(Tempo de leitura: 17 - 34 minutos)

Resumo: O presente estudo focaliza a participação dos pais adolescentes no cuidado das crianças em famílias de camadas populares. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, em razão do caráter naturalístico, foi utilizado o método de estudo de caso, com realização de entrevistas semi-estruturadas com dois casais, do sul da Bahia, durante os meses de Agosto à Novembro de 2010. O Objetivo foi perceber como funciona a relação Pai/criança na prática, analisar as representações sociais elaboradas por esse sujeito sobre a sua nova realidade e sobre as mudanças ocorridas na sua vida familiar em razão desse fenômeno, no sentido de aliviar o impacto que a paternidade tem na vida desses meninos. Conclui-se que o fenômeno precisa ser compreendido em um contexto histórico e cultural específico, distinto de sua ocorrência décadas atrás, embora persista a identificação com papéis de gênero tradicionais, os novos pais desejam uma participação mais efetiva na vida dos filhos.
Palavras-Chave: Adolescência; Gravidez; Paternidade;

(Tempo de leitura: 15 - 30 minutos)

Resumo: O objetivo deste estudo é investigar as relações entre a dinâmica familiar e o comportamento anti-social de 12 crianças de uma escola da rede pública municipal de uma cidade do interior do Estado de Rondônia. Utilizando-se de instrumentos que avaliam as práticas educativas usadas pelos pais para com os filhos e a percepção da criança frente ao suporte familiar recebido, o trabalho busca analisar a influência da família no comportamento da criança. Os resultados gerais encontrados apontam para uma correlação entre o comportamento agressivo destas crianças e o ambiente familiar ao qual fazem parte. Assim, o estudo conclui que estas famílias por meio de sua constelação e de suas práticas educativas configuram-se como espaço gerador de modelos agressivos. As considerações finais sinalizam a necessidade de futuros estudos para expandir a compreensão do comportamento agressivo e sua relação com a violência familiar.

Palavras-Chave: Comportamento agressivo; violência familiar; criança; estilos parentais; práticas educativas.

(Tempo de leitura: 4 - 7 minutos)

O modelo de sociedade consumista evoca o pensamento crítico sobre a atuação deste modelo, o público atingido e, portanto, as consequências no desenvolvimento psíquico, social e fisiológico do ser humano como um todo, especificamente na criança, como trata o projeto presente.

(Tempo de leitura: 3 - 6 minutos)

O veiculo primário para o desenvolvimento das relações com os colegas ou companheiros é a brincadeira com as outras crianças. Tais brincadeiras não ocorrem com freqüência antes do dois anos. Entre a idade de 02 a 05 anos, as interações das crianças se tornam mais freqüentes, mais fortalecidas, mais sociais e complexas. Nos primeiros anos da pré-escola, as crianças se engajam principalmente em brincadeiras solitárias, em que não prestam atenção aos colegas, ou em brincadeiras paralelas, em que brincam próximas umas as outras, sem interagir.

(Tempo de leitura: 4 - 8 minutos)

John Bowlby em estudos enfatizou sobre o significado do primeiro relacionamento entre a mãe e a criança, através da chamada teoria do apego, ressaltando a importância do primeiro contato mãe-bebê.

Além dele, Ainsworth fala sobre vínculo afetivo como um laço relativamente durável em que o parceiro é importante como um indivíduo único e não pode ser trocado por nenhum outro. Num vínculo afetivo existe o desejo de manter proximidade com o parceiro. Um apego é uma subvariedade do vínculo emocional em que o senso de segurança de uma pessoa está estreitamente ligado ao relacionamento.

(Tempo de leitura: 6 - 11 minutos)

A palavra “adolescência” vem da palavra latina “adolesco”, que significa crescer. É uma fase cheia de questionamentos e instabilidade, que se caracteriza por uma intensa busca de “si mesmo” e da própria identidade, os padrões estabelecidos são questionados, bem como criticadas todas as escolhas de vida feita pelos pais, buscando assim a liberdade e auto-afirmação.

(Tempo de leitura: 2 - 3 minutos)

A criança nasce com um conjunto de reflexos básicos e fundamentais para a manutenção de sua vida. Os bebês preferem imagens e sons que facilitam a interação social. Dias depois do nascimento, o bebê já pode distinguir o odor de sua mãe. E há indícios de que com três semanas o bebê já reconhece a voz de sua mãe.

(Tempo de leitura: 3 - 5 minutos)

O quinto estágio da Teoria do Desenvolvimento Psicossocial de Erikson, que se dá entre os 12 e os 18 anos, ganha contornos diferentes devido à crise psicossocial que nele acontece, ou seja, Identidade Versus Confusão. Neste contexto o termo crise não possui uma acepção dramática, por  tratar-se de a algo pontual e localizado com pólos positivos e negativos.

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