Depressão Gestacional e o Desejo pela Gravidez

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1. Introdução

Esse trabalho pretende apresentar e discutir a influencia do desejo da mulher pela gestação e a manifestação de sintomas depressivos. Para tanto, realizou-se pesquisa com gestantes no terceiro trimestre para avaliar a sintomatologia depressiva nesse período, e os dados sociodemográficos das mesmas, para verificar os fatores de risco existentes, principalmente o desejo pela gestação.

A gestação é um período de transição onde acontecem muitas crises, sendo muitas mulheres acometidas por transtornos mentais durante esse período, principalmente a depressão, que trás sérios prejuízos para a saúde da mulher e seu bebê. A depressão gestacional ainda é muito negligenciada, pois a maioria dos estudos científicos foca-se mais na depressão pós-parto, porém já é sabido que a depressão pós-parto não é mais frequente que a depressão durante a gestação, e muitas vezes, a depressão pós-parto pode ser uma continuação da depressão gestacional (PEREIRA; LOVISI, 2008).

1.1 Desejo pela gravidez

Ao longo dos três trimestres da gravidez e no pós-parto ocorre a ambivalência afetiva, que nada mais é, do que quando a mulher oscila entre o desejar e o não desejar o filho, dúvidas se está ou não grávida, ou, mesmo quando se tem a certeza de que se está grávida após confirmação clínica, pode haver mistura de sentimentos de alegria, com sentimentos de tristeza. Essa mistura de sentimentos que ocorre no início da gravidez, oscilando entre rejeição e aceitação não se cristaliza, podendo passar a qualquer momento da rejeição para uma atitude de aceitação, ou seu contrário (MALDONADO, 1985; PARADA; TONETE, 2009; SOUZA; NÓBREGA; COUTINHO, 2012).

A gravidez indesejada causa riscos psicológicos às gestantes e aos seus bebês, pois de início essas mulheres não aceitam sua gravidez, podendo vir a desenvolver sintomas depressivos, mas, após passar alguns meses, ocorre uma maior ligação com o feto, e muitas passam a aceitar a gestação (LEE et al., 2007).

A depressão geralmente pode ocorrer no primeiro ou terceiro trimestre da gravidez, e podem ser influenciados por vários fatores, tais como, gravidez na adolescência (MOREIRA et al., 2008), nível social, cultural, condições familiares, conjugal, ou da própria personalidade da gestante. Esse tipo de depressão pode provocar vários problemas ao recém-nascido, como: baixo peso, nascimento prematuro, e também pode afetar o desenvolvimento infantil (ARAUJO et al., 2010; SCHIAVO; PEROSA, 2013).

No Brasil a prevalência da depressão no período gravídico-puerperal é de aproximadamente 20% e está associada a vários fatores de risco tais como: antecedentes psiquiátricos, principalmente história anterior de depressão, fatores de risco ligados a pobreza, baixa escolaridade, falta de suporte social e emocional (família e o companheiro (a)), relacionamentos instáveis, eventos estressores, gestação não planejada, uso de drogas e violência doméstica (PEREIRA; LOVISI, 2008; BORGES et al., 2011).

1.2 Objetivo

Avaliar a associação de sintomas de depressão gestacional com o desejo pela gravidez, idade da gestante, número de gestação, estado civil e escolaridade de gestantes no terceiro trimestre.

2. Métodos

4.1. Participantes: 80 (oitenta) gestantes no 3º trimestre.

4.2. Local: Unidades Básicas de Saúde onde há atendimento pré-natal em duas cidades do interior paulista.

4.3. Material: O material utilizado para a coleta de dados foi a Entrevista Inicial, elaborada por SCHIAVO, 2011, e o Inventário de Depressão de Beck (BDI), desenvolvido por BECK, em 1961, e revisado em 1978.

A Entrevista Inicial foi realizada para obter dados sociodemográficos e sobre a gestação de cada uma das participantes da pesquisa.

O Inventário de Depressão de Beck (BDI) foi utilizado para avaliar se a gestante apresenta ou não sintomas de depressão. O inventário é constituído por um questionário com 21 itens e em cada item há 4 afirmações alternativas de respostas que variam de intensidade, e cujo resultado para avaliação é determinado um valor de 0 a 3 pontos. A gestante deve circular a resposta que descrever melhor “a maneira que se sentiu na última semana, incluindo o dia em que é avaliada”. O escore total pode variar de 0 a 63 pontos, e é obtido pela soma dos escores individuais, que corresponde à pontuação de cada alternativa. Estudos com o instrumento indicam que a pontuação acima de 18 significa que a pessoa apresenta sintomas significativos de depressão.

4.4. Procedimento

4.4.1. Coleta de dados

Foram consultados os registros das gestantes nas Unidades Básicas de Saúde para proceder à identificação das utentes com gestação entre 24 a 40 semanas, correspondentes ao 3º trimestre do período gravídico-puerperal. O contato ocorreu nas consultas de pré-natal, onde as participantes foram entrevistadas individualmente. Foi prestada informação acerca da natureza e objetivos da pesquisa, e as participantes que concordaram em participar, assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido de acordo com a Resolução 196/96 do CONEP, contando com a colaboração voluntária das gestantes, e garantindo a confiabilidade dos dados quanto ao sigilo das informações. Em seguida foi realizada uma entrevista para a coleta de dados sociodemográficos, e aplicado o Inventário de Depressão de Beck (BDI), para avaliar os sintomas de depressão no terceiro trimestre da gestação.

4.4.2. Análise de dados

O teste BDI foi corrigido conforme instruções do manual.

Após a correção do instrumento realizou-se uma análise estatística descritiva, associando-se os resultados obtidos do BDI com as informações a respeito do desejo pela gestação, idade da gestante, número de gestação, estado civil e escolaridade das participantes.

3. Resultados

Das 80 entrevistadas, 23 (29%) apresentaram depressão gestacional e 41 (51%) não desejaram a gestação.

Tabela 1- Indicadores do desejo pela gestação e depressão gestacional (n=80)

 

Sem depressão

Com depressão

Total

 

Freq.

%

Freq.

%

Freq.       %

Desejou

32

82

  7

18

39           49

Não desejou

25

61

16

39

41           51

Total

57

71

23

29

80         100

Observa-se na tabela 1 que das gestantes que não desejaram a gestação 16 (39%) manifestaram depressão gestacional.

Tabela 2 - Associação entre adolescentes e adultas e depressão gestacional (n=80)

 

Sem depressão

Com depressão

Total

 

Freq.

%

Freq.

%

Freq.       %

Adolescentes

10

71

  4

29

14           18

Adultas

47

71

19

29

66           82

Total

57

71

23

29

80         100

Observa-se na tabela 2 que das gestantes adolescentes 4 (29%), e das adultas 19 (29%) apresentaram depressão gestacional.

Tabela 3 - Associação do estado civil das gestantes e depressão gestacional (n=80)

 

Sem depressão

Com depressão

Total

 

Freq.

%

Freq.

%

Freq.       %

Mora junto

47

70

20

30

67           84

Não mora junto

10

81

  3

23

13           16

Total

57

71

23

29

80         100

Observa-se na tabela 3 que 3 (23%) das gestantes que não moram com o parceiro apresentaram depressão gestacional.

Tabela 4 - Associação da escolaridade das gestantes e depressão gestacional (n=80)

 

Sem depressão

Com depressão

Total

 

Freq.

%

Freq.

%

Freq.       %

Fundamental incompleto

  2

40

  3

60

5               6

Fundamental completo

16

62

10

38

26           32 

Médio completo

Superior completo

Total              

36

  3

57

78

100

71

10

  0

23

22

  0

29

46           58

3               4

80         100

Observa-se na tabela 4 que apresentaram depressão gestacional 3 (60%) das gestantes com ensino fundamental incompleto, 10 (38%) das com ensino fundamental completo, e 10 (22%) das com ensino médio completo.

Tabela 5 - Associação entre primigestas e multíparas e depressão gestacional (n=80)

 

Sem depressão

Com depressão

Total

 

Freq.

%

Freq.

%

Freq.       %

Primigestas

30

81

  7

19

37           46

Multíparas

27

63

16

37

43           54

Total

57

71

23

29

80         100

Observa-se na tabela 5 que 7 (19%) das primigestas, e 16 (37%) das multigestas apresentaram depressão gestacional.

Tabela 6 - Associação entre adolescentes e adultas e desejo pela gestação (n=80)

 

Desejou

Não desejou

Total

 

Freq.

%

Freq.

%

Freq.       %

Adolescentes

10

45

12

55

22           27

Adultas

29

50

29

50

58           73

Total

39

49

41

51

80         100

Observa-se na tabela 6 que das gestantes adolescentes 12 (55%), e das adultas 29 (50%) não desejaram a gestação.

4. Discussão dos Resultados

Com os resultados obtidos através desse trabalho é possível dizer que as mulheres que não desejam a gravidez apresentaram depressão gestacional, isso pode acontecer devido ao fato de que para essas mulheres a gestação não era esperada, e nem desejada naquele momento, podendo trazer muita angustia nesse período de sua vida, em vez de felicidade, como a sociedade espera.

Os resultados não divergiram da literatura, pois segundo os autores Moraes et al., (2006); Nascimento et al., (2009), Faisal-Cury; Menezes (2012), a não aceitação da gravidez pelas gestantes é um dos fatores que mais influenciam o surgimento da depressão gestacional, e pós-parto, e segundo o estudo dos últimos autores citados acima, muitas mulheres que apresentaram a depressão durante a gravidez, tiveram prevalência também no pós-parto. Verificou-se na literatura que a primeira reação da mulher quando descobre a gravidez que não foi planejada e desejada é negativa, entretanto, algumas dessas mulheres encontram maneiras positivas para lidar com a nova situação, que de início não era desejada. Porém, as mulheres que não conseguem transitar por essa ambivalência, de desejar e não desejar sua gravidez, e continuam não a desejando, podem desenvolver problemas de saúde mental, sendo o mais frequente deles, a depressão gestacional, que causa tanto prejuízo para a saúde da mãe, quanto para a saúde do recém-nascido, como: ruptura prematura de membranas, nascimento prematuro, baixo peso, e prejuízo no desenvolvimento infantil, como fora descrito por alguns autores da literatura estudada, como Araújo et al., (2010), e Mohallajee et al., (2007).

Segundo estudo dos autores Figueiredo; Pacheco; Magarinho (2005) quanto ao desejo pela gestação, verificou-se que as adolescentes desejaram menos a gestação do que as adultas. Na presente pesquisa não se confirmou o que os autores acima relataram em seu estudo, pois o percentual das gestantes adolescentes e adultas que não desejaram a gestação não apresentou diferença. A literatura indica que gestantes adolescentes são mais vulneráveis a apresentar depressão gestacional, do que gestantes adultas, porém nessa pesquisa essa diferença não foi encontrada (ARAÚJO et al., 2010; FIGUEIREDO; PACHECO; MAGARINHO, 2005; LEE et al., 2007; MOREIRA et al., 2008; OLINTO; GALVÃO, 1999).

Com relação à faixa etária das gestantes participantes dessa pesquisa, pode-se observar que variou entre 14 a 40 anos, considerando adolescentes, as gestantes com idade entre 14 a 20 anos, e adultas com idade superior a 21 anos.

Nesse trabalho também foi possível verificar que gestantes que não moram com o parceiro, que possuem baixa escolaridade, mães de pelo menos um filho já nascido, e que não desejaram a gravidez apresentaram maior frequência de sintomas de depressão na gestação, visto que não se difere da literatura, pois segundo Borges et al., (2011), Huamán-Calderón; Quiliano-Terreros; Vilchéz-Román, (2009), Dayan et al., (2006), e Melián (2010), Pereira; Lovisi (2007), as adolescentes, mulheres com baixa escolaridade e renda, solteiras, separadas e viúvas são apresentadas como grupo de maior probabilidade para a gravidez indesejada, podendo apresentar sintomas depressivos. E segundo outros autores, como Bonila-Sepúlveda (2010), Baptista; Baptista; Torres (2006), Da-Silva et al., (1998), Lee et al., (2007), Nascimento et al., (2009), o apoio social, principalmente o marital, recebido antes e durante a gestação, e no puerpério são extremamente importantes, pois são fatores de proteção para que não ocorra a depressão gestacional, e a pós-parto.

Segundo Bonila-Sepúlveda (2010), Da-Silva et al., (1998), Nascimento et al., (2009), Rodrigues; Schiavo (2011) como há um aumento do nível de estresse nesse período, a mulher pode também desenvolver depressão no pós-parto, pois eventos de vida estressantes vivenciados pela mulher durante a gestação ou puerpério, como falta de apoio social, gestação indesejada, primeira gestação, dificuldades financeiras, entre outras, podem levar essa mulher a apresentar sintomas depressivos após o parto, e repercutir em prejuízos para o feto, devido à exposição deste dentro do útero ao estresse materno em níveis muito elevados, sendo que quanto mais avançada estiver a fase do estresse no organismo da mulher, maiores as chances da mesma vir a apresentar depressão pós-parto.

No presente estudo, a respeito do estado civil das participantes, a maioria morava com seus companheiros, na condição de casada ou amasiada, porém, esses fatores não foram vistos como proteção, pois as gestantes que moravam junto com seus parceiros apresentaram maior prevalência de depressão gestacional, mas pode ter ocorrido dessa forma, pois o morar junto pode não significar ter o apoio do seu companheiro, pois não se sabe o que acontece dentro de cada lar, podendo haver casais morando na mesma residência, mas enfrentado sérios conflitos conjugais.

Este, como outros estudos, possui fatores de limitação, como a não existência de um instrumento específico para fornecer diagnóstico de depressão no período gestacional, sendo necessário que seja criado um instrumento próprio para tal avaliação. Estudos recentes têm utilizado a Escala de Depressão Pós-Parto de Edinburgh (EPDS) para avaliar sintomas depressivos na gestação, por não haver ainda instrumento próprio para esse fim, como é o caso dos estudos dos autores Camacho et al., (2006); Nascimento et al., (2009). E pode-se verificar nos estudos de Baptista; Baptista; Torres (2006), que das 44 gestantes participantes de sua pesquisa, que preencheram o instrumento EPDS, 29,5% apresentaram sintomatologia para depressão gestacional, tendo como pontuação 12 ou mais para indicar sintomas depressivos. No estudo dos autores Nascimento et al., (2009), foi constatada também a utilização da Escala de Depressão Pós-Natal de Edinburgh como instrumento para avaliar a intensidade dos sintomas depressivos no período gestacional, e segundo os autores, as escalas de auto-avaliação devem ser utilizadas para rastrear a depressão nos serviços de atendimento pré-natal, porém a EPDS foi utilizada nos dois estudos por não haver uma escala específica para avaliar a depressão no período gestacional.

Contudo, a EPDS é um instrumento para avaliar a sintomatologia no período pós-parto. Como a EPDS ainda está sendo estudada para aplicação na população de gestantes, optamos por utilizar o Inventário de Depressão de Beck (BDI) que também não seria um instrumento próprio para avaliar depressão gestacional, entretanto ainda é o mais recomendado para identificar sintomatologias depressivas (PEREIRA; LOVISI, 2008; CAMACHO et al., 2006).

Outro fator de limitação do presente estudo é o tamanho da amostra que pode ser considerada pequena, pois contou com a participação de 80 gestantes, o que dificultou um maior aprofundamento estatístico da pesquisa.

Com relação ao desejo pela gestação, poucos estudos foram encontrados quanto ao desejo da adulta, pois os estudos apenas traziam o desejo das adolescentes, ou seja, onde as mesmas em grande maioria não desejavam a gravidez, por haver uma junção de vários outros fatores de risco envolvidos, como baixa escolaridade, falta de apoio social, familiar e marital, baixa renda, desemprego, entre outros, além do que a adolescência é uma fase conturbada, onde há mudança de papéis, e a menina se torna mulher. Sendo então necessária a realização de mais estudos focados no desejo pela gestação em mulheres adultas, pois o não desejo pela gestação pode acontecer com qualquer mulher, adolescente ou adulta, e muitas gestantes adultas encontram dificuldades para dizer o que realmente sentem, talvez por acreditarem que a sociedade possa recriminá-las se não desejarem a gravidez, visto que as expectativas sociais são de que todas as mulheres devam desejar a gestação, e que estejam satisfeitas e felizes nesse momento de sua vida.

5. Considerações Finais

Ser mãe de pelo menos um filho nascido, não desejar a gestação, morar junto com o parceiro, ter baixa escolaridade parecem ser fatores de risco para a manifestação de depressão gestacional. Entretanto, mais estudos precisam ser realizados, principalmente na investigação do fator morar junto como risco, pois segundo a literatura ter o apoio do parceiro é um fator de proteção a depressão gestacional, porém morar junto não significa ter apoio do parceiro. A avaliação da saúde mental de gestantes é de extrema importância, visto que a depressão gestacional é um transtorno que acomete muitas mulheres no período gravídico-puerperal e trás diversos prejuízos à saúde materno-infantil. Quando diagnosticado problemas de saúde mental na gestação, como a depressão, é possível intervir evitando que se torne também um problema no puerpério.

Portanto, pode-se concluir com esse estudo, que o não desejar a gestação pode facilitar o desencadeamento da depressão no período gestacional, e é necessário que pesquisas sejam realizadas também no pós-parto para verificar se os sintomas depressivos perduram. Informações sobre planejamento familiar devem ser trabalhadas de maneira mais acessível à compreensão dessas mulheres. Visto que a literatura indica que existem riscos à saúde materno-infantil quando a gestação não é desejada, e que a população de risco é de mulheres com baixo poder aquisitivo é necessário aumentar e facilitar a oferta de serviços preventivos, auxiliando-as na contracepção, e assim, ajudando a evitar futuros problemas de saúde mental, como a depressão, e para tanto, devem ser implantadas com maior eficácia nas redes públicas de saúde medidas socioeducativas, como serviços psicológicos, onde a gestante possa falar sobre suas dúvidas e conflitos com relação à gestação, evitando-se que problemas de saúde mental gestacional evoluam para o pós-parto, com todas as consequências que esse quadro possa causar.

Sobre os Autores:

Vanessa Regina Cleris Tiosso - Graduada em Psicologia pelo Instituto Municipal de Ensino Superior de São Manuel em Dezembro de 2013.

Rafaela de Almeida Schiavo - Doutoranda no programa de Saúde Coletiva na UNESP/Botucatu, Mestre em Psicologia do Desenvolvimento Humano e aprendizagem pela Unesp de Bauru, Professora no curso de Psicologia no Instituto Municipal de Ensino Superior de São Manuel.

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