Desenvolvendo Habilidades Sociais no CAPS Infantil: um Relato de Experiência

Desenvolvendo Habilidades Sociais no CAPS Infantil: um Relato de Experiência
(Tempo de leitura: 8 - 16 minutos)

Resumo: A infância é caracterizada como uma fase decisiva para a aprendizagem e o aprimoramento das habilidades sociais. Elas podem ser compreendidas como um conjunto de comportamentos emitidos frente às demandas, com finalidade de maximizar ganhos e reduzir perdas. O presente trabalho é um relato de experiência produzido por acadêmicos de Psicologia da Faculdade Mauricio de Nassau, realizado no CAPS I- Infantil Juvenil Cirandar, no bairro do Róger, na cidade de João Pessoa- PB. Para tanto, foi elaborado um relato de experiência com base nos dados registrados nos diários de campo, revisão da literatura e através de observações realizadas por estes alunos. Seu objetivo é apresentar as experiências e ações desenvolvidas, cuja finalidade foi desenvolver habilidades sociais, com usuários na faixa etária de 3-18 anos. Foram realizados apenas três encontros, por meio de vivências e dinâmicas de grupo, possuindo duração média de 1 hora e 30 minutos. Os resultados mostraram que foi possível contribuir com as equipes de maneira interdisciplinar, com acompanhamentos de casos e ações no campo, como as oficinas terapêuticas. Conclui-se que o desenvolvimento das habilidades sociais deve ocorrer durante todo processo de ensino, pois um repertório bem elaborado dessas habilidades é considerado indicador de ajustamento psicossocial, favorecendo o desenvolvimento saudável e contribuindo na competência acadêmica, responsabilidade, independência e cooperação.

Palavras-chaves: habilidades sociais; intervenção; dinâmicas de grupo.

Introdução

O CAPS é uma das inovações que busca substituir o modelo asilar e operar com outra conceituação teórica e técnica, que não a da psiquiatria tradicional. Tem como principais pressupostos o atendimento aos sujeitos em sofrimento psíquico, assim como a reabilitação psicossocial, para que o sujeito viva em cidadania, tendo maior grau de autonomia e interação social (NASI; SCHNEIDER, 2011). Hoje em dia, com a busca por um modelo de atenção à saúde mental aberto e comunitária, onde as pessoas com transtornos mentais possam circular livremente, e assim reduzir os leitos psiquiátricos de baixa qualidade, os CAPS estão se tornando uma referência (LEAL; ANTONI, 2013). O primeiro criado foi em 1986 na cidade de São Paulo. Existem diferentes tipos de CAPS para atender as diferentes demandas que chegam, estão classificados em CAPS I, CAPS II e CAPS III (definidos por ordem crescente de porte/complexidade e abrangência populacional), os quais cumprem a mesma função no atendimento à população. Além destes, há, ainda, os CAPS Infantil (CAPSi) e os CAPS Álcool e Drogas (CAPSad), os quais se destinam, respectivamente, ao atendimento de crianças e adolescentes e de pacientes com transtornos decorrentes do uso e dependência de substâncias psicoativas (LEAL; ANTONI, 2013).

O presente relato foi baseado especificamente em uma experiência de campo feita no ambiente do CAPSi (Centros de Atenção Psicossocial Infanto juvenis), ambiente este que visa atender crianças e adolescentes portadores de sofrimento psíquico grave, severo e persistente, assim como também, o uso de substâncias psicoativas, de modo que suas ações possam ajudá-los em sua inserção social (SANTOS et al., 2009). 

A criação do CAPSi foi a primeira ação da Política de Saúde Mental infanto-juvenil brasileira, sendo considerada uma ação inovadora ao estabelecer uma mudança na forma de cuidar de crianças e adolescentes com problemas mentais (ANUNCIAÇÃO, 2015)

Os atendimentos em grupo são uma das principais atividades desenvolvidas no CAPSi. O que é uma estratégia muito eficaz, pois, a experiência lúdica em grupo favorece a experimentação e a criatividade apoiadas no fazer e no brincar compartilhados, ampliando as possibilidades terapêuticas no espaço interpessoal (ANUNCIAÇÃO, 2015). 

Em comparação ao CAPS, o CAPSi se diferencia por não ter como foco a superação da segregação hospitalar provocada pelos longos internamentos em manicômios. E ainda, por ser um serviço destinado a crianças e adolescentes, o cuidado oferecido implica na inclusão da família dos que estão em tratamento e também na construção de uma rede de serviços intersetoriais voltados para este público (ANUNCIAÇÃO, 2015). O CAPSi também ajuda em relação ao não rompimento dos laços familiares, quando possibilita aos usuários voltarem para casa todos os dias, um fator muito comum que o diferencia das internações de longa duração.  

O CAPSi traz muitos benefícios para a criança e o adolescente, desenvolvendo nelas habilidades sociais que venham a auxiliá-las a lidar com as demandas atuais e ao convívio social, e assim poder prepará-las para a vida adulta. Benefícios esses que foram possíveis de serem observados através da nossa experiência de vivência no CAPSi e de revisão da literatura. O desenvolvimento de competências sociais é de suma importância para que o indivíduo saiba lidar com as diversas situações do cotidiano. Nesse caso, estamos falando de crianças e adolescentes que possuem alguma deficiência, o que torna esse trabalho ainda mais desafiador. Por isso é muito importante que haja uma estimulação desde cedo, ou seja, logo no início da infância. 

Estudos comprovam que se a criança desenvolver um amplo repertório de comportamentos sociais, ela terá mais probabilidade de estabelecer, futuramente, relações sociais mais saudáveis e com menor risco de rejeição por seus pares. Além disso, as evidências sugerem que o desenvolvimento de habilidades sociais na infância pode se tornar um fator de proteção contra a ocorrência de dificuldades de aprendizagem e de comportamentos anti-sociais (FREITAS, 2006).

É muito importante o cuidado que o CAPS tem com seus usuários, cuidado esse que é desenvolvido por meio de Projeto Terapêutico Singular (PTS), envolvendo, em sua construção, a equipe, o usuário e sua família; a ordenação do cuidado estará sob a responsabilidade do CAPS e/ou da Atenção Básica, garantindo permanente processo de cogestão e acompanhamento longitudinal do caso (BRASIL, 2011). O PTS é um conjunto de propostas de condutas terapêuticas combinadas, para um sujeito individual ou coletivo, discutido por uma equipe interdisciplinar. É indicado geralmente, para situações mais complexas. O PTS recolhe a contribuição de várias especialidades e de distintas profissões (SILVA et al., 2013).  

As atividades realizadas são muito importantes para a inserção do sujeito na sociedade. Percebe-se que em cada oficina, a criança e o adolescente, são incentivados a substituir o lugar de doente pelo lugar de um sujeito envolvido com a construção coletiva de acordos a serem respeitados por todos. Essas oficinas estimulam no sujeito uma maior independência e autonomia, possibilitando um novo espaço dentro do contexto que está inserido. O CAPSi é um espaço não apenas de reabilitação social, mas também de construção de propostas, projetos, onde as crianças e adolescentes podem se reconhecer naquilo que fazem e sair de uma situação de menos valia provocada pelo adoecimento (SARRACENO,1999).

Assim, buscou-se com esse relato, identificar como o CAPSi beneficia seus usuários e sua importância na vida deles.

Método

A experiência aqui descrita ocorreu durante o primeiro semestre de 2018, no CAPSi do bairro do Roger, João Pessoa, solicitado como complemento da segunda nota do semestre, por um grupo de três estudantes do curso de psicologia da Faculdade Mauricio de Nassau. Inicialmente, os estagiários, em seu primeiro contato com o ambiente, executaram um mapeamento institucional, onde foi possível observar o local, o seu perfil e sua forma de atuação. Realizou-se entrevista não estruturada com alguns membros da equipe administrativa, professores oficineiros, serventes e também com uma psicóloga. Além disso, alguns profissionais ofereceram informações importantes para que os estagiários compreendessem de forma mais ampla e clara a instituição na qual o trabalho foi desenvolvido. Como diz Andrade (2005), antes de agir, o psicólogo escolar educacional precisa escutar as demandas da escola e em seguida pensar manejos de lidar com situações que são cotidianas, criando formas de reflexão dentro da instituição escolar educacional.

Com a finalização do mapeamento institucional desenvolvido na primeira visita, os estagiários elaboraram maneiras de promover habilidades sociais, as quais foram apresentadas para a equipe de psicólogos e oficineiros, sendo analisadas e aprovadas por ambos, que os deixaram à vontade para que fosse realizada qualquer atividade que propusessem.

  O planejamento para as ações foram organizadas e planejadas para acontecer em cinco encontros, mas, devido à consequências da crise de mobilidade urbana, ficou impossibilitada a ida ao CAPSi e então foram suspensas as visitas pelos dois últimos dias. Por este motivo, ocorreram apenas três encontros pelos primeiros dias da semana, por meio de vivências e dinâmicas de grupo, possuindo duração média de 1 hora e 30 minutos.

A atuação multidisciplinar seguiu as etapas: (1) Apresentação e mapeamento institucional, (2) triagem dos pacientes, (3) formação de grupos terapêuticos e realização de oficinas. A implantação desta nova modalidade no CAPSi exigiu o enfrentamento de modelos vigentes, percebidos como barreiras ao modelo de promoção de habilidades sociais proposto em uma concepção de autonomia aos pacientes. Porém, hoje em dia, é a melhor opção para o tratamento infanto-juvenil.

Foi trabalhado com um total de no máximo oito usuários, mas, como o local era dividido em várias salas de oficina por faixa etária, mais crianças estavam presentes nas outras salas. Tais encontros foram coordenados por monitores, também alunos da graduação de psicologia, sob supervisão de um professor responsável pela prática. Também contaram com a presença de um funcionário do CAPS infantil, no caso das atividades em grupo, uma psicóloga, e da triagem, um assistente social.

As interações e observações, durante as sessões dessas oficinas, contribuíram para fortalecer o rapport e identificar focos mais específicos para a atuação psicológica, o que tornou mais efetivo o processo terapêutico que ocorria no grupo de habilidades sociais.

As respostas fornecidas pelos participantes foram analisadas pelos estagiários de forma qualitativa.

Encontro com os Usuários do Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSi)

Foram realizados encontros com as crianças e os adolescentes por meio de vivências seguidas de dinâmicas de grupo.

No primeiro encontro, nossa equipe foi dividida, pois não era permitido que ficassem os três integrantes em uma mesma atividade. Um de nós acompanhou uma triagem, onde foi um momento de muita aprendizagem, sendo possível vivenciar essa etapa que é tão importante, que é a chegada da demanda. Os demais participaram de uma oficina terapêutica, promovendo dinâmicas sobre assertividade, empatia e integração, com crianças na faixa etária de 7-10 anos; dinâmicas estas que objetivam desenvolver habilidades nas crianças.

No segundo encontro foi possível apenas que um de nós participasse das atividades na instituição, pois como eram divididos, os outros dois ficaram a espera das crianças e adolescentes que iriam participar das atividades, mas não compareceram ao local neste dia. Onde este que participou, realizou atividades de dinâmicas de grupo.

No terceiro e último dia de estágio, dois dos integrantes da equipe participaram de oficina terapêutica, levando atividades sobre assertividade, atenção e coordenação motora, trazendo ao ambiente ações relacionadas a habilidades sociais na infância. As dinâmicas realizadas foram arte-terapia a dedo e a brincadeira do “Elefante voa?”. Essa última brincadeira tem como objetivo específico, a atenção. A execução é feita por um dos estagiários, onde ele pergunta se determinados bichos voam. Se voarem, as crianças que acertarem ganham um chocolate e as que cometerem algum engano perderão o chocolate que foi recebido conforme os seus acertos. Foi possível observar que apesar de se divertirem, as crianças ao mesmo tempo aprendiam coisas novas e importantes para o seu desenvolvimento social.

Encontro com os Pais

No CAPSi em questão, o procedimento para entender a demanda do sujeito chama-se triagem. Este procedimento ocorre, problematizando-o em relação à perspectiva do acolhimento. A triagem é um estudo de caso que é resultado de observações do cotidiano de trabalho do local em questão. Durante dois dias de visitas, foi possível que participássemos desse momento de chegada da demanda, o qual é de grande importância para a nossa formação acadêmica.

Nos casos que pudemos observar, era notório que os pais só iam à procura de ajuda, depois de muito ser pressionados, principalmente pela escola, às vezes por pensar que o filho não possui nenhum “problema”. Foi possível notar que os próprios familiares dificultam a chegada dos usuários ao CAPSi por falta de conhecimento, assim como os profissionais de saúde ou da escola, que fazem encaminhamentos errados. Estes profissionais erram nesse sentido, por não saberem qual a demanda que o CAPSi recebe, pois muitas das vezes, como nos foi informado, são encaminhadas crianças com apenas sintomas de agressividade ou desinteresse escolar, esse tipo de demanda não é aceito pela instituição citada, desde que seja um sofrimento psíquico grave, severo ou persistente. O encaminhamento ao serviço geralmente é feito por outras instituições como escola, unidades de saúde e Conselho Tutelar.

Considerações Finais

A experiência relatada neste trabalho foi muito importante para nossa formação acadêmica, pois permitiu colocar em prática todo o conhecimento teórico, favorecendo, assim, a aquisição de maior aprendizado. A oportunidade de trabalhar com as crianças foi de fato, muito importante, ainda mais pelo motivo de nunca termos vivenciado a realidade de um CAPS, a não ser pela teoria.

As atividades realizadas por nós com as crianças, não foram planejadas com muita antecedência, pois o nosso tempo foi curto, além da nossa inexperiência com a proposta. Mesmo assim, foi procurado desenvolver atividades que provocassem algum aprendizado para a criança. Portanto, aprendemos com a experiência, que as atividades devem ser planejadas com antecedência e com objetivos claros, pensando sempre na finalidade de tal atividade.

Consideramos o tempo de 1h curto, pois passa muito rápido e as atividades são realizadas com certa pressa, além de o fato das crianças só participarem uma vez na semana, o que não proporciona um vínculo forte. O tempo poderia ser maior, já que os encontros são apenas uma vez por semana.

Ao analisar a contribuição da psicologia no desenvolvimento das habilidades sociais no CAPS infantil a partir das experiências vivenciadas, foi buscado o equilíbrio entre distanciar do vivido e voltar a ele, para melhor analisá-lo. Os acontecimentos ainda vivos na memória tomam sentido diferenciado, na medida em que tal experiência se recriava no processo de sistematizá-la.

Foi possível perceber que não é simples sair da posição cíclica, limitada à busca e oferta de apoio emocional, pois demanda um novo manejo do sofrimento destes pacientes, que é intenso e vinculado ao seu contexto familiar, social e psicopatológico.

O CAPSi incentiva os pais a aceitarem que o seu filho pode se desenvolver, ser uma criança como qualquer outra, e quando a família acredita nisso, fica mais fácil da própria criança acreditar em si mesma. Nesse sentido, a família é um importante complemento para o desenvolvimento do usuário, pois quanto mais ela se envolve, melhor para o acompanhamento. Ressaltando que, se a família desconhece o serviço pode também atrapalhar, no sentido de realizar práticas inadequadas para o acompanhamento deste usuário. E com o pouco tempo de observação que tivemos foi possível notar, que a família, acreditava e confiava no trabalho do CAPSi, até mesmo nos falavam sobre isso.

Mesmo com a infra-estrutura precária do local e com uma quantidade de profissionais reduzidas, a eficácia do serviço é notada. Visto que o mais importante é o cuidado que o CAPSi tem com os seus usuários, através das nossas vivências, notamos que as crianças chegavam com pouca interação social, não se comunicavam conosco, mas após um tempo, elas começam a participar das atividades, desenvolvem um apego com a gente e passam a interagir mais com todos do ambiente. 

Desta forma, acredita-se que as pequenas conquistas alcançadas pelos participantes sinalizam a construção de novos caminhos e de diferentes formas de convivência e de interações sociais, tão necessárias na contemporaneidade.

Faz-se necessário destacar a importância da presença ativa do psicólogo nessas instituições de ensino e reabilitação, pois por meio de seus conhecimentos, habilidades e competências são possíveis a construção e a transformação da realidade desses ambientes, exercendo suas funções de forma eficiente e contínua, contando sempre com a colaboração de toda a instituição.

Sobre os Autores:

Ingrid Ferreira de Araújo - Acadêmica no Curso de Graduação em Psicologia da Uninassau

Jéssica T. Santana Barbosa - Acadêmica no Curso de Graduação em Psicologia da Uninassau

Rodolfo Rodrigues - Acadêmico no Curso de Graduação em Psicologia da Uninassau

Referências:

ANDRADE, Antonio dos Santos. Sociodrama Educacional: uma estratégia de pesquisa- ação em Psicologia Escolar Institucional. In: FLEURY, Heloisa Junqueira: MARRA, Marlene Magnabosco (orgs.). Intervenções grupais na educação. São Paulo: Agora, p. 49-66,2005.

ANUNCIAÇÃO, WalkÍria Souza da. As atividades com grupos realizadas num Centro de Atenção Psicossocial InfantoJuvenil (CAPSi). 2015. 82 f. Tese (Doutorado) - Curso de Psicologia, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2015.

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DELFINI, Patricia Santos de Souza et al. Perfil dos usuários de um Centro de Atenção Psicossocial InfantoJuvenil da grande São Paulo, Brasil. Rev Brasileira Crescimento Desenvolvimento Humano, São Paulo, v. 2, n. 19, p.226-236, ago. 2009

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FREITAS, Lucas Cordeiro. Resenha: Psicologia das Habilidades Sociais na Infância: Teoria e Prática. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Sao Carlos, v. 22, n. 2, p.251-252, maio 2006.

LEAL, Bruna Molina; ANTONI, Clarissa de. OS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL (CAPS): estruturação, interdisciplinaridade e intersetorialidade.. In: LEAL, Bruna Molina. Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Porto Alegre: Aletheia, 2013. p. 87-101.

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Como citar este artigo:

Seguindo normatização ABNT para citação de sites e artigos online:

ARAÚJO, Ingrid Ferreira de; BARBOSA, Jéssica Taylane Santana; RODRIGUES, Rodolfo. Desenvolvendo Habilidades Sociais no CAPS Infantil: um Relato de Experiência. Psicologado, [S.l.]. (2020). Disponível em https://psicologado.com.br/psicopatologia/saude-mental/desenvolvendo-habilidades-sociais-no-caps-infantil-um-relato-de-experiencia . Acesso em .

Seguindo normatização ISO 690/2010 para citação de sites:

ARAÚJO, Ingrid Ferreira de; BARBOSA, Jéssica Taylane Santana; RODRIGUES, Rodolfo. Desenvolvendo Habilidades Sociais no CAPS Infantil: um Relato de Experiência [online]. Psicologado, (2020) [viewed date: 28 May 2020]. Available from https://psicologado.com.br/psicopatologia/saude-mental/desenvolvendo-habilidades-sociais-no-caps-infantil-um-relato-de-experiencia