O Contexto Familiar e o Desenvolvimento Infantil: Considerações Sobre o Complexo de Édipo, a Aprendizagem e os Limites

(Tempo de leitura: 9 - 17 minutos)

Estrutura e Relações Familiares

A família, nos dias de hoje, apresenta-se com diferentes estruturas e configurações. Tratando-se de um contexto denominado pós-moderno, este em que vivemos atualmente, falta-nos uma perspectiva exata para defini-la, dadas as transformações ocasionadas pela própria evolução dos tempos, havendo inclusive, vários modelos em uma mesma família, formada por pessoas de origens diferentes, motivadas por valores também diferentes.

Apesar de todas as mudanças sofridas ao longo dos tempos, cabe ressaltar a importância da função psicossocial da família em relação a seus membros, que não deixa de ser fundamental em tempo algum e sobrevive a quaisquer mudanças.

O papel da família é o de, fundamentalmente, promover o atendimento das necessidades básicas de seus membros, as quais se podem definir como sendo de natureza física, social e afetiva. Como diz Winnicott (1999, p.144) “temos, pois, duas coisas distintas: as tendências inatas do bebê e o lar que você lhe proporciona. A vida consiste na interação dessas duas coisas”.

As necessidades físicas referem-se à sobrevivência: abrigo, segurança e alimento. Já as de natureza social e afetiva, dizem respeito ao desenvolvimento emocional e cognitivo, constituindo-se a identidade, a individualidade, o sentimento de pertencimento, amparo e proteção dos sujeitos a ela pertencentes.

Neste contexto, cabem algumas considerações sobre o ambiente, que influencia diretamente as configurações familiares. A esse respeito, pode-se falar em famílias saudáveis, ou funcionais, e famílias disfuncionais. Vejamos como se caracteriza cada uma delas.

As famílias saudáveis ou funcionais, segundo Macedo (1994, p. 186), caracterizam-se por um “ambiente acolhedor, continente, podendo as relações entre seus membros serem caracterizadas como amorosas, carinhosas e leais”, e as disfuncionais, ainda conforme a mesma autora, propiciam a convivência em um “ambiente disjuntivo e os relacionamentos assumem características de ódio, culpa, vingança”.

Nas primeiras, o crescimento de seus membros é promovido, nas segundas, bloqueado. Trata-se, aqui, da qualidade do ambiente e das vivências nele realizadas, aliada aos processos internos do sujeito em desenvolvimento. Como diz Winnicott (1999, p.148) “o suprimento ambiental ou fornece uma oportunidade para que ocorra o processo interno de crescimento, ou então impede que tal aconteça”.

A despeito deste ambiente, questões como a comunicação, as regras e limites, a própria organização da rotina, as relações de poder, são aspectos muito importantes na constituição e manutenção das famílias e devem ser levados em consideração em qualquer análise que se faça, seja qual for o objetivo em questão, visto que estão todos inter-relacionados. Como afirma Zimerman (1999, p.104), “uma família bem estruturada requer algumas condições básicas, como é a necessidade de que haja uma hierarquia na distribuição de papéis, lugares, posições e atribuições, com a manutenção de um clima de liberdade e de respeito recíproco entre os membros”.

Além disso, essas são questões que contribuem de forma decisiva na formação dos indivíduos, como nos elucida Winnicott (1989, p.103) a respeito da família “cuja estrutura se relaciona com a estrutura da personalidade do indivíduo”. Disto podemos inferir o quanto é importante proporcionar à criança um ambiente saudável, que proporcione o pleno desenvolvimento se suas potencialidades, que lhe proteja e lhe desperte o prazer de viver, caso contrário, pode ocorrer um “fracasso do suprimento ambiental” (WINNICOTT, 1999, p.149), gerando danos ao saudável crescimento.

Mas, apesar de se saber do imenso valor de um lar saudavelmente constituído, a bem da verdade não podemos deixar de dizer que não há lar perfeito no mundo, nem família perfeita ou ideal. Todas as pessoas têm problemas e todas as crianças, em algum momento de seu desenvolvimento, revelam algum sintoma, alguma pista de que algo não vai perfeitamente bem. Conforme Winnicott (1982, p.142), “mesmo o mais carinhoso e compreensivo ambiente de vida familiar não pode alterar o fato de que o desenvolvimento humano vulgar é árduo e, na verdade, um lar perfeitamente adaptativo seria difícil de perdurar, visto que não haveria qualquer alívio através de uma cólera justificada”.

Sabendo-se, então, que embora se procure prover de forma o mais satisfatoriamente possível as necessidades das crianças, não se alcançará o ideal, tampouco se verá um crescimento livre de qualquer deslize que o comprometa ou dificulte de alguma forma, cabe analisar-se o que um sintoma pretende demonstrar.

O sintoma tem o papel de, basicamente, mostrar algo que quer se esconder. Algo que não está bem estruturado, resolvido, que pede atenção, mas que não pode aparecer por completo, mostrando-se como é. Constitui-se como um dos recursos que, nas palavras de Winnicott (1982, p.143), “a natureza forneceu para defesa contra a angústia e o conflito intolerável”.

Mas o sintoma, em si, não é o problema. Pelo contrário, é um pedido de ajuda que pode se expressar das mais variadas formas: uma enurese, uma rejeição aos alimentos, uma dificuldade de aprendizagem, uma gagueira, entre tantas outras possibilidades. Esta manifestação que, muitas vezes, preocupa e incomoda encontra lugar de expressão no brincar. Por isso, recomenda-se a estimulação da capacidade de brincar da criança.

Se uma criança estiver brincando, haverá lugar para um sintoma ou dois, e se ela gostar de brincar, tanto sozinha como na companhia de outras crianças, não há qualquer problema grave à vista... Suas brincadeiras revelam que essa criança é capaz, dado um ambiente razoavelmente bom e estável, de desenvolver um modo de vida pessoal e, finalmente, converter-se num ser humano integral, desejado como tal e favoravelmente acolhido pelo mundo em geral. (WINNICOTT, 1982, p.143)

Cada família busca, à sua maneira, enfim, oferecer o melhor possível ao desenvolvimento de seus membros, da forma que considera mais adequada. O que será feito com isso que é oferecido depende, em grande parte, do próprio sujeito, daquilo que é capaz de conseguir naquele momento, frente aquela experiência singular. Neste jogo de interações e relações múltiplas desenvolvem-se os sujeitos que vem a se constituir criadores de sua própria história.

A Função Paterna, o Complexo de Édipo e a Aprendizagem

A figura do pai é de suma importância no desenvolvimento dos filhos e vem sendo resgatada pela psicanálise nos tempos de hoje. A figura paterna, referendo-se aqui não só ao pai biológico, mas à aquele que exerce realmente a função paterna, tem um importante papel no processo de separação – individuação (Mahler apud ZIMERMAN, 1999) do bebê com a mãe. Fala-se, aqui, de uma das razões pelas quais se atribui ao Complexo de Édipo “um papel organizador essencial para a organização da personalidade” (ZIMERMAN, 1999, p.95).

Nesse período, marcado por desejos amorosos e sentimentos hostis, a criança começa a perceber a presença de um terceiro em sua relação com a mãe. O pai, esse terceiro, ao se interpor na díade mãe-filho, possibilita à criança perceber que a mãe não é somente sua e que, entre eles, existem “diferenças de sexo, geração e potência” (ZIMERMAN, 1999, p.95). Além disso, a resolução edípica é essencial à formação da personalidade e do sentimento de identidade, na medida em que determina a formação das identificações.

A situação edípica “adquire sempre uma configuração vincular, intra e interpessoal” (ZIMERMAN, 1999, p.402), onde estão presentes quatro vínculos importantes: o vínculo de amor, o de ódio, o do conhecimento e o de reconhecimento. O principal enfoque da psicanálise contemporânea é a forma de articulação e interação desses vínculos entre si.

Interessa-nos, de maneira especial, o último dos quatro vínculos: o de reconhecimento. É este vínculo que permite à criança reconhecer o outro como uma pessoa separada e diferente dele. Isto só é possível com a entrada do pai neste universo simbiótico em que se encontram a mãe e o bebê.

Além disso, existe a necessidade do sujeito ser reconhecido pelos outros, com amor, valor e desejo, atribuindo-lhe o sentido de que, de fato, ele existe. Sem esse reconhecimento, o indivíduo não chega a compreender os outros, tampouco ser compreendido ou fazer algo com eles.

Dito isto, passa-se a refletir sobre as frustrações impostas pelo pai, no exercício de sua função: colocando os limites, reconhecendo e aceitando as diferenças, promovendo a dolorosa, mas necessária, passagem do princípio do prazer/desprazer ao princípio da realidade. São estas frustrações que estimulam as funções do ego, especialmente no que tange a formação da capacidade para pensar. Conforme Winnicott (1989, p. 103), o pai “acaba entrando na vida da criança como um aspecto da mãe que é duro, severo, implacável, intransigente, indestrutível, e que, em circunstâncias favoráveis, vai gradualmente se tornando aquele homem que se transforma num ser humano, alguém que pode ser temido, odiado, amado, respeitado”.

Resolvido o conflito edípico e exercido o papel da figura paterna, ao ultrapassar a ligação simbiótica com a mãe e renunciando a ela como seu exclusivo interesse, a criança avança para um período de maior socialização com o pai, com outros pares, irmãos, enfim, abrindo-se para um novo mundo a ser descoberto.

Cabe ainda comentar, outra questão de suma importância para se entender a evolução deste processo e sua relação com a aprendizagem: o que Freud chamou de “as investigações sexuais infantis”. Partindo das diferenças sexuais que percebe nas relações com o pai e a mãe, a criança começa a investir na elaboração da angústia que essas diferenças despertam. Como elucida Kupfer (2000, p.70), “para Freud, as primeiras investigações são sempre sexuais e não podem deixar de sê-lo: o que está em jogo é a necessidade que tem a criança de definir, antes de mais nada, seu lugar no mundo. E esse lugar é, a princípio, um lugar sexual”.

Assim sendo, os questionamentos a respeito da origem das coisas situar-se-iam na base das investigações sexuais infantis, as quais ao final do conflito edipiano são parcialmente reprimidas. “Parte delas ‘sublima-se’ em ‘pulsão’ de saber, associada a ‘pulsões de domínio’ e a ‘pulsões de ver’”, Freud (apud KUPFER, 2000, p.70). Importa dizer aqui, que o desejo de saber, tão importante para a aprendizagem e seus processos, está associado ao dominar, ao ver e ao sublimar.

Função Materna e suas Implicações para o Desenvolvimento Infantil

O vínculo entre mãe e filho existe desde antes do nascimento, como afirma Pichon-Riviére (1988, p.53): “o vínculo com a mãe é chamado de vínculo intra-uterino”. Sendo assim, antes mesmo do primeiro choro, do primeiro colo e da primeira mamada, mãe e filho já estão vinculados e este prossegue ao longo de muito tempo durante a vida de ambos.

Porém, estar vinculado apenas, não garante um pleno desenvolvimento a este pequeno ser que acaba de vir ao mundo. É preciso, resumindo em poucas palavras, que esta mãe seja suficientemente boa, conceito desenvolvido por Winnicott, autor que muito estudou e escreveu sobre a Psicanálise, incluindo-se a função materna, que será aqui representa pela palavra mãe.

A “mãe suficientemente boa” é aquela que “não frustra, nem gratifica, de forma excessiva, e que possibilita um sadio crescimento do self do seu filho” (ZIMERMAN, 1999, p.104). Essa mãe tem uma incrível capacidade de adaptação às necessidades de seu bebê, identificando-se com ele, percebendo como ele se sente e, assim, torna-se apta a atender suas necessidades básicas, proporcionando sua sobrevivência física e psíquica.

Dessa forma, mãe e filho vão se comunicando, seja através de um choro, de um sorriso, de um apelo por companhia. O choro, por exemplo, é uma expressão que pode significar fome, dor, sono, e na maioria das vezes, só a própria mãe sabe identificá-lo. Tudo isso, graças ao vínculo de que se falou anteriormente.

Identificar, no entanto, não é o suficiente para este bebê se constituir sadiamente. É preciso também que esta mãe saiba satisfazer adequadamente as necessidades deste filho, acolhendo-o, contendo suas angústias, seus ataques agressivos, suas birras e teimosias, dando significado ao que ele sente, nomeando esse sentimento e dando-lhe uma devolução, digamos, elaborada e compreendida.

Além de todos esses aspectos, que marcam a presença dessa mãe atenta e dedicada, é importante que ela saiba também estar ausente. Só assim será possível que se promova “uma progressiva e necessária ‘desilusão das ilusões’” (ZIMERMAN, 1999, p.105). Esse ponto remete a mais uma das funções da mãe suficientemente boa: possibilitar a adequada frustração que é indispensável ao desenvolvimento emocional e cognitivo da criança. Ressalta- se que é preciso haver um equilíbrio no exercício dessas frustrações, que não podem ser nem exageradas, nem demasiadamente escassas, sob pena de comprometer a estruturação sadia da criança.

É importante considerar que a mãe representa para o bebê um espelho, através do qual se criam representações dele mesmo e dos pais, sendo um importante modelo de identificação para o filho. Utilizando-se as palavras de Winnicott (apud ZIMERMAN, 1999, p.106): “o primeiro espelho da criatura humana é o rosto da mãe, seu olhar, sorriso, expressões faciais etc.”

Da relação mantida com a figura materna, basicamente, dependem as primeiras marcas que o sujeito recebe, e estas configuram a base de sua constituição. Inicialmente, segundo a teoria de Winnicott, essa relação é de absoluta dependência, perdurando até os cinco meses, aproximadamente. Neste momento, o desenvolvimento infantil está fortemente influenciado pela capacidade da mãe de compreender e atender as necessidades do filho. Segundo suas palavras (apud PARENTE, 2003, p.30), “a mãe, no começo, através de uma adaptação quase completa, propicia ao bebê a oportunidade para a ilusão de que o seio dela faz parte do bebê, de que está, por assim dizer, sob o controle mágico do bebê (...) a onipotência é quase um fato da experiência”.

Superada essa fase, inicia-se o período de dependência relativa, no qual a criança vai, aos poucos, diferenciando-se da mãe e é preciso que ela abandone progressivamente sua adaptação, passando o domínio da situação para o bebê que, gradativamente, diferencia-se do mundo exterior. No início do segundo ano, aproximadamente, a criança passa a evoluir para a independência, momento em que começa a se desenvolver, paralelamente, a socialização e a aquisição do senso social.

Para tanto, é necessário haver um lento e gradual processo de dessimbiotização, que possibilitará o reconhecimento da existência de terceiros, rompendo a díade mãe-bebê, através da conscientização da existência de um pai. Esse é o terceiro que surge para “quebrar” a relação exclusiva da criança com a mãe, sem a qual esta criança cria uma onipotência muito grande, que a leva à impulsividade e a um baixo limite de tolerância à frustração.

A função materna é, portanto, este elemento indispensável, de valor incalculável ao desenvolvimento e à constituição do ser humano, um papel do qual dependerá, em grande medida, toda a existência do sujeito.

Educação e Limites na Família

Os limites constituem um ponto de fundamental importância no contexto familiar, bem como fora dele, quando se pensa em educação. Assim como na sociedade, também na família devem existir certas regras e limites que garantam a sobrevivência e a boa convivência de todos.

Cada família tem sua estrutura e uma organização particular que rege seu funcionamento, de forma que as regras nela presentes determinam o modo como se relacionam os seus membros. Como explicita Macedo (1994, p.189):

... quanto mais claras, explícitas forem as regras, tanto mais fácil a educação das crianças e as relações intra e extra-sistema. Ocorre porém que tais regras se baseiam em crenças, valores, adquiridos em grande parte na família de origem dos pais e permeiam as relações cotidianas quer através de ordens expressas, ou sendo adquiridas através de negociações diárias...

A criança precisa de limites para se sentir segura e protegida, assim como precisa também de disciplina, com amor e respeito. Brazelton e Greenspan, médicos americanos que se dedicam ao estudo do desenvolvimento infantil, afirmam que “quando a disciplina é vista como ensino e é transmitida com muita empatia e sustentação, as crianças se sentem bem sendo obedientes. É um sentimento bom e acalentador, sentir que você é o brilho no olhar de outra pessoa” (2000, p.158).

O ambiente familiar deve prover as necessidades de afeto, atenção e segurança da criança, de modo que se possam estabelecer relações de confiança. Além disso, é necessário que se saiba o que se pode ou não fazer, havendo clareza e coerência nos limites estabelecidos e, fundamentalmente, que estes sejam sustentados e cumpridos.

Dessa forma, os pais ensinam aos filhos, gradativamente, a importância do controle de suas atitudes, através do diálogo, da discussão dos problemas, da reflexão sobre seus atos e suas respectivas conseqüências, favorecendo o desenvolvimento da autonomia.

As crianças devem vivenciar adultos fazendo por eles o que esperamos que elas eventualmente façam para si mesmas e para os outros. Não é apenas o testemunho ou a observação que ensina, é fazer parte de um relacionamento em que certas atitudes, valores, ideais e objetivos são parte de interações sustentadoras de adulto- criança (BRAZELTON e GREENSPAN, 2000, p.159).

Os limites são necessários à preservação da vida, à convivência social, ao exercício da criatividade, à aprendizagem e exercício do respeito, à construção da confiança, e inúmeras outras questões que poderiam ser citadas aqui.

Inicialmente estabelecido pelos pais, serve de parâmetro para a tomada de decisão dos filhos, ajudando-os a saber agir diante das situações que exigem uma escolha. Não havendo esse limite, a criança terá apenas seus desejos como parâmetro de decisão ou, de outra forma, estará sempre sujeito às ordens e decisões de outros.

A educação, tanto familiar quanto escolar e social, ensina a criança a lidar com esses desejos, dominando-os e buscando a melhor forma de agir. O que se deseja é que a criança usufrua de sua liberdade de decisão, de forma segura, consciente e autônoma.

Sobre o Autor:

Cintia R. Bonalume - Pedagoga, Psicopedagoga e Revisora de Textos.

Referências:

BRAZELTON, T. Berry e GREENSPAN, Stanley I. As necessidades essenciais das crianças: o que toda criança precisa para crescer, aprender e se desenvolver. Porto Alegre: Artmed, 2002.

KUPFER, Maria Cristina. Freud: o mestre do impossível. São Paulo: Scipione, 2000.

MACEDO, Rosa Maria. A família diante das dificuldades escolares dos filhos. In: BOSSA, Nádia e OLIVEIRA, Vera Barros de (Orgs). Avaliação Psicopedagógica da criança de 0 à 6 anos. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.

PARENTE, Sonia Maria. Pelos caminhos da ilusão e do conhecimento – uma fundamentação teórica na clínica da aprendizagem a partir de D. W. Winnicott. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.

PICHON-RIVIÈRE, Enrique. Teoria do vínculo. São Paulo: Martins Fontes, 1988.

ZIMERMAN, David E. Fundamentos Psicanalíticos: teoria, técnica e clínica – uma abordagem didática. Porto Alegre: Artmed, 1999.

WINNICOTT, Donald. A criança e o seu mundo. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982.

____. Tudo começa em casa. São Paulo: Martins Fontes, 1989. ____,. Conversando com os pais. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

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