(Tempo de leitura: 5 - 10 minutos)

Resumo: A autora, através dos recursos utilizados no filme Eu, Christiane F. -13 anos- Drogada e Prostituída, propõe uma análise do comportamento adolescente da década de 70 em analogia com a contemporaneidade. Fundamentada em Freud, Eric Erikson, Peter Bloss, Arminda Aberastury e Maurício Knobel, discute as manifestações das várias identidades criadas pelo adolescente, procurando o esclarecimento à suas sintomatologias bem como a maneira de se ver e tratar o adolescente diante de suas transformações.
Palavras-chave: Adolescência, conflitos, drogas, satisfação, moratória social, individuação e mal estar na civilização.

(Tempo de leitura: 3 - 5 minutos)

O adolescente contemporâneo encontra-se atrelado ao movimento consumista muito grande tanto manipulado pela mídia e ele busca nos idolos “teens” midiáticos o conteúdo referencial para seus comportamentos, conteúdo este que lhes dá credibilidade no olhar contra o mundo adulto, “contra o adulto do qual não se sente mais descendente, nem solidária” (BAUDRILLARD apud VITELLI, 2005, p 114).

Sobre isto Vitelli (2005) nos afirma que

“O que o adolescente tem nos mostrado através de sua aparência, gestos, falas, dependendo do grupo a qual ele pertence, pode ser um desafio aos cânones estéticos construídos e apreciados pelo mundo adulto. Muitas vezes esses jovens se enfeiam, contradizendo desta forma o conceito estético tão arraigado no mundo adulto.” (p. 130)

O grupo adolescente então, na busca de uma figura referencial que esteja na posição de ídolo, adere ao movimento estético e “ideológico” trazido por ele. Os grupos se formam a partir dos diversos referenciais “ideológicos” que permeiam as figuras-idolos, mas apesar das diferentes “tribos” todos trazem em seu conteúdo características que os afastam da norma-padrão adulta e se insere naquilo em que os adolescentes desejam o diferente.

(Tempo de leitura: 9 - 17 minutos)

Resumo: Através de histórias fantásticas, as crianças são capazes de se identificar com os personagens, expressar seus sentimentos, angústias e necessidades infantis e resolver conflitos psicológicos de acordo com a fase de desenvolvimento que estão passando. Assim como os contos, as cantigas de ninar trazem à tona questões humanas que todos devem elaborar, como a separação, a morte, o desamparo. Muitos adultos acreditam que os contos de fada são prejudiciais para a criança, pois exigem explicações racionais para tudo o que fazem. Dessa forma, impedem as crianças de lidar com seus próprios medos e ansiedades.

1. Introdução

Quando ouvimos uma história, lemos um livro, uma história em quadrinhos, ou mesmo quando assistimos a um filme ou a uma novela de televisão, nos identificamos com heróis. Isso porque eles nos trazem admirações e sonhos com aventuras e não apenas por acomodar valores (POSTIC, 1993).

Segundo Ressurreição (2007), “a capacidade de simbolizar é fundamental pra a nossa natureza psíquica e emocional, e é um atributo desejável para um desenvolvimento intelectual pleno, saudável e criativo”. A criatividade, a fantasia e a imaginação tornam o ser humano mais autônomo e independente (RADINO, 2003).

(Tempo de leitura: 17 - 33 minutos)

Resumo: Este estudo irá abordar a devolução das crianças no processo de adoção, acentuando de que forma este ato influenciará no desenvolvimento desta criança bem como na sua forma de relacionar-se com o meio em que está inserido. Para tal estudo, tomamos como base o único caso documento sobre o assunto ocorrido em São Luís – MA no ano de 2011. Elencaremos também quais os métodos utilizados pelas autoridades competentes e quais medidas tais órgãos utilizam para lidar com tal evento.  Buscaremos ainda analisar os motivos apresentados pelo casal que decide devolver a criança em questão – aqui chamada ficticiamente de João - e de que forma esta criança lidou com este novo abandono, neste sentido abordaremos também as diferenças entre os dois casais relatados no caso – o primeiro casal que devolve a criança e o segundo que o adota posteriormente.
Palavras-chaves: adoção, abandono, família, criança, desenvolvimento infantil.

(Tempo de leitura: 4 - 7 minutos)

A palavra “Juventude” é muito conhecida e utilizada em nosso dia-a-dia, porém é uma palavra que, dependendo do contexto, pode encontrar diversos significados e referências. Na maioria das vezes, quando nos referimos a jovem ou a juventude, estamos nos referindo a pessoas de uma determinada faixa etária, por exemplo, a ONU (Organização das Nações Unidas) considera as pessoas jovens com idade de 15 a 24 anos de idade. No Brasil, segundo as diretrizes da Secretaria Nacional de Juventude, jovens são as pessoas de idade entre 15 a 29 anos. Já para Erickson (1976), a juventude apresenta-se como uma fase natural e obrigatória do desenvolvimento humano. Enfim é um período da vida caracterizado pela passagem da adolescência para a vida adulta. Um tempo de formação e afirmação de identidade, definição de projeto de vida pessoal marcado pela escolha profissional e pela busca de emprego como caminho de autonomia econômica. Enfim, um momento em que o jovem se torna protagonista de sua própria história.

(Tempo de leitura: 13 - 25 minutos)

Resumo: O presente artigo traz uma perspectiva da luta pela ressocialização de adolescentes que tenham cometido algum tipo de ato infracional, pontuando a relação e a responsabilidade que a sociedade e a família têm com este adolescente e apresentando as medidas socioeducativas como um meio positivo, mas deficitário no que concernem as medidas de internação como causadoras e fomentadoras de uma conduta anti-social daqueles que saem da internação piores do que antes, quando entraram. Com o intuito de esclarecimento, procuraremos trazer uma discussão sobre o tratamento oferecido a estes jovens e o seu desligamento com a instituição, trabalhando este percurso de uma maneira mais satisfatória e positiva para a ressocialização deste adolescente e reconhecendo a responsabilidade que temos de tratar estes “meninos perdidos” com mais seriedade e de forma mais humana.
Palavras-chaves:
Adolescência, família, delinqüência, sociedade e políticas públicas.

(Tempo de leitura: 7 - 13 minutos)
Entrar no mundo dos adultos – desejado e temido – significa para o adolescente a perda definitiva de sua condição de criança. É o momento crucial na vida do homem e constitui a etapa decisiva de um processo de desprendimento que começou com o nascimento. [...] Neste período flutua entre uma dependência e uma independência extrema, e só a maturidade lhe permitirá, mais tarde, aceitar ser independente dentro de um limite necessário de dependência. (ABERASTURY E KNOBEL. 1981; p. 13)

(Tempo de leitura: 6 - 12 minutos)

RESUMO: Esse trabalho trata-se de uma pesquisa aplicada, quantitativa, descritiva e de levantamento que objetivou analisar a influência de jogos eletrônicos violentos no comportamento de adolescentes do sexo masculino entre 15 e 18 anos. De modo mais específico, procurou discriminar quais os jogos mais utilizados por esses adolescentes, monitorar o comportamento desses adolescentes no ambiente escolar juntamente com a equipe pedagógica e debater a ocorrência ou não de influência no comportamento dos adolescentes questionados. Foram entrevistados 20 alunos, entre 15 e 18 anos, estudantes do ensino médio do Colégio Sapiens. Aplicou-se um questionário misto para a realização da análise de dados, que por sua vez foi realizada por meio da elaboração de gráficos, agrupando os dados em duas categorias: categoria A (jogos não violentos) dividida em duas subcategorias e categoria B (jogos violentos) dividida em três subcategorias. Os resultados mostraram que apesar de estudos anteriores determinarem a existência de uma influência dos jogos no comportamento de jovens, durante a pesquisa não observamos essa mudança de comportamento no grupo de sujeitos.
Palavras-chave: Jogos Violentos; Influência; Adolescentes.

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