O Uso Excessivo da Internet por Jovens

O Uso Excessivo da Internet por Jovens
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Resumo: O uso inadequado dos aparelhos digitais pode gerar comportamentos característicos de dependência, e esta dependência pode se tornar uma porta de entrada para outros problemas na vida dos jovens. O objetivo desse estudo foi descrever os possíveis danos biopsicossociais em jovens, ocasionados pela dependência da internet. Através de uma revisão de literatura nacional, foram excluídos os artigos que não contemplavam as questões biopsicossociais do indivíduo, os que estavam disponíveis apenas em língua estrangeira e também aqueles que adotaram a metodologia de revisão de literatura. Os principais resultados indicaram os adolescentes como o grupo mais vulnerável à dependência da internet, à dificuldade de manifestar comportamento social, a conflitos familiares e associação do uso de redes sociais com depressão e ansiedade.

Palavras-chaves: dependência, internet, jovens.

Introdução

Na atualidade, as interações humanas perpassam pela influência de diversos ambientes, dentre eles o virtual, pelo uso da internet e seus meios de acesso. Neste sentido, muitas pessoas, principalmente os jovens e estudantes, utilizam de forma inadequada aparelhos digitais conectados à internet, que podem gerar comportamentos característicos de dependência. Desse modo, a dependência de internet pode representar uma porta de entrada para outros problemas mais graves (Souza et al., 2018). Segundo os pesquisadores que estudam o comportamento humano, a maioria das atividades (comportamentos) e substâncias que produzem efeitos prazeirosos tendem a ser repetidas. O que torna que um comportamento seja repetido é quando este é positivamente reforçado. O reforço positivo ocorre quando a presença de um reforço aumenta a probabilidade da resposta antecedente, sendo que esse padrão segue princípios básicos de condicionamento operante. Assim, naturalmente as pessoas aumentam o uso de internet (Young; Abreu, 2011).

Young e Abreu (2011) também que os casos de dependência de internet estão relacionados à aspectos de tolerância e abstinência com concomitante desconforto físico (principalmente na forma de sintomas semelhantes aos de ansiedade ou irritabilidade elevada) quando os pacientes interrompem ou alteram seus padrões de uso. Muitos pacientes relatam esses sintomas de abstinência quando descontinuam ou diminuem o uso de internet e de outras tecnologias de mídia digital. Frequentemente, esses sintomas e reações também são confirmados por membros próximos da família e amigos.

O diagnóstico do vício em internet é difícil de ser constatado, pois, como é um instrumento de uso pessoal e profissional, acaba encobrindo o comportamento dependente. São utilizados métodos comparativos com outros critérios de outras dependências estabelecidas para identificar o uso compulsivo da internet (Pirocca, 2012).

Por outro lado, estudos revelam a associação do uso de jogos eletrônicos com a maior facilidade de aprendizado, desenvolvimento de habilidades cognitivas e motoras, melhora na capacidade de orientação espacial e a facilitação da socialização. E estas vantagens de seu uso têm sido testadas e comprovadas também em terapias médicas, incluindo psicoterapias (Abreu et al., 2008).                                                                  

Ainda há muito que se estudar sobre o tema, mas a maioria dos autores sugerem que o uso excessivo do videogame e da Internet pode se tratar de um novo transtorno psiquiátrico. Pesquisas realizadas em países desenvolvidos apontam que boa parte da população jovem e adulta apresentam características de uso problemático desses novos recursos eletrônicos. Entretanto, estes estudos ainda são heterogêneos em relação a variabilidade da nomenclatura e a inexistência de uma síndrome clinicamente identificável e confiável, devido à falta de critérios diagnósticos e definições operacionais estabelecidos (Abreu et al., 2008). Efeitos deletérios aos jovens podem estar associados à dependência da internet, como alterações na qualidade do sono, na nutrição, na atividade física, menor desempenho acadêmico ou profissional, prejuízo nos relacionamentos interpessoais, transtornos de humor, déficit de atenção e hiperatividade, transtorno de uso de substâncias, ansiedade, ansiedade social, solidão, baixa autoestima, menores níveis de atividade física, hostilidade e comportamento agressivo, comportamento compulsivo, impulsividade, maiores taxas de transtornos de personalidade, menor felicidade e vitalidade subjetivas, prejuízos na saúde mental de forma geral e suicídio (Moromizato et al., 2017)  Portanto, este estudo tem o objetivo de descrever os possíveis danos biopsicossociais em jovens, ocasionados pela dependência da internet.

Metodologia

O estudo desenvolvido foi do tipo pesquisa exploratória de revisão de literatura, utilizando as bases de dados PePSIC, LILACS e SCIELO e os descritores: dependência internet e jovens. No total foram utilizados setes artigos científicos disponíveis na língua portuguesa. Foram adotados como critérios de exclusão os artigos que abordavam a dependência de internet, mas que não contemplavam as questões biopsicossociais do indivíduo, os que estavam disponíveis apenas em língua estrangeira e também os que adotaram a metodologia de revisão de literatura.

A revisão integrativa é a mais ampla abordagem metodológica referente às revisões, permitindo a inclusão de estudos experimentais e não-experimentais para uma compreensão completa do fenômeno analisado. Combina dados da literatura teórica e empírica, além de incorporar um vasto leque de propósitos: definição de conceitos, revisão de teorias e evidências, e análise de problemas metodológicos de um tópico particular. A ampla amostra, em conjunto com a multiplicidade de propostas, deve gerar um panorama consistente e compreensível de conceitos complexos. Essa combinação de diversas metodologias pode contribuir para a falta de rigor, a inacurácia e o viés, devendo ser conduzida dentro de padrões de rigor metodológico (Souza; Silva; Carvalho, 2010).

Resultados e Discussão

A amostra final desta revisão foi constituída por sete artigos científicos selecionados pelos critérios de inclusão previamente estabelecidos. Destes, quatro foram encontrados na base de dados LILACS, um no PePSIC e dois no SCIELO, os anos de publicação foram em 2015 a 2018.

Quanto às alterações biopsicossociais, os resultados apontaram que os jovens apresentavam: dificuldade de manifestar comportamento social, relação entre variáveis familiares e predição a dependência de internet, relação positiva entre uso das redes sociais e percepção de solidão, sendo que os adolescentes constituem o grupo mais vulnerável à dependência da internet. Em outro estudo não foi possível relacionar a prevalência de sintomas depressivos e de ansiedade.

O Quadro I representa as especificações de cada um dos artigos utilizados para compor o fichamento.

Base de Dados

Título

Ano de Publicação

Métodos

Principais Resultados

PePSIC

Dependência de internet e habilidades sociais em adolescentes

2016

Observacional analítico

Adolescentes dependentes de internet tinham maior dificuldade em manifestar comportamentos socialmente habilidosos em relação ao escore total de habilidade social e às classes: autocontrole, assertividade, abordagem afetiva e desenvoltura social.

LILACS

Padrão de uso de internet por adolescentes e sua relação com sintomas depressivos e de ansiedade

2016

Estudo Quantitativo

61,33% dos adolescentes apresentaram risco de dependência da internet. A prevalência de sintomas depressivos e de ansiedade foi classificada dentro da faixa não-clínica da população.

SCIELO

Conflitos Familiares e Práticas Educativas Parentais como Preditores de Dependência de Internet

2016

Estudo explicativo, quantitativo e de corte transversal

Os resultados corroboram estudos internacionais e indicam que as variáveis familiares investigadas têm um efeito considerável na predição da dependência de internet, tendo em vista que esse é um fenômeno complexo e de natureza multifatorial.

SCIELO

Vulnerabilidade das consumidoras adolescentes: um estudo em ambiente virtual*

2015

Qualitativo

Identificou-se como fatores agravantes da vulnerabilidade das consumidoras adolescentes: o gênero; o autoconceito; a condição socioeconômica; a falta de conhecimento e a baixa experiência de consumo; a motivação; o estigma e a discriminação; as normas da subcultura adolescente; o excesso de informação; e o uso excessivo da internet.

LILACS

Uso de redes sociais e solidão: evidências psicométricas de escalas

2018

Exploratório

Verificou-se relação positiva entre uso das redes sociais e percepção de solidão e relação negativa dessa última variável com autoestima

LILACS

Dependência de Internet: Um Estudo com Jovens do Último Ano do Ensino Médio 

 

2018

Quantitativo

Identificou-se que 8,9% dos participantes apresentam dependência moderada e severa, com tempo de navegação diário elevado, principalmente nas redes sociais.

LILACS

O Uso de Internet e Redes Sociais e a Relação com Indícios de Ansiedade e Depressão em Estudantes de Medicina

 

2017

Descritivo, Transversal, Quantitativo

 98,8% fazem uso diário de internet e/ou redes sociais. Foi avaliada a prevalência de diversos indícios do uso prejudicial da internet, bem como a concepção dos participantes sobre seu uso.

Quadro I- Principais resultados da pesquisa de literatura sobre dependência de internet por jovens.

O artigo que estudou a dependência de internet e habilidades sociais em adolescentes, através de uma metodologia observacional, constatou que os adolescentes dependentes de internet tinham maior dificuldade em manifestar comportamentos socialmente habilidosos em relação ao escore total de habilidade social e às classes: autocontrole, assertividade, abordagem afetiva e desenvoltura social (Terroso; Argimon, 2016).

Ainda segundo Terroso e Argimon (2016),  a faixa etária dos adolescentes são os principais acometidos pela dependência da internet. Nesta fase, a imaturidade dos sistemas cerebrais monoaminérgicos cortical frontal e subcortical  faz com que a impulsividade seja um traço comportamental típico. Fato que pode explicar o porquê dos adolescentes possuírem menos habilidades em controlar o entusiasmo por algo que lhes desperta interesse, estando mais vulneráveis ao uso patológico da internet. O estudo em questão teve o objetivo de observar a relação entre Habilidade Social e a Dependência da Internet na adolescência, e foi possível verificar que a dependência da Internet estava associada a um baixo repertório de habilidades sociais em vários aspectos, apesar dessa condição encontrar-se associada a uma maior frequência de comportamentos afetivos e assertivos.

O estudo em tela concluiu que os indivíduos tidos como dependentes de internet apresentavam escores maiores para a dificuldade em executar as condutas relativas a um desempenho social mais hábil. Entretanto, argumentos encontrados nas discussões relatam que há autores que acreditam que o déficit de habilidade social acaba causando a dependência da internet, pois argumentam que indivíduos com baixo habilidade social tendem a preferir a interação social on-line, já que a internet pode servir como uma ferramenta de proteção à ansiedade em socializar. A internet proveria uma zona de conforto através da sensação de anonimato, fazendo com que os adolescentes se expressem livremente, sem receios, ou até mesmo se passando por outra pessoa (Terroso; Argimon, 2016).                   

Pesquisa realizada por Della e Colaboradores (2016) investigou o padrão de uso de internet por adolescentes e sua relação com sintomas depressivos e de ansiedade, através de um estudo quantitativo. Os resultados apontaram que os sintomas de dependência de internet, sintomas depressivos e sintomas de ansiedade caracterizam-se na faixa não-clínica. Entretanto, na discussão foi abordado a literatura que aponta para a adolescência como o grupo etário mais vulnerável à dependência de internet e argumenta para necessidade de capacitações para psicólogos e demais profissionais da saúde na correta identificação e tratamento de transtornos pelo uso abusivo de internet. Ainda os autores admitem que é possível o acontecimento de viés na pesquisa devido ao número de participantes e erro amostral.Terres-Trindade e Mosmann (2016) estudaram os conflitos familiares e práticas educativas parentais como preditores de dependência de Internet, através de uma abordagem quantitativa. Os resultados da pesquisa mostraram que a internet aparece como motivo de conflito com os pais na amostra do estudo, sendo menos frequente apenas do que os conflitos sobre atividades do cotidiano, como as tarefas domésticas e o dinheiro. Os conflitos com a mãe, sobre todas as temáticas, mostram-se mais frequentes quando comparados com o pai, o que o autor aponta ao motivo de estar relacionado ao fato de que ainda as mães estão mais presentes no dia a dia dos filhos em comparação aos pais.

As associações encontradas entre as práticas educativas parentais e os níveis de dependência da internet foram fracas. Nas discussões os autores discorrem para o fato da dependência da Internet como um sintoma externalizante, e que as práticas educativas positivas de apoio emocional materno e paterno, incentivo à autonomia materno e paterno e a supervisão do comportamento paterno, como um fator de proteção para a dependência da internet. Na contramão, as práticas educativas negativas de intrusividade materna e paterna e controle punitivo paterno, são um fator de risco (Terres-Trindade; Mosmann, 2016).

Pesquisa de abordagem qualitativa realizada por Holanda e Arruda (2015) estudou a Vulnerabilidade das consumidoras adolescentes. A mesma apontou que dentre os fatores que conduzem as adolescentes à vulnerabilidade identificam-se o próprio gênero, o autoconceito; a condição socioeconômica; a falta de conhecimento e a baixa experiência de consumo; a motivação; o estigma e a discriminação; as normas da subcultura adolescente; o excesso de informação; e o uso excessivo da internet. Foi possível concluir que as adolescentes quando estão vivenciando a vulnerabilidade apresentam algumas características relevantes que estão relacionadas aos fatores internos, externos ou contextuais.

Destarte, é possível afirmar que as consumidoras adolescentes que enfrentam uma situação de vulnerabilidade devido aos fatores internos revelam como características: falta de habilidade para reconhecer e proteger-se das tentativas de persuasão; a falta de confiança em relação a sua autoimagem, por exemplo, dúvidas em relação a própria aparência; baixa autoestima; e sinais de materialismo. Os estados individuais que afetam as adolescentes apontaram que estas não conseguem resistir às mensagens de marketing com celebridades e revelam comportamento de compras por impulso. Como fatores externos foram abordadas questões sobre as adolescentes, que apresentam perda do bem-estar; como também, não conseguem resistir às pressões do grupo por medo de serem excluídas. Em relação aos fatores contextuais, as adolescentes demonstram-se confusas diante da grande quantidade de informação as quais são expostas diariamente e ao uso excessivo da internet (Holanda; Arruda, 2015).

Estudo realizado por Fonseca et al. (2018) verificou que quanto maiores os níveis de dependência de uso das redes sociais, maior a percepção de solidão. E argumenta que a preferência por estar conectado em redes online pode tornar-se compulsiva e interferir negativamente no cotidiano dos jovens, podendo ocasionar também déficits no rendimento acadêmico e profissional.          

Uma pesquisa realizada no estado de Santa Catarina teve o objetivo de identificar o grau de dependência de internet em jovens com idades entre 15 e 19 anos que cursavam o último ano do Ensino Médio. Foi identificado que 8,9% dos participantes vivenciam interferências moderadas e severas devido ao uso excessivo da internet. Evidenciou-se que o tempo de permanência diário na internet é elevado na população pesquisada e os principais motivos de utilização são a navegação em redes sociais, estudos e diversão. Devido a discrepâncias e contradições nas respostas, identificadas por meio de análises estatísticas, compreendeu-se que a dependência de internet tende a não ser percebida ou pode ser negada, ou, ainda, percebida como normal por um percentual significativo dos jovens pesquisados (Tumeleiro et al., 2018).

Moromizato et al. (2017) argumenta que a presença de sintomas, tanto ansiosos quanto depressivos, pode ser gerada pelo mau uso da internet e/ou redes sociais, ou os sintomas podem estar presentes e o uso desta representa somente um mecanismo de compensação. O aumento da depressão pode estar relacionado à maior utilização do tempo despendido na internet. No entanto, os autores não elucidam se a depressão precede essa dependência da internet ou se é uma consequência (Abreu et al., 2008).

Tal qual na dependência de substâncias, na dependência de internet há algumas variações singulares na experiência de tolerância e abstinência. Na tolerância, há diversos fatores relacionado ao uso de internet e outras tecnologias de mídia digital que parecem copiar o que ocorre nas dependências de substâncias. O potencial de dependência de uma substância é aumentado pela rapidez de sua absorção pela corrente sanguínea; já com relação a dependência da internet pode-se compreender que o rápido acesso e a curta latência entre clicar e receber imagens, sons e outros conteúdos digitais aumentariam este potencial de dependência.  A velocidade com que surge a imagem ou o conteúdo desejado parece aumentar sua natureza “dependente”– aumentando assim o grau dos sintomas de abstinência (Young; Abreu, 2011).

Os sintomas de abstinência parecem variar dependendo do indivíduo, mas a abstinência de internet quase sempre inclui um grau de protesto verbal quando a tecnologia é removida, especialmente se a dita remoção é feita por um dos pais ou uma pessoa amada. Tipicamente, esses protestos incluem explosões de forte emoção, frustração, sentimento de perda, separação, intranquilidade e o sentimento de que falta alguma coisa, expressões físicas de raiva e manipulação, coação ou chantagem e ansiedade. Há muitos relatos de crianças e adolescentes que se tornaram física ou verbalmente violentos quando foram proibidos de usar a internet, além de aumento de ansiedade, raiva, depressão, irritabilidade e isolamento social (Young; Abreu, 2011).

Considerações Finais

As principais alterações biopsicossociais relacionadas ao uso excessivo de internet por jovens encontradas no estudo, foram: dificuldade para socialização e predisposição a solidão, conflitos familiares, associação com depressão e ansiedade, sendo os adolescentes o grupo de maior vulnerabilidade à dependência da internet.   Diante da relevância do tema e das consequências que a dependência da internet impacta na vida das pessoas, principalmente de jovens e adolescentes, observa-se a carência de pesquisas nacionais nesta área. Esta necessidade aponta para que haja o desenvolvimento de estudos longitudinais comparativos e qualitativos, que proporcionem um amplo conhecimento para subsidiar os profissionais e pais de jovens e adolescentes.                      

Além disso, torna-se necessário que a Psicologia, juntamente com equipe multidisciplinar, promova debates e reflexões sobre o uso excessivo da internet, considerando o impacto negativo que a dependência de internet pode gerar, a curto e longo prazo, na vida dos jovens.

Referências:

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