Mudanças Psíquicas e Comportamentais em Pacientes Diagnosticados Como Terminais

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Resumo: O presente artigo tem como objetivos trazer informações a respeito do desencadeamento dos estágios psíquicos e comportamentais apresentados em pacientes diagnosticados como terminais e a intervenção do psicólogo com a abordagem existencialista diante do paciente terminal. Assim sendo, tais informações podem contribuir para divulgação e esclarecimento do tema e de sua contribuição em instâncias sociais, de políticas públicas e culturais por meio da análise de estudo de diversos especialistas no assunto. O presente artigo trata de uma pesquisa bibliográfica.

Palavras-chave: paciente terminal; morte; psicólogo e existencialismo.

Introdução

O presente artigo tem como objetivos trazer, a partir de uma pesquisa bibliográfica, informações a respeito do desencadeamento dos estágios psíquicos e comportamentais apresentados em pacientes diagnosticados como terminais e a intervenção do psicólogo com a abordagem existencialista diante do paciente.

Dessa forma, buscaremos explicitar as transformações ocorridas no paciente que recebe o diagnóstico de terminalidade em relação às mudanças comportamentais, psicológicas e emocionais. Levando em consideração a visão da cultura ocidental, e a maneira pela qual o ser humano lida com este fenômeno humano inevitável que é a morte.

Segundo Kübler-Ross (1991), um paciente ao ser diagnosticado como terminal passa por cinco fases: negação, ira, barganha, depressão e aceitação. Esse último estágio é quando o paciente aceita a sua condição de moribundo e chega à morte.

A referida autora traz também a importância de um acompanhamento psicológico para uma melhor aceitação e diminuição do seu sofrimento psíquico diante da morte.

Assim, iremos abordar a intervenção do psicólogo dentro de uma perspectiva existencial junto aos pacientes terminais. Assim, a Psicologia Existencial tem como principal preocupação compreender e explicar a experiência humana. Ajudar o paciente a compreender por meio de reflexão que a morte é parte de nossa existência e a negação dela será um empecilho para o autocrescimento.

Diante desse contexto consideramos que este estudo é relevante frente à proposta de cuidado do paciente terminal porque fornece informações sobre os estágios da morte apontados por Elizabeth Kübler-Ross (1991) e vai contribuir para chamar a atenção sobre a problemática da terminalidade e suas peculiaridades, acreditamos ainda que esse artigo é de grande valia para todos os componentes de equipes de saúde e todas as pessoas que tem interesse de conhecer o assunto.

O assunto foi abordado através da ótica de diversos autores especialistas de assuntos referentes à morte. Que falam da morte como um fenômeno inerente à vida e da importância da aceitação da morte pelo paciente que tem o diagnóstico de terminalidade. Tais autores, como Elizabeth Kübler-Ross (1979; 1991 e 2005) e Cristiane Sotelo da Silva (2007) contribuem com seus pressupostos teóricos para esclarecimento dos problemas decorrentes da falta de consciência e esclarecimentos sobre o assunto da morte e seus estágios.

Neste artigo foi utilizada como metodologia a pesquisa bibliográfica e teremos como capítulos a tanatologia, os estágios da morte e o papel do psicólogo dentro da abordagem existencialista diante do paciente em estado terminal.

2 Tanatologia: Morte e Finitude.

A Tanatologia tem o significado de estudo da morte ou de questões relacionadas à morte de acordo com o significado dos termos gregos e das literaturas utilizadas para fundamentar o presente artigo. A Tanatologia é tida como a ciência que estuda os processos psicológicos e emocionais relacionados à perda, ao luto e à morte propriamente dita. Assim sendo, a Tanatologia é a ciência que estuda a vida através da ótica da morte. (D’ASSUMPÇÃO, 1984).

Mesmo com a contribuição da tanatologia ainda existe muita dificuldade entre os profissionais da área de saúde em estabelecer o conceito de terminalidade, pois os recursos existentes na atualidade são limitados para reconhecer a totalidade dos componentes existentes na natureza como um todo, tornando-se difícil o diagnóstico preciso para determinar que o paciente não sobreviva ao estado em que se encontra (KÜBLER-ROSS, 1991).

É preciso que exista uma postura menos rígida por parte dos profissionais da saúde e estudiosos da tanatologia para aceitar que há milhões de coisas que não podemos compreender, mas que nem por isso deixam de existir, de ser verdadeiras (KÜBLER-ROSS, 1991). Em decorrência da falta de conhecimento dos diversos aspectos existentes na natureza, há a utilização do termo ‘milagre’ quando ocorre uma situação diferente da que o médico esperava após a utilização de todos os recursos da medicina (GUTIERREZ, 2001).

“O paciente terminal é aquele sobre quem se tem a expectativa de morte num período relativamente curto de tempo (quando se esgotaram todas as possibilidades de reestabelecimento das condições de saúde do paciente), independentemente das ações médicas que são colocadas em prática e que os mecanismos médicos da atualidade não tenham nenhuma perspectiva de salvá-lo, mas apenas de adiar sua morte (ALVES, 1991).”

A possível chegada da morte na cultura ocidental é um problema que pode causar muito sofrimento tanto para o paciente que está diagnosticado como terminal como para todas as pessoas que tem contato com o mesmo, pois na nossa sociedade ocidental, morrer é um dos pontos culminantes e críticos da existência humana, habitualmente relacionado à tristeza e ao sofrimento. Falecer significa se despedir, deixar de fazer parte deste mundo, afastar-se do convívio de pessoas queridas. Morrer causa temor. É o desconhecido que está por vir (KÜBLER-ROSS, 1991).

As literaturas utilizadas como base para a formulação deste artigo afirmam que a presença de familiares e amigos, assim como acompanhamento psicológico se apresenta como imprescindível na situação do paciente terminal. Além destes, é ressaltada também a importância da religiosidade, que contribuiria para a vivência desse momento de terminalidade com menos sofrimento (KÜBLER-ROSS, 1991).

As pessoas do ocidente por estar em uma cultura que não ver a morte como inerente a vida passam a ter comportamentos específicos para tentar retardar a morte. As pessoas utilizam vários métodos como cirurgias plásticas, exercício físico de forma obsessiva, acúmulos de bens materiais, filhos para continuarem o nome e estão dispostas a tudo para ficarem cada vez mais jovens. As pessoas estão cada vez mais tentadas a prolongar a vida, vai distanciando da morte, não pensando nela, e procura esquecê-la (WEISS, 2009).

Segundo Bromberg (1994), nossa cultura não incorpora a morte como parte da vida, mas sim como castigo ou punição. A morte ganha contornos de finitude, causando ansiedade, angústia e medo. Morrer causa temor, é o desconhecido que está por vir.

Segundo Silva (2007), as pessoas constroem suas próprias representações da morte por meio das influências culturais, familiares e das experiências pessoais suas próprias. Assim, a morte toma conceito e significados diferentes quando é posta diante de alguma cultura, pois cada pessoa, grupo, povo, nação tem uma percepção diferente da morte. A visão de morte é definida e modelada de acordo com as vivencias, sendo, pois, influenciada pela cultura em que o indivíduo está inserido.

Dependendo da cultura a morte pode ser boa ou ruim, o fim ou o início de uma jornada, ou mais a prisão ou a liberdade de um indivíduo como consequência de suas atitudes diante da vida. Dessa forma, a concepção que se tem sobre a morte e a atitude do sujeito diante dela, tende a se alterar de acordo com o contexto histórico e cultural (SILVA, 2007).

3 Os Estágios da Dor da Morte

Por meio da observação da mudança de comportamento dos pacientes diagnosticados como terminais a psiquiatra e pesquisadora Elizabeth Kübler-Ross elaborou um modelo que se tornou referência quando se fala no assunto da terminalidade. Seu modelo propõe uma descrição de cinco estágios pelo qual as pessoas passam ao lidar com a perda, o luto e a tragédia. De acordo com esse modelo, pacientes com diagnósticos de terminalidade passam pelos cinco estágios da dor da morte. O modelo foi apresentado por Kübler-Ross (1991) em seu livro Sobre a morte e o morrer, publicado originalmente em 1969 (KÜBLER-ROSS, 1991).

A referida autora fez alteração quanto ao termo estágios da morte para tarefas emocionais, pois passou a considerar que o termo estágio não correspondia à realidade de todos os pacientes moribundos, pois em seus estudos posteriores observou que esses estágios podem ser vividos de forma variada de pessoa para pessoa.

No entanto, iremos utilizar a terminologia estágios, pois ainda hoje outros estudiosos da área referem-se aos estudos da autora sobre a morte como estágios.

Dessa forma dividiu os cinco estágios da morte da seguinte forma: negação e isolamento; ira/ raiva; barganha; depressão e aceitação. Antes do primeiro estágio ocorre o choque inicial, logo após vem à negação e isolamento (KÜBLER-ROSS, 1991).

O estágio da negação e isolamento é o momento pela qual o paciente tem o choque a partir da descoberta da sua situação e se defende da ideia da morte, recusando-se ao aceitá-la como realidade (KÜBLER-ROSS, 1991).

O estágio da raiva é o momento no qual o paciente coloca toda sua revolta diante da notícia de que seu fim está próximo e acha que é uma injustiça da vida aquilo está acontecendo com ela. E em consequência disso, muitas vezes, o paciente chega a ficar irritado e/ou agressivo com as pessoas que estão ao seu lado (KÜBLER-ROSS, 1991).

Já o estágio da barganha é o momento na qual o paciente tenta ser bem comportado, na esperança de que isso lhe traga a cura. É comum o paciente negociar com o mundo espiritual ou com alguma divindade a sua cura, prometendo ser uma pessoa melhor e apresenta uma melhora diante da enfermidade (KÜBLER-ROSS, 1991).

O estágio da depressão é a fase na qual o paciente se recolhe, vivenciando uma enorme sensação de perda. Quando o paciente percebe que sua barganha com o mundo espiritual e/ou com alguma divindade não surtiu efeito e começa a tomar consciência da sua real situação. O paciente entra em um estado depressivo, com acentuada baixa no otimismo e na esperança, mas a esperança permanece (KÜBLER-ROSS, 1991).

E por fim o estágio de aceitação é o qual muitos não conseguem alcançar. Ele é considerado o momento no qual o paciente já não experimenta o desespero e nem nega sua realidade. É comum que o paciente faça declarações, perdões e reconciliações. Esse é um momento de descanso e serenidade antes da longa viagem (KÜBLER-ROSS, 2005).

Neste estágio há uma mudança de humor e de postura em pacientes próximos da morte. Ao aceitar a sua finitude os pacientes começam a relaxar e apresentar uma postura serena, mais espiritualizada. E logo depois da morte suas feições demonstram uma paz, uma calma e uma serenidade (KÜBLER-ROSS, 1991). 

Segundo Santos (2008), além dos estágios propostos por Kübler-Ross ele acrescenta mais um estágio que chamou de esperança. Ele afirma que o estágio da esperança está presente em todos os demais estágios. Assim sendo, a esperança entraria como um estágio da dor da morte, mas de forma diferente dos outros estágios, pois ela estaria presente em todos os outros, dependendo da situação em pouca ou grande quantidade. Esse autor, contudo, não modificou os estágios propostos por Kübler-Ross, mas apontou algo que não havia sido explicito diretamente pela autora. Já que a autora sempre fala da esperança como componente em todos os estágios, sendo, pois, consciente ou mesmo inconsciente.

Assim, é preciso compreender o quanto é importante discutir e falar sobre a morte entre os profissionais de saúde. Entender os estágios da morte se faz necessário para um atendimento humano.  Entra então em cena o profissional de psicologia para acolher e tentar aliviar o sofrimento do paciente em estado terminal.

4 O Papel do Psicólogo Dentro da Abordagem Existencialista Diante do Paciente em Estado Terminal

A psicologia existencialista tem como base a filosofia existencialista. Que de acordo com Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins (1986), no século XIX, o filósofo dinamarquês Kierkegaard foi o primeiro a descrever a angústia como experiência fundamental do ser livre ao se colocar em situação de escolha e a partir dele houve o fortalecimento da filosofia existencialista e a criação da psicologia existencialista.

E de acordo com Silva (2007), o existencialismo tem como principal preocupação compreender e explicar a experiência humana. No existencialismo o ser humano é composto pela relação entre três instancia – no mundo interno do sujeito, de suas interrelações e no mundo externo a ele. Esses três mundos acontecem simultaneamente na pessoa e se influenciam entre si. A existência é vista como uma contínua relação entre a pessoa com ela mesma e com o mundo (SILVA, 2007).

Segundo Alexandria (2002), a sociedade de massa, tende a anular as singularidades dos indivíduos e o pensamento da morte passa a exercer a função de fazer com que cada homem perceba que é único. Assim, para o paciente que vivencia o processo de finitude, o mundo torna-se diferente, é como se ele parasse para que possa ‘recriar’, valendo-se de suas próprias perdas e, novas possibilidades de vida.

Diante desse contexto consideramos o papel do psicólogo imprescindível. Para Silva (2007), é importante para a psicologia compreender e atuar nos processos de perdas e morte já que a mesma é inerente à vida e infere diretamente nas estruturas psíquicas do paciente com diagnóstico de terminalidade.

O psicólogo diante do paciente terminal deve ser um observador atento a cada detalhe expresso pelo paciente e interveniente no processo de aceitação de sua condição atual, tendo como preocupação a saúde mental da pessoa que está sob seus cuidados (SILVA, 2007).

         Esse profissional deve ter o foco no paciente, independentemente da abordagem ou da forma como conduzirá ou se portará diante do paciente, tem que se adequar a maneira que trará uma redução do medo, da ansiedade e da angústia desse paciente hospitalizado (SILVA, 2007).

Heidegger (apud ALEXANDRIA, 2002) fala da angústia do homem diante da morte, pois a angústia da morte é algo que altera tão radicalmente o ser humano. Todos os seres vivos morrem, é verdade, mas vivem e morrem enquanto espécie, não podem ter consciência da mortalidade individual. O ser humano, entretanto, já não existe como espécie e sim como indivíduo. A angústia diante da própria morte libera, individualiza e destaca o sujeito da massa, eleva o homem-espécie à condição de um existente autêntico.

A morte produz como consequência dois sentimentos distintos: o medo e a angústia. Esses dois sentimentos nos impedem de pensar na morte. E em consequência estamos sempre evitando falar nela. Muitas vezes até conversamos sobre a morte de outros, mas não da nossa. Observa-se que ao tomar consciência da própria finitude o sujeito poderá se angustiar, desesperar ou se abrir para o transcendente, dependendo da maneira de como ele interpretará este fenômeno. O desespero ou a angústia poderá o lançar em uma busca pertinente pelo sentido da própria existência (PINTO, 2010).

Segundo o filósofo Martin Heidegger (1997), o medo nos convida a viver na impropriedade, não atribuímos sentido, deixamos que os outros e as circunstâncias o atribuam, nos alienamos de nós mesmos, vivemos sempre correndo, com nossas agendas cheias de distrações que nos ocupam. Vivemos num sentido impróprio que não aponta em direção alguma, como uma finalidade sem fim. A partir disso entra o papel do psicólogo que trabalhará esse medo, mas o psicólogo precisará está preparado para tal demanda.

Assim, Silva (2007) afirma que cada ser humano demanda do psicólogo uma postura diferenciada de acordo com suas necessidades. Por isso é importante que o psicólogo considere as diferenças existentes entre as pessoas.

Dessa forma a autora supracitada traz que o psicólogo deve:                     

[...] jamais subjugar o outro as suas próprias concepções ou desejos a respeito da vida. Portanto, é sensato e ético que as verdades e escolhas de vida sejam construídas pela própria pessoa. O psicólogo ajuda a revelar aquilo que até então se encontrava obscuro ou mal resolvido e somente a pessoa cabe escolher o que deseja fazer dela mesma [...] (2007, p. 50).

Diante desse contexto, o psicólogo dentro da abordagem existencial procurará junto com o paciente levá-lo a compreensão por meio de reflexão que a morte é parte de nossa existência e a negação dela é vista como um empecilho para o autocrescimento e negá-la nos machucaria ainda mais (SILVA, 2007).

Para Silva (2007) o bem-estar biopsicossocial do indivíduo está intrinsecamente relacionado com a aceitação de sua finitude. Por isso a grande importância do psicólogo ajudando o paciente no processo de aceitação da sua situação por meio da reflexão.

Considerações Finais

Pesquisar e falar da morte em uma cultura que se nega e/ou evita olhá-la como sendo parte da vida é um desafio, pois só existe a vida porque existe a morte. Há uma herança cultural no ocidente que dificulta e distorce a visão da morte e que a define como algo a ser colocado de lado, ou seja, algo que não necessita de atenção, assim a visão de morte nos dias atuais fica esquecida ou evitada. Partindo da dificuldade de se falar do tema e da necessidade de expandi-lo surgiu então a necessidade da pesquisa bibliográfica na área de Tanatologia.

A partir da necessidade de expansão do tema para contrapor o tabu de se negar a morte, o artigo se propôs a divulgação do tema com a intenção de que as pessoas tomem consciência de que a morte faz parte da vida. E o seu conhecimento prévio tende a tonar mais fácil a aceitação de um diagnóstico de terminalidade e assim, tornar a partida menos dolorosa.

Assim acreditamos que o conhecimento do tema por profissionais da saúde, especialmente psicólogos, é de extrema importância para saber lidar com a dor e o sofrimento do paciente terminal, podendo assim acolhe-lo e confortá-lo.

Este trabalho foi muito importante, pois a partir dele tenho a certeza que estou no caminho certo e que a temática da morte é exatamente o que quero pesquisar e estudar. Fiquei maravilhado com as leituras de Kübler-Ross, a propriedade que a autora mostra em suas obras.  E para todos que tenham contato com este artigo e quiser pesquisar a terminalidade indico as obras de Elizabeth Kübler-Ross.

Sobre os Autores:

Artur Gonçalves Rodrigues - Aluno do curso de Bacharelado em Psicologia

Vladya Tatyane Pereira de Lira - Orientadora e Professora Vladya Tatyane Pereira de Lira

Referências:

ALEXANDRINA, Israel. Morte e Filosofia. Disponível em: http://ialexandria.sites.uol.com.br/textos/israel_textos/morte_e_filosofia.htm

ALVES, Rubem. A morte como conselheira. In: CASSORLA, Roosevelt M. S. (Coord). Da morte. Campinas: Papirus, 1991.

ARANHA, Maria Lúcia de A. e Martins, M. Helena P. Filosofando; introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 1986.

BROMBERG, Maria Helena P.F. A psicoterapia em situações de perdas e luto.

São Paulo, Editorial Psy II, 1994.

D’ASSUMPÇÃO, E., D’Assumpção, G., & Bessa, H. A. Morte e suicídio: uma abordagem multidisciplinar. Petrópolis, RJ: Vozes, 1984.

GUTIERREZ, Pilar L.. O que é o paciente terminal?.Rev. Assoc. Med. Bras., SãoPaulo,v.47,n.2,jun.2001. Disponível em, <http://www.scielo.br/scielo.php?script =sci_arttext&pid=S0104-4230200100020 0010 &lng=pt&nrm=iso&tlng=pt>.

KUBLER-ROSS, Elizabeth. A morte: um amanhecer. São Paulo: Ed. Pensamento, 1991.

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SILVA, Cristiane Sotelo da. (2007). Contribuições da psicologia existencial no enfrentamento das perdas e da morte. Itajaí-SC: Universidade do Vale do Itajaí.

WEISS, Brian L. Muitas Vidas, Muitos Mestres. Rio de Janeiro: Sextante,