(Tempo de leitura: 15 - 30 minutos)

Resumo: A vida e a morte coexistem no espaço do corpo desde o nascimento. Não obstante, esta constatação morte e morrer são palavras que as pessoas costumam evitar dizer e duas questões sobre as quais a maioria de nós procura não pensar. Este estudo teve como objetivo geral investigar na literatura as várias leituras de morte através de uma análise conformativa e mais especificadamente abordar os principais aspectos que facilitam e dificultam a elaboração do luto. Problematiza a necessidade de um aprofundamento sobre o tema e os inúmeros questionamentos sobre os meios de minimizar a angústia e o medo que envolvem o homem diante da morte, da infância à velhice, abordando os aspectos psicológicos que giram em torno da mesma. Para tanto, buscou-se aporte teórico em Assunção (2005),Ariés (1998), ,Bowlby (1984 ), Cassorla (1988 ), Kóvacs (1998;2002 ) Kübler-Ross (1996;1998 ), dentre outros. Constatou-se, na literatura, a tristeza e a depressão como processos naturais diante da perda de alguém querido e a importância do apoio da família e dos amigos na sua superação. Contudo quando o processo de pesar se alonga e cursa com patologias, há necessidade de intervenções psicoterapêuticas.

Palavras-Chave: Morte, Luto, Elaboração.

(Tempo de leitura: 48 - 96 minutos)

Resumo: O presente trabalho apresenta o fenômeno da experiência de quase morte (EQM) que é uma projeção da consciência, forçada, compulsória, patológica, causada por traumas orgânicos, agentes físicos, químicos ou psicológicos. É comum a pacientes terminais, sobreviventes da morte clínica, e em situações em que haja momentos de perigo extremo, acidentes, choque anafilático, intoxicação, traumatismo, anestesia, afogamento e outros casos médicos. Pois é um fenômeno que envolve sujeitos que estão em iminência de morte física (ou acreditam estar correndo perigo de morte) e, durante este período crítico, relatam ocorrências (algumas verificáveis, outras não) que sugerem expansão da consciência, não obstante estarem inconscientes ou em comatose. Os estudos e as observações que são feitas pela ciência, nos indivíduos que passaram por essa experiência podem trazer alguns esclarecimentos a respeito dele. Sendo assim, pretende-se observar os efeitos dessa vivência e a mudança das prioridades da vida das pessoas envolvidas, que muitas vezes passam a ser o amor e o conhecimento e verificar as novas visões da morte e da finitude. A metodologia utilizada nessa pesquisa caracteriza-se como exploratória e qualitativa, pois, tem como objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explicito ou a constituir hipóteses. O estudo tem como objetivo explorar o que a literatura traz sobre os sentimentos relacionados a essa experiência, para melhor compreender os aspectos de mudança que ocorrem no comportamento dos pacientes que passaram por esse fenômeno e apontar quais os problemas vivenciados antes, durante e depois dessa vivência e como a psicologia pode contribuir nesse processo. 

Palavras-chave: experiência de quase morte, a finitude, a negação da morte, medo.

(Tempo de leitura: 9 - 18 minutos)

Resumo: O presente artigo tem como objetivos trazer informações a respeito do desencadeamento dos estágios psíquicos e comportamentais apresentados em pacientes diagnosticados como terminais e a intervenção do psicólogo com a abordagem existencialista diante do paciente terminal. Assim sendo, tais informações podem contribuir para divulgação e esclarecimento do tema e de sua contribuição em instâncias sociais, de políticas públicas e culturais por meio da análise de estudo de diversos especialistas no assunto. O presente artigo trata de uma pesquisa bibliográfica.

Palavras-chave: paciente terminal; morte; psicólogo e existencialismo.

(Tempo de leitura: 10 - 20 minutos)

Resumo: Na presente pesquisa, de natureza teórica e qualitativa, pretende-se responder questões sobre como ocorre o processo de luto e por que ele produz sentimentos de tristeza, angústia e sofrimento no enlutado. O falecimento de uma pessoa significativa provoca a perda de um elo entre uma pessoa e seu objeto e, conseqüentemente, o luto seria uma reação à perda e também um processo de reconstrução e reorganização diante da morte. Tal processo exige um desafio emocional e cognitivo com o qual o enlutado tem de lidar. Há pessoas que vivenciam essa fase com o impacto psicológico da perda e, com o passar do tempo, passam a recuperar o interesse pela vida, tendo no luto um processo de elaboração. Existem, ainda, pessoas que idealizam excessivamente o objeto perdido, apresentando assim um quadro melancólico, provavelmente devido a uma predisposição patológica. Perder alguém de quem se gosta por morte provoca uma série de rupturas com as quais o indivíduo tem que lidar. Nesse sentido, o processo de elaboração do luto auxilia na reorganização intelectual, emocional e até mesmo social, cabendo ao profissional da psicologia importante papel de acolhimento do sofrimento psíquico do enlutado.

Palavras-chave: luto; morte; perda.

(Tempo de leitura: 16 - 31 minutos)

Resumo: A morte faz parte do desenvolvimento humano, a experiência da perda é um dos eventos mais doloroso que se pode vivenciar, tornando-se mais difícil quando se considera a mãe como figura de referência ou apego. O presente estudo aborda a temática acerca da morte na perspectiva do luto em decorrência da perda materna, tendo como objetivo compreender a vivencia do familiar diante da morte materna, analisando os sentimentos do filho no momento que soube da morte, descrevendo o imaginário do filho em relação ao velório e avaliando como este filho enfrentou o luto diante da perda materna. A pesquisa utilizou-se de um estudo de campo, exploratória, com o método descritivo e com a abordagem qualitativa, obedecendo aos critérios éticos. Participaram dez pessoas adultas clientes de uma Empresa de Serviços Póstumos em Teresina, na qual foram submetidos a uma entrevista semi-estruturada, posteriormente os dados foram coletados e a análise de conteúdos efetivada. Empregou-se as categorias: a representação da figura materna; sentimentos vivenciados no momento que soube da morte materna e no momento do velório; os aspectos psicológicos do filho; o enfrentamento do luto. Os resultados mostraram que o impacto da perda para o filho é influenciado pelo vínculo estabelecido com a genitora. Conclui-se que compreender os aspectos psicológicos vivenciados pelo filho diante da morte materna pode ajudá-lo a encarar e reconhecer sua perda como única, incomparável e incomensurável, em alguns casos se faz necessário o acompanhamento psicoterápico na elaboração do luto, principalmente quando a vivência torna-se prejudicada na ausência da mãe.
Palavras-chave: Morte. Luto. Filho. Perda. Mãe

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