Fundamentos da Avaliação Psicológica e Psicodiagnóstico

Resumo: A psicologia é uma ciência que estuda através de um modelo científico o comportamento dos indivíduos e seus processos mentais. Desse modo, a avaliação psicológica se caracteriza como método de caráter compreensivo que visa responder questões específicas quanto ao funcionamento psíquico de uma pessoa ou grupo de pessoas. Nesse sentido, o objetivo desta pesquisa é refletir sobre os fundamentos da avaliação e diagnóstico psicológico (psicodiagnóstico), bem como estabelecer distinção entre ambas baseando-se na literatura existente através da consulta de artigos, livros e dissertações. O estudo permitiu compreender que a atuação do psicólogo nessa área é apenas uma das modalidades de trabalho desse profissional e essa prática é pautada em um vasto arcabouço teórico e prático. É possível concluir a partir dessa produção científica que a compreensão técnico-metodológica desse conhecimento melhora o entendimento, aplicabilidade e funcionalidade do processo de avaliação e diagnóstico psicológico.

Palavras-chave: Fundamentos, Avaliação Psicológica, Diagnóstico Psicológico, Psicodiagnóstico.

1. Introdução

A psicologia foi regulamenta como ciência e profissão através da Lei nº 4.119/62, que estabelece as normas para a atuação profissional, para oferta de cursos e concessão do grau de psicólogo, assim como dispõe sobre os direitos desses sujeitos enquanto profissionais. Dentre os direitos adquiridos pelo profissional de psicologia através de sua formação estão à competência para colaborar com outras ciências em assuntos psicológicos, e como função privativa, pode-se destacar a utilização de métodos e técnicas psicológicas com os seguintes objetivos: diagnóstico psicológico, orientação e seleção profissional, orientação psicopedagógica, solução de problemas de ajustamento, dentre outros.

Desse modo, a avaliação psicológica se caracteriza como um dos fazeres do profissional de psicologia, e tal atuação pode ser entendida como um processo técnico e científico realizado com pessoas ou grupos de pessoas, pautando-se em cada área de conhecimento solicitada. É um processo dinâmico, que abrange um conjunto de informações de caráter explicativo acerca dos fenômenos psicológicos, com o intuito de subsidiar os trabalhos nos diversos campos de atuação do psicólogo, dentre eles a saúde, educação, hospital, clínica e outras áreas que se fizerem necessárias.

Pode-se afirmar também que a Avaliação Psicológica é um conjunto de procedimentos para a coleta de informações necessárias e suficientes para responder às questões relacionadas ao problema que se pretende investigar (GUZZO, 2001).

Entende-se a avaliação psicológica como uma prática que percorre o contexto geral e se articula com vários saberes. Em contrapartida, o diagnóstico psicológico ou psicodiagnóstico se propõe em atuar no contexto clínico, e nesse caso, não abarca todos os modelos de avaliação psicológica.

Com base na Resolução CFP nº 07/2003, “os resultados das avaliações devem considerar e analisar os condicionantes históricos e sociais e seus efeitos no psiquismo, com a finalidade de servirem como instrumentos para atuar não somente sobre o indivíduo, mas na modificação desses condicionantes que operam desde a formulação da demanda até a conclusão do processo de avaliação psicológica”. É válido enfatizar que os resultados das avaliações psicológicas possuem importante impacto para as pessoas, os grupos e a sociedade.

Assim, o seguinte artigo discorrerá sobre os fundamentos da avaliação e diagnóstico psicológico, destacando as principais nuances desse processo, bem como contribuir para melhorar a compreensão entre a avaliação psicológica e o diagnóstico psicológico.

2. Desenvolvimento

Fundamentos da Avaliação Psicológica 

Ao longo da história da psicologia, a afirmação de seu objetivo e área de atuação fez parte da discussão de inúmeros estudiosos, a fim de definir o ramo de qualificação de suas atividades diante das ciências biológicas e fisiológicas. Sua construção como ciência tem origem na filosofia grega, onde passa a ser vista como um ramo da filosofia que estuda a alma, porém, a estruturação em psicologia acadêmica, científica e como profissão torna-se a mais influente atualmente. Como ciência profissional, há o predomínio da visão comportamental e objetiva, com referência ao comportamento e ao observável (SERBENA; RAFFAELL, 2005).

Nesse aspecto, destacou-se, por muito tempo, a figura do psicólogo clínico, o que limitou a compreensão geral em relação à atuação desses profissionais. No entanto, o trabalho do psicólogo conquistou diferentes espaços e tem construído modelos de atuação em áreas diversas, entre as quais pode-se destacar: clínica, organizacional, escolar, comunitária, jurídica, social, hospitalar e de saúde pública. Dessa forma, essas subáreas da psicologia tem o objetivo de contribuir com o olhar específico e direcionado para alcançar uma compreensão mais integral do objeto de estudo que a psicologia detém, sobretudo a prática da avaliação psicológica.

A avaliação psicológica é apontada com uma parte do conhecimento essencial em Psicologia, uma vez que refere a uma reunião de capacidades que todo profissional da área deve conseguir no decurso de sua formação. É uma atividade que esse encontra presente na atividade acadêmica ou profissional do psicólogo no qual primeiramente é importante que se exerça o exame do paciente e com isso responder devidamente suas necessidades (NUNES, 2012).

Avaliação Psicológica para Alchieri e Noronha (2004) é:

“um exame de caráter compreensivo efetuado para responder questões específicas quanto ao funcionamento psíquico adaptado ou não de uma pessoa durante um período específico de tempo ou para predizer o funcionamento psicológico da pessoa no futuro. A avaliação deve fornecer informações cientificamente fundamentadas tais que orientem, sugiram, sustentem o processo de tomada de decisão em algum contexto específico no qual a decisão precisa levar em consideração informações sobre o funcionamento psicológico” (p. 44).

Segundo Cunha (2000), o conceito de avaliação psicológica é muito amplo, englobando em si o psicodiagnóstico. Este seria uma avaliação psicológica de finalidade clínica, e não abarcaria todos os modelos possíveis de avaliação psicológica.

Desse modo, é importante destacar que a avaliação psicológica envolve a integração de informações oriundas de fontes diversas, bem como testes psicológicos, entrevistas, observações, análise de documentos. Sendo que a testagem psicológica não deve ser sinônimo de avaliação psicológica, mas uma etapa do processo.

De acordo com Hutz (2015), teste psicológico é um instrumento que avalia (mede ou faz uma estimativa) construtos que não podem ser observados diretamente e uma Avaliação Psicológica não seria realizada apenas com testes, mas envolveria outras técnicas a partir da demanda do caso.

O propósito da avaliação psicológica é avaliar os fenômenos psicológicos, caracterizá-los e elucidá-los a respeito dos relatos expostos pelas pessoas. As teorias psicológicas servirão de base para o levantamento teórico das avaliações psicológicas, esses processos se dão através do uso de princípios específicos ou amplos que auxiliarão no esclarecimento de eventos e processos psicológicos (ALCHIERI, 2003).

Para Noronha (2010), a avaliação psicológica é, por lei, prática exclusiva do psicólogo, o que, em alguma medida, lhe concede uma reserva nesse segmento. Para o presente século, espera-se que seja imputada ao profissional a competência necessária para a realização de ações com excelência, de modo que o garantido por lei seja acrescido de competência e segurança nas suas práticas avaliativas. Sustenta-se, com isso, que a avaliação seja realizada apenas por profissionais que tenham competência para tal, e não por qualquer psicólogo, já que a eles é dado o direito de avaliar.

 Nesse aspecto, para o exercício da Avaliação Psicológica, em consonância com a ética profissional e consciente da necessidade de humanização do processo, no âmbito clínico, e em todos os âmbitos em que esta se desvela, o avaliador deve, como afirma Tavares (2003, p. 125), estar habilitado no que diz respeito à perícia das estratégias eleitas (técnicas e testes psicológicos), levando em consideração as vantagens e limitações de cada uma e o conhecimento aprofundado das teorias que norteiam as mesmas. Desta forma, será possível assegurar de maneira efetiva a qualidade da Avaliação Psicológica e seu lugar na Psicologia, e, de certa forma, estar compatível com a responsabilidade do seu exercício no que se refere às repercussões para o sujeito e para a sociedade.

Sendo constantemente correspondida às técnicas, testes e instrumentos psicológicos a avaliação psicológica é um procedimento mais minucioso, em que além de obter os resultados e desempenhos esperados, o cenário em que a pessoa está sendo examinada e no retorno à solicitação do exame. Esse trabalho compreende a colaboração de muitos objetos e métodos de análise demandando do profissional um amplo conhecimento nas mais diversas áreas da psicologia, exigindo competências e uma formação elevada (SIMÕES, 2005).

A credibilidade dos resultados e conclusões em um processo de avaliação está condicionada a um referencial teórico/técnico válido, que sustente as interpretações segundo o pressuposto do determinismo psíquico do avaliado. A experiência da (o) profissional, o fato de os dados interpretados terem se originado da capacidade de integração Caderno de Avaliação Psicológica 15 na compreensão clínica do fenômeno psicológico, são condições imprescindíveis para garantir a confiabilidade dos resultados que se integrarão de modo coerente a um corpo teórico consistente (MADER, 2016).

Nesse sentido, a avaliação psicológica objetiva construir conhecimentos sobre os fenômenos psicológicos, como o intuito de orientar, monitorar, facilitar a tomada de decisão e encaminhar ações e intervenções sobre a pessoa ou grupo avaliado.

Com base nessa linha de pensamento, cabe ressaltar que é de responsabilidade dos psicólogos atuarem com competência e postura ética em todos os seus campos de atuação. É através da reflexão ética, atualização contínua e com um trabalho conjunto entre psicólogos, pesquisadores, clínicos que é possível qualificar ainda mais a profissão nas suas diversas áreas de atuação. 

Psicodiagnóstico Clínico

Diagnóstico significa discernimento, facilidade de conhecer, sendo uma atividade exclusiva do psicólogo regulamentada pela lei 4119/62. Tem como finalidade sistematizar os elementos nos estudos psicológicos e conseguir chegar a um entendimento a respeito do paciente; isso poderá auxiliá-lo em algum momento de sua vida. O psicólogo ao fazer um diagnóstico tem que atender aos propósitos já estabelecidos teoricamente, podendo reconhecer ou mudar essas teorias. Quando realizadas essas análises teóricas e posteriormente a sua execução contribuirão com o processo do diagnóstico do paciente ou realizar possíveis reestruturações dessas teorias (TRINCA,1984).

Psicodiagnóstico provém da psicologia clínica através de Lighter Witmer, em 1896, e gerada a partir da interação da área da psicologia e da área médica. Psicodiagnóstico é uma avaliação psicológica, feita com propósitos clínicos e, portanto, não abrange todos os modelos de avaliação psicológica de diferenças individuais. É um processo que analisa as forças e fraquezas no funcionamento psicológico, identificando no paciente a existência de possíveis problemas (CUNHA, 2003).

Para a autora, o psicodiagnóstico é definido como “um processo científico, limitado no tempo, que utiliza técnicas e testes psicológicos, em nível individual ou não, seja para entender problemas à luz de pressupostos teóricos, identificar e avaliar aspectos específicos, seja para classificar o caso e prever seu curso possível, comunicando os resultados, na base dos quais são propostas soluções, se for o caso”. Visa, assim, identificar forças e fraquezas no funcionamento psicológico (CUNHA, 2003).

Nessa perspectiva, os contextos sociocultural e familiar devem ocupar um lugar importante no estudo da personalidade de um indivíduo, já que é de onde ele provém (ARZENO, 1995).

A fim de caracterizar este processo, tem-se que o mesmo se dá em uma situação bipessoal, com papéis bastante definidos e com um contrato, havendo uma pessoa que pede ajuda (paciente) e uma que recebe o pedido e se compromete em solucioná-lo, na medida do possível, o psicólogo. Sua duração é limitada e seu objetivo é conseguir, através de técnicas, investigar, descrever e compreender, de forma mais completa possível, a personalidade total do paciente ou grupo familiar, abrangendo aspectos passados, presentes e futuros desta personalidade (OCAMPO; ARZENO, 2001).

Mostra-se assim, como um processo científico, uma vez que parte do levantamento prévio de hipóteses que serão confirmadas ou refutadas por meio de um plano de avaliação, com passos e técnicas predeterminadas e objetivos específicos (CUNHA, 2000).

Os passos do psicodiagnóstico não apresentam muitas diferenças de autor para autor, aqui será utilizado um modelo baseado em Cunha (2000) e Arzeno (1995), sendo que a única diferença entre estes está no fato de que Arzeno considera uma etapa anterior às apresentadas a seguir, sendo esta referente ao momento em que o consultante faz a solicitação de avaliação até o encontro com o profissional.

As etapas do psicodiagnóstico são as seguintes:

  • 1º momento: realização da(s) primeira(s) entrevista(s) para levantamento e esclarecimento dos motivos (manifesto e latente) da consulta, as ansiedades, defesas, fantasias, e a construção da história do indivíduo e da família em questão. Nesta etapa ocorre a definição das hipóteses iniciais e dos objetivos do exame.
  • 2º momento: reflexão sobre material coletado na etapa anterior e sobre as hipóteses iniciais a fim de planejar e selecionar os instrumentos a serem utilizados na avaliação. Em alguns casos se mostra de suma importância as entrevistas incluindo os membros mais implicados na patologia do paciente e/ou grupo familiar.
  • 3º momento: realização da estratégia diagnóstica planejada. Ocorre o levantamento quantitativo e qualitativo dos dados. É relevante salientar que não deve haver um modelo rígido de psicodiagnóstico, uma vez que cada caso é único, demonstrando necessidades únicas, sendo estas sanadas com instrumentos próprios para elas.
  • 4º momento: estudo do material coletado. Nesta etapa faz-se a integração dos dados e informações, buscando recorrências e convergências dentro do material, encontrar o significado de pontos obscuros, correlacionar os instrumentos entre si e com as histórias obtidas no primeiro momento, formulando inferências por estas relações tendo como ponto de partida as hipóteses iniciais e os objetivos da avaliação.
  • 5º momento: entrevista de devolução. Nela ocorre a comunicação dos resultados obtidos, as orientações a respeito do caso e o encerramento do processo. Ela pode ocorrer somente uma vez, ou diversas vezes, uma vez que, geralmente, faz-se uma devolutiva de forma separada para o paciente (em primeiro lugar) e outra para ospais e o restante da família. Quando o paciente é um grupo familiar, a devolutiva e as conclusões são transmitidas a todos.

É de suma importância que o psicólogo tenha ciência sobre qual a finalidade, ou finalidades, do psicodiagnóstico a ser realizado, que depende do motivo do encaminhamento. Isto confere ao profissional maiores condições de fazer escolhas mais acertadas quanto às técnicas e materiais a serem utilizados (ARZENO, 1995).

Para o autor supracitado dentre os motivos que levam a este tipo de consulta tem que se destacar basicamente dois tipos: o motivo latente e o motivo manifesto. O primeiro, caracterizado por ser o mais oculto, inconsciente, que às vezes nem o cliente tem muita certeza, e, o último, o mais consciente, geralmente o motivo que aparece num primeiro momento, quando o cliente é perguntado sobre o porquê da consulta.

Ao final do processo psicodiagnóstico, dependendo da fonte solicitante, é necessário que o psicólogo forneça um documento contendo as observações e conclusões a que chegou, o chamado laudo psicológico.

 Para (Silva, 2008) o laudo psicológico é um parecer técnico que visa subsidiar o profissional a tomar decisões e é um dos principais recursos para comunicar resultados de uma avaliação psicológica. Seu objetivo é apresentar materialmente um resultado conclusivo de acordo com a finalidade proposta de consulta, estudo ou prova e deve restringir as informações fornecidas às estritamente necessárias à solicitação (objetivo da avaliação), com a intenção de preservar a privacidade do paciente.

3. Conclusão

Conclui-se que o trabalho do psicólogo se configura como uma ação multifacetada, isto é, possui vários modelos de trabalho em uma única ciência, cada área com sua especificidade e seus objetivos particulares. Nesse sentido, compreende-se a partir desse estudo que a avaliação psicológica e o psicodiagnóstico são práticas exclusivas do psicólogo e devem ser realizadas somente por profissionais habilitados para tal. Tendo em visa o aporte teórico analisado acerca da temática, a pesquisa visou contribuir para fomentar discussões e diálogos a fim de potencializar uma visão mais ampliada dessa área.

Destarte, esse conhecimento demonstra grande relevância social e científica visto que o processo de avaliação psicológica perpassa diversos campos de atuação e sua compreensão poderá abranger aspectos psicológicos de natureza diversa, contribuindo para o entendimento, aplicabilidade e funcionalidade dessa atuação. De modo que o psicodiagnóstico também se faz importante, pois tem a finalidade de realizar uma compreensão global da personalidade do paciente, sem esquecer de incluir tanto aspectos patológicos quanto adaptativos.

Por fim, sugere-se que os profissionais que atuam nesse campo, busquem constante aprimoramento, cursos, formação, troca de experiências profissionais, para desenvolver uma prática sólida e resolutiva. Assim, essa atualização tende a facilitar, aprimorar e melhorar essa prática, bem como contribuir para o crescimento da ciência psicológica. 

Sobre o Autor:

Alex Barbosa Sobreira de Miranda - Psicólogo, graduado em Psicologia pela Universidade Estadual do Piauí. Pós-graduado em Avaliação e Diagnóstico Psicológico. Psicólogo no NASF, CRAS e Docente no ISESPI.  

Referências:

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MIRANDA, Alex Barbosa Sobreira de. Fundamentos da Avaliação Psicológica e Psicodiagnóstico . Psicologado, [S.l.]. (2019). Disponível em https://psicologado.com.br/psicodiagnostico/fundamentos-da-avaliacao-e-diagnostico-psicologico . Acesso em .

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