(Tempo de leitura: 4 - 8 minutos)

Resumo: A psicologia do desenvolvimento se caracteriza como um ramo que tem a finalidade de estudar a interação dos processos físicos e psicológicos e às etapas de crescimento, a partir da concepção até ao final da vida de um sujeito. Nesse sentido, baseando-se nas considerações tecidas sobre essa área, esse artigo visa fazer uma revisão bibliográfica tendo como base um recorte e explanação da teoria proposta por Jean Piaget, bem como propor o entendimento sobre o que fazem os psicólogos do desenvolvimento e possibilitar discussões acerca da delimitação desse conceito. A partir desse contexto, conhecer princípios e métodos que fomentam as teorias do desenvolvimento humano. Assim, faz-se necessário que os estudiosos dessa área reconheçam variáveis de crescimento da área a fim de que possam contribuir para a solidificação do saber sobre o desenvolvimento humano e propor estratégias de atualização teórica para a promoção e ascensão dos modelos psicológicos.

Palavras-chave: Psicologia do desenvolvimento, Jean Piaget, psicólogos do desenvolvimento

(Tempo de leitura: 10 - 20 minutos)

1. Introdução

O que faz com que o indivíduo em uma relação afetiva crie expectativas acerca do outro, influenciando-o e originando consequências na vida dele mesmo e do ser amado?         

O estudo sobre o amor ainda é um assunto atual, mesmo sendo um sentimento comum entre os seres humanos. Observa-se ao longo da vida que é experimentado de maneiras diferentes dando origem a muitas idealizações. Este artigo visa investigar sobre os diversos conceitos de amor, bem como as projeções feitas por quem ama e está envolvido em uma relação adulta e jovem através da análise de como o “amor romântico” está presente nestes relacionamentos pós-modernos, onde as vivências amorosas influenciam o estado emocional, profissional e social.

(Tempo de leitura: 4 - 8 minutos)

O artigo intitulado “Origem e manutenção do comportamento agressivo na infância e adolescência”, de autoria de Barros & Silva (2006), apresenta uma revisão teórica sobre as principais causas e mantenedores do comportamento agressivo na infância e na adolescência. Alguns dos temas abordados nesta revisão da literatura foram a influência de fatores aliados ao desenvolvimento sócio-emocional, aspectos do temperamento aliados às diversas influências ambientais, alguns transtornos neuropsiquiátricos, como o Transtorno Bipolar do Humor (TBH), o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH), o Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) e o Transtorno de Conduta (TC). Segundo os autores do artigo, a escolha de tais transtornos se deu pelas frequentes discussões a respeito do diagnóstico diferencial e a presença de comorbidades entre eles. O objetivo da revisão da literatura feita nesse artigo foi promover informações relevantes a respeito dos principais fatores de origem e/ou manutenção dos comportamentos agressivos na infância e adolescência a fim de facilitar o diagnóstico e as intervenções psicológicas e psiquiátricas.

(Tempo de leitura: 9 - 17 minutos)

Estrutura e Relações Familiares

A família, nos dias de hoje, apresenta-se com diferentes estruturas e configurações. Tratando-se de um contexto denominado pós-moderno, este em que vivemos atualmente, falta-nos uma perspectiva exata para defini-la, dadas as transformações ocasionadas pela própria evolução dos tempos, havendo inclusive, vários modelos em uma mesma família, formada por pessoas de origens diferentes, motivadas por valores também diferentes.

Apesar de todas as mudanças sofridas ao longo dos tempos, cabe ressaltar a importância da função psicossocial da família em relação a seus membros, que não deixa de ser fundamental em tempo algum e sobrevive a quaisquer mudanças.

(Tempo de leitura: 9 - 18 minutos)

Resumo: O abuso sexual infantil é um fato real em nossa sociedade e é mais comum do que se possa imaginar, se tornando um tema de grandes discussões entre educadores e profissionais da saúde. As estatísticas demonstram que este tipo de violência teve um grande crescimento, ocorre numa grande escala dentro da própria família e com mulheres, o que torna o fato mais preocupante, pois com intuito de preservar a família, muitas vezes a criança acaba permanecendo em silêncio. Com o objetivo de trazer informações sobre as principais características que estas crianças apresentam e também trazer informações sobre o tratamento adequado foi elaborado este projeto, baseado em pesquisas científicas e alguns livros que abordam sobre o assunto. Os resultados demonstram que as crianças que sofrem o abuso sexual apresentam características em seu comportamento, podendo se tornar uma criança violenta ou muito submissa, ter um amadurecimento sexual precoce, demonstrar certo repúdio quando assiste cenas de sexo e carícias, entre outras características. Identificar este tipo de violência e tratar de forma adequada é importante para evitar traumas e problemas psicológicos da vida adulta. Preparar os profissionais da saúde para identificar e tratar crianças e famílias que passam por esta situação é uma forma muito simples de evitar transtornos maiores, é imprescindível que os profissionais levem o melhor tratamento e também estejam aptos e levarem estes casos ao conhecimento da justiça para que estas crianças tenham maior proteção.

Palavras-Chave: Abuso. Crianças. Traumas.

(Tempo de leitura: 5 - 10 minutos)

Resumo: No presente trabalho acompanhamos a rotina das brincadeiras das crianças institucionalizadas, que vivem na instituição Lar Jesus Maria José, na cidade de Cássia – MG. Buscamos avaliar o papel do brincar como ferramenta para promover a interação entre as crianças e construção de vínculos. Segundo Papalia (2010, p. 291), “Brincar é o trabalho das crianças e isso contribui para todos os domínios do desenvolvimento. Por meio das brincadeiras, a criança estimula os sentidos, aprende como usar os músculos, coordena a visão com o movimento, obtém domínio sobre corpo e adquire novas habilidades”. No brincar, além dos aspectos do desenvolvimento físico e cognitivo, constroem suas relações e criam vínculos, conhecem o outro e se deixam conhecer, amenizando as carências causadas pelo afastamento da família. Utilizamos a técnica da observação, e trabalhamos com 23 crianças de 6 a 11 anos, de ambos os sexos. Interagimos com elas de forma espontânea, em seus momentos de recreação livre, e assim tivemos oportunidade de ver como se relacionam e como acolhem as novas crianças que chegam, e também a nós, adultos. Ao final do trabalho percebemos por nossa própria experiência, pelos laços que surgiram entre nosso grupo e as crianças da Instituição, que essa ferramenta é realmente efetiva – o brincar cria vínculos, e facilita a socialização.

Palavras-Chave: criança institucionalizada, brincar, socialização.

(Tempo de leitura: 5 - 10 minutos)

Resumo: O presente artigo buscou verificar a importância de brincadeiras recreativas e culturais no processo de socialização de crianças de 05 a 10 anos, que vivem provisoriamente na Instituição Recanto Samaritano no Projeto Complexo Aconchego. Através de visitas semanais levamos materiais lúdicos e culturais, para que através desse processo pudéssemos observar a socialização. Pois segundo Papalia, Olds e Feldman, (2010, p. 291) “brincar é o trabalho das crianças e isso contribui para todos os domínios do desenvolvimento”, brincando ela estimulará sentidos, aprendendo a usar os músculos, coordenando melhor a visão, adquirindo assim novas habilidades para melhor interpretar o mundo no qual está inserida.  Para Papalia, Olds e Feldman, (2010) quanto mais nova a criança, mais individual e egocêntrica é sua brincadeira, à medida que a criança cresce, seus jogos tendem a tornar mais interativos e cooperativos. Dessa forma foram utilizados alguns recursos que promoveram a integração e aprendizagem das crianças, tais como: pinturas de desenhos infantis e folclóricos, jogos lúdicos, dinâmicas em grupos. Dentre os diversos mecanismos de coleta de dados, esse projeto fez uso da entrevista, da observação, e também do questionário. Através da realização deste trabalho na Instituição o grupo concluiu que as atividades recreativas e culturais contribuem sim no processo de socialização das crianças. Podemos fazer tal afirmação a partir dos dados colhidos e analisados na pesquisa feita em campo.

Palavras-chave: brincadeiras recreativas; observação; crianças; socialização.

(Tempo de leitura: 6 - 11 minutos)

Resumo: A teoria psicossocial de Erikson Erikson reside no amplo quadro das teorias psicodinâmicas da personalidade. O presente trabalho tem a finalidade de revisar a teoria contemporânea postulada por Erikson, fazer uma breve abordagem biográfica, realizar um estudo sobre os estágios psicossociais do desenvolvimento humano, que é baseado na premissa de que o desenvolvimento decorre desde o nascimento até a morte, e, portanto, fazer uma diferenciação entre a teoria psicanalítica de Erikson e a teoria de Freud. Assim, é possível entender o conceito do ego em uma visão ampliada e compreender o panorama que a contribuição eriksoniana acrescentou para a ciência psicológica e o conhecimento humano.

Palavras-chave: Erick Erikson, estágios psicossociais, desenvolvimento humano

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