A Influência dos Pais na Elaboração do Luto em Crianças na Faixa Etária entre 5 e 6 Anos

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Resumo: Este trabalho tem por objetivo apresentar e compreender a influência que os pais exercem na elaboração do luto em crianças na faixa etária de 5 a 6 anos, uma vez que podem facilitar ou complicar este processo. Além disso, procura esclarecer como a criança internaliza o conceito de morte nesta idade de acordo com as capacidades mentais que dispõe. Uma das causas de como a criança reagirá perante este assunto, é a maneira como os pais abordarão o tema, usando de uma linguagem clara e sem metáforas, na qual a criança consiga entender o que realmente aconteceu e compreender desde cedo a morte como algo natural, esclarecendo o quão importante é incluir a criança no processo de luto, deixando-a expressar suas emoções e sentimentos. Para isso, foram utilizados como métodos de pesquisa a revisão bibliográfica e entrevista com uma psicóloga especializada no assunto.

Palavras-chave: Luto infantil, Perdas precoces, Pais, Família, Psicologia.

1. Introdução

O luto e a morte fazem parte da vida dos seres vivos. Entretanto, estes temas ainda são considerados tabus em nossa sociedade. As pessoas não conseguem falar sobre o assunto, enfrentando situações como esta com pavor e medo. Por terem esta percepção sobre a morte, os adultos, muitas vezes, subestimam a capacidade de enfrentamento e entendimento da criança, menosprezando seus sentimentos e impedindo-a de participar deste processo, o que pode ser um fator complicador para a elaboração de sua perda. É necessário, portanto, que os adultos incluam a criança no processo, desde contar objetivamente a notícia do falecimento de um ente querido até levá-la para despedir-se dele.

Hoffmann (1993); Kubler-Ross (1991) apontam que “na sociedade atual, pratica-se um estilo de vida que evita a aproximação e o tema da morte, crendo erradamente que privar e proteger a criança desta questão contribuirá para o seu conforto psíquico e proteção”. Por essa razão, é imprescindível a discussão do papel dos pais no processo de elaboração do luto infantil, uma vez que não há como falar de luto infantil sem incluir a participação dos pais neste processo, que, segundo a psicóloga Ana Paula Reis da Clínica do Luto de Caxias do Sul (Luspe), “é um processo sofrido se não conseguirmos esclarecer isso com naturalidade e espontaneidade”.

2. Referencial Teórico

2.1 Definição de Luto

Partindo da definição de Mazorra (2001), “[...] o luto é o processo de reconstrução, de reorganização diante da morte; desafio emocional e cognitivo com o qual o sujeito tem de lidar”. O luto é o modo como o sujeito vai lidar diante da situação de perda de um objeto amado.

Para Bowlby, o luto está associado a uma quebra de vínculo que é sentida como desamparo e aflição, podendo desencadear ansiedade de separação e pânico. O sujeito que sofre o luto tem de reorganizar sua vida depois da perda da pessoa amada, e aprender a lidar com datas comemorativas sem a presença dela. A duração do processo de luto é variável e depende de pessoa para pessoa e essa dor sofrida por ela não pode ser mensurável.

Freud (1917) descreve o luto como “um trabalho que o ego tem de realizar para adaptar-se à perda do objeto amado”. A elaboração do luto foi descrita na teoria psicanalítica como “um processo de identificação com o objeto perdido, no qual há retirada gradual do investimento libidinal nesse objeto e investimento libidinal em novos objetos”.

Esse processo não implica o desligamento total do objeto perdido, tendo em vista que a ligação com o objeto interno permanece e é ressignificada durante o trabalho de luto. É esse trabalho de ressignificação, de transformação da relação com o objeto perdido, que permite a elaboração do luto (FRANCO; MAZORRA, 2007).

2.2 O Luto na Criança de 5 a 6 Anos

Num primeiro momento, o luto, para a criança, é percebido como ausência, como perda de um objeto amado. Estudos apontam que uma criança recém-nascida já é capaz de sentir a diferença entre presença e ausência. Bowlby (2004) afirma que, mesmo as crianças muito pequenas já tem contato e encontram exemplos de morte ao se depararem, por exemplo, com um passarinho morto e, por estar imóvel e não reagir, lhes provoca curiosidade.

Bowlby afirma ainda que, assim como os adultos, bebês e crianças também sentem pesar e passam por períodos de luto ao perderem alguém importante. A criança pequena, apesar de não compreender o conceito de morte como algo irreversível, percebe a perda e sofre com isso e pode, segundo Aberastury (1992), evidenciar seu sofrimento através de brinquedos e desenhos, por exemplo, nos quais a criança tem a possibilidade de expressar seus conflitos.

Segundo Machado (2006), a forma como a criança vive e representa internamente o luto varia de acordo com a idade, personalidade e estágio de desenvolvimento cognitivo e psicossocial. Ressalta, também, que aspectos culturais e religiosos influenciam no processo de luto. Além disso, sabe-se que a maneira como as pessoas próximas encaram a morte vai influenciar diretamente no processo de luto e na percepção que essa criança vai ter da morte. Bowlby (1990) aponta que, “ao longo do desenvolvimento do pensamento e da forma de abordar o mundo, a criança vai alterando e aperfeiçoando sua concepção de morte”.

Em função de sua maior dificuldade cognitiva e emocional para significar a perda, a elaboração do luto vivido pela criança é processada ao longo da estruturação psíquica, em distintos momentos de sua vida, à medida que ela vai podendo significar o que viveu. (SEKAER, 1987; SCALOZUB, 1998; WORDEN, 1998).

Para caracterizar o desenvolvimento intelectual da criança, Piaget desenvolveu períodos (ou estágios) caracterizados por determinados tipos de aquisições mentais e de organização dessas aquisições, sendo que, à medida que a criança é estimulada e amadurece física e psicologicamente ela constitui sua inteligência, conforme mostra a tabela 1 (ALVAREZ; LEMOS, 2006)

Estágios do Desenvolvimento Psicossocial de Piaget

Levando em consideração os estágios propostos por Piaget, a criança de 5 a 6 anos de idade estaria passando pelo período pré-operatório, no qual ainda não há noção de reversibilidade e irreversibilidade, portanto a criança, nessa fase, ainda não entende a irreversibilidade da morte, acreditando que a ausência do falecido seria somente temporária. A noção do conceito de reversibilidade e irreversibilidade começa apenas no período Operatório Concreto, no qual a criança teria “a capacidade de reverter mentalmente um tipo de raciocínio, ou seja, partir de um determinado ponto e voltar a ele fazendo uma operação inversa”. Partindo desse pressuposto, a criança entenderia, também, o conceito de irreversibilidade da morte.

Essa incapacidade de conceber a irreversibilidade da morte faz com que as fantasias de voltar a estar com o falecido ou de retorno do mesmo não sejam apenas um desejo inconsciente, mas uma possibilidade consciente (FRANCO; MAZORRA, 2007).

Alguns autores apontam que a noção de irreversibilidade da morte inicia antes da idade proposta pelos estágios de Piaget. Nagy (1948) alega que, na criança de até 5 anos, o animismo infantil (dar vida a seres inanimados, como o sol e os brinquedos, por exemplo) acaba impossibilitando a compreensão da morte. Nesse período, a criança entende a diferenciação entre vivos e mortos basicamente pelo padrão de mobilidade: “O que ‘se move’ está vivo, o que ‘não se move’ está morto”.

Além disso, Nagy, em contrapartida com Franco e Mazorra, afirma que a criança de 5 a 9 anos já entende a morte como “irreversível, mas não como inevitável” e que, acima de nove anos, já entende a morte como inevitável e universal, entendendo, também, que ela mesma está suscetível à morte.

Robert e Erna Furman apud Bowlby mostram que mesmo crianças pequenas não tem dificuldade em entender a morte como irreversível. Isso dependerá da forma como seus pais lhe falam sobre a morte.

Se disserem a uma criança de menos de 2 anos que o besouro morto ou o pássaro morto não voltarão a viver, e que mais cedo ou mais tarde a morte acontece em todas as criaturas vivas, ela pode não acreditar a princípio, mas provavelmente aceitará a palavra dos pais (BOWLBY, p. 314).

2.3 A Influência dos Pais no Processo de Luto Infantil

Dentre as causas que explicam como a criança reagirá diante da morte, a maneira como os pais abordarão o tema com a criança, está entre as principais. Kubler-Ross sugere que pais e familiares não devem esconder nem limitar a informação sobre a morte à criança, pois ela precisa entender que a morte faz parte do curso natural da vida e deve ser habituada e preparada para este momento, para ganhar competências necessárias à superação dos sentimentos da perda e do luto. A explicação da morte deve ser feita numa linguagem adequada ao nível cognitivo da criança, através de conceitos concretos e expressões reais e deve-se dar espaço à criança para expressar suas dúvidas e questões, ajudando a esclarecer o que ela está pensando a respeito. No entanto a maioria dos pais, em uma tentativa de “proteger” a criança, utiliza através de metáforas a explicação para o fato ocorrido.

É igualmente insensato, como aconteceu, dizer que ‘Deus levou Joãozinho para o céu por amar as criancinhas’ a uma menina que perdeu o irmão. Esta menina ao se tornar mulher jamais superou sua mágoa contra Deus, mágoa que degenerou em depressão psicótica quando da perda do seu próprio filho, trinta anos mais tarde (KUBLER-ROSS,1991, p. 19).

A maioria dos pais atribui a criança uma incapacidade mental de compreender a situação, porém muitas vezes, não há por parte deste adulto uma internalização bem concebida do conceito de morte e do processo de luto. Desta forma, ao deparar-se com a morte, recusa a si mesmo e consequentemente para a criança a aquisição de tal conceito, vindo a ser um complicador para a elaboração do processo de luto e um facilitador para possíveis prejuízos para o desenvolvimento da criança.

O adulto, em geral, não só adota a atitude de negar a explicação sobre a morte, como também tenta, muitas vezes, afastá-la magicamente. Com esse procedimento, procura minimizar o significado que a morte pode ter como uma força ativa no desenvolvimento cognitivo, emocional e social da criança. Quando se tenta manter esta atitude geral de negação, o crescimento da criança é prejudicado (TORRES apud NUNES; CARRARO, 1998, p. 3).

Segundo Torres apud Nunes (1998) essa negação em torno da morte em nada ajudam no desenvolvimento da criança. Melanie Klein (1996) afirma que a criança terá um desenvolvimento mental benéfico se for orientada de forma franca e honesta quando questionar sobre o assunto.

 O fato de permitirem que as crianças continuem em casa, onde ocorreu uma desgraça, e participarem da conversa, das discussões e dos temores faz com que não se sintam sozinhas na dor, dando-lhes uma responsabilidade e luto compartilhado. É uma percepção gradual, um incentivo para que encare a morte como parte da vida, uma experiência que pode ajuda-las a crescer e amadurecer (KUBLER-ROSS, 1991, p. 18)

Um dos primeiros sentimentos que a criança sentirá em relação à morte será o medo, assim como o adulto, buscando uma pessoa que represente para ela confiança e proteção. Segundo Bowlby (1990) a criança necessita de uma figura em que confie para exteriorizar sua dor e seus sentimentos porque, embora o adulto consiga sobreviver sem a figura de apego constante no qual foi perdida, a criança não possui essa mesma capacidade, num primeiro momento. Kubler-Ross acrescenta que esta exteriorização dos sentimentos e das emoções são formas saudáveis de reagir à perda, pois permitem a elaboração do luto, minimizando os sentimentos de culpa, de raiva e de desespero. Não exteriorizar tais sentimentos pode conduzir aos conflitos e aos desequilíbrios no desenvolvimento da criança.

Não é bom tentar remover os sentimentos penosos da criança? Na verdade não. Os sentimentos servem a um objetivo importante no processo de cura. O sofrimento não desaparece, ele apenas torna mais longa a tarefa do ajuste, forçando a tristeza a manter-se na retaguarda. Por não estar na superfície, esse sofrimento enterrado pode provocar muito mais estragos do que o que aparece e é facilmente reconhecido. Quando uma criança é impedida de expressar seu sentimento, especialmente por uma perda, o importante processo de luto é detido (HART, 1998, p. 89).

Castro apud Macedo sugere para as figuras que possuem significado para a criança, duas linhas orientadoras: fornecer toda a informação à criança, relativa a situação de morte e/ou perda, garantindo a expressão emocional e afetiva da criança e fornecer informação que satisfaça as necessidades de pertencimento e segurança da criança, oferecendo, assim, partilha da situação no contexto familiar, garantindo uma adaptação e compreensão real e verdadeira da morte, evitando momentos de fortes conturbações, fazendo- a perceber que os sentimentos que está sentindo são normais e adequados a situação que esta vivendo, garantindo, assim, uma descarga de tensão e o minimizar de sentimentos que impedem a elaboração saudável do luto.

As experiências da criança e as explicações que os outros fornecem a ela são consideradas essenciais para o desenvolvimento do conceito de morte. Ao abordar sobre a morte, o adulto necessita respeitar e acompanhar o nível cognitivo da criança (Torres, 1979). Da mesma forma, Bruner apud Nunes sugere que, para se abordar a morte com a criança de uma forma correta e assimilável, deve-se levar em conta, primeiramente, o que a criança já adquiriu sobre o conceito de morte, identificar o nível cognitivo e também o estágio de experiência da morte em que a criança encontra-se no momento. Só depois disso, é que deve-se contar para a criança de uma forma clara e acessível sobre o acontecimento, amadurecendo, assim, as formas de compreensão já presentes na criança ajudando-a a elaborar maneiras cada vez mais adaptativas para esta criança lidar com a morte e compreender seus sentimentos internos.

“Por isso para que não haja problemas futuros com a criança, o melhor a se fazer é esclarecer com a verdade o que se passa e deixá-las participarem do processo de luto e seus rituais de enterro, para que essas signifiquem a morte e torne mais nítida à lembrança sobre o acontecimento.” (Mendes, 2009, pg. 21).

2.4 O Papel do Psicólogo no Processo de Luto

A intervenção clínica no luto é necessária quando a dor é excessivamente prolongada ou diante de extrema desorientação, impedindo o desenvolvimento saudável da criança. Para Mazorra e Tinoco (2005), para avaliar a necessidade de intervenção, “deve-se observar o nível de funcionamento e as relações familiares antes e depois da perda”.

Segundo Melanie Klein, é possível investigar a forma como se está a elaborar o luto através do brincar, uma vez que expressa as vivências passadas e fantasias internalizadas da criança. A autora afirma, também, que, por vezes, os comportamentos agressivos e o temperamento irritável são a forma que a criança encontra para descarregar os sentimentos avassaladores associados à perda, uma vez que, a maneira como a criança expressa sua angústia, normalmente, é pelo lúdico e não pela fala propriamente dita.

“Não falar da dor não significa não a sentir, e muitas vezes as crianças podem estar sofrendo e não lidando com a perda de modo saudável. Para que isso ocorra é necessário que a criança vivencie os sentimentos do luto. Elas devem ser encorajadas a falar sobre o que estão sentindo, para conseguir elaborá-lo, impedindo que o luto mantenha-se indefinidamente”. (MAZORRA, 2001).

Segundo Mazorra e Tinoco (2005) com tratamento psicológico é possível desenvolver um trabalho de prevenção ou tratamento de consequências psiquiátricas ou psicossomáticas e de rendimento escolar e profissional, tanto da criança quando da família no geral.

3. Metodologia

O artigo foi desenvolvido com base em revisão bibliográfica e a técnica da entrevista, realizada com uma psicóloga especializada em questões relacionadas a morte e luto. A entrevista, como técnica, é classificada como pesquisa qualitativa e foi realizada com a psicóloga Ana Paula Reis que atua na Clínica Psicológica Especializada em Luto, Separação e Perdas – Luspe, na cidade de Caxias do Sul.

Para a elaboração das questões da entrevista foram utilizados artigos e livros que abordam a questão do luto em crianças, assim como dúvidas que os integrantes do grupo tinham em relação ao tema, com o objetivo de investigar o processo de luto na criança de 5 a 6 anos de idade e a influência que os pais exercem no processo de elaboração desse luto nas crianças dessa faixa etária, além de conhecer o trabalho realizado pela clínica e sua importância na vida das pessoas que passam por perdas significativas em suas vidas.

4. Considerações Finais

Como visto, a criança, mesmo pequena, consegue perceber o vínculo afetivo perdido, no entanto, ela necessita de uma maturação cognitiva e intelectual para conceber e internalizar o conceito de morte. Assim como o adulto, a criança também terá um tempo para assimilar a noticia. Os pais, educadores e pessoas próximas a ela, são essenciais para um bom processo de elaboração do luto. É importante que estes tomem consciência de que esconder ou limitar a informação sobre a morte e impedi-las de vivenciar o luto ou exteriorizar sentimentos que são naturais neste processo, não deixando que a criança expresse suas dúvidas, são atitudes negativas que podem trazer graves consequências.

Segundo a psicóloga Ana Paula Reis, a melhor maneira de abordar a criança sobre o assunto, é falar a verdade sem excessos, usando de uma linguagem clara, sem metáforas, não vindo a dificultar o entendimento da perda como algo definitivo, pois a criança possui recursos para lidar com isto, sendo o adulto, na maioria das vezes, o responsável em atrapalhar a boa elaboração do luto. Destaca também, que deve ser transmitida através de uma pessoa que ela confie, pois é uma noticia que lhe trará dúvidas. Caso a criança decida participar das cerimônias de despedidas, o ideal é evitar os momentos de forte emoção e explicar para a criança o que irá acontecer em cada momento para que ela não venha a se assustar. É necessário que os pais reconheçam seus próprios limites, caso venham a se sentir inseguros para lidar com a criança em uma situação de luto, devem buscar apoio. A ajuda de um psicólogo é fundamental neste momento, sendo essencial para proporcionar suporte à família, avaliar o momento certo para a criança receber a noticia e, na psicoterapia, proporcionar uma melhor adaptação a nova estrutura familiar, no caso da pessoa falecida ser do convívio familiar da criança.

Sobre os Autores:

Larissa Mera Suarez - Estudante do curso de Psicologia da Faculdade da Serra Gaúcha - FSG em Caxias do Sul - RS

Marta Severo de Oliveira - Estudante do curso de Psicologia da Faculdade da Serra Gaúcha - FSG em Caxias do Sul - RS

Ritchele Schaider - Estudante do curso de Psicologia da Faculdade da Serra Gaúcha - FSG em Caxias do Sul - RS

Thamires Luciane Foscarini - Estudante do curso de Psicologia da Faculdade da Serra Gaúcha - FSG em Caxias do Sul - RS

Professora Supervisora: Magda Apparecida Mesquita Pedone - Professora do curso de graduação de Psicologia da Faculdade da Serra Gaúcha - FSG

Referências:

ALVAREZ, Ana; LEMOS, Ivana de Carvalho. Os Neurobiomecanismos do aprender: a aplicação de novos conceitos no dia-a-dia escolar e terapêutico. Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/pdf/psicoped/v23n71/v23n71a11.pdf> acesso em 20/10/2013.

BOWLBY, John. Perda: Tristeza e Depressão. Volume 3 da trilogia Apego e Perda. 3ª ed. São Paulo. Martins Fontes, 2004.

FERREIRA, J. B. A.; SILVA, S. A.; OLIVEIRA, P. A.; CARVALHO, E. L. L Perda e Luto na Infância: O Desvinculo e suas Consequências na Formação do Psiquismo. Disponível em: <http://fio.edu.br/cic/anais/2011_x_cic/PDF/Psicologia/PERDA%20E%20LUTO%20NA%20INFANCIA.pdf > . acesso em 17/08/2013.

FRANCO, Maria Helena Pereira; MAZORRA, Luciana. Criança e luto: vivências fantasmáticas diante da morte do genitor. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/estpsi/v24n4/v24n4a09.pdf> acesso em: 08/09/2013.

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PEDRO, Ana; CATARINO, Andreia; VENTURA, Diogo; FERREIRA, Fabiana; SALSINHA, Helena. A Vivência da Morte na Criança e o Luto na Infância. Disponível em <http://www.psicologia.pt/artigos/textos/TL0226.pdf> acesso em 17/08/2013.

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