(Tempo de leitura: 9 - 17 minutos)

Resumo: Este artigo teve sua construção realizada a partir de referenciais teóricos multidisciplinares, junto às praticas de estágio realizadas no Asilo São Vicente de Paulo (Lar Irmã Betânia) da cidade de Montes Claros - MG, com o tema voltado para a qualidade de vida dos idosos institucionalizados. Teve como objetivo geral investigar os impactos na institucionalização na qualidade de vida do idoso e, a metodologia utilizada foi a pesquisa participante, de caráter quantitativo e qualitativo.

Palavras-chave: Asilamento, qualidade de vida, envelhecimento, institucionalização.

(Tempo de leitura: 27 - 54 minutos)

Resumo: A pesquisa teve como tema central as representações sociais de idosos acerca da velhice. De forma comparativa buscou-se analisar as possíveis divergências entre representações de idosas residentes em uma instituição de longa permanência e atuantes em uma associação da previdência social para aposentados. Como estratégias metodológicas foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com tais participantes, tendo como objetivo compreender os significados que marcam a fase do envelhecer, analisar a importância das relações sociais e verificar possíveis carências afetivas. Como resultado, percebeu-se que participantes inseridas no contexto em que propicia interação e reconhecimento social apresentaram representações de caráter positivo, diferente das participantes do abrigo que tiveram representações pautadas em significados pejorativos estereotipados. Desta forma, tornou-se necessário repensar acerca de novas praticas que beneficiem idosos que se encontram a margem da sociedade. A realização deste estudo pretendeu instigar novos meios de difusões acerca das potencialidades e capacidades dos idosos a fim de que estes tenham maiores reconhecimentos através de suas peculiaridades enquanto indivíduos, contribuindo assim para amenizar preconceitos e sofrimentos psíquicos.

Palavras-chave: Representações sociais, envelhecer, preconceito, reconhecimento, peculiaridades.

(Tempo de leitura: 14 - 27 minutos)

Resumo: O presente estudo tem por objetivo caracterizar os aspectos socioculturais da estética e a satisfação corporal presentes na concepção da imagem corporal de 19 adolescentes do gênero feminino de uma escola do Extremo Oeste de Santa Catarina. Um estudo de campo de natureza quantitativa – qualitativa, caracterizada como descritiva e exploratória. Investiga como e até que ponto o padrão estético influencia na autoimagem corporal das jovens fazendo uso de dois instrumentos: Body Shape Questionnarie (BSQ) e o Desenho da Figura Humana (DFH). A análise e interpretação sucederam pelo software Sphinx e nos trabalhos de Van Kolck (1981) e Hutz e Bandeira (2000). Com a pesquisa verificou-se que há correlação positiva estatisticamente significativa entre preocupação com o corpo e influências externas (mídia, cultura, etc.), e que estas distorcem a autoimagem corporal.

Palavras-chave: Estética. Autoimagem corporal. Adolescentes.

(Tempo de leitura: 6 - 11 minutos)

Introdução

O ser humano tem uma capacidade cognitiva única no mundo. É ela que nos distingue dos outros animais, que nos faz perceber essa distinção, que nos dota da capacidade de comunicação, que nos dá subsídios para (tentar) entender o mundo. Mas como adquirimos essa inteligência? Como desenvolvemos essa inteligência, que desde bebês nos faz distintos dos outros animais?

É sabido que os primeiros anos de vida são fundamentais no desenvolvimento do ser humano. Essa concepção iniciou cientificamente apenas no começo do século XX, com os estudos da criança e do comportamento infantil. Desde então, vem-se estabelecendo uma série de pesquisas sobre diferentes aspectos da vida psíquica da criança, do seu desenvolvimento e da concepção de inteligência (e da formação dessa inteligência) na criança.

(Tempo de leitura: 4 - 8 minutos)

Este texto tem como objetivo descrever alguns fatores importantes no desenvolvimento humano e, demonstrar de que forma estes exercem sua influência. Os fatores são divididos em internos – a hereditariedade e a maturação – e externos – meio ambiente. O desenvolvimento humano aqui referido vem dizer da “estrutura física, o comportamento e funcionamento mental” (DAVIDOFF, 2001 p. 419), estudado pela psicologia do desenvolvimento.

Com o argumento de que não devemos confundir a criança com um adulto em miniatura, a autora Ana Bock (1999) demonstra em seu texto a importância do estudo do desenvolvimento humano. É necessário conhecer as características comuns de cada faixa etária e reconhecer a individualidade do sujeito para adquirir aptidão na observação e interpretação do comportamento.

(Tempo de leitura: 3 - 5 minutos)

A velhice é uma etapa da vida que pressupõe alterações físicas, psicológicas e sociais, e estas ocorrem de forma gradativa e natural, não sendo correto afirmar que há uma idade exata para ser considerado velho, pois essas alterações variam de pessoa para pessoa. Envelhecer é um processo inevitável para aqueles que vivem, entretanto os efeitos do envelhecimento podem ser reduzidos a partir de alguns fatores, tais como, “alimentação adequada, a prática de exercícios físicos, a exposição moderada ao sol, a estimulação mental, o controle do estresse, o apoio psicológico, a atitude positiva perante a vida e o envelhecimento” (ZIMERMAN, 2000, p.21).

(Tempo de leitura: 4 - 8 minutos)

Jean Piaget foi um biólogo suíço que viveu entre os anos de 1896 e 1980. Durante seus 84 anos de idade, interessava-lhe desvendar como acontece e como se processa o conhecimento lógico-abstrato do homem, desde o início da sua vida até a idade adulta. Preocupou-se com o rigor científico de seus trabalhos, trazendo uma série de livros e artigos produzidos a fim de construir uma teoria do conhecimento baseada na biologia e em que as especulações filosóficas estivessem embasadas na pesquisa empírica, culminando, então, no que hoje se conhece como uma psicologia do desenvolvimento.

Ele sustenta que o conhecimento não procede nem da experiência única dos objetos nem de uma programação inata pré-formada no sujeito, mas de construções sucessivas com elaborações constantes de estruturas novas (PIAGET, 1976). Dessa forma, o processo evolutivo das características genéticas do homem tem uma origem biológica que é ativada pela ação e interação do organismo com o meio ambiente - físico e social - que o rodeia, existindo uma relação de interdependência entre o sujeito conhecedor e o objeto a conhecer. (TERRA)

(Tempo de leitura: 7 - 14 minutos)

Resumo: O presente artigo tem por objetivo relacionar a prática de dinâmicas de grupo com idosos e verificar se essa relação contribui para o aumento da qualidade de vida dessas pessoas. Através de uma pesquisa bibliográfica, buscou-se apontar os conceitos e implicações de dinâmica de grupo e qualidade de vida, e fazer uma interação desses temas com a questão da gerontologia, confirmando que essas dinâmicas possuem influência positiva na qualidade de vida da terceira idade.

Palavras-chave: Dinâmica de grupo. Idosos. Qualidade de vida.

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