das etapas do ciclo de vida, etapa essa que chega a todos.

Sobre os Autores:

Getúlio Silva e Souza - Acadêmico do curso de Psicologia, FAROL – Faculdade de Rolim de Moura.

Gleyce Llavinya Costa dos Santos - Acadêmica do curso de Psicologia, FAROL – Faculdade de Rolim de Moura.

Joquebede de Oliveira Nogueira - Acadêmico do curso de Psicologia, FAROL – Faculdade de Rolim de Moura.

Katiele de Souza Sá - Acadêmica do curso de Psicologia, FAROL – Faculdade de Rolim de Moura.

Thiago Machado de Espindola - Acadêmico do curso de Psicologia, FAROL – Faculdade de Rolim de Moura.

Referências:

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SOUZA, Getúlio Silva e; SANTOS, Gleyce Llavinya Costa dos; NOGUEIRA, Joquebede de Oliveira; SÁ, Katiele de Souza; ESPINDOLA, Thiago Machado de. Um Breve Relato Sobre a Pessoa Idosa Inserida nos Centros de Convivência. Psicologado, [S.l.]. (2019). Disponível em https://psicologado.com.br/atuacao/psicologia-social/um-breve-relato-sobre-a-pessoa-idosa-inserida-nos-centros-de-convivencia . Acesso em .

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