(Tempo de leitura: 19 - 37 minutos)

Resumo: Este artigo pretende problematizar a identidade, como uma convenção socialmente necessária que é, a partir dos conceitos relativos ao tema que estão relacionadas às teorias do campo dos Estudos Culturais e às idéias de autores como Hall (2001) e Bauman (2005), um processo não estanque de construção nos tempos “líquidos” e pós-moderno, e questiona a formação e a construção de identidade nacional. A difícil definição incide nas infinitas saídas e pelas urgentes necessidades de novos paradigmas conceituais, tanto para a identidade, a identidade brasileira, como para formação desta. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica onde aceitamos o critério sócio-histórico, por um caminho processual também histórico, onde se presentifica a dialética do singular-particular-universal.

Palavras-chave: identidade; identidade “líquida”; identidade brasileira.

(Tempo de leitura: 13 - 26 minutos)

Resumo: O conceito de loucura é uma construção histórica. A população que sofre de algum transtorno mental é reconhecida como uma das mais excluídas socialmente. Este trabalho faz um resgate histórico das políticas em saúde mental no Brasil. Mostra o longo percurso da Reforma Psiquiátrica e as mudanças na regulamentação e nas formas de atendimento ao portador de transtorno mental, que adotam atualmente os Centros de Atenção Psicossocial - CAPS como dispositivos estratégicos para a organização da rede de atenção em saúde mental o que possibilitou a organização de uma rede substitutiva ao Hospital Psiquiátrico no país, mas que ainda enfrentam grandes dificuldades em suas implementações e atuações.
Palavras-Chave: CAPS; loucura; saúde mental.

(Tempo de leitura: 2 - 4 minutos)

Segundo Ariés (1991) o surgimento da imprensa proporcionou uma das experiências mais decisivas da modernidade: a difusão da leitura silenciosa. O século XVI vê surgirem diversos personagens, reais ou fictícios, donos de um “mundo interno” rico e profundo. Leonardo da Vinci, Dom Quixote, Hamlet. A leitura silenciosa possibilita que se escape ao controle da comunidade e cria um diálogo interno que desenvolve a construção de um ponto de vista próprio.

(Tempo de leitura: 1 - 2 minutos)

Os pais intelectuais da psicologia foram, sem dúvidas, a filosofia e a fisiologia. Apesar do interesse comum pelas questões relacionadas a interação mente-corpo, sensação-percepção, cada uma destas ciências tinha interesse muito voltado para sua respectiva área. Foi então que o alemão Wilhelm Wundt mudou este ponto, tornando a psicologia uma disciplina independente.

(Tempo de leitura: 7 - 13 minutos)

A psicologia surgiu como uma disciplina específica na Alemanha na segunda metade do século XIX. Atribui-se geralmente a Wundt o título de fundador da psicologia como ciência experimental.

A primeira edição do livro-texto de Wundt Grundüge der Phisiologische Psychologie (Fundamentos da Psicologia Física) foi publicado em 1873. Em 1879 ele criou um laboratório¹ de psicologia em Leipzing. Em 1881 lançou uma revista de pesquisa Philosophische Studien.

(Tempo de leitura: 2 - 3 minutos)

Willhelm Maximiliam Wundt filho de um pastor protestante, nasceu em 16 de agosto de 1832 no Vilarejo de Nickarau, nas cercanias de Mannheim (sul da Alemanha). Aos quatro anos mudou-se com a família para Heidelsheim, onde passou a maior parte da sua infância e iniciou os seus estudos.

Em 1845, aos treze anos de idade mudou-se para a casa de uma tia em Heidelberg para freqüentar o ginásio. Começou o curso de medicina na Universidade de Tübingen, onde seu tio era professor de anatomia e fisiologia. Mas 1 ano depois se mudou para a Universidade de Heidelberg onde terminou o seu curso de medicina e começou sua brilhante carreira. Em 1855 ele finalmente conseguiu uma habilitação para a prática médica. Mas depois de um curto período trabalhando como assistente clínico em um hospital municipal, começou a ter dúvidas quanto a sua capacidade para a vida médica; e com isso voltou para a vida acadêmica. Em 1857 habilitou-se como docente (Privatdozent) e proferiu seu primeiro curso de fisiologia experimental.

(Tempo de leitura: 4 - 7 minutos)

A psicologia do século XIX, especialmente como se produzia na Alemanha no final daquele século (centro mundial de produção acadêmica e institucional deste saber nesse período) é completamente diferente do quadro atual da psicologia. Trata-se de uma psicologia que: devota-se à pesquisa pura; toma como objeto de estudo a experiência comum consciente; devota-se a esse objeto através da suspeita de ilusão da experiência comum, problema herdado da física e da filosofia do século XVII, sem buscar naquele momento qualquer forma de ajustamento dos indivíduos.

Página 1 de 2

Curso online de

Psicomotricidade e Desenvolvimento Humano

 Psicomotricidade e Desenvolvimento Humano

Aprofunde seus conhecimentos e melhore seu currículo

Carga horária:  80 Horas

Recém Revisados